sábado, 9 de maio de 2026

Flávio à CNN: “Bolsonaro terá cargo no meu governo se ele quiser”

O senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) afirmou nesta sexta-feira (8), que o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) poderá ocupar cargo em um eventual governo seu, caso queira participar da gestão no Planalto.

“Jair Bolsonaro sempre vai ser meu Norte, alguém que tem faro político e foi o melhor presidente do país. Se ele quiser exercer algum cargo no meu governo, é óbvio que ele vai exercer”, afirmou Flávio ao CNN 360º.


Sonho da casa própria fica mais distante para os brasileiros e aluguel dispara no País

Estadão – Há três anos, o professor particular de inglês Rafael Bezerra mora de aluguel em um apartamento de 40 metros quadrados em Santa Cecília, região central de São Paulo. Representante de uma classe média com renda maior, mas sem patrimônio, o carioca de 44 anos almeja comprar um imóvel, porém esbarra no custo da entrada, no peso de um financiamento longo e no encarecimento da vida cotidiana.

Bezerra paga R$ 1.890 para locar o apartamento. “Um achado. Já vi imóveis novos na região que custam o dobro”, diz. As contas mensais, despesas com terapia e os custos com lazer tornam ainda mais difícil a tarefa de economizar. Autônomo, sem imóveis de herança e pouca poupança, o professor ajuda a ilustrar como o aluguel está enraizado na economia brasileira.

Histórias como a de Rafael estão se tornando mais comuns. Entre 2016 e 2025, o número de imóveis alugados saltou de 12,2 milhões para 18,9 milhões, de acordo com dados da Pnad Contínua. O valor representa um aumento de cerca de 55%.

Embora o número de imóveis construídos no País tenha aumentado 18,9% neste período, de 66,7 milhões para 79,3 milhões, quase um quarto é alugado. Em contrapartida, a proporção de domicílios próprios diminuiu de 66,8%, em 2016, para 60,2% em 2025.

Rafael Bezerra profissionalizou seus contratos de prestação de serviço para melhorar a previsibilidade e abrir caminho para juntar o dinheiro da entrada do imóvel
Rafael Bezerra profissionalizou seus contratos de prestação de serviço para melhorar a previsibilidade e abrir caminho para juntar o dinheiro da entrada do imóvel Foto: Taba Benedicto/ Estadão

O número contrasta com o desejo da população: um estudo da Ipsos divulgado no último ano mostrou que 76% das pessoas que pagam aluguel têm interesse em adquirir um imóvel, ainda que 36% delas não acreditem que conseguirão concretizar este desejo.

No caso de Rafael, o sonho persiste. Com a expansão do Minha Casa, Minha Vida, que agora engloba famílias com renda de até R$ 13 mil, ele pretende finalmente comprar o próprio imóvel. “Precisei estudar finanças pessoais para aprender a gerir o dinheiro e mudar a dinâmica da minha família, que nunca conseguiu construir patrimônio”, relata.

Entrada, financiamento e crédito

taxa de desemprego, atualmente em 6,1%, consolida um mercado de trabalho historicamente aquecido. A inflação acumulada em 12 meses fechou em 4,14% até março, e o PIB de 2025 terminou com alta de 2,3%. Apesar dos indicadores positivos, a percepção do poder de compra diminuiu e as pessoas estão endividadas.

De acordo com dados do Serasa, o Brasil chegou a 81,7 milhões de inadimplentes em 2026, um aumento de 38,1% em relação a 2016. O valor das dívidas cresceu 176% no período. Segundo o economista André Sacconato, professor da FIPE/USP, o grupo mais afetado é a classe média.

“A classe média teve aumentos reais em salários. Porém, a inflação que atinge esse grupo é maior do que outros estratos sociais. É uma economia baseada em serviços, que estão subindo mais do que outros produtos”, explica Sacconato. “A variação de preços para a classe média é maior do que o crescimento da renda nominal, por isso ela tem a impressão de que está faltando dinheiro.”

Neste ambiente de orçamento pressionado, acumular o dinheiro necessário para arcar com 20% a 30% do valor de um imóvel só na entrada parece um sonho distante. E essa é a primeira barreira no momento de decidir sair do aluguel.

Soma-se a isso os altos custos do financiamento imobiliário, com taxas anuais acima dos 10%, e criteriosas análises de crédito.

A solução para a população de renda inferior se apresentou no fortalecimento e na expansão do Minha Casa, Minha Vida, que se tornou uma das bandeiras do Governo Lula nas últimas décadas. O programa habitacional oferece aos compradores juros mais baixos e acesso mais previsível ao crédito.

Foi assim que o MCMV transformou o mercado imobiliário do País nos últimos anos. Dados do Secovi-SP mostram que 54,3% (85,4 mil) das unidades residenciais lançadas em São Paulo se encaixam no programa. Em 2016, o segmento representava apenas 19% dos lançamentos. Ao longo da última década, o programa expandiu e passou a atrair incorporadoras que antes eram especializadas na classe média.

Enquanto o segmento econômico se beneficia do MCMV, os ricos acumulam os rendimentos do dinheiro investido com uma Selic a quase 15%. O mercado de luxo e de superluxo em São Paulo movimentou mais de R$ 28 bilhões em 2025 e o número de apartamentos lançados saltou quase 60%.

No meio deste movimento, a classe média perdeu espaço no mercado imobiliário.

Alberto Ajzental, coordenador do curso de Negócios Imobiliários da Fundação Getulio Vargas (FGV), destaca que os recursos da poupança (SBPE), tradicionalmente utilizados para financiar imóveis para a classe média, especialmente via Sistema Financeiro de Habitação (SFH), estão perdendo a participação no mercado.

“Isso torna o crédito mais escasso e caro para quem não se enquadra nos subsídios do MCMV”, explica.

Dados da Associação Brasileira das Entidades de Crédito Imobiliário e Poupança (Abecip) mostram que, de 2016 para 2021, durante a pandemia e quando a taxa de juros chegou a 2%, o número de unidades financiadas via SBPE saltou de 199 mil para 866 mil. No entanto, desde então o número está em retração e fechou 2025 com 457 mil unidades financiadas.

“O crédito imobiliário opera hoje com uma composição maior entre o funding da poupança e outras fontes de recurso, como as Letras de Crédito Imobiliário (LCIs), que têm custo de captação mais elevado. Essa dinâmica influencia a taxa final do financiamento e o valor das prestações”, diz a Abecip em nota.

No entanto, a entidade afirma que o mercado imobiliário segue resiliente e com expectativa de crescimento de 16% para o crédito imobiliário em 2026. “Além disso, a criação da Faixa 4 representa um avanço relevante, ao oferecer condições de financiamento mais favoráveis para esse público”, afirma.

O aluguel da classe média

Achatada entre os ricos e os pobres, a classe média é mais impactada pelos juros altos no financiamento, não tem os subsídios do segmento econômico e sofre para acumular o dinheiro da entrada do imóvel. “Sabe aquele meme ‘como juntar dinheiro para emergências se minha vida é um eterno pronto-socorro?’”, brinca a consultora de comunicação Carol Herling.

“O plano de saúde, o custo com saúde, terapia, veterinário e alimentação estão mais caros. Até o meu remédio de asma teve reajuste de preço”, enumera. O apartamento de 88 metros quadrados que ela divide com o marido, dois cachorros e uma gata em Higienópolis, São Paulo, custa R$ 4,2 mil, além de R$ 1,8 mil de condomínio.

