terça-feira, 9 de junho de 2026
São João em Petrolina terá tenda com forró tradicional na Orla
Flávio sinaliza mulher na Economia e reforça busca por vice feminina
Delação de Vorcaro destrói narrativa do PT sobre filme de Bolsonaro
Diário do Poder – A proposta de acordo de colaboração premiada do empresário Daniel Vorcaro, ex-controlador do Banco Master, trouxe esclarecimentos cruciais a respeito dos repasses financeiros destinados à produção do filme Dark Horse, obra cinematográfica voltada a retratar a trajetória política do ex-presidente Jair Bolsonaro.
De acordo com os termos apresentados pela defesa do empresário à Procuradoria-Geral da República (PGR) e à Polícia Federal (PF), os investimentos direcionados à realização do longa-metragem ocorreram dentro da legalidade jurídica e comercial, sem que fossem constatadas contrapartidas institucionais, favores políticos ou desvios de finalidade.
O foco dos esclarecimentos prestados por Vorcaro concentra-se no montante de cerca de R$60 milhões já repassados e comprovados para a execução do projeto cultural.
Diante dos questionamentos levantados por órgãos de controle e pela cúpula da Polícia Federal (que chegou a aventar a abertura de novas frentes de apuração sobre o destino do capital no exterior), o empresário detalhou o fluxo das transações e assegurou que o aporte seguiu estritamente as diretrizes de fomento à atividade artística privada.
A manifestação afasta as teses levantadas por opositores de que os recursos teriam sido desviados para o custeio de despesas pessoais de integrantes da família Bolsonaro ou para vantagens indevidas.
As negociações em torno do financiamento, conduzidas inicialmente em tratativas que envolveram o senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ), constam detalhadamente nos anexos entregues às autoridades.
Conforme os documentos técnicos e os comprovantes bancários anexados à proposta de delação, o teto projetado para o apoio financeiro integral era de R$134 milhões.
A defesa do empresário sustenta que o ritmo dos repasses obedeceu ao cronograma de produção gerido pela Go UP, produtora responsável pela execução do filme.
Paralelamente às discussões sobre a validação do acordo no âmbito do Supremo Tribunal Federal (STF), a narrativa consolidada nos depoimentos reforça a legitimidade do financiamento privado na indústria audiovisual independente, sobretudo em produções de viés biográfico e documental de lideranças conservadoras.
Com a demonstração da origem lícita e destinação direta dos valores para o desenvolvimento da obra, os argumentos de irregularidades perdem sustentação técnica, consolidando o projeto Dark Horse como uma iniciativa cultural de financiamento estritamente privado e regular.
Mendonça solicita relatório sobre fraudes do INSS após troca de delegado
O pedido, que já foi solicitado pelo ministro, deve obter novas informações sobre as quebras de sigilo da empresária Roberta Luchsinger, amiga de Fábio Luís Lula da Silva, o Lulinha, filho do presidente Lula (PT).
O movimento do relatório do caso no Supremo Tribunal Federal vem após a PF determinar a troca do delegado que solicitou as investigações contra o filho do petista.
De acordo com a CNN Brasil, Mendonça tem demonstrado preocupação com a possibilidade de interferência no caso em que o filho do presidente é mencionado.
Lulinha teve seu nome vinculado ao caso desde o ano passado, na CPMI do INSS, acusado de receber mesada de uma das entidades envolvidas na gatunagem e de ser amigo de Antônio Carlos Camilo Antunes, o “Careca do INSS”, sendo apresentado ao lobista pela sua amiga, Roberta Luchsinger.
Diante dos últimos movimentos, o magistrado passou a acompanhar o caso com mais proximidade.
Após a mudnça feita pela PF e sem aviso prévio ao ministro, Mendonça convocou uma reunião de emergência na PF, na qual anunciou os próximos passos das investigações.
De acordo com a PF, a mudança nas investigações foi uma questão “burocrática” e visa “assegurar maior eficiência e continuidade às investigações”.
