quarta-feira, 18 de fevereiro de 2026
Mulher é morta a tiros no bairro Dom Avelar em Petrolina
Homem é assassinado próximo a escola evangélica no Henrique Leite
Quarta-feira de cinzas: veja a programação de missas em Petrolina
segunda-feira, 16 de fevereiro de 2026
Oposição aciona PGR por evangélicos em “lata de conserva” em desfile
A escola, que abriu a primeira noite de desfiles do Grupo Especial no Rio de Janeiro, apresentou uma ala batizada de “neoconservadores em conserva". A fantasia trazia uma lata, representando uma família tradicional, composta por um homem, uma mulher e os filhos.
Na cabeça, os componentes traziam adereços variados com referência ao agronegócio, a uma mulher de classe alta, aos defensores da ditadura militar e aos evangélicos.
Os autores das notícias-crime foram o senador Magno Malta (PL-ES) e o deputado federal Rodolfo Nogueira (PL-MS). Nos dois pedidos, os parlamentares sustentam que houve ridicularização pública do grupo religioso em apresentação transmitida nacional e internacionalmente. Para eles, a encenação ultrapassou a manifestação artística e pode configurar crime.
Magno Malta enquadra o episódio como discriminação religiosa, com base no artigo 20 da Lei 7.716/1989. O senador afirma que a representação promoveu a equiparação visual de fiéis a objetos enlatados, expondo evangélicos a escárnio coletivo. Ele pede a abertura de investigação criminal e a responsabilização dos envolvidos.
Já Rodolfo Nogueira aponta possível violação do artigo 208 do Código Penal, que trata do escarnecimento público por motivo de crença religiosa. O deputado destaca que um personagem identificado como evangélico aparecia dentro da alegoria portando a Bíblia, o que, segundo ele, reforça o caráter vexatório.
Na avaliação do parlamentar, estão presentes a publicidade da conduta, o uso de símbolo religioso reconhecível e a difusão massiva. Ele solicita a obtenção das gravações do desfile e a identificação dos responsáveis pela concepção do conteúdo.
CNN
domingo, 15 de fevereiro de 2026
Segundo homicídio do dia em Petrolina-PE, desta feita no N-8, interior
Ciclista morre após ser atingido por carro e motorista não parar para prestar socorro
Armas e cocaína são apreendidas em terreno baldio no Residencial Vivendas
Homem é assassinado no bairro Vale do Grande Rio, em Petrolina-PE
Petrolina (PE): Homem é assassinado a tiros quando chegava em casa no Loteamento Padre José de Castro
A vítima foi surpreendida por suspeitos que chegaram em um veículo de cor cinza. Romário foi alvejado e não resistiu. A Polícia Civil investiga o caso.
(Informações repórter Ivo da Hora)
Careca do INSS prepara proposta de delação premiada expondo negócios com Lulinha
Lulinha vive em Madri, na Espanha
Como revelou a coluna, Lulinha se mudou para Madri, na Espanha, desde que as investigações sobre o esquema do INSS avançaram. Ele nunca comentou o assunto. Coube ao presidente Lula falar pelo filho.
“Eu chamei meu filho aqui, e falo isso para todo mundo. Olhei no olho do meu filho e falei: ‘Você sabe a verdade, só você sabe a verdade. Se você tiver alguma coisa, você vai pagar o preço de ter alguma coisa. Se você não tiver, se defenda’”, afirmou ao UOL.
Na mesma entrevista, o presidente disse que defendeu a instalação da CPMI do INSS. Só omitiu que sua ministra das Relações Institucionais, Gleisi Hoffmann, e sua base de apoio no Congresso atuam contra as investigações, sobretudo as que envolvem uma suposta participação de Lulinha.
Os negócios de Lulinha
O filho do presidente teria sido contratado pelo Careca para ajudar na empresa de cannabis medicinal, a World Cannabis. A companhia tinha operações nos Estados Unidos, em Portugal e no Brasil. Lulinha auxiliaria na articulação política do projeto.
