segunda-feira, 9 de fevereiro de 2026
Após forte ventania, árvore cai na Avenida das Nações em Petrolina (PE)
Caminhoneiro atinge semáforos na Avenida Adolfo Viana
O PT envelheceu mal no Nordeste
Opinião do Estadão
As eleições de 2026 projetam-se como um desafio sem precedentes à hegemonia política que a esquerda – e o PT, em particular – construiu ao longo de mais de duas décadas no Nordeste. Pesquisas de intenção de voto têm apontado vantagem de candidatos de centro-direita e direita em Estados centrais para o projeto petista, como Bahia, Maranhão e Ceará. Em outros, como Alagoas, Paraíba e Rio Grande do Norte, a situação tampouco é confortável para a esquerda. O cenário só é menos adverso, hoje, no Piauí e em Pernambuco, mas essas exceções apenas reforçam que o mapa político da região não é um monólito.
Um estudo do cientista político Murilo Medeiros, da Universidade de Brasília (UnB), ajuda a dimensionar a magnitude dessa possível inflexão. Mantido o panorama sugerido pelas pesquisas mais recentes, a esquerda poderá registrar, em 2026, seu pior desempenho em eleições para governador no Nordeste desde a chegada de Luiz Inácio Lula da Silva à Presidência, em 2002. Segundo os dados apurados pelo professor Medeiros, em 2018, partidos do chamado campo progressista governavam Estados que concentravam cerca de 90% do eleitorado nordestino. Esse porcentual caiu para 74% em 2022 e pode recuar para 23% nas eleições deste ano. Caso isso se confirme, será um baque e tanto para o PT e partidos aliados, que há tempos têm no Nordeste seu principal reduto eleitoral.
Há múltiplas explicações para essa possível mudança do perfil político-partidário dos governos estaduais da região. Como Medeiros disse ao Estadão, “o voto nordestino tornou-se mais volátil, urbano e pragmático”, mais sensível a questões como custo de vida, segurança pública e qualidade dos serviços públicos. Esse é um ponto crucial.
É fato que programas como o Bolsa Família e o Minha Casa, Minha Vida, que durante muito tempo foram as vitrines eleitorais mais reluzentes do lulopetismo no Nordeste, passaram a ser percebidos como políticas de Estado. A associação quase automática entre esses programas e Lula perdeu força. É lícito inferir que grande parte do eleitorado nordestino se sente segura de que essas políticas públicas seguirão vigentes independentemente de quem esteja no poder.
Mas a explicação mais relevante talvez esteja na dificuldade crônica da esquerda em oferecer respostas aos problemas que hoje mais afligem os cidadãos. Segurança pública é o exemplo mais eloquente. A insistência em uma abordagem ideologizada, contaminada por uma leitura sociológica do problema da violência urbana que relativiza a responsabilidade do criminoso em nome de explicações estruturais, tem um preço eleitoral que partidos à direita não costumam pagar.
Dois grandes Estados governados pelo PT, Bahia e Ceará, são os exemplos mais bem acabados do fracasso da esquerda no campo da segurança pública. O Anuário Brasileiro de Segurança Pública mostra que, em 2024, a Bahia registrou 40,6 homicídios por 100 mil habitantes, enquanto o Ceará alcançou 37,5. Ambos só ficaram atrás do Amapá (45,1) como os Estados mais violentos do País. São números impossíveis de fazer frente ao discurso da direita nessa seara, que pode até não se materializar em boas políticas públicas, mas, no que concerne ao apelo eleitoral, funciona como garantia de que providências duras serão tomadas.
Naturalmente, nada disso autoriza predições categóricas. A política brasileira é volátil, e o próprio lulopetismo ainda dispõe de um ativo poderoso: a figura de Lula, incumbente cuja presença física em campanhas estaduais continua sendo decisiva para viabilizar candidaturas. Mas o fato de depender cada vez mais desse recurso revela fragilidade, não força. O carisma de Lula, por si só, não basta ante a cobrança de respostas concretas do próprio presidente às demandas de um eleitorado que mudou e ele parece não ter se dado conta.
O Nordeste continua plural e politicamente relevante. Justamente por isso, não é – e talvez nunca tenha sido – propriedade de um partido ou de um campo político. Se a esquerda perder espaço na região, não será por uma guinada ideológica dos nordestinos, mas pela incapacidade da esquerda de compreender que o eleitor de 2026 exige mais do que memória afetiva e programas sociais já consolidados.
Fenômeno raro: Chuva de granizo surpreende moradores do Projeto N3 em Petrolina
Imagens que rapidamente se espalharam pelas redes sociais mostram pequenas pedras de gelo acumuladas no chão e em quintais logo após a precipitação. Em um vídeo compartilhado amplamente, um morador local exibe as pedras de gelo nas palmas das mãos, relatando que, em anos de residência na comunidade, nunca havia presenciado algo semelhante na região.