A consultora de comunicação Carol Herling diz que o “Custo Brasil está mais alto, especialmente para profissionais autônomos, que enfrentam mais obstáculos para conseguir crédito”
A consultora de comunicação Carol Herling diz que o “Custo Brasil está mais alto, especialmente para profissionais autônomos, que enfrentam mais obstáculos para conseguir crédito” Foto: Breno Damascena

A perspectiva de Herling ilustra que mesmo a alternativa da locação está cada vez mais penosa. Dados do Índice Fipezap mostram que o aluguel ficou 8,63% mais caro nos últimos 12 meses. Em março de 2020, o preço médio do metro quadrado de um imóvel para locação no País custava R$ 30,37. Em março deste ano, o preço médio saltou para R$ 52,34.

A variação está bem acima do Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), que registrou alta de 4,14% no período de 12 meses até março, e do Índice Geral de Preços – Mercado (IGP-M), tradicionalmente utilizado para reajuste dos contratos de aluguel, que ficou em -1,83%.

“Quando uma região é muito demandada, os preços aumentam e há incentivo para construir. Hoje, o proprietário de imóvel já recuperou boa parte da renda que perdeu ao longo da pandemia”, afirma Paula Reis, economista do Grupo OLX.

Segundo a economista, a população que vive de aluguel chegou ao limite do comprometimento de renda. “O porcentual gasto com moradia, somado ao alto endividamento das famílias, torna a situação financeira muito complexa”, comenta. “Por isso, faz bastante sentido o governo apresentar alternativas para diminuir a inadimplência”.

Um estudo da empresa de análise de crédito imobiliário FC Análise indica que a classe B (que recebe entre R$ 4.607,01 e R$ 16.186,00) é o maior grupo no mercado de aluguel. O perfil corresponde a 49% das propostas realizadas em 2025. A classe A (acima de R$ 16.186,01) realiza 22% das propostas e a classe C (de R$ 1.525,01 a R$ 4.607,00) aparece com 17%.

Em geral, a classe B também paga o imóvel em dia, buscando não comprometer além do que poderia pagar. “Esse público busca previsibilidade financeira, flexibilidade e menor comprometimento de renda no curto prazo”, comenta Thiago Reis, gerente de comunicação e dados do QuintoAndar.

Investidores e empresas se beneficiam

Reis sugere que, aliado aos desafios da compra, nota-se uma mudança de comportamento. “O aluguel deixou de ser uma etapa temporária e passou a ser uma escolha estrutural para uma parcela relevante das pessoas”, acredita.

“Há uma demanda crescente por unidades compactas, funcionais e bem localizadas, especialmente estúdios e apartamentos de um dormitório”, diz. “Esse movimento está ligado a mudanças demográficas, como o aumento de pessoas morando sozinhas e casais sem filhos”.

A alta demanda por aluguel, o encarecimento da locação e a pouca oferta em regiões centrais impulsionaram o interesse de investidores e proprietários. “O aluguel voltou a ser visto como uma fonte relevante de renda recorrente, especialmente em regiões urbanas consolidadas”, afirma Reis. “O imóvel está no radar como um ativo estratégico, não apenas patrimonial”, diz.

Incorporadoras passaram a desenvolver projetos específicos para o investidor comum que busca a renda do aluguel. Também é neste cenário que se fortalecem as iniciativas de multifamily, prédios residenciais de um único proprietário ou fundo destinados integralmente à locação.

A Vila 11, por exemplo, compra e constrói empreendimentos em regiões nobres da cidade de São Paulo e disponibiliza para locação. Só em 2025, seis novos prédios e 680 unidades foram entregues pela companhia.

O pacote do apartamento de um dormitório e 33 m² é negociado por R$ 5 mil mensais, enquanto as unidades de três dormitórios e 93 m² podem chegar a R$ 20 mil. “O aluguel passa a ser a saída mais eficiente: sem entrada, sem dívida de longo prazo, menos capital imobilizado”, afirma Jorge de Moraes, diretor comercial e de marketing da empresa.

“Há também uma mudança nos centros urbanos. Estudar, trabalhar e morar numa cidade deixaram de ser escolhas permanentes. A mobilidade profissional cresceu e ter um imóvel pode representar rigidez, prendendo o morador a uma localização numa hora em que a capacidade de adaptação importa”, defende o executivo, cuja companhia dobrou de faturamento no último ano.

Outra empresa que atua no segmento é a Greystar, que adota uma estratégia semelhante ao combinar investimento e operação de ativos residenciais. A companhia saltou de 1.220 unidades gerenciadas, em 2023, para 1.877 unidades em 2025.

A marca agora avança na estruturação de um fundo voltado à média renda. Isso porque a maior parte das companhias do setor foca no público de alta renda.

O objetivo da Greystar é atender solteiros e famílias pequenas em apartamentos de um ou dois quartos, com aluguel previsto de R$ 2,5 mil a R$ 3 mil. “A estrutura do fundo está sendo desenhada para atrair capital com foco em localizações como Barra Funda e Zona Norte de São Paulo”, explica Cristiano Viola, diretor de operações da empresa.

Para Gustavo Favaron, CEO global da consultoria GRI Institute, existe um hiato no mercado de imóveis entre R$ 600 mil e R$ 1 milhão. “Ao notar a redução do poder de compra da classe média, o movimento natural é voltar as atenções para o aluguel, suprindo uma necessidade do consumidor”, afirma. “Essa tese é consolidada em outros mercados, como na Europa e Estados Unidos, e deve crescer no Brasil”.

A disputa ainda é mais acirrada com a presença de negócios voltados à locação de curta temporada, via Airbnb ou Booking.com. “A manutenção de preços altos, mesmo com o aumento da oferta, sugere que muitas unidades estão servindo apenas como ativos financeiros para remuneração de capital e não para habitação de fato”, disse Bianca Tavolari, em entrevista ao Estadão no último mês.

Bote salva-vidas e solução a longo prazo

O governo federal tem buscado responder aos desafios habitacionais enfrentados pela classe média para sair do aluguel. Em resposta a isso, anunciou uma série de medidas nos últimos anos. Entre elas, destaca-se o Programa Reforma Casa Brasil, com crédito habitacional destinado à solução de problemas estruturais e ampliações de residências.

O governo também anunciou, em 2025, a nova política de crédito habitacional, que permite que a Caixa financie até 80% do valor dos imóveis comprados via poupança. Alguns meses antes, o banco havia reduzido essa fatia máxima do financiamento para 70%.

Outra medida significativa foi o aumento no teto de financiamento para imóveis pelo SFH de R$ 1,5 milhão para R$ 2,25 milhões e o teto de 12% de juros ao ano para o financiamento habitacional.

No entanto, talvez a medida mais aclamada seja a expansão do Minha Casa, Minha Vida com a criação da Faixa 4, destinada a famílias com renda mensal de R$ 8,6 mil a R$ 12 mil.

A proposta foi aprovada pelo Conselho Curador do Fundo de Garantia de Tempo de Serviço (FGTS) e passou a ser disponibilizada em maio do último ano. Essas famílias podem financiar imóveis de até R$ 600 mil por taxas de 10% ao ano. O financiamento é de até 420 meses (35 anos), mas não conta com subsídios.