Frio deve continuar em Petrolina, diz serviço de meteorologia
A temperatura mínima na Capital do São Francisco deve ficar em 22ºC, podendo chegar a uma máxima de 31ºC.
Via: Blog Carlos Britto
Veja as vagas de trabalho nesta terça-feira (9), em Petrolina-PE
segunda-feira, 8 de junho de 2026
Em ascendência, Eliane Soares recebe apoio do vereador de Poção
As articulações políticas com prefeitos, vereadores e lideranças municipais em Pernambuco apontam assento para Eliane Soares na Câmara dos Deputados em Brasília.
Recentemente, Eliane Soares (PSB), ex-prefeita de Santa Cruz-PE, recebeu adesão do vereador de Poção, @junior_de_batalha, e a consolida com ascendência e promissora tanto no estado quanto nacionalmente.
No seu Instagram escreveu:
"Recebo com muita alegria o apoio do vereador de Poção, @junior_de_batalha , uma liderança que chega para fortalecer ainda mais nossa caminhada. Um apoio que reforça nosso compromisso com Poção e com o trabalho sério em favor do povo pernambucano".
CNJ identifica juízes com salário acima de R$ 1 milhão
Mortes em acidente de trânsito causam comoção em Salgueiro
Fabian descia a Rua Otávio Leitinho sentido Praça Benjamin Soares e Ernandes vinha no sentido contrário. O violento choque entre os dois veículos matou Fabian no local do acidente, enquanto o jovem que conduzia a outra moto era levado para o Hospital Regional de Salgueiro, onde veio a óbito.
As mortes de duas pessoas queridas, cheias de planos e sonhos pela frente, é um fato lamentável, que abalou muita gente em Salgueiro e vem repercutindo na região. Fabian e Ernandes perderam a vida em frações de segundos, de forma arbitrária, sem chances de despedida, de um último abraço em de seus entes queridos.
A fatalidade reacende o debate sobre a importância dos cuidados redobrados no trânsito, para que as pessoas voltem com vida ao sair de casa de moto, carro ou qualquer outro veículo.
Fica aqui os nossos pêsames para os familiares dos dois mortos no grave acidente registrado neste domingo.
Da redação do Blog do Chico Gomes
Jovem é morto a tiros no bairro João de Deus em Petrolina (PE)
Homem é assassinado no povoado de Nova Descoberta em Petrolina (PE)
Governo Lula impõe sigilos de até 100 anos em processos de liberação de bets
Ao negar acesso aos processos com documentos apresentados pelas empresas de apostas, o governo também impede o acesso a pareceres e notas técnicas elaborados pela Secretaria de Prêmios e Apostas (SPA) do Ministério da Fazenda.
Com isso, os cidadãos não podem saber como se deu a tramitação dos processos, as eventuais inadequações na papelada das empresas, nem como elas foram corrigidas. Também fica sob sigilo o meio de pagamento das outorgas de R$ 30 milhões e quem são os beneficiários finais de cada empresa de apostas.
A reportagem pediu, por meio da Lei de Acesso à Informação (LAI), a íntegra do processo que autorizou a casa de apostas 1xBet, empresa de origem russa banida em vários países e que ganhou o aval do governo Lula, em julho, para funcionar no Brasil. O pedido de acesso às informações foi negado.
Como mostrou o Estadão, essa bet operava ilegalmente no País enquanto aguardava o aval da Fazenda. Além disso, não funciona mais no endereço que informou à Receita Federal e ao governo, segundo processos judiciais.
Na resposta negativa, a Fazenda informou que os documentos solicitados estão resguardados por sigilo conforme prevê a LAI. A pasta alegou que a legislação determina a proteção de dados pessoais dos sócios e de administradores e beneficiários finais das bets.
Por serem classificadas como informações pessoais, a Fazenda invocou o dispositivo da LAI que determina o sigilo dessas informações por até um século. A Fazenda não aceitou dar acesso ao processo da 1xBet nem nem omitindo apenas dados pessoais dos documentos. A LAI assegura o acesso à parte não sigilosa de documentos, quando o envio integral não é autorizado.
