segunda-feira, 11 de maio de 2026

Pesquisa nacional confirma Flávio à frente de Lula em 2º turno: 46,9 a 44,4%

A nova rodada da pesquisa nacional Futura/Apex não mostra apenas uma disputa apertada entre Lula (PT) e Flávio Bolsonaro (PL). O levantamento revela mudanças profundas no humor do eleitorado brasileiro, desgaste institucional e uma clara divisão regional, econômica e ideológica do País.

No cenário principal de primeiro turno, Lula aparece com 38,3% das intenções de voto, contra 36,1% de Flávio Bolsonaro. A diferença caiu fortemente nos últimos meses. Em um eventual segundo turno, Flávio aparece numericamente à frente, com 46,9% contra 44,4% de Lula.

Os cruzamentos da pesquisa mostram onde cada candidatura cresce e onde encontra resistência.

Flávio Bolsonaro domina com ampla margem entre homens, alcançando 56,2% no segundo turno contra Lula. Entre os moradores do Sul, chega a 60,2%. Também lidera no Norte, com 57,4%.

Lula mantém força entre mulheres e no Nordeste. Entre eleitoras, registra 51,8%. No Nordeste, chega a 56,7%.

O levantamento também mostra que a segurança pública virou um dos principais motores eleitorais da direita.

Quando perguntados sobre qual candidato representa a melhor opção para resolver a segurança no Brasil, Flávio Bolsonaro lidera com 31,2%, contra 29% de Lula. Ronaldo Caiado aparece em terceiro, com 8,2%.

Outro dado relevante envolve o Supremo Tribunal Federal.

A pesquisa aponta que 57% dos entrevistados defendem impeachment de ministros do STF. Apenas 27,2% são contra. No Sul, o apoio ao impeachment chega a 65%. Entre homens, alcança 65,8%.

Questionados sobre qual candidato tem postura mais crítica em relação ao STF, 37,2% apontam Flávio Bolsonaro. Lula aparece com 11,6%. Romeu Zema surge com 11,2%.

O tema da anistia aos envolvidos nos atos de 8 de janeiro também aparece fortemente no levantamento. Para 34,5% dos eleitores do Sul, todos os envolvidos deveriam ser anistiados. Nacionalmente, 35,4% defendem punição para todos os envolvidos, enquanto 32,5% apoiam anistia ampla.

A pesquisa revela ainda um ambiente econômico difícil para parte expressiva da população.

Segundo o levantamento, 24,1% afirmam estar endividados. Outros 16,3% dizem ter dívidas e dificuldade para pagar. Apenas 44,8% afirmam conseguir manter as contas em dia.

Mesmo assim, programas econômicos do governo Lula apresentam impacto eleitoral relevante.

A proposta de isenção do Imposto de Renda para quem ganha até R$ 5 mil faria 39,4% votarem com certeza no presidente. Entre nordestinos, esse índice sobe para 49,2%.

O programa de renegociação de dívidas com uso do FGTS também produz efeito positivo. Segundo a pesquisa, 42,7% afirmam que votariam com certeza em Lula após conhecer a proposta.

Já o apoio ao fim da escala 6×1 gera forte adesão entre jovens e trabalhadores de renda média. Nacionalmente, 39,9% dizem que votariam com certeza no presidente por causa da medida.

A proposta de tarifa zero no transporte urbano também mostrou impacto eleitoral relevante. Quase metade dos entrevistados do Nordeste afirmou que votaria com certeza em Lula diante da proposta.

O levantamento mostra ainda um Brasil fortemente desconfiado da política tradicional.

Quando perguntados sobre a possibilidade de surgir um terceiro nome competitivo além de Lula e Flávio Bolsonaro, apenas 17,7% afirmam que votariam com certeza nesse novo candidato. Outros 22% dizem que poderiam votar dependendo do nome.

Entre os potenciais nomes alternativos, Ciro Gomes aparece como o mais competitivo. Em um segundo turno contra Lula, alcança 37,8%. Contra Flávio Bolsonaro, marca 37%.

Romeu Zema também mantém competitividade. Contra Lula, registra 37,8%. Já contra Flávio Bolsonaro, fica em 27,1%.