Segundo estudo da Ipsos, os brasileiros acreditam que os maiores desafios habitacionais do País são as altas taxas de juros (39%), os impostos (38%) e o preço dos imóveis (38%)
Segundo estudo da Ipsos, os brasileiros acreditam que os maiores desafios habitacionais do País são as altas taxas de juros (39%), os impostos (38%) e o preço dos imóveis (38%) Foto: Breno Damascena

A análise de especialistas é que as iniciativas são positivas, mas não são suficientes para estimular a retomada do segmento. “Não há nada que se compare a comprar um imóvel em relação ao comprometimento da renda a longo prazo. Você só pode dar esse passo quando você tem essa segurança básica”, justifica Ajzental.

Ele critica o modelo de aumento de demanda por meio de dívida, defende um maior controle de gastos do governo para diminuição dos juros e aponta a falta de esclarecimento financeiro da população.

“Em economia, aluguel e compra de imóvel são bens substitutos. E a locação é um bem inferior. Tirando aquela fase em que você está decidindo o que quer fazer da vida, onde vai morar, se vai fazer e ter filhos, a decisão é comprar. Mas o aspiracional da compra está travado porque as famílias estão com a corda no pescoço”.

sexta-feira, 8 de maio de 2026

Carro capota após colidir em outro no Jardim Amazonas

Um acidente impressionante na noite desta sexta-feira (8) assustou moradores do Jardim Amazonas, Zona Oeste de Petrolina. Dois veículos colidiram e um deles chegou a capotar.

Segundo as primeiras informações, o condutor de um dos carros fazia serviço de transporte de passageiros por aplicativo. Até o momento o que se sabe é que, felizmente, ninguém ficou ferido. Via: Blog do Carlos Britto 

Maior medo de Lula era que Trump o humilhasse; não quis imprensa por perto

O presidente Lula (PT) estava com pânico de ser humilhado pelo americano Donald Trump, com quem se encontrou ontem (7). Para evitar qualquer aperto, a delegação brasileira pediu à Casa Branca para barrar a imprensa, que havia sido convidada para participar dos primeiros trinta minutos da reunião. Também foi cancelada a coletiva conjunta de Lula e Trump, após o encontro, e o petista preferiu um ato solo, na Embaixada do Brasil em Washington, para poder definir sozinho o resultado. A informação é da Coluna Claudio Humberto, do Diário do Poder.

O governo brasileiro alegou que a coletiva conjunta foi cancelada porque o encontro se alongou. Mas não explicou por que Lula chegou atrasado.

“Visita estranha de Lula”, descreveu o jornalista espanhol David Alandete. “Carregada de tensão por causa de Bolsonaro, tarifas, Cuba…”

John Roberts (Fox News) disse que virou piada a proibição da imprensa, mas fez sentido, já que a relação Lula-Trump é “bastante conturbada”.

Diário do Poder 

Homem é preso suspeito de matar companheira a pauladas em Petrolina

A Polícia Militar (PM) prendeu em flagrante, na quinta-feira (7), um homem suspeito de matar a companheira em Petrolina, no Sertão de Pernambuco. O crime aconteceu na casa onde os dois viviam, na Rua 4 do Bairro Quati.

A vítima, Maria do Socorro Cleonice de Oliveira, de 46 anos, foi encontrada morta no quarto com marcas de paulada. Segundo familiares, ela mantinha um relacionamento de cerca de um ano com o suspeito e morava com ele há quatro meses.

A irmã da vítima, Maria do Carmo Bezerra, disse que insistiu para que Maria do Socorro terminasse o namoro, pois o companheiro demonstrava um comportamento violento desde o início.

Vizinhos também informaram que, durante os quatro meses em que o casal morou junto, perceberam que a vítima vivia um relacionamento abusivo.

Em nota, a Polícia Civil informou que " registrou, na noite desta quinta-feira , por meio da 25ª DPH de Petrolina, a prisão em flagrante delito de um homem de 35 anos por feminicídio consumado, ocorrido no bairro do Quati I. O suspeito foi capturado e conduzido à delegacia para os procedimentos legais, ficando à disposição da Justiça". G1

Há vagas de trabalho nesta sexta-feira (8), em Petrolina-PE

O atendimento em Petrolina é na Agência de Trabalho, que funciona no Expresso Cidadão.

Contato: (87) 3866 - 6540 e (87) 9 9180-4065

03 Ajudante de Farmácia Médio Incompleto 6 Meses Não Informado Vaga Exclusiva para Pessoas com Deficiência
07 Ajudante de Obras Não Exigida Não Exigida R$ 1.788,00
03 Almoxarife Médio Incompleto 6 Meses Não Informado Vaga Exclusiva para Pessoas com Deficiência
03 Assistente Administrativo Médio Incompleto 6 Meses Não Informado Vaga Exclusiva para Pessoas com Deficiência
03 Auxiliar de Lavanderia Médio Incompleto 6 Meses Não Informado Vaga Exclusiva para Pessoas com Deficiência
20 Auxiliar de Limpeza Fundamental Completo Não Exigida R$ 1.621
07 Auxiliar de Limpeza Fundamental Incompleto 6 Meses R$ 1.632
01 Auxiliar de Manutenção Predial Fundamental Incompleto 6 Meses R$ 2.023
04 Auxiliar de Vidraceiro Fundamental Incompleto Não Exigida Não Informado
07 Carpinteiro Não Exigida 6 Meses R$ 2.310
07 Carpinteiro de Obras Não Exigida 6 Meses R$ 1.738
03 Copeiro de Hospital Médio Incompleto 6 Meses Não Informado Vaga Exclusiva para Pessoas com Deficiência
02 Costureiro de Roupas (confecções em série) Médio Incompleto 6 Meses Não Informado Vaga Exclusiva para Pessoas com Deficiência
03 Cozinheiro de Hospital Médio Incompleto 6 Meses Não Informado Vaga Exclusiva para Pessoas com Deficiência
03 Eletricista Médio Incompleto 6 Meses Não Informado Vaga Exclusiva para Pessoas com Deficiência
03 Empregado Doméstico nos Serviços Gerais Não Exigida 6 Meses R$ 1.800
06 Encanador Fundamental Completo 6 Meses R$ 2.310,00
02 Encanador Não Exigida 6 Meses R$ 2.310,00
03 Encanador Médio Incompleto 6 Meses Não Informado Vaga Exclusiva para Pessoas com Deficiência
03 Enfermeiro Médio Incompleto 6 Meses Não Informado Vaga Exclusiva para Pessoas com Deficiência
03 Farmacêutico Hospitalar e Clínico Médio Incompleto 6 Meses Não Informado Vaga Exclusiva para Pessoas com Deficiência
03 Fisioterapeuta Geral Médio Incompleto 6 Meses Não Informado Vaga Exclusiva para Pessoas com Deficiência
02 Instrutor de Informática Superior Incompleto Não Exigida Não Informado
01 Jardineiro Médio Completo 6 Meses R$ 1.743
03 Lavador de Roupas Hospitalar Médio Incompleto 6 Meses Não Informado Vaga Exclusiva para Pessoas com Deficiência
03 Maqueiro de Hospital Médio Incompleto 6 Meses Não Informado Vaga Exclusiva para Pessoas com Deficiência
03 Marceneiro Médio Incompleto 6 Meses Não Informado Vaga Exclusiva para Pessoas com Deficiência
06 Motorista Entregador Fundamental Completo 6 Meses Não Informado
03 Nutricionista Médio Incompleto 6 Meses Não Informado Vaga Exclusiva para Pessoas com Deficiência
02 Oficial de Manutenção Predial Médio Incompleto 6 Meses Não Informado Vaga Exclusiva para Pessoas com Deficiência
06 Pedreiro Não Exigida 6 Meses R$ 2.310,00
03 Pedreiro Médio Incompleto 6 Meses Não Informado Vaga Exclusiva para Pessoas com Deficiência
03 Porteiro Médio Incompleto 6 Meses Não Informado Vaga Exclusiva para Pessoas com Deficiência
03 Psicólogo Hospitalar Médio Completo 6 Meses Não Informado Vaga Exclusiva para Pessoas com Deficiência
03 Recepcionista de Hospital Médio Incompleto 6 Meses Não Informado Vaga Exclusiva para Pessoas com Deficiência
01 Serralheiro de Alumínio Fundamental Completo 6 Meses R$ 2.000
10 Servente de Obras Não Exigida Não Exigida R$ 1.738
03 Técnico de Enfermagem Médio Incompleto 6 Meses Não Informado Vaga Exclusiva para Pessoas com Deficiência. G1

quinta-feira, 7 de maio de 2026

Mulher é encontrada morta dentro de residencia no Quati I

Uma mulher foi encontrada morta na manhã desta quinta-feira (7), dentro de sua residência na Rua 4, no bairro Quati I, na zona oeste de Petrolina.