Segundo um colaborador da PF, Lulinha teria recebido R$ 25 milhões de Careca, além de uma mesada de R$ 300 mil.
O plano da World Cannabis seria produzir medicamentos à base de cannabis e vender esses insumos ao Sistema Único de Saúde (SUS). A empresa chegou a elaborar um projeto para apresentar ao Ministério da Saúde, batizado de Projeto Amazônia. Como revelou a coluna, Lulinha viajou para Portugal com o Careca do INSS, que pagou as despesas aéreas.
Alta cúpula do Congresso
Uma delação de Careca do INSS, contudo, não atingiria apenas o filho do presidente. A PF também investiga a participação de autoridades com foro no esquema. Um deles, o vice-líder do governo Lula no Senado, Weverton (PDT-MA).
A defesa de Careca tem negado que ele irá propor uma delação premiada.
Dois acidentes automobilísticos deixam três vítimas fatais em Remanso-BA e Curaçá-BA
sábado, 14 de fevereiro de 2026
Cesta básica no Sertão de Pernambuco tem alta puxada por carne, energia e matéria-prima
A pesquisa estimou que em janeiro o custo da cesta básica foi de R$ 606,92. A carne bovina teve alta em função de uma menor quantidade de animais para abate e aumento das exportações. Segundo a pesquisa, este comportamento é o esperado para o ano de 2026 devido um forte descarte de fêmeas que causa redução de animais jovens.
Os aumentos de custos da energia elétrica e da matéria-prima também explicam o aumento do pão francês. Por outro lado o leite, o arroz e o açúcar tiveram queda de preços. No caso do leite e arroz, a queda deve-se ao bom estoque destes produtos.
Para o açúcar, também um desequilíbrio entre uma maior oferta e uma menor demanda explicam o motivo desta queda de preços em janeiro. A recomendação do coordenador da pesquisa, Professor Doutor João Ricardo Lima é de que os consumidores fiquem atentos e pesquisem para economizar.
Vergonha: Revista britânica cita o Brasil como exemplo negativo de economia
Com a Selic em 15% ao ano, a publicação afirma que o governo deverá tomar emprestado cerca de 8% do PIB apenas para pagar juros, mesmo com as contas primárias próximas do equilíbrio.
A dívida líquida, em 66% do PIB, é vista como alta para emergentes, mas ainda abaixo dos padrões do mundo rico.
Para a revista, o Brasil funciona como um “alerta antecipado” do que pode acontecer com países avançados.
O texto destaca que as próximas eleições devem girar em torno da criminalidade e do bolso do eleitor, além de apontar entraves como a difícil situação fiscal, privilégios ao funcionalismo e o sistema tributário complexo.
O editorial acrescenta que os Estados Unidos já exibem sinais iniciais do processo, com instituições sob pressão e inflação mais resistente no pós-pandemia. Leia aqui o texto na íntegra.
Polícia Civil prende liderança do Comando Vermelho em Cabrobó
Saiba o que abre e fecha em Petrolina durante o Carnaval
quinta-feira, 12 de fevereiro de 2026
Ela sim! Eliane Soares bem avaliada rumo à câmara federal
Trânsito em Petrolina sofre alterações para o Carnaval; veja horários e ruas afetadas
Apae Petrolina promove carnaval inclusivo com o bloco “Sou Legal”
Veja as vagas de trabalho nesta quinta-feira (12), em Petrolina-PE
quarta-feira, 11 de fevereiro de 2026
PF encontra menção a Toffoli em celular de Vorcaro
Continua agenda internacional de Flávio Bolsonaro
Entre os encontros estiveram nomes como Marion Maréchal, Thierry Mariani e François Bellamy. A proposta é fortalecer pontes com setores políticos alinhados ao conservadorismo europeu e ampliar a interlocução internacional.