Fernando Haddad apresenta desempenho mais fraco nos cenários simulados. Contra Flávio Bolsonaro, perde por 47,8% a 36,2%. Contra Ronaldo Caiado, aparece numericamente à frente, com 38,9% a 32,8%, mas com elevado índice de brancos, nulos e indecisos.

Outro dado que chama atenção envolve apostas esportivas e endividamento.

A pesquisa aponta que 12% dos brasileiros apostam frequentemente em BETs. Entre jovens de 16 a 24 anos, o índice sobe para 23,5%. Mesmo diante disso, 88,3% afirmam que jamais fariam empréstimo para continuar apostando.

O levantamento Futura/Apex ouviu 2 mil eleitores em 870 municípios entre os dias 4 e 8 de maio. A margem de erro é de 2,2 pontos percentuais e o nível de confiança é de 95%.

@felipevieirajornalista
Via: https://diariodopoder.com.br/politica/ttc-politica/pesquisa-nacional-confirma-flavio-a-frente-de-lula-em-2o-turno-469-a-449

Motorista fica ferida em acidente na entrada do N-11

Uma mulher ficou ferida num acidente ocorrido na tarde desta segunda-feira (11) na entrada de acesso ao N-11 do Perímetro Irrigado Senador Nilo Coelho, Zona Rural de Petrolina. Informações preliminares dão conta de que a vítima conduzia seu veículo pela rodovia, quando foi atingida por um caminhão ao tentar cruzar a pista.

Populares prestaram os primeiros socorros à motorista, que aparentemente sofreu apenas ferimentos leves. Uma ambulância do Samu também foi acionada ao local. Não há detalhes sobre o caminhoneiro envolvido no acidente. 

Petrolina (PE): 5ºBPM realiza prisão por tráfico de drogas no bairro São Gonçalo

No domingo (10), Policiais Militares do 5ºBPM prenderam um homem por tráfico de drogas no bairro São Gonçalo, em Petrolina (PE). O suspeito abandonou uma porção de maconha e pinos de cocaína ao perceber a chegada da PM.

O homem confessou à polícia que comercializava entorpecentes no local e que possuía mais drogas. Diante dos fatos, o indivíduo foi conduzido à Delegacia de Polícia Civil. Via: Blog Edenevaldo Alves 

Caminhão que transportava gado tomba no N-1

Um acidente envolvendo um caminhão que transportava gado ocorreu na tarde desse domingo (10), no N-1 do Perímetro de Irrigação Senador Nilo Coelho, zona rural de Petrolina. O veículo tombou em uma das vias de acesso.

Equipes de socorro e autoridades de trânsito foram acionadas ao local. De acordo com informações preliminares, não houve vítimas. O motorista do caminhão foi resgatado apresentando sinais de desorientação, mas sem ferimentos graves aparentes, sendo encaminhado para avaliação médica.

Até o momento, não há detalhes confirmados sobre o estado de saúde dos animais ou o que teria provocado a perda de controle do veículo. O trânsito na área requer atenção redobrada dos condutores que trafegam pelo núcleo. Via: Carlos Britto 

41% dos brasileiros notam presença do CV e PCC onde moram

Estadão – Duas décadas depois dos ataques que “pararam” São Paulo, os efeitos da atuação de facções como o Primeiro Comando da Capital (PCC) e de outros grupos criminosos, como as milícias, talvez não sejam tão explícitos quanto foram para os paulistanos naquele maio de 2006, mas seguem sendo sentidos de perto por parte expressiva da população brasileira.

Ao menos quatro em cada dez brasileiros com 16 anos ou mais – o equivalente a 68,7 milhões de pessoas – reconhecem a presença, no bairro em que moram, de grupos organizados ligados ao tráfico ou a milícias, segundo estudo divulgado neste domingo, 10, pelo Fórum Brasileiro de Segurança Pública (FBSP) em parceria com o Instituto Datafolha.

“É um dado muito impactante, porque demonstra um pouco da difusão da criminalidade no território”, afirma Samira Bueno, diretora-executiva do Fórum. Ela destaca que trata-se de um fenômeno muito mais presente em capitais, onde mais de 55% dos entrevistados se disseram afetados, até pela presença estratégica do crime organizado nessas cidades.