A justificativa foi a de que analisar cada documento exigiria “um esforço administrativo desproporcional”, o que causaria uma “limitação operacional agravada pela severa restrição de força de trabalho” SPA.
A SPA já usou outro argumento para negar pedidos da reportagem de acesso à parte não sigilosa de processos de autorização de outras empresas.
Em uma solicitação anterior, a pasta alegou que seu sistema “não possui mecanismos de anonimato ou anonimização” de trechos de documentos, portanto haveria “sério risco” de comprometimento da proteção pretendida pela legislação.
Lula assume discurso contra casas de apostas
O presidente Lula tem repetido declarações contra o funcionamento de empresas de apostas e já disse que é favorável a proibição delas. Foi ele quem sancionou a nova lei das bets, após aprovação no Congresso, e seu governo elaborou toda a regulação do setor.
Ele voltou ao tema durante entrevista ao programa Sem Censura, da TV Brasil, no último dia 22. Lula disse que pretende colocar o fim das bets como pauta de sua campanha à reeleição.
“Se depender da vontade do presidente da República, eu vou dizer durante a campanha: eu sou favorável a acabar com todas aquelas bets que não estão prestando nenhum serviço de utilidade a este País”, afirmou.
Ele disse ainda que só não proibiu todas as empresas de apostas porque não pode fazer isso de ofício.
“Eu proibiria todas. Por que não proibi? Eu não sou dono do Brasil. Da mesma forma que eu falo que o Trump (presidente dos Estados Unidos) não é dono do mundo, eu não sou dono do Brasil. Eu sou o presidente da República. Eu faço parte de um tripé de instituições que governam o país”, disse.
As associações representantes das bets criticam o discurso de Lula dizendo que a proibição não acabaria com a demanda por jogos de azar e jogaria milhões de apostadores para um mercado não regulado.
Dia começa frio e com céu parcialmente nublado em Petrolina
A temperatura mínima na Capital do São Francisco para hoje é de 21ºC, podendo chegar a uma máxima de 32ºC.
A guerra que poderia ter terminado antes e a Europa que talvez não tivesse caído sob o comunismo
A obra parte de uma pergunta que desafia uma das narrativas mais consolidadas da história do século XX: os Aliados realmente seguiram o caminho militar mais eficiente para derrotar a Alemanha nazista? Segundo West, a resposta é não.
Após o sucesso da campanha italiana em 1943, os Estados Unidos e o Reino Unido abandonaram uma oportunidade estratégica que poderia ter abreviado a guerra, reduzido o número de mortos, interrompido mais cedo o Holocausto e impedido que grande parte da Europa Oriental fosse absorvida pela esfera de influência soviética.
A campanha italiana
Após o desembarque aliado na Sicília, em julho de 1943, o regime de Benito Mussolini entrou em colapso.
Em setembro daquele mesmo ano, os Aliados desembarcaram no continente italiano e iniciaram uma lenta, porém contínua, progressão rumo ao norte.
Para Winston Churchill, primeiro-ministro britânico, a Itália representava o chamado “ventre mole da Europa” — uma rota que permitiria atacar o Terceiro Reich por seu flanco sul.
Na visão de Churchill, uma ofensiva contínua através da Itália poderia levar os Aliados à Áustria, aos Bálcãs e ao sul da Alemanha antes que o Exército Vermelho ocupasse essas regiões.
Diana West argumenta que essa oportunidade estratégica foi abandonada.
A mudança de rumo
Enquanto Churchill defendia a continuação da ofensiva mediterrânea, Josef Stalin insistia na abertura de uma segunda frente no oeste da Europa.
A União Soviética enfrentava o grosso do esforço militar alemão na Frente Oriental e exigia que britânicos e americanos realizassem uma invasão direta da França para aliviar a pressão sobre Moscou.