A Agência Pernambucana de Águas e Clima (Apac) confirmou o registro do fenômeno na cidade. Segundo especialistas, embora raro, o granizo no Sertão ocorre devido à formação de nuvens do tipo Cumulonimbus, que possuem grande extensão vertical e temperaturas abaixo de zero em seu topo, permitindo a solidificação da água antes de atingir o solo.
Monitoramento e Previsão
Apesar do susto e da intensidade das imagens, não houve registros imediatos de danos materiais graves ou feridos no N3. A ocorrência de granizo em Petrolina acontece em uma semana de instabilidade climática em Pernambuco, com registros similares também no Agreste do estado nos dias anteriores.
A situação continua sendo acompanhada por moradores e autoridades locais, já que a previsão para o mês de fevereiro indica a permanência de ar quente e úmido, o que favorece pancadas de chuva irregulares em todo o Nordeste.
Desemprego real no Brasil pode chegar a 16,6%
O IBGE, com base na PNAD Contínua, considera desempregado apenas quem está ativamente procurando trabalho nas últimas semanas.
Gertner destaca que a metodologia ignora os “desalentados”, por exemplo, que desistiram de buscar emprego por falta de oportunidades.
O IBGE petista criou ilusão de prosperidade, tirando subocupados, com jornada menor, e beneficiários de programas sociais como Bolsa Família.
Os cálculos de Gertner incluem milhões de brasileiros ignorados pelo IBGE, por isso, a taxa de desemprego real salta para 16,6%.
Veja as vagas de trabalho disponíveis nesta segunda-feira (9), em Petrolina-PE
sábado, 7 de fevereiro de 2026
Jovem relatou ameaça do ministro do STJ após assédio sexual na praia
O episódio, relatado à Polícia Civil de São Paulo e ao Conselho Nacional de Justiça (CNJ), envolve a estudante de Direito que atribui ao magistrado do STJ dois episódios de contato íntimo sem consentimento.
De acordo com os registros, o caso teria ocorrido no dia 9 de janeiro, em Balneário Camboriú (SC), onde a jovem estava hospedada havia dois dias, junto com os pais, em uma casa do ministro próxima à praia do Estaleiro. Em seu depoimento, ela afirmou que conseguiu sentir o pênis do magistrado nas duas ocasiões em que ele teria se aproximado fisicamente. O relato foi reiterado em nova oitiva prestada à corregedoria do CNJ na quinta-feira (5/2).
Após o surgimento da denúncia, Marco Buzzi se afastou temporariamente das funções, apresentando atestado médico de dez dias. Por meio de nota divulgada por sua defesa, o ministro negou o crime e afirmou que pretende apresentar provas contra as acusações no momento adequado (leia íntegra abaixo).
Avô e confidente
A estudante relatou que conhecia o ministro desde a infância e o via como uma espécie de avô e confidente, por ser amigo de seus pais. A mãe dela é uma advogada ativista conhecida pela atuação nos tribunais superiores. A estudante disse ainda que o magistrado costumava aconselhá-la, inclusive contribuindo para ela decidir ingressar na faculdade de Direito.
Dois dias antes do episódio principal, ocorrido em 9 de janeiro, a jovem foi à casa de praia do ministro acompanhada da mãe, a convite do magistrado e da esposa dele. No dia seguinte, afirmou que foi questionada por Buzzi se seria lésbica e se não sentia atração por homens, já que tinha uma namorada. A estudante respondeu que é bissexual. Em 9 de janeiro, o pai dela também chegou ao local para se juntar à família.
Segundo o depoimento, a jovem usava biquíni e estava sentada em uma cadeira em frente ao condomínio, mexendo no celular e em um livro enquanto resolvia assuntos ligados ao estágio. Ao terminar, teria visto o ministro à sua frente, convidando-a para entrar no mar. Ela estranhou quando ele sugeriu que se afastassem cerca de 400 metros do guarda-sol, sob o argumento de que ali a água estaria mais calma.
Ela pontuou, contudo, que o mar já estava tranquilo perto de onde se encontravam e que o ponto para onde foram não ficava visível para quem permanecia na areia.
“Isso pode te prejudicar”
Dentro da água, ainda conforme o relato, o magistrado comentou sentir frio e apontou para duas pessoas que estavam um pouco distantes, dizendo que “deve ser por isso que eles estão abraçados”. Em seguida, segundo a jovem, ele a puxou pelo braço, virou-a de costas e pressionou o quadril e as nádegas dela contra o próprio pênis, dizendo que a achava “muito bonita”.
Ela tentou se soltar, segue o relato, mas teria sido puxada novamente, com a mão dele tocando suas nádegas. A estudante afirmou que sentiu o órgão genital do ministro nas duas ocasiões e que ele ainda tentou segurá-la outras vezes.