De acordo com informações de moradores da localidade, uma equipe da perícia foi acionada e já realiza os procedimentos necessários no local. Até o momento, não há informações sobre as circunstâncias do crime, nem sobre a autoria.

O caso deverá ser investigado pela Polícia Civil. Via: Edenevaldo Alves 

Brasil tem o trimestre mais letal já registrado em feminicídios

Brasil vive o início de ano mais letal da história em casos de feminicídio. Entre janeiro e março de 2026, foram registradas 399 vítimas, segundo dados do Ministério da Justiça e Segurança Pública. O número equivale a uma média de quatro mulheres assassinadas por dia — ou uma morte a cada cinco horas.

Este é o primeiro trimestre mais violento desde o início da série histórica do Sistema Nacional de Informações de Segurança Pública (Sinesp), iniciada em 2015. Em comparação com o mesmo período de 2025, quando foram registrados 371 casos, houve um aumento de aproximadamente 7,5%.

Janeiro concentrou o maior número de ocorrências em 2026, com 142 vítimas. Em fevereiro, foram 123 registros, enquanto março contabilizou 134 casos.

Estados com mais registros

Entre as unidades da federação, São Paulo lidera o ranking, com 86 feminicídios no período. Em seguida aparecem Minas Gerais (42), Paraná (33), Bahia (25), Rio Grande do Sul (24), Pernambuco (22) e Rio de Janeiro (20).

Outros estados também registraram ocorrências, como Goiás (18), Pará (17), Santa Catarina (12), Mato Grosso (10), Rio Grande do Norte (10) e Ceará (9). Estados como Acre e Roraima não registraram casos no período analisado.

A taxa estimada de feminicídios no país em 2026 é de 0,75 por 100 mil habitantes.

Confira as vagas de trabalho nesta quinta-feira (7), em Petrolina-PE

O atendimento em Petrolina é na Agência de Trabalho, que funciona no Expresso Cidadão.

Contato: (87) 3866 - 6540 e (87) 9 9180-4065

03 Ajudante de Farmácia Médio Incompleto 6 Meses Não Informado Vaga Exclusiva para Pessoas com Deficiência
03 Almoxarife Médio Incompleto 6 Meses Não Informado Vaga Exclusiva para Pessoas com Deficiência
03 Assistente Administrativo Médio Incompleto 6 Meses Não Informado Vaga Exclusiva para Pessoas com Deficiência
03 Auxiliar de Lavanderia Médio Incompleto 6 Meses Não Informado Vaga Exclusiva para Pessoas com Deficiência
20 Auxiliar de Limpeza Fundamental Completo Não Exigida R$ 1.621
05 Auxiliar de Limpeza Fundamental Incompleto Não Exigida Não Informado
07 Auxiliar de Limpeza Fundamental Incompleto 6 Meses R$ 1.632
01 Auxiliar de Manutenção Predial Fundamental Incompleto 6 Meses R$ 2.023
04 Auxiliar de Vidraceiro Fundamental Incompleto Não Exigida Não Informado
07 Carpinteiro Não Exigida 6 Meses R$ 2.310
07 Carpinteiro de Obras Não Exigida 6 Meses R$ 1.738
03 Copeiro de Hospital Médio Incompleto 6 Meses Não Informado Vaga Exclusiva para Pessoas com Deficiência
03 Empregado Doméstico nos Serviços Gerais Não Exigida 6 Meses R$ 1.800
02 Instrutor de Informática Superior Incompleto Não Exigida Não Informado
01 Jardineiro Médio Completo 6 Meses R$ 1.743
06 Motorista Entregador Fundamental Completo 6 Meses Não Informado
03 Psicólogo Hospitalar Médio Completo 6 Meses Não Informado Vaga Exclusiva para Pessoas com Deficiência
03 Recepcionista de Hospital Médio Incompleto 6 Meses Não Informado Vaga Exclusiva para Pessoas com Deficiência
01 Serralheiro de Alumínio Fundamental Completo 6 Meses R$ 2.000
03 Técnico de Enfermagem Médio Incompleto 6 Meses Não Informado Vaga Exclusiva para Pessoas com Deficiência. G1

quarta-feira, 6 de maio de 2026

Sargento do exercito é encontrado morto no batalhão em Petrolina

O 72º Batalhão de Infantaria de Caatinga informou, com pesar, a morte do 3º sargento Luiz Paulo de Sales Neres. O militar foi encontrado em óbito no interior das instalações da unidade, na madrugada desta quarta-feira (6), em Petrolina.

De acordo com a instituição, os procedimentos investigativos já foram abertos para apurar as circunstâncias do caso, e todas as medidas legais e administrativas estão sendo adotadas. O batalhão destacou ainda que está prestando apoio à família do sargento, incluindo assistência médica, psicológica e religiosa.
Via: Blog do Carlos Britto 

Maioria dos Brasileiros diz que Lula não merece reeleição, aponta pesquisa MEIO/IDEIA

Nesta quarta-feira, dia 6 de maio de 2026, a nova pesquisa Meio/Ideia divulgada nacionalmente trouxe um sinal de alerta para o governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva. Segundo o levantamento, 52% dos brasileiros afirmam que Lula não merece continuar no comando do país após o fim do atual mandato. Outros 44% acreditam que o presidente merece ser reeleito, enquanto 4% não souberam responder.
A pesquisa foi realizada entre os dias 1º e 5 de maio, com 1.500 entrevistas por telefone em todas as regiões do Brasil. A margem de erro é de 2,5 pontos percentuais, com nível de confiança de 95%. O levantamento está registrado no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sob o número BR-05356/2026.
Os números mostram uma continuidade no desgaste da imagem do governo federal. Em levantamentos anteriores da própria série Meio/Ideia, o índice de brasileiros que consideravam que Lula não merecia continuar já girava em torno de 51%, enquanto o percentual favorável à reeleição ficava próximo de 45%. Agora, a diferença aumentou ainda mais.
Além da questão eleitoral, a pesquisa também revelou um cenário complicado para a avaliação do governo. Segundo os dados divulgados nesta quarta-feira, 46,3% dos entrevistados classificam a gestão Lula como ruim ou péssima. Já 31,5% avaliam o governo como ótimo ou bom, enquanto 21% consideram a administração regular.
A divulgação dos números repercutiu fortemente no meio político e em grandes veículos da imprensa nacional, como UOL, CNN Brasil e Folha de S.Paulo. Analistas avaliam que o resultado aumenta a pressão sobre o Palácio do Planalto, principalmente diante das discussões sobre economia, inflação, segurança pública e custo de vida.
Outro dado que chamou atenção foram os cenários eleitorais testados pela pesquisa. Em uma eventual disputa de segundo turno, Lula aparece tecnicamente empatado com Flávio Bolsonaro, indicando um ambiente político polarizado e uma disputa potencialmente mais apertada em 2026.
Especialistas apontam que, apesar da distância até a eleição presidencial, os números refletem um momento delicado para o governo federal. A expectativa agora é sobre quais medidas políticas e econômicas serão adotadas nos próximos meses para tentar recuperar a popularidade junto ao eleitorado brasileiro.