A agenda integra um roteiro que incluiu discurso no Knesset, em Israel, e compromissos oficiais no Bahrein. Enquanto o governo federal enfrenta críticas por ruídos diplomáticos recentes, o senador aposta na construção de relações externas como parte da estratégia para 2026.
Filho de Bolsonaro relata preocupação com saúde do ex-presidente na prisão
Segundo o parlamentar, Bolsonaro sofre com crises persistentes de soluço crônico, condição que o acompanhou durante toda a última madrugada. A família alerta para o risco iminente de broncoaspiração, uma complicação grave que pode ocorrer devido à falta de acompanhamento médico contínuo na unidade prisional, colocando em risco a vida do ex-presidente.
Com mais de seis meses de detenção, o estado de saúde de Jair Bolsonaro é descrito como delicado. Além dos soluços, o filho mencionou a existência de “mais de uma dezena de comorbidades” que se agravaram no cárcere.
“A sensação de impotência é grande”, afirmou Eduardo em nota. Ele classificou a prisão como “desonesta” e criticou o que chama de substituição do respeito às garantias constitucionais por “covardia”. O deputado também estendeu as críticas ao tratamento dispensado ao que classifica como outros “presos políticos”.
Apesar das adversidades físicas, o relato destaca que o ex-presidente mantém a firmeza ideológica. “Não sei de onde o Velho tira forças”, pontuou o filho, agradecendo o apoio dos simpatizantes.
A defesa de Bolsonaro tem reiterado pedidos de revisão das medidas cautelares junto ao Supremo Tribunal Federal (STF), argumentando que a manutenção da prisão preventiva é desnecessária diante do quadro clínico apresentado. O sistema penitenciário ainda não emitiu boletim oficial atualizado sobre o atendimento médico prestado nas últimas 24 horas.
Homem é brutalmente assassinado nas proximidades de ponto turístico de Petrolina-PE
Corpo em decomposição é achado em campus da Univasf; polícia investiga
Festa dos demagogos: Lula e Mota empobrecem o debate sobre o fim da escala 6×1 que pode causar estragos à economia
Opinião Estadão
Diz-se que a eleição é a “festa da democracia”. A julgar pelo tratamento inconsequente dado pelo Congresso e pelo Palácio do Planalto às propostas que acabam com a escala de trabalho 6×1, o pleito deste ano também será uma festa para os demagogos. Como sói acontecer neste país, o calendário eleitoral dá asas ao pensamento mágico dos próceres de Brasília. Temas complexos, de profundas consequências sociais e econômicas, são empacotados para consumo rápido nos palanques físicos e digitais. A discussão sobre o fim da escala 6×1 caminha a passos largos para ser mais um desses casos.
A movimentação recente do Legislativo e do Executivo não deixa dúvidas. O presidente da Câmara, Hugo Motta (Republicanos-PB), decidiu acelerar a tramitação de uma proposta de emenda à Constituição que extingue a escala 6×1, enviando-a à Comissão de Constituição e Justiça (CCJ). Aparentemente, o rito constitucional – CCJ, comissão especial e, depois, dois turnos de votação em plenário, com quórum qualificado – contrasta com a pressa do presidente Luiz Inácio Lula da Silva, que gostaria de tratar do tema por meio de projeto de lei com urgência constitucional. A divergência formal, contudo, é a superfície de uma disputa pela paternidade da pauta, cujo apelo popular é ativo valioso neste ano eleitoral.
Motta foi explícito ao confessar que “o Parlamento quer puxar para si o protagonismo desse tema”. Mais do que isso, adotou um discurso de fazer chorar de orgulho o mais aguerrido dos militantes petistas ao classificar o fim da escala 6×1 como “uma pauta histórica da classe trabalhadora”. É curiosa, mas não surpreendente, essa mudança de atitude do presidente da Câmara, que, até pouco tempo atrás, tratava o fim da escala 6×1 com as reservas que a matéria impõe. Mas a proximidade da eleição causa mesmo esse tipo de mutação.
