quinta-feira, 12 de fevereiro de 2026
Apae Petrolina promove carnaval inclusivo com o bloco “Sou Legal”
Veja as vagas de trabalho nesta quinta-feira (12), em Petrolina-PE
quarta-feira, 11 de fevereiro de 2026
PF encontra menção a Toffoli em celular de Vorcaro
Continua agenda internacional de Flávio Bolsonaro
Entre os encontros estiveram nomes como Marion Maréchal, Thierry Mariani e François Bellamy. A proposta é fortalecer pontes com setores políticos alinhados ao conservadorismo europeu e ampliar a interlocução internacional.
A agenda integra um roteiro que incluiu discurso no Knesset, em Israel, e compromissos oficiais no Bahrein. Enquanto o governo federal enfrenta críticas por ruídos diplomáticos recentes, o senador aposta na construção de relações externas como parte da estratégia para 2026.
Filho de Bolsonaro relata preocupação com saúde do ex-presidente na prisão
Segundo o parlamentar, Bolsonaro sofre com crises persistentes de soluço crônico, condição que o acompanhou durante toda a última madrugada. A família alerta para o risco iminente de broncoaspiração, uma complicação grave que pode ocorrer devido à falta de acompanhamento médico contínuo na unidade prisional, colocando em risco a vida do ex-presidente.
Com mais de seis meses de detenção, o estado de saúde de Jair Bolsonaro é descrito como delicado. Além dos soluços, o filho mencionou a existência de “mais de uma dezena de comorbidades” que se agravaram no cárcere.
“A sensação de impotência é grande”, afirmou Eduardo em nota. Ele classificou a prisão como “desonesta” e criticou o que chama de substituição do respeito às garantias constitucionais por “covardia”. O deputado também estendeu as críticas ao tratamento dispensado ao que classifica como outros “presos políticos”.
Apesar das adversidades físicas, o relato destaca que o ex-presidente mantém a firmeza ideológica. “Não sei de onde o Velho tira forças”, pontuou o filho, agradecendo o apoio dos simpatizantes.
A defesa de Bolsonaro tem reiterado pedidos de revisão das medidas cautelares junto ao Supremo Tribunal Federal (STF), argumentando que a manutenção da prisão preventiva é desnecessária diante do quadro clínico apresentado. O sistema penitenciário ainda não emitiu boletim oficial atualizado sobre o atendimento médico prestado nas últimas 24 horas.
Homem é brutalmente assassinado nas proximidades de ponto turístico de Petrolina-PE
Corpo em decomposição é achado em campus da Univasf; polícia investiga
Festa dos demagogos: Lula e Mota empobrecem o debate sobre o fim da escala 6×1 que pode causar estragos à economia
Opinião Estadão
Diz-se que a eleição é a “festa da democracia”. A julgar pelo tratamento inconsequente dado pelo Congresso e pelo Palácio do Planalto às propostas que acabam com a escala de trabalho 6×1, o pleito deste ano também será uma festa para os demagogos. Como sói acontecer neste país, o calendário eleitoral dá asas ao pensamento mágico dos próceres de Brasília. Temas complexos, de profundas consequências sociais e econômicas, são empacotados para consumo rápido nos palanques físicos e digitais. A discussão sobre o fim da escala 6×1 caminha a passos largos para ser mais um desses casos.
A movimentação recente do Legislativo e do Executivo não deixa dúvidas. O presidente da Câmara, Hugo Motta (Republicanos-PB), decidiu acelerar a tramitação de uma proposta de emenda à Constituição que extingue a escala 6×1, enviando-a à Comissão de Constituição e Justiça (CCJ). Aparentemente, o rito constitucional – CCJ, comissão especial e, depois, dois turnos de votação em plenário, com quórum qualificado – contrasta com a pressa do presidente Luiz Inácio Lula da Silva, que gostaria de tratar do tema por meio de projeto de lei com urgência constitucional. A divergência formal, contudo, é a superfície de uma disputa pela paternidade da pauta, cujo apelo popular é ativo valioso neste ano eleitoral.