Via: https://diario360.com.br/2026/05/06/maioria-dos-brasileiros-diz-que-lula-nao-merece-reeleicao-aponta-pesquisa-meio-ideia/

Brasil atinge recorde de 82,8 milhões de inadimplentes

O número de brasileiros com contas em atraso atingiu 82,8 milhões em março de 2026. O dado, revelado pelo Mapa da Inadimplência da Serasa, aponta um crescimento de 1,35% em comparação ao mês anterior. De acordo com o estudo, o montante total das dívidas no país já soma R$ 557 bilhões e o valor médio devido por cada cidadão subiu para R$ 6.728,51.⁣
Entre as principais dívidas, o setor financeiro (bancos e cartões) continua a ser o principal credor, detendo 47% do volume total de inadimplência. No setor, o cartão de crédito lidera como alvo de débitos (73%) e se concretiza como a dívida mais cara, com 37% dos montantes superiores a R$ 10 mil reais.⁣ R7

STF anula imunidade parlamentar e decide quem pode falar

As últimas semanas têm sido pródigas em novos ataques à liberdade de expressão promovidos pelo Supremo Tribunal Federal, todos seguindo um padrão muito semelhante: a tentativa de calar críticas ao governo Lula, aos que lhe dão sustentação e ao próprio STF. O senador e pré-candidato à Presidência Flávio Bolsonaro se tornou alvo de um inquérito por críticas ao presidente Lula. 

Outro pré-candidato ao Planalto, Romeu Zema, pode ser incluído no inquérito das fake news a pedido de Gilmar Mendes, por causa de um vídeo satírico com fantoches representando ministros do Supremo. O ex-deputado Eduardo Bolsonaro está prestes a ser condenado por críticas a uma colega de parlamento, Tábata Amaral, feitas enquanto ele era deputado. O pastor Silas Malafaia foi tornado réu por suposta injúria a generais. 

E ministros do Supremo ameaçaram senadores com a perda do cargo ou a inelegibilidade por terem sido favoráveis a relatório de CPI (que nem sequer foi aprovado) que pedia a abertura de investigações contra os ministros – em suma, por estarem exercendo uma de suas funções mais elementares como parlamentares: propor investigações. Cada uma dessas atitudes e decisões é profundamente equivocada; algumas delas já foram analisadas neste espaço. 

Neste momento, interessa-nos ressaltar o assustador padrão que, além da liberdade de expressão, atinge também a imunidade parlamentar, em uma intervenção indevida, arbitrária e sem precedentes do Judiciário na política. Ao atacar a proteção especial dada pelo constituinte de 1988 aos parlamentares, os ministros do STF estreitam o espaço de crítica política e chegam ao ponto de pretender definir quem pode e quem não pode concorrer nas próximas eleições. 

🔗 Leia a matéria completa (link na bio): https://gazpovo.com/TM2f8sfJ 📷 Foto: ChatGPT sobre foto de Vinicius Loures/Câmara dos Deputados

Coca-Cola aposta em embalagens menores e levanta alerta sobre custo real ao consumidor

A Coca-Cola anunciou a chegada ao Brasil de novas versões de seus produtos: as chamadas “mini latas” de 269 ml e a garrafa de 1,25 litro. A medida, apresentada como resposta à pressão inflacionária e à redução do poder de compra, busca oferecer preços mais baixos no momento da compra, facilitando o acesso do consumidor no curto prazo.

No entanto, a estratégia esconde um detalhe importante: o custo por litro tende a ser mais alto nessas embalagens menores quando comparado às versões tradicionais, como a de 2 litros. Na prática, o consumidor paga menos na hora, mas leva menos produto e, proporcionalmente, desembolsa mais.

O movimento é conhecido no varejo e favorece a indústria, que aumenta sua margem e acelera o giro de estoque. Em um cenário de orçamento apertado, a decisão de compra exige atenção redobrada. Mais do que o preço final exibido, o consumidor precisa observar o valor por litro para entender o impacto real no bolso.

Pesquisa: maioria acha que economia piorou com Lula

Uma pesquisa feita pelo Instituto Real Time Big Data, divulgada nesta terça-feira (5), mostra que 40% dos brasileiros consideram que a economia na gestão do presidente Lula (PT) está pior em relação ao seu antecessor, o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL).

Por outro lado, 31% dos entrevistados consideram que a economia melhorou, outros 25% acreditam estar igual. Outros 4% não sabem ou não responderam.

A Economia do Brasil no governo Lula, em comparação ao governo Bolsonaro, está:

  • Pior: 40%
  • Melhor: 31%
  • Igual: 25%
  • Não sabem/não responderam: 4%

Entre os eleitores do atual candidato e pré-candidato às eleições de outubro, entre governo e oposição, para 69% dos eleitores do petista, houve melhora na economia brasileira desde o governo de Jair Bolsonaro; 24% acham que nada mudou; e 4% acreditam ter piorado. Aqueles que não sabiam ou não souberam responder somam 3%. Apenas os eleitores do petista formam maioria quando dizem que o cenário econômico melhorou.

Para os eleitores de Flávio Bolsonaro (PL), o cenário é oposto: 83% acreditam que a economia piorou, enquanto apenas 2% dizem ter melhorado. Para 12%, a situação permanece a mesma, enquanto 4% não sabiam ou não souberam responder.

Para a pesquisa, o Instituto Real Time Big Data ouviu dois mil eleitores de todo o país entre os dias 2 e 4 de maio. A margem de erro é de 2 pontos percentuais, para mais ou para menos, com 95% de confiança. A pesquisa está registrada no TSE (Tribunal Superior Eleitoral) sob o protocolo BR-03627/2026.

Veja as vagas de trabalho nesta quarta-feira (6), em Petrolina-PE

O atendimento em Petrolina é na Agência de Trabalho, que funciona no Expresso Cidadão.

Contato: (87) 3866 - 6540 e (87) 9 9180-4065
Vagas disponíveis

Vagas Função Escolaridade Experiência Salário Observação
20 Auxiliar de Limpeza Fundamental Completo Não Exigida R$ 1.621
05 Auxiliar de Limpeza Fundamental Incompleto Não Exigida Não Informado
07 Auxiliar de Limpeza Fundamental Incompleto 6 Meses R$ 1.632
04 Vidraceiro Fundamental Incompleto Não Exigida Não Informado
07 Carpinteiro Não Exigida 6 Meses R$ 2.310
07 Carpinteiro de Obras Não Exigida 6 Meses R$ 1.738
03 Empregado Doméstico nos Serviços Gerais Não Exigida 6 Meses R$ 1.800
02 Instrutor de Informática Superior Incompleto Não Exigida Não Informado
01 Promotor de Vendas Médio Completo 6 Meses R$ 1.674,00
01 Serralheiro de Alumínio Fundamental Completo 6 Meses R$ 2.000 - G1

terça-feira, 5 de maio de 2026

Operação em Salgueiro prende suspeitos, resgata motorista e recupera carga roubada

Uma operação realizada pelo Batalhão Especializado de Policiamento do Interior (BEPI) resultou na prisão de dois suspeitos de envolvimento em roubo de cargas, na recuperação de mercadorias e de um veículo roubado, além do resgate de um motorista feito refém. A ação aconteceu na madrugada desta terça-feira (5), em Salgueiro (PE).