Essa exigência acabaria resultando na Operação Overlord, o famoso Dia D, realizado em 6 de junho de 1944 na Normandia.
A decisão de concentrar homens, navios, equipamentos e recursos logísticos na invasão da França representou o abandono da estratégia mediterrânea.
Em vez de explorar o avanço já obtido na Itália, os Aliados optaram por abrir uma nova frente que consumiria enormes recursos e prolongaria a guerra.
A influência soviética em Washington
O elemento mais perturbador da tese de Diana West é sua interpretação sobre o processo decisório dentro do governo americano.
A autora sustenta com documentos que a política externa dos Estados Unidos durante a administração de Franklin Roosevelt foi influenciada por socialistas entusiastas da União Soviética ou agentes diretamente ligados aos interesses de Moscou.
West dedica grande parte de sua obra à análise de personagens como Harry Hopkins, um dos principais assessores de Roosevelt.
Segundo a autora, a presença de agentes de influência soviética em posições estratégicas ajudou a direcionar decisões americanas de forma favorável aos interesses de Stalin.
Nessa interpretação, a prioridade dada à invasão da França não teria sido apenas uma decisão militar, mas teria servido também aos objetivos geopolíticos soviéticos.
O que poderia ter acontecido
A hipótese central de West é que uma ofensiva reforçada através da Itália poderia ter produzido um colapso mais rápido da Alemanha.
Ao avançar pelos Alpes, pela Áustria e pelos Bálcãs, os Aliados Ocidentais poderiam ter alcançado regiões que posteriormente seriam ocupadas pelo Exército Vermelho. Isso teria alterado profundamente o mapa político do pós-guerra.
Países como Polônia, Hungria, Romênia, Bulgária, Tchecoslováquia e partes da Iugoslávia poderiam ter ficado sob influência ocidental, em vez de serem incorporados ao bloco soviético.
A famosa Cortina de Ferro descrita por Churchill talvez jamais tivesse sido estabelecida da forma como ocorreu.
O impacto sobre o Holocausto
Outro ponto central da análise de West envolve o Holocausto. A autora observa que as deportações em massa e o funcionamento das câmaras de gás atingiram seu auge entre 1942 e 1944.
Se a Alemanha tivesse sido derrotada meses antes, campos de extermínio poderiam ter sido libertados mais cedo e inúmeras vidas teriam sido preservadas.
West associa o prolongamento da guerra não apenas à continuidade dos combates militares, mas também à continuidade das políticas de extermínio nazistas. Cada mês a mais de guerra significou novas deportações, novas execuções e novos massacres em toda a Europa ocupada.
A Europa do pós-guerra
Para Diana West, as consequências da escolha estratégica dos Aliados ultrapassaram o campo militar.
A configuração política do mundo após 1945 foi profundamente moldada pela decisão de permitir que o Exército Vermelho comunista avançasse até o coração da Europa.
A ocupação soviética de metade do continente, a divisão da Alemanha, a criação dos regimes comunistas do Leste Europeu e o início da Guerra Fria seriam, nessa leitura, consequências diretas das opções adotadas durante os últimos anos do conflito.
A autora vê os acordos políticos celebrados ao final da guerra, especialmente aqueles que reconheceram a influência soviética sobre a Europa Oriental, como o resultado inevitável de uma realidade militar criada no campo de batalha.
Quando as negociações ocorreram, Stalin já controlava vastos territórios com seus exércitos.
Uma reinterpretação da guerra
Mais do que uma análise de campanhas militares, American Betrayal propõe uma reinterpretação abrangente da Segunda Guerra Mundial.
Diana West argumenta que a história tradicional concentra-se na derrota do nazismo, mas presta pouca atenção ao fortalecimento simultâneo da União Soviética. A guerra terminou com a destruição de um regime totalitário e a expansão de outro.