Ainda assim, ressalta que um terço da população do interior (34,1%) também é impactada com esse tipo de atuação. Atualmente, regiões como a de Rio Claro, no interior de São Paulo, têm sofrido com a escalada da violência armada. Por lá, especificamente, chamam atenção disputas entre o PCC, principal força do Estado, com o Comando Vermelho (CV), segunda maior facção do País.

Como mostrou o Estadão neste ano, a facção carioca absorveu alguns dissidentes e desafetos do PCC após disputas na cidade e passou a cometer execuções em série nos últimos anos, inclusive com espécies de “bate-volta do crime”. A organização criminosa paulista tem revidado. Nos últimos cinco anos, foram ao menos 30 mortes relacionadas às disputas, segundo as autoridades policiais.

“Hoje a violência é muito mais difusa no território. Quando a gente produzia estatísticas de mortes violentas há 10 anos, 15 anos, havia uma concentração muito maior em grandes cidades, em capitais, regiões metropolitanas”, diz Samira. “Especialmente a partir de 2016, quando tem o racha entre o Comando Vermelho e o PCC, esses grupos passam a atuar em municípios cada vez mais distantes de capitais e regiões metropolitanas.”

A pesquisadora cita como exemplo a região da Amazônia, que também reúne cidades com altos índices de assassinato, em especial na região de fronteira. Dominada pelo CV, a região é vista como estratégia para importação de cocaína de países como Peru e Colômbia. Não à toa, o PCC tem buscado aumentar a presença por lá, como também vem mostrando o Estadão ao longo dos últimos anos.


“É evidente que a percepção da presença de organizações criminosas no bairro deve ser interpretada com cautela, porque é difícil mensurar, apenas a partir da resposta do entrevistado, a intensidade dessa atuação e o grau de ostensividade com que ela se manifesta”, afirmam os pesquisadores no estudo.


Em alguns casos, ponderam, a população pode estar se referindo a grupos locais menores, como gangues envolvidas com o comércio varejista de drogas, cuja atuação é percebida no cotidiano por meio de pontos de venda de drogas e, eventualmente, pela circulação de pessoas armadas.


“Em outros, porém, essa resposta pode remeter a contextos de presença mais explícita e estruturada de facções ou milícias, com controle territorial armado mais visível, com a presença de barricadas para impedir a entrada da polícia, imposição de regras sobre horários e circulação e restrição do ir e vir”, continuam.


O estudo aponta que 43,4% daqueles que notam a presença de grupos criminosos nos bairros em que vivem a atribuem como pouco visível, enquanto outros 9% afirmam ser nada visível. Ao mesmo tempo, 25,3% e 21,1% dos entrevistados assinalaram, respectivamente, que a atuação de grupos criminosos, como o PCC ou o Comando Vermelho, é “muito visível” ou “visível” onde moram.

Segundo os pesquisadores, para qualquer um dos casos, o dado central é que a presença percebida dessas organizações aparece como “um fator relevante de ordenamento social e de produção de insegurança, interferindo diretamente no cotidiano, nos comportamentos e nas liberdades da população”.


Entre os efeitos práticos disso, a pesquisa aponta que 81% dos que notam a presença de grupos criminosos afirmam ter medo de ficar no meio de confrontos armados. Paralelamente, três quartos (74,9%) evitam frequentar determinados locais e 71,1% têm medo de ter familiares envolvidos com o tráfico.


“O crime sempre existiu em todo o País, mas o fato é que, com a chegada de Comando Vermelho e PCC em territórios em que antes se tinha gangues, grupos criminosos que não eram tão profissionais, isso muda a relação das pessoas e o contato que elas têm com a violência”, afirma Samira. O resultado é a difusão de ações para controle territorial armado, como as observadas em comunidades do Rio, reduto do Comando Vermelho.


O estudo “Medo do Crime e Eleições 2026: Os Gatilhos da Insegurança”, encomendado pelo FBSP ao Instituto Datafolha, foi realizado entre os dias 9 e 10 de março deste ano, com a expectativa de captar não só a vitimização da população, mas também as modalidades de crime que, em geral, são mais recorrentes quando se fala de medo.