Segundo informações da PM, Durante a operação, os policiais montaram um bloqueio na BR-232 e identificaram um grupo suspeito de participação em um assalto a uma carga ocorrido na cidade de Araripina. Ao perceberem a presença policial, os suspeitos reagiram e houve troca de tiros. Um dos envolvidos foi atingido, não resistiu aos ferimentos e morreu no local. Outros dois foram presos e três conseguiram fugir pela caatinga.

Durante a ação, o motorista do caminhão foi resgatado. Ainda segundo a polícia, ele estava amarrado no porta-malas do veículo utilizado pelo grupo. Os suspeitos e todo o material apreendido foram encaminhados à Delegacia de Salgueiro, onde o caso foi registrado e segue sob investigação.
Via: Blog do Carlos Britto 

Tragédia: Morte de bebê em decorrência de asfixia deixa população de Juazeiro-BA abalada

Uma tragédia abalou a cidade de Juazeiro-BA, na manhã desta terça-feira (05).

De acordo com informações uma criança, de apenas dois meses de idade, morreu asfixiada na região do distrito Industrial.

Anda segundo relatos preliminares a mãe teria amamentado o bebê e em seguida colocado ele para dormir e infelizmente acabou acontecendo a fatalidade.

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Equipes de polícia e do IML (Instituto Médico Legal) foram acionadas para atenderem a ocorrência.

O caso deve ser investigado pelas autoridades competentes.

Conteúdo do Blog Notícias em Destaque (BND)

Flávio aparece à frente de Lula em nova pesquisa Real Time Big Data

Levantamento indica o cenário de segundo turno

Uma nova pesquisa eleitoral divulgada nesta terça-feira, 5 de maio de 2026, pelo instituto Real Time Big Data indica um cenário de forte equilíbrio na disputa presidencial, com leve vantagem numérica de Flávio Bolsonaro sobre o presidente Luiz Inácio Lula da Silva em um eventual segundo turno.
De acordo com o levantamento, Flávio Bolsonaro registra 44% das intenções de voto, enquanto Lula aparece com 43%. Considerando a margem de erro de dois pontos percentuais para mais ou para menos, os números configuram um empate técnico, o que significa que não é possível afirmar, estatisticamente, quem estaria à frente na disputa.
Cenário apertado e dentro da margem
O resultado reforça uma tendência observada em diferentes institutos de pesquisa nas últimas semanas: a polarização entre os dois nomes e a ausência de uma vantagem consolidada. Embora este levantamento específico aponte Flávio numericamente à frente, outras pesquisas recentes apresentam variações, ora indicando vantagem para Lula, ora para o senador, sempre dentro da margem de erro.
Esse tipo de oscilação é considerado comum em cenários eleitorais competitivos, especialmente quando a diferença entre os candidatos é pequena e sujeita a variações metodológicas, regionais ou de momento político.
Avaliação do governo influencia cenário
A pesquisa também mediu a avaliação do atual governo federal. Segundo os dados, cerca de 52% dos entrevistados afirmam desaprovar a gestão de Lula, enquanto aproximadamente 42% dizem aprová-la. Esse indicador tem sido acompanhado de perto por analistas políticos, já que a percepção sobre o governo costuma impactar diretamente o desempenho eleitoral do presidente em uma eventual tentativa de reeleição.
A taxa de desaprovação acima de 50% aparece de forma consistente em diferentes levantamentos recentes, embora os percentuais variem levemente entre os institutos.
Rejeição elevada dos dois lados
Outro dado relevante do levantamento é o índice de rejeição dos candidatos. Lula aparece com 44% de rejeição, enquanto Flávio Bolsonaro registra 41%. Assim como no cenário de voto, a diferença também se encontra dentro da margem de erro, configurando empate técnico.
Altos índices de rejeição para ambos os nomes indicam que parte significativa do eleitorado ainda demonstra resistência a essas candidaturas, o que pode abrir espaço para mudanças ao longo da campanha ou influenciar estratégias eleitorais.
Metodologia da pesquisa
O estudo do Real Time Big Data ouviu 2.000 eleitores em todo o país entre os dias 2 e 4 de maio de 2026. As entrevistas foram realizadas por meio presencial e telefônico. A margem de erro é de dois pontos percentuais, com nível de confiança de 95%.
A pesquisa está devidamente registrada no Tribunal Superior Eleitoral (TSE), conforme exigido pela legislação brasileira para divulgação de levantamentos eleitorais.
Contexto geral das pesquisas
O cenário apresentado pelo Real Time Big Data está alinhado com outros institutos como Quaest, Datafolha, Paraná Pesquisas e AtlasIntel, que vêm mostrando uma disputa apertada entre Lula e Flávio Bolsonaro em simulações de segundo turno.
Embora haja pequenas variações nos números, o padrão predominante é de empate técnico, refletindo um eleitorado dividido e altamente polarizado. Esse quadro sugere que fatores conjunturais — como desempenho do governo, economia e eventos políticos — podem ter impacto decisivo nos próximos meses.
Retrato do momento
Especialistas destacam que pesquisas eleitorais capturam o retrato de um momento específico e estão sujeitas a mudanças ao longo do tempo. Oscilações são esperadas, principalmente em cenários ainda distantes do período oficial de campanha.
Dessa forma, embora o levantamento indique leve vantagem numérica de Flávio Bolsonaro neste momento, o quadro permanece indefinido e aberto a alterações conforme evoluem o ambiente político e a opinião pública. Via: Diário 360

STF em permanente estado de exceção

Editorial / Estadão – O Supremo Tribunal Federal (STF) tornou réu o pastor Silas Malafaia por injúria. A fala resumia-se a invectivas genéricas contra generais: “frouxos”, “covardes”, “omissos” – o feijão com arroz da política. Ainda assim, foi suficiente para mover o maquinário penal da Corte. O STF gabaritou um catálogo de agressões – ao devido processo legal, à liberdade de expressão, ao bom senso –, o que faz do caso uma espécie de biópsia do Estado policial instaurado em consórcio com a Procuradoria-Geral da República (PGR).

Malafaia não tem foro privilegiado. Os supostos ofendidos não se incomodaram a ponto de apresentar queixa. Mas a PGR se incomodou. A relatoria foi direto, sem sorteio, para o ministro Alexandre de Moraes, por “conexões” com o inquérito das “fake news”. Quais? O que seria um episódio corriqueiro do debate político foi tragado por um circuito penal onde investigação, acusação e julgamento se confundem.

Há evidências abundantes de um padrão. Já na inauguração do inquérito das “fake news”, aberto há longínquos sete anos pelo ministro Dias Toffoli, Moraes censurou uma reportagem sobre uma menção ao próprio Toffoli em uma delação premiada. Agora, o ministro Gilmar Mendes solicitou a inclusão do pré-candidato à Presidência Romeu Zema no inquérito por um vídeo com fantoches do próprio Gilmar. Moraes ordenou busca e apreensão contra um blogueiro que noticiou o uso de veículos oficiais por parentes do ministro Flávio Dino. Manifestações políticas ou jornalísticas incômodas aos togados são tratadas como violações a serem reprimidas pelo aparato penal.