Depois das investidas, veio o diálogo que a vítima destacou às autoridades. O magistrado teria perguntado se poderia lhe dar um conselho e dito: “Você é muito sincera, deveria ser menos sincera com as pessoas. Eu só vejo a sua relação com a sua mãe, mas você é muito sincera, deveria ser menos. Isso pode te prejudicar”.
Após a conversa, ambos saíram do mar. Ao saber que a mãe da jovem estava por perto, o ministro informou que iria caminhar até o final da praia. A família, ao tomar conhecimento do que a filha teria passado, deixou a casa da praia e seguiu para Curitiba (PR). Depois, rumou para São Paulo, onde a denúncia foi formalizada.
Desde então, segundo a estudante, ela não consegue dormir, tem “pesadelos constantes” relacionados ao episódio e passou a ser acompanhada por uma psicóloga e uma psiquiatra.
O que diz o ministro
“É inaceitável retrocesso civilizacional a tentativa de julgar e condenar uma pessoa antes mesmo do início formal de uma investigação.
Vazamentos instantâneos de informações sigilosas sobre fatos não verificados é um truque sórdido.
Tribunais, com magistrados experientes e ritos depurados ao longo de séculos, não podem ser substituídos por ‘juízes’ e opiniões inflamadas e quase sempre anônimas no noticiário.
Não é demais pedir serenidade e respeito ao devido processo legal.
A defesa aguarda o momento oportuno para esclarecer os fatos e apresentar suas provas.
Joao Costa, João Pedro Mello e Maria Fernanda Saad, advogados do ministro Marco Buzzi”.
sexta-feira, 6 de fevereiro de 2026
PF faz operação contra previdência do Amapá por investimentos no Master
Investigadores foram às ruas cumprir quatro mandados de busca e apreensão na capital amapaense, Macapá, no âmbito da operação Zona Cinzenta. A ação foi autorizada pela 4ª Vara de Justiça Federal.
A CNN apurou que os alvos são o diretor-presidente da Amprev (Amapá Previdência), Jocildo Silva Lemos, e dois membros do comitê de investimento da entidade.
A investigação aponta que os três foram responsáveis pelos votos favoráveis à aplicação em LFs (letras financeiras) do Banco Master em três reuniões ocorridas em julho de 2024.
Estão sendo investigados os crimes de gestão temerária e gestão fraudulenta.
A reportagem procurou a Amprev e aguarda posicionamento.
Confira as vagas de emprego nesta sexta-feira (6), em Petrolina-PE
quinta-feira, 5 de fevereiro de 2026
Polícia apreende crack e cocaína no bairro Itaberaba em Juazeiro (BA)
Líder de facção Comando Vermelho é preso em Petrolina (PE); homem comandava crimes no norte da Bahia
Petrolina (PE): 5°BPM prende suspeito e apreende drogas no bairro Henrique Leite
Araripina: Jovem com passagens pela polícia é executado a tiros próximo ao Hortifruti Granjeiro
Informações apuradas pelo repórter policial Francisco Brito, a vítima foi identificada como José Ailton da Silva, que foi assassinada a tiros. Ainda segundo as informações, o vítima possuía diversas passagens pela polícia pelo crime de furto.
A motivação e a autoria do crime ainda são desconhecidas. A Polícia Militar realizou diligências na área com o objetivo de localizar e prender o autor do homicídio.
O Instituto de Criminalística (IC) foi acionado para realizar os procedimentos de praxe, e o corpo foi encaminhado ao Instituto Médico Legal (IML) de Petrolina. O caso será investigado pela Polícia Civil.
Aliado de Maduro é preso em operação conjunta de EUA e Venezuela, diz fonte
CNN
Alex Saab, ex-ministro da Venezuela e empresário colombiano-venezuelano, foi preso nesta quarta-feira (4) em uma operação conjunta de Estados Unidos e Venezuela, informou uma autoridade policial americana à agência Reuters.
Saab era um aliado próximo do ditador Nicolás Maduro. Ele já havia sido detido anteriormente, em 2020, permanecendo na prisão por mais de três anos devido a um esquema de suborno.
Posteriormente, recebeu indulto em troca da libertação de cidadãos americanos detidos na Venezuela.
Ele retornou à Venezuela com grande pompa, sendo que Maduro elogiou sua lealdade à revolução socialista do país e o homenageou como herói nacional.
Além disso, o ditador nomeou o empresário como ministro da Indústria, cargo que ocupou até o mês passado, quando foi exonerado pela presidente interina Delcy Rodríguez.
A emissora colombiana Caracol noticiou que Saab foi detido pelo serviço de inteligência interna Sebin e que ele poderia ser extraditado para os EUA.
Já a Caracol Radio, uma entidade separada da emissora de televisão, disse que a operação ocorreu nas primeiras horas da manhã desta quarta e que o empresário Raul Gorrin também foi detido.