Motta foi explícito ao confessar que “o Parlamento quer puxar para si o protagonismo desse tema”. Mais do que isso, adotou um discurso de fazer chorar de orgulho o mais aguerrido dos militantes petistas ao classificar o fim da escala 6×1 como “uma pauta histórica da classe trabalhadora”. É curiosa, mas não surpreendente, essa mudança de atitude do presidente da Câmara, que, até pouco tempo atrás, tratava o fim da escala 6×1 com as reservas que a matéria impõe. Mas a proximidade da eleição causa mesmo esse tipo de mutação.
Na visão de Motta, os críticos ao fim da escala 6×1 são os mesmos “pessimistas” que, no passado, teriam sido “contra o fim da escravidão” ou “a criação da carteira de trabalho”. Segundo esse gigante do pensamento político brasileiro, sempre que o Brasil teve “coragem de enfrentar essas pautas”, venceu. A um só tempo, essa analogia é intelectualmente indigente e politicamente reveladora. Ora, colocar no mesmo patamar a abolição da escravidão – uma causa civilizatória para cicatrizar uma chaga moral – e a redução da jornada de trabalho, cujos impactos econômicos são incontroversos, é o tipo de simplificação que deve ser evitada na tramitação de qualquer projeto no Congresso, especialmente um dessa envergadura. Eis o nível do debate que se prenuncia.
A realidade, sempre ela, insiste em atrapalhar a demagogia. No fim de 2024, quando o fim da escala 6×1 ganhou tração nas redes sociais, o economista Daniel Duque, da Fundação Getulio Vargas (FGV), estimou que a redução da jornada para 40 horas semanais implicaria perda de 2,6% da renda da economia. Se a redução chegasse a 36 horas, a queda seria de 7,4%, impacto semelhante ao da recessão causada pelos desatinos da ex-presidente Dilma Rousseff (ver editorial Uma PEC feita para o palanque, 21/12/2025).
Não se trata, portanto, de ser contra ou a favor da redução da jornada de trabalho por si mesma, mas de não causar uma queda deliberada do potencial de crescimento econômico, de emprego e de renda no País. Mais bem dito: falar no fim da escala 6×1 é, necessariamente, falar em aumento da produtividade. E o Brasil está longe disso. O País ocupa a vergonhosa 58.ª posição, entre 69 nações, no Ranking de Produtividade 2025 do International Institute for Management Development (IMD), atrás de países como Bulgária e Quênia. Entre 1995 e 2024, mostrou um estudo do Observatório da Produtividade Regis Bonelli, da FGV, apenas o agro registrou ganhos de produtividade, na ordem de 5,8% ao ano. A indústria amargou queda média de 0,3% ao ano no mesmo período.
Ignorar esse quadro é escolher o atraso. Reduzir a jornada de trabalho pode ser um objetivo legítimo no futuro, não agora. Tratar do tema sob influência das paixões do debate eleitoral, sem enfrentar a questão da baixa produtividade, é impingir uma pesada conta à economia brasileira. E ela chegará depois da festa.
Receita e PF fazem operação contra desvio de R$ 30 milhões no programa Farmácia Popular
Mulher presa por furto em Petrolina já tinha mais de 10 passagens pela polícia
Veja as vagas de trabalho nesta quarta-feira (11), em Petrolina-PE
terça-feira, 10 de fevereiro de 2026
Polícia prende em Petrolina grupo envolvido em roubos e crimes patrimoniais
Denúncias de perseguição e assédio moral na Regulação da SMS geram clima de tensão
segunda-feira, 9 de fevereiro de 2026
Morre em Petrolina o artesão Roque Gomes da Silva, conhecido como Roque Santeiro
Após forte ventania, árvore cai na Avenida das Nações em Petrolina (PE)
Caminhoneiro atinge semáforos na Avenida Adolfo Viana
O PT envelheceu mal no Nordeste
Opinião do Estadão
As eleições de 2026 projetam-se como um desafio sem precedentes à hegemonia política que a esquerda – e o PT, em particular – construiu ao longo de mais de duas décadas no Nordeste. Pesquisas de intenção de voto têm apontado vantagem de candidatos de centro-direita e direita em Estados centrais para o projeto petista, como Bahia, Maranhão e Ceará. Em outros, como Alagoas, Paraíba e Rio Grande do Norte, a situação tampouco é confortável para a esquerda. O cenário só é menos adverso, hoje, no Piauí e em Pernambuco, mas essas exceções apenas reforçam que o mapa político da região não é um monólito.