O ministro Gilmar Mendes avisou que o inquérito será “necessário” nas eleições. O deputado Gustavo Gayer foi tornado réu pela Primeira Turma por associar o presidente Lula ao nazismo. O próprio Gayer foi chamado de “nazista” pelo deputado José Nelto, mas a denúncia foi rejeitada pela Primeira Turma. Dino associou Jair Bolsonaro ao nazismo e o chamou de “serial killer”. O mesmo Dino abriu queixa-crime contra um influencer que o chamou de “gordola”.

Moraes abriu um inquérito contra o principal adversário de Lula, Flávio Bolsonaro, por um post que menciona o presidente e acusa o Foro de São Paulo de crimes. Mas quantas vezes Lula, como todos os seus companheiros – incluindo Dino –, acusou Jair Bolsonaro do pior dos crimes: o genocídio? No STF, punitivismo e garantismo são servidos à la carte, ao gosto do freguês.

O procurador-geral, Paulo Gonet, opera como fiel tarefeiro de seu ex-sócio Gilmar Mendes e companhia limitada. Quando se trata de incriminar falas genéricas, ríspidas ou satíricas contra o governo ou os ministros, é solerte e valente. Já para a máfia de Daniel Vorcaro e os negócios nebulosos dos clãs Toffoli e Moraes, faz ouvidos de mercador. Para críticos, meia inferência basta; para os camaradas, nem um contrato de espantosos R$ 129 milhões entre Vorcaro e o escritório de advocacia da mulher do ministro Alexandre de Moraes é indício suficiente.

O caso Malafaia não é um ponto fora da curva. É a curva. Nele se acumulam a expansão de competências, o uso elástico do Direito Penal, a criminalização seletiva da linguagem política, a equiparação de críticas a autoridades a “ataques às instituições”, as conexões misteriosas com os inquéritos infinitos, a contradição jurisprudencial e o pas de deux entre STF e PGR.

Nesse jogo de cena, o Supremo investiga, acusa, julga e executa. A Procuradoria chancela. E o consórcio pune – ou blinda – quem bem entende, como bem entende, pelo que bem entende. Ninguém sabe exatamente o que pode dizer, quem pode julgá-lo e segundo quais regras. O cidadão já não responde pelo que faz, mas por quem é e por quem desagrada. A lei, que deveria limitar o poder, é manietada por ele. O nome disso é conhecido – e não é “Estado Democrático de Direito”.

“Mostre-me o homem e eu lhe direi o crime”, dizia o comissário Beria ao chefão Stalin. Mudam os atores. A farsa não.

Homem é preso em Juazeiro por ameaçar de morte ex-companheira

Um homem de 37 anos foi preso por descumprimento de medida protetiva de urgência contra a ex-companheira, de 43 anos, nessa segunda-feira (4), no Centro de Juazeiro. A ação foi realizada pela Polícia Civil da Bahia (PCBA), por meio da Delegacia Especializada de Atendimento à Mulher (DEAM).

De acordo com a ocorrência, o suspeito violou a medida ao se dirigir até a residência da vítima portando uma arma de fogo, e a ameaçou de morte. Ele também enviava mensagens com conteúdo ameaçador à ex-mulher.

O suspeito foi apresentado à unidade policial, onde foram adotadas as medidas cabíveis. Em seguida, ele foi encaminhado ao sistema prisional, permanecendo à disposição do Poder Judiciário. 

Há vagas de trabalho nesta terça-feira (5), em Petrolina-PE

O atendimento em Petrolina é na Agência de Trabalho, que funciona no Expresso Cidadão.

Contato: (87) 3866 - 6540 e (87) 9 9180-4065
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Vagas Função Escolaridade Experiência Salário Observação
05 Auxiliar de Limpeza Fundamental Incompleto Não Exigida Não Informado
07 Carpinteiro Não Exigida 6 Meses R$ 2.310
07 Carpinteiro de Obras Não Exigida 6 Meses R$ 1.738
03 Empregado Doméstico nos Serviços Gerais Não Exigida 6 Meses R$ 1.800
02 Instrutor de Informática Superior Incompleto Não Exigida Não Informado
01 Promotor de Vendas Médio Completo 6 Meses R$ 1.674,00
01 Serralheiro de Alumínio Fundamental Completo 6 Meses R$ 2.000
02 Vendedor Interno Médio Incompleto 6 Meses R$ 1.621,00 - G1

segunda-feira, 4 de maio de 2026

Petrolina (PE): Homem de 24 anos é morto a tiros na frente de casa no Park São Gonçalo

Na noite de ontem (3), um homem foi assassinado a tiros no Park São Gonçalo em Petrolina (PE).

A vítima, Anailton dos Santos Silva, de 24 anos estava na frente de sua casa quando dois homens encapuzados se aproximaram em uma moto e efetuaram os disparos.

Os autores ainda não foram identificados. A Polícia Civil investiga o caso. (Informações repórter Ivo da Hora) Via: Edenevaldo Alves 

Mais pobres se endividam por necessidade, não por consumismo, diz pesquisa

Folha de S. Paulo – Uma pesquisa do instituto Nexus, encomendada pelo BTG Pactual, indica que o endividamento entre brasileiros de menor renda está diretamente ligado a despesas essenciais e choques de renda, como desemprego e gastos com saúde —e não ao consumo supérfluo.

Segundo o levantamento, entre quem ganha até um salário mínimo, 41% apontam despesas com saúde como motivo para se endividar, percentual bem acima da média nacional, de 32%. O peso desse fator diminui conforme a renda aumenta: 37% entre quem recebe de um a dois salários mínimos, 30% na faixa de dois a cinco salários e apenas 19% entre os que ganham mais de cinco salários mínimos.

A perda de emprego também aparece com mais força na base da pirâmide. Para 22% dos entrevistados com renda de até um salário mínimo, o desemprego —próprio ou de alguém da família— levou ao endividamento, ante média geral de 13%.

Já os gastos cotidianos, como alimentação e contas fixas, seguem como o principal fator de endividamento em todas as faixas de renda, citados por 50% dos brasileiros.

Entre os mais ricos, no entanto, o perfil da dívida muda. Após as despesas do dia a dia (49%), o principal motivo passa a ser o consumo financiado: 35% dos entrevistados com renda acima de cinco salários mínimos mencionam compras parceladas ou financiamentos como origem das dívidas. Em seguida aparece a queda de renda mensal (20%).

“O brasileiro de menor renda se endivida por despesas que não pode evitar, muitas vezes recorrentes, o que dificulta a quitação e faz a dívida crescer ao longo do tempo”, afirma Marcelo Tokarski, CEO da Nexus.

A pesquisa ouviu 2.028 pessoas por telefone entre os dias 24 e 26 de abril e está registrada no Tribunal Superior Eleitoral sob o número BR-01075/2026.

Os dados surgem em um momento de aumento do comprometimento da renda de brasileiros com débitos. E da tentativa do governo, com o Desenrola 2.0, de minimizar o problema.

Segundo o Banco Central, o nível de endividamento das famílias brasileiras atingiu 49,9% da renda em fevereiro, igualando o recorde histórico da série iniciada em 2005. O comprometimento da renda com dívidas também bateu nova máxima, chegando a 29,7%.