A ação foi realizada em conjunto com o FBI, a agência federal de investigações dos Estados Unidos, de acordo com a Blu Radio.
O Ministério das Comunicações da Venezuela não respondeu imediatamente a um pedido de comentário e não foi possível apurar de imediato se Saab ou Gorrin têm representação legal.
Brasil não aguenta mais tanta corrupção
Segundo ele, o aprofundamento dos trabalhos é vital para esclarecer a dimensão de supostos desvios.
No entendimento de Gaspar, a sociedade possui o direito democrático de identificar os responsáveis e compreender a extensão dos danos ao erário. “Em um país democrático, a população tem o direito de saber quem são os envolvidos e o tamanho do roubo”, declarou o deputado ao ser questionado sobre a convocação de indivíduos com conexões no governo federal.
Ele criticou a postura de parlamentares que estariam obstruindo o avanço de depoimentos, como os de Frei Chico e Lulinha, irmão e filho do presidente da República, respectivamente. Para o relator, “é uma vergonha para mim que tenham parlamentares que sigam cegamente a ordem de blindagem”.
Apesar dos obstáculos políticos, o colegiado já reuniu o volume de assinaturas necessárias para garantir a continuidade da CPMI. O senador Carlos Viana (Podemos-MG), que colaborou ativamente na coleta das adesões, reforçou que o encerramento prematuro das atividades seria inaceitável antes da devida apuração de todas as responsabilidades.
Gaspar, entretanto, alertou para a “gigantesca” pressão que deve recair sobre o comando do Senado para impedir a prorrogação, questionando se haverá interesse real por parte daqueles que possuem algum tipo de envolvimento nas questões apuradas.
Um dos focos centrais da nova fase da investigação é o acesso aos dados financeiros de Daniel Vorcaro, banqueiro sob investigação no caso que envolve o Banco Master. O relator fez um apelo público para que a comissão possa analisar tais informações, consideradas essenciais para a conclusão dos trabalhos. O deputado espera “que a CPMI tenha o direito de analisar esses dados. Só analisando esses dados nós iremos saber se há ou não algo de importante para a continuidade e conclusão dos nossos trabalhos”.
Toffoli defende direito de juízes receberem ‘dividendos’ em negócios; ‘vários são fazendeiros’
Sob pressão política e da opinião pública após seus irmãos transferirem participação milionária no resort Tayayá, em Ribeirão Claro, no Paraná, a um fundo ligado ao Banco Master, o ministro do Supremo Tribunal Federal Dias Toffoli afirmou nesta quarta-feira, 4, que magistrados “têm todo o direito de receber seus dividendos”, desde que não participem da administração de empresas.
A declaração foi feita durante a sessão plenária que analisa as regras do Conselho Nacional de Justiça sobre o uso de redes sociais por magistrados.
Relator da ação, o ministro do Supremo Tribunal Federal Alexandre de Moraes, e Dias Toffoli usaram a sessão plenária desta quarta-feira para rebater críticas que abalaram a Corte durante o recesso judiciário.
Os ministros são alvo de questionamentos públicos sobre eventuais conflitos de interesse, envolvendo relações familiares, empresariais e a atuação de advogados próximos em causas analisadas pela Corte.
Sobre a suspeição de ministros, Moraes disse: “Nenhum magistrado poderia, por exemplo, ter alguma aplicação em um banco, ações de um banco. Ah, é acionista do banco? Então não vai poder julgar ninguém no sistema financeiro”.
“Se ele tem um pai ou uma mãe que é acionista de uma empresa ou dono de uma fazenda. Vários magistrados são fazendeiros, vários magistrados são donos de empresas e eles não exercendo a administração, têm todo o direito de receber seus dividendos. Estão proibidos de ter a gestão.”
“Isso é não deixar o magistrado na bolha”, disse Moraes.
Conforme revelou o Estadão, a empresa dirigida pelos irmãos do ministro foi sócia e chegou a vender uma fatia milionária de sua participação no resort Tayayá, em Ribeirão Claro, para um fundo de investimentos controlado pelo pastor Fabiano Zettel, cunhado do banqueiro Daniel Vorcaro, dono do Banco Master. Toffoli é relator das investigações da Polícia Federal sobre o banco.
Apesar dos registros nos documentos, ao ser indagada pelo Estadão na casa que aparece como sede da empresa, a cunhada do ministro disse que o marido nunca foi dono de resort e usou a situação da própria casa, com sinais de desgaste, como argumento para negar que ele seja o verdadeiro proprietário do empreendimento.
Confira as vagas de emprego nesta quinta-feira (5), em Petrolina-PE
quarta-feira, 4 de fevereiro de 2026
Lula quer fim da escala 6x1 e regulação de apps, mas quem vai pagar a conta?