A pergunta que permeia toda a obra é simples, mas intrigante: se os Aliados possuíam uma alternativa capaz de derrotar Hitler mais rapidamente e limitar a expansão soviética, por que ela não foi seguida? Ok
É essa questão que faz de American Betrayal uma das interpretações mais debatidas e controversas da história do século XX.
Fonte: Revista Timeline
Governo Trump derruba rede de 3 milhões de pedófilos
Veja as vagas de trabalho nesta segunda-feira (8), em Petrolina-PE
domingo, 7 de junho de 2026
Colisão entre duas motos deixa dois mortos no Centro de Salgueiro
Governo deve pagar advogado americano para Moraes, e isso custa muito caro
Brasileiro paga até pré-escola para filho de servidores do TSE
A turma do TSE não tem do que reclamar: só de “auxílio alimentação”, cada servidor ganhou R$1.860,51 em um mês, quase R$90 por dia útil.
A casta tem filhos, mas quem banca a creche ou a “pré-escola” são os pagadores de impostos. Além dos R$791,21 de auxílio-odontológico.
A conta da assistência médica e odontológica é muito maior, já que entram na fatura 1.232 titulares o outros 2.060 dependentes.
Fonte: Diário do Poder
Brasil vence o Egito por 2 a 1 em último amistoso antes da Copa do Mundo
Liberdade de expressão: Mais da metade dos brasileiros acredita que criticar o STF é crime
Uma pesquisa do Instituto Sivis, realizada em abril com 1.109 entrevistados, mostra que 57,5% dos brasileiros acreditam que “acusar publicamente o STF de prejudicar a democracia” é algo proibido no país. Em 2023, esse índice era de 35%.
A explicação para esse crescimento expressivo, segundo Sara Clem, pesquisadora do instituto, é que ele não nasce apenas de um desconhecimento técnico, mas faz parte do acirramento da polarização política.
“Os embates entre STF e Legislativo, as investigações sobre desinformação e a cobertura jornalística intensa sobre esses temas criam um ambiente em que qualquer manifestação sobre a Corte parece carregada de risco”, aponta a pesquisadora.
Esse movimento geral pode reforçar essa percepção de que a crítica ao STF é perigosa, especialmente entre aqueles que acreditam que a Corte esteja fragilizando a democracia ou a confiança nas instituições. “Basta observar que, nos últimos anos, tanto alguns parlamentares quanto cidadãos comuns que fizeram críticas públicas à Corte foram incluídos em inquéritos e investigações”, diz Clem.
O cientista político e professor do Insper Fernando Schüler afirma que essa percepção reflete a forma como a população interpreta episódios recentes envolvendo liberdade de expressão no país.
Segundo ele, o receio de se manifestar publicamente decorre de casos de censura, bloqueios de perfis, multas e investigações contra jornalistas, políticos e outras figuras públicas que fizeram críticas a autoridades.
“Não é toda autoridade. São certas autoridades. Isso jamais deveria acontecer em uma democracia, mas vem acontecendo no Brasil como o caso ainda muito recente do Kleber Cabral, presidente da Unafisco, que foi censurado por uma constatação que ele fez. E agora o Romeu Zema, com uma charge, sendo acionado pela PGR a pedido do STF.”
Schüler adverte que o medo de questionar o poder desfigura o regime republicano, que tem como essência a separação clara entre quem ocupa temporariamente uma função pública e a própria estrutura do Estado.
Quando essa distinção se perde, segundo ele, o país passa a se aproximar de uma lógica típica de regimes absolutistas. “Esse tem sido um desafio brasileiro e acredito que essa pesquisa veio a calhar, porque ela surge neste momento para nos ajudar a refletir sobre esse assunto”, afirma ele.
Medo real de censura, nível de escolaridade e percepção geracional
A pesquisa do Instituto Sivis também mostra que 61,7% dos entrevistados acreditam ser proibido criticar publicamente figuras públicas. Para a pesquisadora Sara Clem, o dado revela a existência de um receio real de sofrer censura, processos judiciais ou cancelamento digital.