Na visão de Motta, os críticos ao fim da escala 6×1 são os mesmos “pessimistas” que, no passado, teriam sido “contra o fim da escravidão” ou “a criação da carteira de trabalho”. Segundo esse gigante do pensamento político brasileiro, sempre que o Brasil teve “coragem de enfrentar essas pautas”, venceu. A um só tempo, essa analogia é intelectualmente indigente e politicamente reveladora. Ora, colocar no mesmo patamar a abolição da escravidão – uma causa civilizatória para cicatrizar uma chaga moral – e a redução da jornada de trabalho, cujos impactos econômicos são incontroversos, é o tipo de simplificação que deve ser evitada na tramitação de qualquer projeto no Congresso, especialmente um dessa envergadura. Eis o nível do debate que se prenuncia.
A realidade, sempre ela, insiste em atrapalhar a demagogia. No fim de 2024, quando o fim da escala 6×1 ganhou tração nas redes sociais, o economista Daniel Duque, da Fundação Getulio Vargas (FGV), estimou que a redução da jornada para 40 horas semanais implicaria perda de 2,6% da renda da economia. Se a redução chegasse a 36 horas, a queda seria de 7,4%, impacto semelhante ao da recessão causada pelos desatinos da ex-presidente Dilma Rousseff (ver editorial Uma PEC feita para o palanque, 21/12/2025).
Não se trata, portanto, de ser contra ou a favor da redução da jornada de trabalho por si mesma, mas de não causar uma queda deliberada do potencial de crescimento econômico, de emprego e de renda no País. Mais bem dito: falar no fim da escala 6×1 é, necessariamente, falar em aumento da produtividade. E o Brasil está longe disso. O País ocupa a vergonhosa 58.ª posição, entre 69 nações, no Ranking de Produtividade 2025 do International Institute for Management Development (IMD), atrás de países como Bulgária e Quênia. Entre 1995 e 2024, mostrou um estudo do Observatório da Produtividade Regis Bonelli, da FGV, apenas o agro registrou ganhos de produtividade, na ordem de 5,8% ao ano. A indústria amargou queda média de 0,3% ao ano no mesmo período.
Ignorar esse quadro é escolher o atraso. Reduzir a jornada de trabalho pode ser um objetivo legítimo no futuro, não agora. Tratar do tema sob influência das paixões do debate eleitoral, sem enfrentar a questão da baixa produtividade, é impingir uma pesada conta à economia brasileira. E ela chegará depois da festa.
Receita e PF fazem operação contra desvio de R$ 30 milhões no programa Farmácia Popular
Mulher presa por furto em Petrolina já tinha mais de 10 passagens pela polícia
Veja as vagas de trabalho nesta quarta-feira (11), em Petrolina-PE
terça-feira, 10 de fevereiro de 2026
Polícia prende em Petrolina grupo envolvido em roubos e crimes patrimoniais
Denúncias de perseguição e assédio moral na Regulação da SMS geram clima de tensão
segunda-feira, 9 de fevereiro de 2026
Morre em Petrolina o artesão Roque Gomes da Silva, conhecido como Roque Santeiro
Após forte ventania, árvore cai na Avenida das Nações em Petrolina (PE)
Caminhoneiro atinge semáforos na Avenida Adolfo Viana
O PT envelheceu mal no Nordeste
Opinião do Estadão
As eleições de 2026 projetam-se como um desafio sem precedentes à hegemonia política que a esquerda – e o PT, em particular – construiu ao longo de mais de duas décadas no Nordeste. Pesquisas de intenção de voto têm apontado vantagem de candidatos de centro-direita e direita em Estados centrais para o projeto petista, como Bahia, Maranhão e Ceará. Em outros, como Alagoas, Paraíba e Rio Grande do Norte, a situação tampouco é confortável para a esquerda. O cenário só é menos adverso, hoje, no Piauí e em Pernambuco, mas essas exceções apenas reforçam que o mapa político da região não é um monólito.