Ganância judicial de Lula explica derrota do seu indicado para o STF

Por Diogo Schelp / Opinião Estadão – Muitas teorias foram apresentadas para explicar a rejeição, pelo Senado, de Jorge Messias, advogado-geral da União, para uma vaga no Supremo Tribunal Federal (STF). São histórias de traições, conluios improváveis entre figuras da República e articulações mal feitas por parte do Palácio do Planalto.

Tudo isso é commodity na política nacional e não surpreende muito. Até mesmo a versão de que um ministro do Supremo, com o modo de sobrevivência ativado por conta de relações nebulosas com um banqueiro encrencado, mexeu seus pauzinhos para barrar o indicado torna-se bastante plausível diante de outras demonstrações recentes de poder dos togados.

Por mais que existam doses de verdade nessas explicações, no fundo tratam-se de tentativas do entorno de Lula de ocultar o maior culpado pela derrota: o próprio presidente. Messias teve o nome recusado porque Lula se deixou levar pela ganância judicial e não conseguiu perceber que isso era tudo de que a oposição precisava para derrubar um tabu.

Ganância judicial, no caso, se refere à insistência em indicar mais um compadre para o STF, dando um passo além do razoável na capacidade que um presidente tem de moldar a corte máxima do País à sua imagem e semelhança. Já o tabu era a ideia consolidada ao longo de mais de um século de que cabe ao Senado fazer uma sabatina e uma ratificação pro forma da pessoa apontada pelo presidente.

Na realidade, o preenchimento de uma cadeira no STF é uma escolha compartilhada entre o presidente da República, que tem a prerrogativa de sugerir um nome, e o Senado, que o aprova ou não.

Isso significa que, ao analisar as alternativas para uma vaga no STF, um presidente deve não apenas pensar no próprio interesse de influenciar decisões futuras da corte e de marcar posição sobre determinados temas, mas também em como isso atende às demandas da maioria do Senado.

O critério de Lula para indicar ministros do STF não tem sido esse. Sem entrar no mérito dos conhecimentos jurídicos que Flávio Dino, Cristiano Zanin e Jorge Messias possuem, o fato é que foram selecionados principalmente por sua proximidade pessoal com Lula.

Em um momento em que a desconfiança da população com o STF cresce justamente por causa da percepção de falta de isenção dos ministros e de desvirtuamento do papel da corte, a tentativa de colocar lá mais um compadre acabou se provando um grave erro. Se tivesse escolhido alguém do seu gosto pelas ideias e valores que defende, mas cuja ascensão profissional não se deu atrelada aos governos do PT e que não fosse do seu círculo próximo, Lula não teria sofrido essa derrota.

Confiram as vagas disponíveis nesta segunda-feira (4), em Petrolina-PE

A Agência do Trabalho divulgou as vagas de emprego disponíveis nesta segunda-feira (4) em Petrolina. Há oportunidades, entre outras, para servente de obras (9), caixa/supermercado (8), embalador a mão (6) e motorista entregador (5).

Quanto a pessoas com deficiência, há vagas para nutricionista (2), pedreiro (2), psicólogo hospitalar (2), recepcionista de hospital (2) e técnico de Enfermagem (2).

Passageira reclama de cancelamentos frequentes dos voos da companhia Azul de Recife para Petrolina

A professora Thereza relatou ao Blog que os voos da companhia aérea Azul, da capital Recife para Petrolina estão sendo constantemente cancelados.

“Passou a ser uma constante o cancelamento de voo. No dia 1º de maio, o trecho de Recife a Petrolina cancelado. Alegaram tripulação e chuva só que o voo Recife para São Paulo e Minas Gerais foi mantido. Discriminação com nosso Nordeste”, disse a professora.

Solicitamos à empresa Azul esclarecimentos sobre a reclamação da passageira.

(Foto:Divulgação Azul)

domingo, 3 de maio de 2026

‘Inflação da peste’: Reduto lulista, Nordeste tem alta maior no custo de vida do que o restante do país

Há um ano morando em João Pessoa, na Paraíba, a professora Priscila da Silva, de 33 anos, começa a rever contas que há pouco tempo fechavam com mais facilidade. Ela trocou o Rio por uma cidade mais barata, mas nos últimos meses sentiu seu custo de vida subir, num movimento que os índices de preços vêm confirmando. Com as contas básicas comprimindo o orçamento e o valor dos imóveis disparando, o plano de financiar a tão sonhada casa própria está ficando mais difícil de alcançar.

— O mercado é o que tem ficado mais caro, especialmente carnes e laticínios. Se antes gastava R$ 400, agora gasto R$ 500, R$ 550. Para driblar essa alta, busco promoção, compro frutas da época e marcas intermediárias. Lazer está mais caro. Uma água de coco custava R$ 3 quando cheguei, agora custa R$ 6. Meu aluguel também subiu — ela conta. — Estou trabalhando mais para economizar para o apartamento. Como o valor da entrada é cada vez mais alto, tenho precisado pegar mais aulas.

Priscila, que dá aulas de português e espanhol como autônoma, tem sentido peso maior do cotidiano no bolso como muitos brasileiros, mas os indicadores apontam que esse mal-estar é mais agudo no Nordeste. Preços de itens essenciais como alimentação, aluguel, gasolina e gás de cozinha subiram mais nas principais cidades da região que no restante do país.

Como o Nordeste tem a menor renda domiciliar per capita do país, o impacto é ainda maior e se soma ao alto endividamento das famílias que o presidente Lula promete atacar com o novo programa de renegociação de dívidas que lança amanhã. O petista, que disputa a reeleição em outubro, tem perdido aprovação no Nordeste, um importante reduto eleitoral do PT, segundo as pesquisas.

Cesta sobe quase 10%

Das dez capitais do país com as maiores altas na cesta básica, seis são nordestinas. Embora o conjunto de alimentos básicos seja mais caro em São Paulo (média de R$ 883,94), nas capitais do Nordeste ela registra altas mais intensas este ano. No Recife, subiu para R$ 654,62, alta de 9,82% entre janeiro e março, quase o dobro da previsão de inflação para todo o ano (4,86%) aferida no boletim Focus, do Banco Central. Em São Paulo, o reajuste médio da cesta básica foi de 4,49%, segundo o Dieese.


O feijão-carioca foi um dos “vilões” dessa disparada da cesta básica no primeiro trimestre. Em Salvador, acumula alta de 27% no ano; em Teresina, 24,7%; no Recife, 24%; e, em Belém, quase 50%. É uma combinação de fatores. O preço do produto em baixa no ano passado desestimulou produtores e reduziu a área plantada para a safra seguinte, diminuindo a oferta. Desequilíbrios climáticos afetaram a colheita. Sem alternativa importada, diferentemente do feijão-preto, o preço do grão preferido dos nordestinos disparou.


Também puxaram o custo da cesta básica para cima carnes, farinha de mandioca e laticínios (com o leite na entressafra). No Recife, a carne já subiu 5,39% neste ano. A farinha de mandioca aumentou 4,38% na capital pernambucana e 13% em Fortaleza.


— É uma alta concentrada em quatro itens, mas muito importantes — diz Patrícia Costa, economista do Dieese. — Até março, não vimos efeito da alta dos combustíveis sobre os preços dos alimentos, talvez por conta das políticas (de subvenção) feitas. Vamos ver como será em abril, porque a alta do diesel encarece o frete e se transfere para outros preços.

Flávio à CNN: “Bolsonaro terá cargo no meu governo se ele quiser”

O senador  Flávio Bolsonaro  (PL-RJ) afirmou nesta sexta-feira (8), que o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) poderá ocupar cargo ...

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