“Esse receio parece se intensificar diante de episódios concretos que ganharam repercussão nos últimos anos, como o caso de um cidadão obrigado a retirar da janela de seu apartamento uma faixa com a palavra ‘ladrão’, sob o argumento de que a mensagem faria referência a uma figura política que participava de um evento nas proximidades”, exemplifica.
Além disso, o estudo percebeu que quanto maior a escolaridade, maior também é a aceitação de restrições ao discurso. “A proporção de perfis de pessoas que chamamos de ‘minimalistas’, aqueles mais favoráveis a limitar expressões consideradas ofensivas ou de ódio, cresce progressivamente com o nível de instrução: de 26,4% entre os menos escolarizados para 50,3% entre os com ensino superior completo”, explica Clem.
Observando os recortes geracionais, a pesquisa mostra ainda que a faixa etária entre 18 e 29 anos é a que apresenta o maior percentual de pessoas com perfil “minimalista” em relação à liberdade de expressão, com 50% dos entrevistados nesse grupo. Para Clem, isso pode estar relacionado à maior exposição dos jovens aos debates intensos nas redes sociais.
“O debate que ocorre com intensidade nas redes sociais, em parte, vem da premissa de que certas formas de discurso equivalem a violência simbólica ou concreta. Essa ideia, mais presente entre jovens, pode estar associada a uma maior disposição para aceitar limites à expressão”, finaliza.
sábado, 6 de junho de 2026
Acidente de moto tira a vida de jovem próximo a Vila Marcela, em Petrolina-PE
Leilão de energia vai gerar custo extra de R$ 48 bilhões por ano na conta de luz
sexta-feira, 5 de junho de 2026
Operação “Cobrança Armada”: Polícia Civil prende três investigados por agiotagem, ameaças e extorsão em Serrita
Por Francisco Britto – A Polícia Civil de Pernambuco, por meio da Delegacia de Polícia da 195ª Circunscrição de Serrita e com o apoio operacional da 23ª Delegacia Seccional (DESEC), deflagrou, na manhã desta quinta-feira (04), a Operação de Intervenção Tática denominada “Cobrança Armada”.
A ação teve como principal objetivo desarticular uma organização criminosa de alta periculosidade que atuava na região do Sertão pernambucano. Os investigados são suspeitos de envolvimento em crimes de agiotagem, ameaças e extorsão qualificada mediante o emprego de arma de fogo.
Durante o cumprimento das ordens judiciais, as equipes policiais prenderam três alvos em decorrência de mandados de prisão, sendo dois indivíduos e uma mulher.
Também foram cumpridos diversos mandados de busca e apreensão domiciliar.
A operação resultou ainda na apreensão de três veículos utilizados pelos suspeitos, valores em dinheiro em espécie e um vasto material documental e eletrônico, que será submetido à análise pericial para subsidiar a continuidade das investigações.
Todos os detidos e os materiais apreendidos foram encaminhados à delegacia para a adoção das medidas cabíveis, ficando os investigados à disposição da Justiça.
A Polícia Civil de Pernambuco reiterou seu compromisso com a repressão qualificada ao crime organizado e com a garantia da ordem pública no Sertão do Estado.
PCC e CV passam a ser grupos terroristas para EUA a partir de hoje
A medida, adotada pelo governo de Donald Trump, coloca o Primeiro Comando da Capital (PCC) e o Comando Vermelho (CV) na mesma arquitetura jurídica utilizada por Washington para combater grupos terroristas internacionais, cartéis de drogas e organizações armadas transnacionais.
O anúncio representa um dos movimentos mais significativos da política de segurança norte-americana para a América Latina nos últimos anos e marca uma mudança de paradigma na forma como os Estados Unidos enxergam o crime organizado na região.
A partir desta sexta, PCC e CV passam a integrar oficialmente a lista de Organizações Terroristas Estrangeiras (FTOs, na sigla em inglês), classificação considerada uma das mais severas da legislação norte-americana.