Um estudo do cientista político Murilo Medeiros, da Universidade de Brasília (UnB), ajuda a dimensionar a magnitude dessa possível inflexão. Mantido o panorama sugerido pelas pesquisas mais recentes, a esquerda poderá registrar, em 2026, seu pior desempenho em eleições para governador no Nordeste desde a chegada de Luiz Inácio Lula da Silva à Presidência, em 2002. Segundo os dados apurados pelo professor Medeiros, em 2018, partidos do chamado campo progressista governavam Estados que concentravam cerca de 90% do eleitorado nordestino. Esse porcentual caiu para 74% em 2022 e pode recuar para 23% nas eleições deste ano. Caso isso se confirme, será um baque e tanto para o PT e partidos aliados, que há tempos têm no Nordeste seu principal reduto eleitoral.
Há múltiplas explicações para essa possível mudança do perfil político-partidário dos governos estaduais da região. Como Medeiros disse ao Estadão, “o voto nordestino tornou-se mais volátil, urbano e pragmático”, mais sensível a questões como custo de vida, segurança pública e qualidade dos serviços públicos. Esse é um ponto crucial.
É fato que programas como o Bolsa Família e o Minha Casa, Minha Vida, que durante muito tempo foram as vitrines eleitorais mais reluzentes do lulopetismo no Nordeste, passaram a ser percebidos como políticas de Estado. A associação quase automática entre esses programas e Lula perdeu força. É lícito inferir que grande parte do eleitorado nordestino se sente segura de que essas políticas públicas seguirão vigentes independentemente de quem esteja no poder.
Mas a explicação mais relevante talvez esteja na dificuldade crônica da esquerda em oferecer respostas aos problemas que hoje mais afligem os cidadãos. Segurança pública é o exemplo mais eloquente. A insistência em uma abordagem ideologizada, contaminada por uma leitura sociológica do problema da violência urbana que relativiza a responsabilidade do criminoso em nome de explicações estruturais, tem um preço eleitoral que partidos à direita não costumam pagar.
Dois grandes Estados governados pelo PT, Bahia e Ceará, são os exemplos mais bem acabados do fracasso da esquerda no campo da segurança pública. O Anuário Brasileiro de Segurança Pública mostra que, em 2024, a Bahia registrou 40,6 homicídios por 100 mil habitantes, enquanto o Ceará alcançou 37,5. Ambos só ficaram atrás do Amapá (45,1) como os Estados mais violentos do País. São números impossíveis de fazer frente ao discurso da direita nessa seara, que pode até não se materializar em boas políticas públicas, mas, no que concerne ao apelo eleitoral, funciona como garantia de que providências duras serão tomadas.
Naturalmente, nada disso autoriza predições categóricas. A política brasileira é volátil, e o próprio lulopetismo ainda dispõe de um ativo poderoso: a figura de Lula, incumbente cuja presença física em campanhas estaduais continua sendo decisiva para viabilizar candidaturas. Mas o fato de depender cada vez mais desse recurso revela fragilidade, não força. O carisma de Lula, por si só, não basta ante a cobrança de respostas concretas do próprio presidente às demandas de um eleitorado que mudou e ele parece não ter se dado conta.
O Nordeste continua plural e politicamente relevante. Justamente por isso, não é – e talvez nunca tenha sido – propriedade de um partido ou de um campo político. Se a esquerda perder espaço na região, não será por uma guinada ideológica dos nordestinos, mas pela incapacidade da esquerda de compreender que o eleitor de 2026 exige mais do que memória afetiva e programas sociais já consolidados.
Fenômeno raro: Chuva de granizo surpreende moradores do Projeto N3 em Petrolina
Imagens que rapidamente se espalharam pelas redes sociais mostram pequenas pedras de gelo acumuladas no chão e em quintais logo após a precipitação. Em um vídeo compartilhado amplamente, um morador local exibe as pedras de gelo nas palmas das mãos, relatando que, em anos de residência na comunidade, nunca havia presenciado algo semelhante na região.