Um estudo do cientista político Murilo Medeiros, da Universidade de Brasília (UnB), ajuda a dimensionar a magnitude dessa possível inflexão. Mantido o panorama sugerido pelas pesquisas mais recentes, a esquerda poderá registrar, em 2026, seu pior desempenho em eleições para governador no Nordeste desde a chegada de Luiz Inácio Lula da Silva à Presidência, em 2002. Segundo os dados apurados pelo professor Medeiros, em 2018, partidos do chamado campo progressista governavam Estados que concentravam cerca de 90% do eleitorado nordestino. Esse porcentual caiu para 74% em 2022 e pode recuar para 23% nas eleições deste ano. Caso isso se confirme, será um baque e tanto para o PT e partidos aliados, que há tempos têm no Nordeste seu principal reduto eleitoral.
Há múltiplas explicações para essa possível mudança do perfil político-partidário dos governos estaduais da região. Como Medeiros disse ao Estadão, “o voto nordestino tornou-se mais volátil, urbano e pragmático”, mais sensível a questões como custo de vida, segurança pública e qualidade dos serviços públicos. Esse é um ponto crucial.
É fato que programas como o Bolsa Família e o Minha Casa, Minha Vida, que durante muito tempo foram as vitrines eleitorais mais reluzentes do lulopetismo no Nordeste, passaram a ser percebidos como políticas de Estado. A associação quase automática entre esses programas e Lula perdeu força. É lícito inferir que grande parte do eleitorado nordestino se sente segura de que essas políticas públicas seguirão vigentes independentemente de quem esteja no poder.
Mas a explicação mais relevante talvez esteja na dificuldade crônica da esquerda em oferecer respostas aos problemas que hoje mais afligem os cidadãos. Segurança pública é o exemplo mais eloquente. A insistência em uma abordagem ideologizada, contaminada por uma leitura sociológica do problema da violência urbana que relativiza a responsabilidade do criminoso em nome de explicações estruturais, tem um preço eleitoral que partidos à direita não costumam pagar.
Dois grandes Estados governados pelo PT, Bahia e Ceará, são os exemplos mais bem acabados do fracasso da esquerda no campo da segurança pública. O Anuário Brasileiro de Segurança Pública mostra que, em 2024, a Bahia registrou 40,6 homicídios por 100 mil habitantes, enquanto o Ceará alcançou 37,5. Ambos só ficaram atrás do Amapá (45,1) como os Estados mais violentos do País. São números impossíveis de fazer frente ao discurso da direita nessa seara, que pode até não se materializar em boas políticas públicas, mas, no que concerne ao apelo eleitoral, funciona como garantia de que providências duras serão tomadas.
Naturalmente, nada disso autoriza predições categóricas. A política brasileira é volátil, e o próprio lulopetismo ainda dispõe de um ativo poderoso: a figura de Lula, incumbente cuja presença física em campanhas estaduais continua sendo decisiva para viabilizar candidaturas. Mas o fato de depender cada vez mais desse recurso revela fragilidade, não força. O carisma de Lula, por si só, não basta ante a cobrança de respostas concretas do próprio presidente às demandas de um eleitorado que mudou e ele parece não ter se dado conta.
O Nordeste continua plural e politicamente relevante. Justamente por isso, não é – e talvez nunca tenha sido – propriedade de um partido ou de um campo político. Se a esquerda perder espaço na região, não será por uma guinada ideológica dos nordestinos, mas pela incapacidade da esquerda de compreender que o eleitor de 2026 exige mais do que memória afetiva e programas sociais já consolidados.
Fenômeno raro: Chuva de granizo surpreende moradores do Projeto N3 em Petrolina
Imagens que rapidamente se espalharam pelas redes sociais mostram pequenas pedras de gelo acumuladas no chão e em quintais logo após a precipitação. Em um vídeo compartilhado amplamente, um morador local exibe as pedras de gelo nas palmas das mãos, relatando que, em anos de residência na comunidade, nunca havia presenciado algo semelhante na região.