Policiais civis de PE fazem paralisação de advertência e não descartam greve
Cresce a pressão por uma CPMI abrangente sobre o caso Master no Congresso
Por Fernando Shuler / Estadão
Surge a informação agora de que o Banco Central se recusou formalmente a fornecer qualquer informação sobre as reuniões do ministro Alexandre Moraes com o presidente do banco, Gabriel Galípolo, ao longo do ano passado. A informação é da jornalista Malu Gaspar, do jornal O Globo. As reuniões teriam tido como foco, entre outros temas, o Banco Master, objeto de matéria do jornalismo investigativo, inclusive aqui do Estadão.
O que não (significa que) se está acusando nem ministro, nem autoridades, nem presidente do banco (de qualquer coisa). É um princípio básico que deve dizer respeito a toda a sociedade, da transparência e da publicidade.
Para que serve a Lei de Acesso à Informação, por meio da qual foram feitos esses pedidos e recusados formalmente pelo Banco Central, que é uma autarquia federal de natureza especial, paga pelo dinheiro público, que trata de interesses públicos e que diz agora que não documenta reuniões da sua direção com altas autoridades da República? Sendo que o próprio presidente do Banco Central, tempos atrás, disse que todos os temas, as tratativas relativas ao Banco Master, haviam sido devidamente documentadas.
Se o banco não registra, seja horário, seja datas e, obviamente, o conteúdo, se o banco não faz uma ata de reuniões da sua direção com altas autoridades da República, do que exatamente nós estamos falando, quando a gente trata de transparência e de um princípio que é Constitucional, que está lá no artigo 37 da Constituição, que é o princípio da publicidade? Neste caso − quando há um conjunto grande de indícios, de contratação dos escritórios, um amplo sistema de lobby que foi criado pelo Banco Master em Brasília, não só no Judiciário, mas no Executivo, inclusive no Legislativo −, é óbvio que esta informação é de alto interesse público.
O que interessa à sociedade não é o sigilo, é a transparência, é a publicidade, porque essas pessoas cumprem função pública, são pagas com dinheiro público, representam instituições do mais alto interesse republicano.
Isso é apenas uma sinalização de que, eventualmente, essas investigações e todo este processo são obstruídas e vão ficar pela metade. Isto é muito grave do ponto de vista republicano.
Eventualmente, apenas uma CPMI no Congresso Nacional, ampla, abrangente, pluripartidária, que passe a limpo todo este processo (pode resolver a questão). As relações do banco com o Banco de Brasília, com o governo do Distrito Federal, com o governo federal e a oposição no Congresso Nacional, a atuação do Tribunal de Contas da União, do Banco Central, os lobbies junto ao Judiciário, ao Supremo Tribunal Federal, essas relações entre o público e o privado no Brasil, talvez a gente tenha uma rara oportunidade de se passar limpo e melhorar o modus operandi da democracia republicana no Brasil.
Talvez a gente perca essa oportunidade, exatamente por essas instrumentalizações, por esses sigilos, por essas obstruções, por esses pequenos exercícios, eu diria, de abuso de poder, de desrespeito a princípios como publicidade, transparência, os critérios da Lei de Acesso à Informação e assim por diante. É preciso que a sociedade fique muito atenta a todo este processo.
Em ação nos EUA, empresa de Trump associa Moraes ao escândalo Master
“O Banco Master, controlado por um empresário brasileiro chamado Daniel Vorcaro, foi colocado em liquidação pelo Banco Central do Brasil após reguladores identificarem irregularidades graves, incluindo a transferência de grandes volumes de ativos fictícios para um banco estatal chamado BRB, expondo instituições públicas brasileiras a perdas reportadas na ordem dos bilhões de dólares”, afirma o advogado de Trump, Martin De Luca, na solicitação.
“O Banco Master havia firmado um contrato no início de 2024 para pagar aproximadamente US$ 23 milhões ao longo de três anos ao escritório de advocacia de Viviane Barci de Moraes, esposa do réu, por uma representação legal e ‘institucional’ amplamente definida perante tribunais, reguladores e órgãos legislativos. O contrato previa pagamentos na ordem de aproximadamente US$ 700 mil por mês ao escritório de advocacia, embora o escritório não pareça ter realizado trabalhos substanciais”, relatou De Luca, na solicitação.
De acordo com o advogado, existem indicadores de que Moraes “participou pessoalmente da defesa do Banco Master enquanto o contrato permanecia em vigor”, o que teria gerado “ampla preocupação pública sobre conflitos de interesse e proteção institucional” no Brasil. “A controvérsia resultou em medidas extraordinárias de sigilo judicial, incluindo o encerramento dos processos relacionados ao Banco Master no STF e o rápido encerramento das investigações preliminares sobre o réu pela PGR [Procuradoria-Geral da República]”, disse.