A Agência Pernambucana de Águas e Clima (Apac) confirmou o registro do fenômeno na cidade. Segundo especialistas, embora raro, o granizo no Sertão ocorre devido à formação de nuvens do tipo Cumulonimbus, que possuem grande extensão vertical e temperaturas abaixo de zero em seu topo, permitindo a solidificação da água antes de atingir o solo.
Monitoramento e Previsão
Apesar do susto e da intensidade das imagens, não houve registros imediatos de danos materiais graves ou feridos no N3. A ocorrência de granizo em Petrolina acontece em uma semana de instabilidade climática em Pernambuco, com registros similares também no Agreste do estado nos dias anteriores.
A situação continua sendo acompanhada por moradores e autoridades locais, já que a previsão para o mês de fevereiro indica a permanência de ar quente e úmido, o que favorece pancadas de chuva irregulares em todo o Nordeste.
Desemprego real no Brasil pode chegar a 16,6%
O IBGE, com base na PNAD Contínua, considera desempregado apenas quem está ativamente procurando trabalho nas últimas semanas.
Gertner destaca que a metodologia ignora os “desalentados”, por exemplo, que desistiram de buscar emprego por falta de oportunidades.
O IBGE petista criou ilusão de prosperidade, tirando subocupados, com jornada menor, e beneficiários de programas sociais como Bolsa Família.
Os cálculos de Gertner incluem milhões de brasileiros ignorados pelo IBGE, por isso, a taxa de desemprego real salta para 16,6%.
Veja as vagas de trabalho disponíveis nesta segunda-feira (9), em Petrolina-PE
sábado, 7 de fevereiro de 2026
Jovem relatou ameaça do ministro do STJ após assédio sexual na praia
O episódio, relatado à Polícia Civil de São Paulo e ao Conselho Nacional de Justiça (CNJ), envolve a estudante de Direito que atribui ao magistrado do STJ dois episódios de contato íntimo sem consentimento.
De acordo com os registros, o caso teria ocorrido no dia 9 de janeiro, em Balneário Camboriú (SC), onde a jovem estava hospedada havia dois dias, junto com os pais, em uma casa do ministro próxima à praia do Estaleiro. Em seu depoimento, ela afirmou que conseguiu sentir o pênis do magistrado nas duas ocasiões em que ele teria se aproximado fisicamente. O relato foi reiterado em nova oitiva prestada à corregedoria do CNJ na quinta-feira (5/2).
Após o surgimento da denúncia, Marco Buzzi se afastou temporariamente das funções, apresentando atestado médico de dez dias. Por meio de nota divulgada por sua defesa, o ministro negou o crime e afirmou que pretende apresentar provas contra as acusações no momento adequado (leia íntegra abaixo).
Avô e confidente
A estudante relatou que conhecia o ministro desde a infância e o via como uma espécie de avô e confidente, por ser amigo de seus pais. A mãe dela é uma advogada ativista conhecida pela atuação nos tribunais superiores. A estudante disse ainda que o magistrado costumava aconselhá-la, inclusive contribuindo para ela decidir ingressar na faculdade de Direito.
Dois dias antes do episódio principal, ocorrido em 9 de janeiro, a jovem foi à casa de praia do ministro acompanhada da mãe, a convite do magistrado e da esposa dele. No dia seguinte, afirmou que foi questionada por Buzzi se seria lésbica e se não sentia atração por homens, já que tinha uma namorada. A estudante respondeu que é bissexual. Em 9 de janeiro, o pai dela também chegou ao local para se juntar à família.
Segundo o depoimento, a jovem usava biquíni e estava sentada em uma cadeira em frente ao condomínio, mexendo no celular e em um livro enquanto resolvia assuntos ligados ao estágio. Ao terminar, teria visto o ministro à sua frente, convidando-a para entrar no mar. Ela estranhou quando ele sugeriu que se afastassem cerca de 400 metros do guarda-sol, sob o argumento de que ali a água estaria mais calma.