A Agência Pernambucana de Águas e Clima (Apac) confirmou o registro do fenômeno na cidade. Segundo especialistas, embora raro, o granizo no Sertão ocorre devido à formação de nuvens do tipo Cumulonimbus, que possuem grande extensão vertical e temperaturas abaixo de zero em seu topo, permitindo a solidificação da água antes de atingir o solo.
Monitoramento e Previsão
Apesar do susto e da intensidade das imagens, não houve registros imediatos de danos materiais graves ou feridos no N3. A ocorrência de granizo em Petrolina acontece em uma semana de instabilidade climática em Pernambuco, com registros similares também no Agreste do estado nos dias anteriores.
A situação continua sendo acompanhada por moradores e autoridades locais, já que a previsão para o mês de fevereiro indica a permanência de ar quente e úmido, o que favorece pancadas de chuva irregulares em todo o Nordeste.
Desemprego real no Brasil pode chegar a 16,6%
O IBGE, com base na PNAD Contínua, considera desempregado apenas quem está ativamente procurando trabalho nas últimas semanas.
Gertner destaca que a metodologia ignora os “desalentados”, por exemplo, que desistiram de buscar emprego por falta de oportunidades.
O IBGE petista criou ilusão de prosperidade, tirando subocupados, com jornada menor, e beneficiários de programas sociais como Bolsa Família.
Os cálculos de Gertner incluem milhões de brasileiros ignorados pelo IBGE, por isso, a taxa de desemprego real salta para 16,6%.
Veja as vagas de trabalho disponíveis nesta segunda-feira (9), em Petrolina-PE
sábado, 7 de fevereiro de 2026
Jovem relatou ameaça do ministro do STJ após assédio sexual na praia
O episódio, relatado à Polícia Civil de São Paulo e ao Conselho Nacional de Justiça (CNJ), envolve a estudante de Direito que atribui ao magistrado do STJ dois episódios de contato íntimo sem consentimento.
De acordo com os registros, o caso teria ocorrido no dia 9 de janeiro, em Balneário Camboriú (SC), onde a jovem estava hospedada havia dois dias, junto com os pais, em uma casa do ministro próxima à praia do Estaleiro. Em seu depoimento, ela afirmou que conseguiu sentir o pênis do magistrado nas duas ocasiões em que ele teria se aproximado fisicamente. O relato foi reiterado em nova oitiva prestada à corregedoria do CNJ na quinta-feira (5/2).
Após o surgimento da denúncia, Marco Buzzi se afastou temporariamente das funções, apresentando atestado médico de dez dias. Por meio de nota divulgada por sua defesa, o ministro negou o crime e afirmou que pretende apresentar provas contra as acusações no momento adequado (leia íntegra abaixo).
Avô e confidente
A estudante relatou que conhecia o ministro desde a infância e o via como uma espécie de avô e confidente, por ser amigo de seus pais. A mãe dela é uma advogada ativista conhecida pela atuação nos tribunais superiores. A estudante disse ainda que o magistrado costumava aconselhá-la, inclusive contribuindo para ela decidir ingressar na faculdade de Direito.
Dois dias antes do episódio principal, ocorrido em 9 de janeiro, a jovem foi à casa de praia do ministro acompanhada da mãe, a convite do magistrado e da esposa dele. No dia seguinte, afirmou que foi questionada por Buzzi se seria lésbica e se não sentia atração por homens, já que tinha uma namorada. A estudante respondeu que é bissexual. Em 9 de janeiro, o pai dela também chegou ao local para se juntar à família.
Segundo o depoimento, a jovem usava biquíni e estava sentada em uma cadeira em frente ao condomínio, mexendo no celular e em um livro enquanto resolvia assuntos ligados ao estágio. Ao terminar, teria visto o ministro à sua frente, convidando-a para entrar no mar. Ela estranhou quando ele sugeriu que se afastassem cerca de 400 metros do guarda-sol, sob o argumento de que ali a água estaria mais calma.
Ela pontuou, contudo, que o mar já estava tranquilo perto de onde se encontravam e que o ponto para onde foram não ficava visível para quem permanecia na areia.