O Metrópoles teve acesso ao documento do Departamento de Estado que designa o PCC o CV como organizações terroristas. Segundo o teor, as facções “cometeram ou tentaram cometer, representam risco significativo de cometer ou participaram de treinamento para cometer atos terroristas que ameacem a segurança de cidadãos dos EUA ou a segurança nacional, a política externa ou a economia dos Estados Unidos”.
O que muda na prática
A principal consequência da nova classificação é a ampliação dos instrumentos legais disponíveis para as autoridades norte-americanas combaterem integrantes, colaboradores e financiadores das facções.
Isso permitia o bloqueio de bens sob jurisdição norte-americana e proibia transações envolvendo cidadãos e empresas dos Estados Unidos.
Agora, com a entrada em vigor da classificação como Organização Terrorista Estrangeira, as consequências vão além do campo financeiro.
A legislação norte-americana passa a permitir a responsabilização criminal de indivíduos ou empresas que forneçam qualquer tipo de apoio material às facções.
Além disso, órgãos federais como o FBI e o Departamento de Justiça ganham bases legais adicionais para conduzir investigações relacionadas ao terrorismo envolvendo PCC e CV.
Lula x Flávio
A decisão norte-americana é mais um dos pontos sensíveis no cenário eleitoral brasileiro.
O anúncio ocorreu um dia após o senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) afirmar que havia solicitado pessoalmente a Trump que PCC e Comando Vermelho fossem enquadrados como organizações terroristas.
Integrantes do governo brasileiro avaliam que a mudança pode abrir precedentes para formas mais amplas de pressão internacional sobre questões consideradas de competência interna do país.
Ao Metrópoles, fontes do Departamento de Estado adiantaram com exclusividade que qualquer pessoa ou empresa — dentro ou fora dos Estados Unidos — que mantenha relações financeiras ou materiais com integrantes das facções poderá ser alvo de sanções, processos criminais e até medidas migratórias.
A nova classificação também aumenta a pressão sobre bancos, corretoras, empresas e instituições financeiras em diversos países, que tendem a reforçar mecanismos de controle para evitar qualquer ligação direta ou indireta com as facções.
Nova estratégia dos EUA para a América Latina
A medida faz parte de uma nova estratégia de contraterrorismo adotada por Washington, que passou a tratar cartéis de drogas e organizações criminosas transnacionais de forma semelhante a grupos terroristas internacionais.
A manobra norte-americana aparece consolidada na Estratégia Nacional de Contraterrorismo para 2026, documento que coloca o Hemisfério Ocidental como prioridade da segurança nacional norte-americana.
Na prática, a política amplia o conceito tradicional de terrorismo e aproxima temas como narcotráfico, migração, segurança energética, crime organizado e disputa geopolítica dentro de uma mesma lógica estratégica.
Veja as vagas de trabalho nesta sexta-feira (5), em Petrolina-PE
quarta-feira, 3 de junho de 2026
Grave acidente na BR-316 deixa um morto e vereador de Orocó ferido
Alcolumbre descarta votação imediata da PEC 6×1 no Senado
Veja as vagas de trabalho nesta quarta-feira (3), em Petrolina-PE
terça-feira, 2 de junho de 2026
EUA citam decisão de Toffoli sobre Odebrecht para justificar tarifa de 25% sobre produtos do Brasil
Trump posta foto ao lado de Flávio Bolsonaro e faz declaração
Corpos com sinais de violência são encontrados na Zona Rural de Petrolina
Caminhão carregado de botijões tomba em rodovia de Petrolina
O trânsito ficou lento no local e autoridades de trânsito foram acionadas. Até o momento o Blog não obteve detalhes sobre o estado de saúde do caminhoneiro.
33 mil relatos: pacientes crônicos racionam ou param tratamento por falta de remédio do SUS
O acesso a medicamentos de alto custo pelo Sistema Único de Saúde (SUS) enfrenta um cenário crítico desde os primeiros meses de ...