Motociclista morre após invadir a contramão e bater em caminhão na PE-585 em Ipubi
Há vagas de trabalho nesta quarta-feira (4), em Petrolina-PE
terça-feira, 3 de fevereiro de 2026
Há vagas de trabalho nesta terça-feira (3), em Petrolina-PE
Acidente com van que retornava das Dunas de Casa Nova (BA) deixa três mortos e 15 feridos no Piauí
As três vítimas fatais estavam na van e morreram no local. Elas foram identificadas como Domingas Miranda dos Santos (idade não informada), Felipe Luz da Silva, de 18 anos, e Halef Magalhães dos Santos, de 16 anos, naturais de Palmeira do Piauí.
A van transportava 16 pessoas que retornavam de um passeio às Dunas do Velho Chico, em Casa Nova (BA). O motociclista e o motorista do carro estavam sozinhos em seus veículos. Os feridos foram encaminhados ao hospital de Canto do Buriti. A ocorrência mobilizou equipes da PM, Corpo de Bombeiros, SAMU e Polícia Civil.
A Prefeitura de Palmeira do Piauí decretou luto oficial de dois dias e manifestou solidariedade às famílias das vítimas, destacando, em nota, sentimentos de pesar e condolências diante da tragédia.
Foto: Divulgação PM-PI
CPMI do INSS aprofunda investigação e vota quebra de sigilos de Lulinha
Lulinha entrou na mira da CPMI ainda no ano passado, após a bancada de esquerda se mobilizar para impedir sua convocação.
segunda-feira, 2 de fevereiro de 2026
Sisu 2026: Univasf convoca aprovados para pré-matrícula online
A pré-matrícula deve ser realizada por meio do Sistema de Avaliação Socioeconômica (Sase), mediante o preenchimento do Questionário Socioeconômico. Todos os candidatos classificados devem anexar, no sistema, documento oficial de identificação com foto e os documentos que comprovem o atendimento aos requisitos para concorrer às vagas reservadas. Os arquivos devem estar no formato .jpg ou .jpeg, com tamanho máximo de 1 MB. Após o preenchimento do questionário, é obrigatório clicar em “Salvar” e, em seguida, em “Finalizar questionário” para a conclusão da pré-matrícula online. A documentação completa está listada no Edital nº4/2026.
Para participar do procedimento de heteroidentificação, os candidatos classificados nas modalidades LB_PPI e LI_PPI, exceto indígenas, devem enviar um vídeo de apresentação pessoal, no qual confirmem a autodeclaração racial, conforme as orientações estabelecidas na Portaria nº 8/2026. O envio deve ser feito por meio de formulário online.
Os candidatos classificados nas modalidades LB_EP, LB_PCD, LB_PPI e LB_Q, destinadas a estudantes com renda familiar por pessoa de até um salário mínimo, devem acompanhar atentamente o e-mail cadastrado no sistema, uma vez que poderão receber solicitações de esclarecimentos, além de ficarem atentos à divulgação dos resultados da avaliação de renda, conforme o cronograma previsto no Anexo I da Portaria nº 1/2026.
Já quem se classificou nas modalidades LB_PCD e LI_PCD, destinadas a pessoas com deficiência, deve ficar atento à convocação para a realização da perícia multiprofissional, cuja publicação está prevista a partir de 13 de fevereiro. No dia agendado, será necessário apresentar laudo médico, relatório médico com a cronologia do acompanhamento clínico e, quando pertinente, exames complementares, de acordo com o tipo de deficiência.
Alerta
O candidato que não anexar toda a documentação exigida ou não finalizar o procedimento dentro do prazo será eliminado do processo seletivo. Os candidatos que tiverem a pré-matrícula online confirmada e os pedidos de vagas reservadas deferidos serão convocados, posteriormente, para a apresentação da documentação completa de matrícula, conforme estabelecido no Edital nº 4/2026, com o objetivo de compor o dossiê acadêmico do estudante. Todas as informações detalhadas, incluindo cronograma, documentação exigida e orientações complementares, estão disponíveis no Edital nº4/2026, publicado na página oficial do PS-ICG 2026 da Univasf.
Eliane Soares, marcha com novas adesões, rumo à câmara federal
A pré-candidata a deputada federal Eliane Soares - considerada a nova força política de Pernambuco, celebra adesões como a do ex-deputado Gonzaga Patriota; “Ela têm muito a contribuir”.
PoderData: 68% são contrários à liberação do aborto; 22%, favoráveis
CNN
Cerca de sete em cada dez brasileiros (68%) se dizem contrários à liberação do aborto, segundo pesquisa PoderData divulgada neste domingo (1º). Ao mesmo tempo, 22% afirmam ser favoráveis à liberação do procedimento no país. Outros 10% não souberam responder a respeito do tema.
Foram ouvidas 2.500 pessoas, por meio de ligações para celulares e telefones fixos, entre os dias 24 e 26 de janeiro em 111 municípios nas 27 Unidades Federativas do país. A margem de erro é de dois pontos percentuais, para mais ou para menos, com intervalo de confiança de 95%.