“Isso pode te prejudicar”
Dentro da água, ainda conforme o relato, o magistrado comentou sentir frio e apontou para duas pessoas que estavam um pouco distantes, dizendo que “deve ser por isso que eles estão abraçados”. Em seguida, segundo a jovem, ele a puxou pelo braço, virou-a de costas e pressionou o quadril e as nádegas dela contra o próprio pênis, dizendo que a achava “muito bonita”.
Ela tentou se soltar, segue o relato, mas teria sido puxada novamente, com a mão dele tocando suas nádegas. A estudante afirmou que sentiu o órgão genital do ministro nas duas ocasiões e que ele ainda tentou segurá-la outras vezes.
Depois das investidas, veio o diálogo que a vítima destacou às autoridades. O magistrado teria perguntado se poderia lhe dar um conselho e dito: “Você é muito sincera, deveria ser menos sincera com as pessoas. Eu só vejo a sua relação com a sua mãe, mas você é muito sincera, deveria ser menos. Isso pode te prejudicar”.
Após a conversa, ambos saíram do mar. Ao saber que a mãe da jovem estava por perto, o ministro informou que iria caminhar até o final da praia. A família, ao tomar conhecimento do que a filha teria passado, deixou a casa da praia e seguiu para Curitiba (PR). Depois, rumou para São Paulo, onde a denúncia foi formalizada.
Desde então, segundo a estudante, ela não consegue dormir, tem “pesadelos constantes” relacionados ao episódio e passou a ser acompanhada por uma psicóloga e uma psiquiatra.
O que diz o ministro
“É inaceitável retrocesso civilizacional a tentativa de julgar e condenar uma pessoa antes mesmo do início formal de uma investigação.
Vazamentos instantâneos de informações sigilosas sobre fatos não verificados é um truque sórdido.
Tribunais, com magistrados experientes e ritos depurados ao longo de séculos, não podem ser substituídos por ‘juízes’ e opiniões inflamadas e quase sempre anônimas no noticiário.
Não é demais pedir serenidade e respeito ao devido processo legal.
A defesa aguarda o momento oportuno para esclarecer os fatos e apresentar suas provas.
Joao Costa, João Pedro Mello e Maria Fernanda Saad, advogados do ministro Marco Buzzi”.
sexta-feira, 6 de fevereiro de 2026
PF faz operação contra previdência do Amapá por investimentos no Master
Investigadores foram às ruas cumprir quatro mandados de busca e apreensão na capital amapaense, Macapá, no âmbito da operação Zona Cinzenta. A ação foi autorizada pela 4ª Vara de Justiça Federal.
A CNN apurou que os alvos são o diretor-presidente da Amprev (Amapá Previdência), Jocildo Silva Lemos, e dois membros do comitê de investimento da entidade.
A investigação aponta que os três foram responsáveis pelos votos favoráveis à aplicação em LFs (letras financeiras) do Banco Master em três reuniões ocorridas em julho de 2024.
Estão sendo investigados os crimes de gestão temerária e gestão fraudulenta.
A reportagem procurou a Amprev e aguarda posicionamento.
Confira as vagas de emprego nesta sexta-feira (6), em Petrolina-PE
quinta-feira, 5 de fevereiro de 2026
Polícia apreende crack e cocaína no bairro Itaberaba em Juazeiro (BA)
Líder de facção Comando Vermelho é preso em Petrolina (PE); homem comandava crimes no norte da Bahia
Petrolina (PE): 5°BPM prende suspeito e apreende drogas no bairro Henrique Leite
Araripina: Jovem com passagens pela polícia é executado a tiros próximo ao Hortifruti Granjeiro
Informações apuradas pelo repórter policial Francisco Brito, a vítima foi identificada como José Ailton da Silva, que foi assassinada a tiros. Ainda segundo as informações, o vítima possuía diversas passagens pela polícia pelo crime de furto.
A motivação e a autoria do crime ainda são desconhecidas. A Polícia Militar realizou diligências na área com o objetivo de localizar e prender o autor do homicídio.
O Instituto de Criminalística (IC) foi acionado para realizar os procedimentos de praxe, e o corpo foi encaminhado ao Instituto Médico Legal (IML) de Petrolina. O caso será investigado pela Polícia Civil.