Ela pontuou, contudo, que o mar já estava tranquilo perto de onde se encontravam e que o ponto para onde foram não ficava visível para quem permanecia na areia.
“Isso pode te prejudicar”
Dentro da água, ainda conforme o relato, o magistrado comentou sentir frio e apontou para duas pessoas que estavam um pouco distantes, dizendo que “deve ser por isso que eles estão abraçados”. Em seguida, segundo a jovem, ele a puxou pelo braço, virou-a de costas e pressionou o quadril e as nádegas dela contra o próprio pênis, dizendo que a achava “muito bonita”.
Ela tentou se soltar, segue o relato, mas teria sido puxada novamente, com a mão dele tocando suas nádegas. A estudante afirmou que sentiu o órgão genital do ministro nas duas ocasiões e que ele ainda tentou segurá-la outras vezes.
Depois das investidas, veio o diálogo que a vítima destacou às autoridades. O magistrado teria perguntado se poderia lhe dar um conselho e dito: “Você é muito sincera, deveria ser menos sincera com as pessoas. Eu só vejo a sua relação com a sua mãe, mas você é muito sincera, deveria ser menos. Isso pode te prejudicar”.
Após a conversa, ambos saíram do mar. Ao saber que a mãe da jovem estava por perto, o ministro informou que iria caminhar até o final da praia. A família, ao tomar conhecimento do que a filha teria passado, deixou a casa da praia e seguiu para Curitiba (PR). Depois, rumou para São Paulo, onde a denúncia foi formalizada.
Desde então, segundo a estudante, ela não consegue dormir, tem “pesadelos constantes” relacionados ao episódio e passou a ser acompanhada por uma psicóloga e uma psiquiatra.
O que diz o ministro
“É inaceitável retrocesso civilizacional a tentativa de julgar e condenar uma pessoa antes mesmo do início formal de uma investigação.
Vazamentos instantâneos de informações sigilosas sobre fatos não verificados é um truque sórdido.
Tribunais, com magistrados experientes e ritos depurados ao longo de séculos, não podem ser substituídos por ‘juízes’ e opiniões inflamadas e quase sempre anônimas no noticiário.
Não é demais pedir serenidade e respeito ao devido processo legal.
A defesa aguarda o momento oportuno para esclarecer os fatos e apresentar suas provas.
Joao Costa, João Pedro Mello e Maria Fernanda Saad, advogados do ministro Marco Buzzi”.
sexta-feira, 6 de fevereiro de 2026
PF faz operação contra previdência do Amapá por investimentos no Master
Investigadores foram às ruas cumprir quatro mandados de busca e apreensão na capital amapaense, Macapá, no âmbito da operação Zona Cinzenta. A ação foi autorizada pela 4ª Vara de Justiça Federal.
A CNN apurou que os alvos são o diretor-presidente da Amprev (Amapá Previdência), Jocildo Silva Lemos, e dois membros do comitê de investimento da entidade.
A investigação aponta que os três foram responsáveis pelos votos favoráveis à aplicação em LFs (letras financeiras) do Banco Master em três reuniões ocorridas em julho de 2024.
Estão sendo investigados os crimes de gestão temerária e gestão fraudulenta.
A reportagem procurou a Amprev e aguarda posicionamento.
Confira as vagas de emprego nesta sexta-feira (6), em Petrolina-PE
quinta-feira, 5 de fevereiro de 2026
Polícia apreende crack e cocaína no bairro Itaberaba em Juazeiro (BA)
Líder de facção Comando Vermelho é preso em Petrolina (PE); homem comandava crimes no norte da Bahia
Homem é flagrado com quase meio quilo de maconha na Rodoviária de Petrolina
Um homem foi detido na noite desta terça-feira (17), por volta das 21h, após ser flagrado com 472 gramas de maconha na Rodoviári...