O índice dos que declaram ser contrários à liberação do aborto é o mais alto desde o início da série histórica do levantamento, em janeiro de 2021. À época, a taxa era de 58%.
Na mesma ocasião, o índice dos que manifestavam apoio à liberação do procedimento era de 31%. Essa taxa sofreu uma queda de sete pontos percentuais em janeiro de 2022 e tem oscilado dentro da margem de erro desde então (veja os detalhes no gráfico abaixo).
Direito ao aborto é garantido em alguns casos
Atualmente, o direito ao aborto é garantido em três ocasiões, conforme determina a legislação brasileira:
- Quando não há outro meio de salvar a vida da gestante. Aqui, a saúde da mãe prevalece sobre a do feto;
- Quando a gestação é resultado de estupro, cabendo à mãe decidir se prosseguirá ou não com a gravidez, independentemente da idade gestacional;
- e quando houver anencefalia fetal, um tipo de malformação que impede o desenvolvimento do cérebro — decisão do STF (Supremo Tribunal Federal) tomada em 2012 assegura a interrupção da gravidez neste caso.
Teerã em transe: Barbárie aprofundou de forma irreversível o fosso entre regime e sociedade
Editorial Estadão
A recente onda de manifestações que varreu o Irã já entrou para a História. Não só por sua magnitude social e geográfica, mas pela bestialidade da repressão. O que começou como revolta contra a inflação, o desemprego e o colapso da moeda iraniana, o rial, explodiu num confronto massivo contra o regime dos aiatolás. Como nunca desde a Revolução Islâmica de 1979, slogans contra o governo agitaram de bazares a cidades periféricas, atravessando classes, regiões e gerações. A retaliação foi selvagem: apagão informacional, terror indiscriminado e massacres.
O governo admite mais de 3 mil mortos. Organizações de direitos humanos, redes médicas e investigações independentes operam com estimativas que vão de 10 mil a mais de 40 mil, possivelmente a maior carnificina de manifestantes do século. A incerteza não decorre de exagero retórico, mas do método xiita: internet bloqueada, hospitais intimidados, registros adulterados, cadáveres sepultados às pressas, famílias coagidas ao silêncio. A opacidade não é efeito colateral da repressão; é um de seus instrumentos cruciais.
Há relatos de incursões noturnas em residências, disparos à queima-roupa contra feridos em hospitais, uso sistemático de tiros na cabeça e nos olhos e extorsão para a devolução de corpos. Não se trata de excessos episódicos de emissários locais, mas de um comando do topo: esmagar a dissidência pelo pavor absoluto. Quando se sente ameaçado, o regime não hesita nem negocia – extermina. E a escala do extermínio expõe o tamanho da ameaça.
Nada disso autoriza previsões fáceis. Apesar da magnitude do levante, o sistema ainda não ruiu. A Guarda Revolucionária, ao que parece, permanece coesa, e o aparato repressivo, funcional. A oposição segue fragmentada. A resistência no exílio carece de concatenação e capilaridade. Os clamores por Reza Pahlavi – o herdeiro do xá derrubado pela Revolução Islâmica – expressam menos a nostalgia de um passado monárquico do que o desespero de quem procura qualquer alternativa a um regime que já não governa, só domina.
Externamente, o cenário é ambivalente. Washington ameaça, mas hesita. Sanções se acumulam, com efeitos devastadores sobre a população e eficácia limitada sobre os núcleos do poder. Países do Golfo evitam ser arrastados a um conflito aberto. O resultado é um impasse agoniante: pressão suficiente para agravar a crise econômica e social, mas insuficiente para precipitar uma mudança política rápida. O regime pode sobreviver, mas mais isolado, mais instável e mais truculento.
Sobre esse teatro de horrores pesa um silêncio ensurdecedor. As militâncias progressistas que inundaram ruas, universidades, redações e redes sociais com denúncias incendiárias contra Israel mal balbuciam diante do massacre iraniano. Onde estão os protestos, os boicotes, as vigílias? A indignação que atravessava oceanos – do exibicionismo fútil de ativistas como Greta Thunberg às acusações superlativas de governantes como Luiz Inácio Lula da Silva – já murchara desde que, após o recuo de Israel em Gaza, o Hamas – uma das milícias jihadistas patrocinadas por Teerã – recobrou seu reino do terror sobre os palestinos. Agora, evapora-se ante uma multidão de jovens, mulheres e trabalhadores iranianos trucidados. Será possível que toda aquela fúria não era, no fim das contas, sobre “direitos humanos”?