Aliado de Maduro é preso em operação conjunta de EUA e Venezuela, diz fonte
CNN
Alex Saab, ex-ministro da Venezuela e empresário colombiano-venezuelano, foi preso nesta quarta-feira (4) em uma operação conjunta de Estados Unidos e Venezuela, informou uma autoridade policial americana à agência Reuters.
Saab era um aliado próximo do ditador Nicolás Maduro. Ele já havia sido detido anteriormente, em 2020, permanecendo na prisão por mais de três anos devido a um esquema de suborno.
Posteriormente, recebeu indulto em troca da libertação de cidadãos americanos detidos na Venezuela.
Ele retornou à Venezuela com grande pompa, sendo que Maduro elogiou sua lealdade à revolução socialista do país e o homenageou como herói nacional.
Além disso, o ditador nomeou o empresário como ministro da Indústria, cargo que ocupou até o mês passado, quando foi exonerado pela presidente interina Delcy Rodríguez.
A emissora colombiana Caracol noticiou que Saab foi detido pelo serviço de inteligência interna Sebin e que ele poderia ser extraditado para os EUA.
Já a Caracol Radio, uma entidade separada da emissora de televisão, disse que a operação ocorreu nas primeiras horas da manhã desta quarta e que o empresário Raul Gorrin também foi detido.
A ação foi realizada em conjunto com o FBI, a agência federal de investigações dos Estados Unidos, de acordo com a Blu Radio.
O Ministério das Comunicações da Venezuela não respondeu imediatamente a um pedido de comentário e não foi possível apurar de imediato se Saab ou Gorrin têm representação legal.
Brasil não aguenta mais tanta corrupção
Segundo ele, o aprofundamento dos trabalhos é vital para esclarecer a dimensão de supostos desvios.
No entendimento de Gaspar, a sociedade possui o direito democrático de identificar os responsáveis e compreender a extensão dos danos ao erário. “Em um país democrático, a população tem o direito de saber quem são os envolvidos e o tamanho do roubo”, declarou o deputado ao ser questionado sobre a convocação de indivíduos com conexões no governo federal.
Ele criticou a postura de parlamentares que estariam obstruindo o avanço de depoimentos, como os de Frei Chico e Lulinha, irmão e filho do presidente da República, respectivamente. Para o relator, “é uma vergonha para mim que tenham parlamentares que sigam cegamente a ordem de blindagem”.
Apesar dos obstáculos políticos, o colegiado já reuniu o volume de assinaturas necessárias para garantir a continuidade da CPMI. O senador Carlos Viana (Podemos-MG), que colaborou ativamente na coleta das adesões, reforçou que o encerramento prematuro das atividades seria inaceitável antes da devida apuração de todas as responsabilidades.
Gaspar, entretanto, alertou para a “gigantesca” pressão que deve recair sobre o comando do Senado para impedir a prorrogação, questionando se haverá interesse real por parte daqueles que possuem algum tipo de envolvimento nas questões apuradas.
Um dos focos centrais da nova fase da investigação é o acesso aos dados financeiros de Daniel Vorcaro, banqueiro sob investigação no caso que envolve o Banco Master. O relator fez um apelo público para que a comissão possa analisar tais informações, consideradas essenciais para a conclusão dos trabalhos. O deputado espera “que a CPMI tenha o direito de analisar esses dados. Só analisando esses dados nós iremos saber se há ou não algo de importante para a continuidade e conclusão dos nossos trabalhos”.
Toffoli defende direito de juízes receberem ‘dividendos’ em negócios; ‘vários são fazendeiros’
Sob pressão política e da opinião pública após seus irmãos transferirem participação milionária no resort Tayayá, em Ribeirão Claro, no Paraná, a um fundo ligado ao Banco Master, o ministro do Supremo Tribunal Federal Dias Toffoli afirmou nesta quarta-feira, 4, que magistrados “têm todo o direito de receber seus dividendos”, desde que não participem da administração de empresas.
A declaração foi feita durante a sessão plenária que analisa as regras do Conselho Nacional de Justiça sobre o uso de redes sociais por magistrados.
