O governo Lula, que acusou o governo anterior de Jair Bolsonaro de “gen0cÃdio” contra os ianomâmis, divulgou em 2022 que houve um total de 209 mortes na Terra IndÃgena Ianomâmi, localizada em Roraima, na Região Norte do Brasil.
A situação crÃtica ganhou destaque após a divulgação de imagens de indÃgenas com desnutrição crônica. Em resposta, o ministro da Justiça e Segurança Pública, Flávio Dino, ordenou em janeiro uma investigação pela PolÃcia Federal sobre a suposta prática de omissão de socorro e gen0cÃdio no governo Bolsonaro. Logo após, o ministro do STF, LuÃs Roberto Barroso, expandiu a investigação, que agora tramita sob sigilo.
De acordo com a Sesai, das 308 mortes em 2023, 162 foram de crianças ianomâmis de zero a quatro anos, representando 52,5% do total. Dentre essas, 104 eram bebês de até um ano, equivalendo a um terço das mortes totais. As principais causas de morte incluÃram doenças respiratórias, causas externas, e doenças infecciosas e parasitárias.
Fonte: Hora de BrasÃlia
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