O governo iraniano é uma besta ferida que reage com brutalidade crescente. A repressão pode ter sufocado esta rodada de protestos, mas aprofundou de forma irreversível o fosso entre regime e sociedade. Não há retorno ao “normal”. Há apenas a escolha entre reformas reais – cada vez mais improváveis – ou a decomposição de uma teocracia que já não consegue oferecer qualquer vestígio de legitimidade, prosperidade ou esperança.
Não há atalhos edificantes nem desfechos limpos à vista. Mas fechar os olhos, relativizar o horror ou tratar o massacre como detalhe geopolítico é abdicar do mínimo critério moral. O certo é que, ao tentar dar uma demonstração de força, o governo expôs sua fraqueza e seu medo. Um regime que precisa assassinar milhares para sobreviver já confessou sua falência. Ainda que não se saiba quando o colapso terminará, ele já começou.
Por que o Brasil está preso numa armadilha da corrupção sistêmica?
Por Marcus André Melo* (Folha de S. Paulo)
“Penso, ao ler tais notícias, que a fortuna dessa gente que está na Câmara, no Senado, nos ministérios, até na Presidência da República, se alicerça no crime. Que acha você?”.
A afirmação é do protagonista de “O Único Assassinato de Cazuza” (1922), um dos últimos textos de Lima Barreto. A questão da corrupção sistêmica no país já se colocava há mais de um século. Os tribunais superiores, no entanto, não figuravam na lista. Sim, Lima não apelou para a explicação superficial, culturalista (herança lusitana).
Se todos acreditam que a corrupção é a regra do jogo, ficamos presos a uma armadilha clássica. Se, ao contrário, prevalece a crença de que transações honestas são a norma, obedecer à lei torna-se a estratégia dominante. Quando práticas escusas são percebidas como regra, o ator que decide jogar limpo tende a ser o perdedor —e, no limite, não sobrevive. O incentivo, nessa situação, é jogar sujo, apostando que os demais farão o mesmo.
Se um cidadão ou empresário paga propina a um agente público —seja um fiscal, seja um parlamentar— esperando que a oferta seja aceita, o sistema se mantém em equilíbrio. A punição ocasional de alguns transgressores pode produzir mudanças parciais —em um setor, um ministério ou uma prefeitura. Mas, na ausência de um efeito manada, isto é, de um ponto de inflexão capaz de alterar expectativas de forma radical, o equilíbrio global tende a ser restaurado.
As evidências empíricas que sustentam a tese de que “a corrupção corrompe” (Shaul Shalvi) são numerosas e consistentes. Dados do Lapop/Vanderbilt mostram forte correlação entre a crença de que “a corrupção é generalizada” e a probabilidade de se considerar que “pagar propina é justificável”. Daniel Gingerich e coautores demonstraram que a exposição à informação sobre o aumento da corrupção em um país elevou em 28% a propensão a pagar propina, em comparação com um grupo de controle não exposto a essa informação.
Não são “pecadillos” individuais que produzem a corrupção sistêmica. A causalidade opera no sentido oposto: a corrupção corrompe. Gächter e Schulz, em artigo publicado na Nature, encontram evidências, com base em uma amostra de 23 países, do impacto da grande corrupção sobre a pequena. Participantes oriundos de países com altos escores no Índice de Prevalência de Violação de Regras (PRV) —medida que captura grande corrupção, fraude política e evasão tributária— apresentaram maior propensão a se engajar em atos corruptos em experimentos de laboratório.
Fisman e Miguel, por sua vez, examinaram milhares de multas de estacionamento cometidas por funcionários de missões diplomáticas em Nova York —que gozavam de imunidade até 2002— e encontraram forte correlação entre estacionamento ilegal e indicadores de corrupção nos países de origem dos diplomatas. Mesmo na ausência de qualquer punição, as normas sociais forjadas nos países de origem mostraram-se determinantes.
A lição a extrair para o Brasil é clara: é a grande corrupção que molda nossa sociabilidade e estimula as microtransgressões —não o contrário. “Se aqueles no andar de cima fazem, por que eu não posso fazer?” deixa de ser apenas uma pergunta retórica e passa a funcionar como máxima orientadora do comportamento social.
Há vagas de trabalho nesta segunda-feira (2), em Petrolina-PE
domingo, 1 de fevereiro de 2026
Jovem atleta morre vítima de afogamento no Rio São Francisco, em Cabrobó
De acordo com as primeiras informações repassadas à reportagem, o jovem teria desaparecido nas águas do rio e mobilizou buscas no local. O corpo foi encontrado por volta das 19:40h, causando comoção entre familiares, amigos e moradores da região.
Até o momento, não foram divulgados detalhes oficiais sobre as circunstâncias do afogamento. As autoridades competentes devem apurar o ocorrido e adotar os procedimentos legais.
O caso reacende o alerta para os cuidados necessários ao frequentar áreas do Rio São Francisco, especialmente em pontos de correnteza ou sem estrutura adequada para banho, a fim de evitar novas tragédias. Via: Didi Galvão
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