Relator da ação, o ministro do Supremo Tribunal Federal Alexandre de Moraes, e Dias Toffoli usaram a sessão plenária desta quarta-feira para rebater críticas que abalaram a Corte durante o recesso judiciário.
Os ministros são alvo de questionamentos públicos sobre eventuais conflitos de interesse, envolvendo relações familiares, empresariais e a atuação de advogados próximos em causas analisadas pela Corte.
Sobre a suspeição de ministros, Moraes disse: “Nenhum magistrado poderia, por exemplo, ter alguma aplicação em um banco, ações de um banco. Ah, é acionista do banco? Então não vai poder julgar ninguém no sistema financeiro”.
“Se ele tem um pai ou uma mãe que é acionista de uma empresa ou dono de uma fazenda. Vários magistrados são fazendeiros, vários magistrados são donos de empresas e eles não exercendo a administração, têm todo o direito de receber seus dividendos. Estão proibidos de ter a gestão.”
“Isso é não deixar o magistrado na bolha”, disse Moraes.
Conforme revelou o Estadão, a empresa dirigida pelos irmãos do ministro foi sócia e chegou a vender uma fatia milionária de sua participação no resort Tayayá, em Ribeirão Claro, para um fundo de investimentos controlado pelo pastor Fabiano Zettel, cunhado do banqueiro Daniel Vorcaro, dono do Banco Master. Toffoli é relator das investigações da Polícia Federal sobre o banco.
Apesar dos registros nos documentos, ao ser indagada pelo Estadão na casa que aparece como sede da empresa, a cunhada do ministro disse que o marido nunca foi dono de resort e usou a situação da própria casa, com sinais de desgaste, como argumento para negar que ele seja o verdadeiro proprietário do empreendimento.
Confira as vagas de emprego nesta quinta-feira (5), em Petrolina-PE
quarta-feira, 4 de fevereiro de 2026
Lula quer fim da escala 6x1 e regulação de apps, mas quem vai pagar a conta?
Policiais civis de PE fazem paralisação de advertência e não descartam greve
Cresce a pressão por uma CPMI abrangente sobre o caso Master no Congresso
Por Fernando Shuler / Estadão
Surge a informação agora de que o Banco Central se recusou formalmente a fornecer qualquer informação sobre as reuniões do ministro Alexandre Moraes com o presidente do banco, Gabriel Galípolo, ao longo do ano passado. A informação é da jornalista Malu Gaspar, do jornal O Globo. As reuniões teriam tido como foco, entre outros temas, o Banco Master, objeto de matéria do jornalismo investigativo, inclusive aqui do Estadão.
O que não (significa que) se está acusando nem ministro, nem autoridades, nem presidente do banco (de qualquer coisa). É um princípio básico que deve dizer respeito a toda a sociedade, da transparência e da publicidade.
Para que serve a Lei de Acesso à Informação, por meio da qual foram feitos esses pedidos e recusados formalmente pelo Banco Central, que é uma autarquia federal de natureza especial, paga pelo dinheiro público, que trata de interesses públicos e que diz agora que não documenta reuniões da sua direção com altas autoridades da República? Sendo que o próprio presidente do Banco Central, tempos atrás, disse que todos os temas, as tratativas relativas ao Banco Master, haviam sido devidamente documentadas.
Se o banco não registra, seja horário, seja datas e, obviamente, o conteúdo, se o banco não faz uma ata de reuniões da sua direção com altas autoridades da República, do que exatamente nós estamos falando, quando a gente trata de transparência e de um princípio que é Constitucional, que está lá no artigo 37 da Constituição, que é o princípio da publicidade? Neste caso − quando há um conjunto grande de indícios, de contratação dos escritórios, um amplo sistema de lobby que foi criado pelo Banco Master em Brasília, não só no Judiciário, mas no Executivo, inclusive no Legislativo −, é óbvio que esta informação é de alto interesse público.
O que interessa à sociedade não é o sigilo, é a transparência, é a publicidade, porque essas pessoas cumprem função pública, são pagas com dinheiro público, representam instituições do mais alto interesse republicano.
Isso é apenas uma sinalização de que, eventualmente, essas investigações e todo este processo são obstruídas e vão ficar pela metade. Isto é muito grave do ponto de vista republicano.
Eventualmente, apenas uma CPMI no Congresso Nacional, ampla, abrangente, pluripartidária, que passe a limpo todo este processo (pode resolver a questão). As relações do banco com o Banco de Brasília, com o governo do Distrito Federal, com o governo federal e a oposição no Congresso Nacional, a atuação do Tribunal de Contas da União, do Banco Central, os lobbies junto ao Judiciário, ao Supremo Tribunal Federal, essas relações entre o público e o privado no Brasil, talvez a gente tenha uma rara oportunidade de se passar limpo e melhorar o modus operandi da democracia republicana no Brasil.
Talvez a gente perca essa oportunidade, exatamente por essas instrumentalizações, por esses sigilos, por essas obstruções, por esses pequenos exercícios, eu diria, de abuso de poder, de desrespeito a princípios como publicidade, transparência, os critérios da Lei de Acesso à Informação e assim por diante. É preciso que a sociedade fique muito atenta a todo este processo.
Em ação nos EUA, empresa de Trump associa Moraes ao escândalo Master
“O Banco Master, controlado por um empresário brasileiro chamado Daniel Vorcaro, foi colocado em liquidação pelo Banco Central do Brasil após reguladores identificarem irregularidades graves, incluindo a transferência de grandes volumes de ativos fictícios para um banco estatal chamado BRB, expondo instituições públicas brasileiras a perdas reportadas na ordem dos bilhões de dólares”, afirma o advogado de Trump, Martin De Luca, na solicitação.
“O Banco Master havia firmado um contrato no início de 2024 para pagar aproximadamente US$ 23 milhões ao longo de três anos ao escritório de advocacia de Viviane Barci de Moraes, esposa do réu, por uma representação legal e ‘institucional’ amplamente definida perante tribunais, reguladores e órgãos legislativos. O contrato previa pagamentos na ordem de aproximadamente US$ 700 mil por mês ao escritório de advocacia, embora o escritório não pareça ter realizado trabalhos substanciais”, relatou De Luca, na solicitação.
De acordo com o advogado, existem indicadores de que Moraes “participou pessoalmente da defesa do Banco Master enquanto o contrato permanecia em vigor”, o que teria gerado “ampla preocupação pública sobre conflitos de interesse e proteção institucional” no Brasil. “A controvérsia resultou em medidas extraordinárias de sigilo judicial, incluindo o encerramento dos processos relacionados ao Banco Master no STF e o rápido encerramento das investigações preliminares sobre o réu pela PGR [Procuradoria-Geral da República]”, disse.
Motociclista morre após invadir a contramão e bater em caminhão na PE-585 em Ipubi
Há vagas de trabalho nesta quarta-feira (4), em Petrolina-PE
terça-feira, 3 de fevereiro de 2026
Há vagas de trabalho nesta terça-feira (3), em Petrolina-PE
Acidente com van que retornava das Dunas de Casa Nova (BA) deixa três mortos e 15 feridos no Piauí
As três vítimas fatais estavam na van e morreram no local. Elas foram identificadas como Domingas Miranda dos Santos (idade não informada), Felipe Luz da Silva, de 18 anos, e Halef Magalhães dos Santos, de 16 anos, naturais de Palmeira do Piauí.
A van transportava 16 pessoas que retornavam de um passeio às Dunas do Velho Chico, em Casa Nova (BA). O motociclista e o motorista do carro estavam sozinhos em seus veículos. Os feridos foram encaminhados ao hospital de Canto do Buriti. A ocorrência mobilizou equipes da PM, Corpo de Bombeiros, SAMU e Polícia Civil.
A Prefeitura de Palmeira do Piauí decretou luto oficial de dois dias e manifestou solidariedade às famílias das vítimas, destacando, em nota, sentimentos de pesar e condolências diante da tragédia.
Foto: Divulgação PM-PI
Trânsito em Petrolina sofre alterações para o Carnaval; veja horários e ruas afetadas
O trânsito em Petrolina, no Sertão de Pernambuco, passará por mudanças durante os preparativos e a festa de carnaval na cidade. ...