A pesquisa divulgada neste domingo utilizou metodologia quantitativa por meio de entrevistas pessoais. Os entrevistados foram abordados em pontos de fluxo populacional, distribuídos geograficamente nas áreas pesquisadas.

O estudo teve abrangência nacional, incluindo regiões metropolitanas e cidades do interior de diferentes portes, em todas as regiões do Brasil, em 137 municípios. A pesquisa foi realizada com a população brasileira, de 16 anos ou mais. A margem de erro para o total da amostra é de 2 pontos para mais ou para menos, considerando um nível de confiança de 95%. A amostra total foi de 2.004 entrevistas.


Segundo Renato Sérgio de Lima, diretor-presidente do FBSP, um dos objetivos do estudo foi tentar orientar um debate eleitoral mais programático. “A gente não está falando aqui de proposta para cada um dos problemas apontados, mas em indicar quais são os fenômenos que deveriam ser priorizados pelo poder público e pelos futuros candidatos, seja a governos estaduais ou ao governo federal, do ponto de vista de uma política de segurança”, diz.


O lançamento ocorre em meio a um momento de protagonismo da segurança pública. O governo federal vai lançar na próxima terça-feira, 12, um plano de combate ao crime organizado. As ações preveem um investimento de R$ 960 milhões ainda neste ano. Na última semana, o tema também foi um dos assuntos da conversa do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) com Donald Trump, nos Estados Unidos.

Confira as vagas de trabalho nesta segunda-feira (11), em Petrolina-PE

O atendimento em Petrolina é na Agência de Trabalho, que funciona no Expresso Cidadão.

Contato: (87) 3866 - 6540 e (87) 9 9180-4065


Vagas Função Escolaridade Experiência Salário Observação
02 Ajudante de Confecção Médio Completo 6 Meses R$ 1.668,22
03 Ajudante de Farmácia Médio Incompleto 6 Meses Não Informado Vaga Exclusiva para Pessoas com Deficiência
07 Ajudante de Obras Não Exigida Não Exigida R$ 1.788,00
03 Almoxarife Médio Incompleto 6 Meses Não Informado Vaga Exclusiva para Pessoas com Deficiência
03 Assistente Administrativo Médio Incompleto 6 Meses Não Informado Vaga Exclusiva para Pessoas com Deficiência
01 Auxiliar de Faturamento Médio Completo 6 Meses R$ 2.500
03 Auxiliar de Lavanderia Médio Incompleto 6 Meses Não Informado Vaga Exclusiva para Pessoas com Deficiência
20 Auxiliar de Limpeza Fundamental Completo Não Exigida R$ 1.621
07 Auxiliar de Limpeza Fundamental Incompleto 6 Meses R$ 1.632
01 Auxiliar de Manutenção Predial Fundamental Incompleto 6 Meses R$ 2.023
04 Auxiliar de Vidraceiro Fundamental Incompleto Não Exigida Não Informado
07 Carpinteiro Não Exigida 6 Meses R$ 2.310
07 Carpinteiro de Obras Não Exigida 6 Meses R$ 1.738
03 Copeiro de Hospital Médio Incompleto 6 Meses Não Informado Vaga Exclusiva para Pessoas com Deficiência
02 Costureiro de Roupas (confecções em série) Médio Incompleto 6 Meses Não Informado Vaga Exclusiva para Pessoas com Deficiência
03 Cozinheiro de Hospital Médio Incompleto 6 Meses Não Informado Vaga Exclusiva para Pessoas com Deficiência
03 Eletricista Médio Incompleto 6 Meses Não Informado Vaga Exclusiva para Pessoas com Deficiência
03 Empregado Doméstico nos Serviços Gerais Não Exigida 6 Meses R$ 1.800
06 Encanador Fundamental Completo 6 Meses R$ 2.310,00
02 Encanador Não Exigida 6 Meses R$ 2.310,00
03 Encanador Médio Incompleto 6 Meses Não Informado Vaga Exclusiva para Pessoas com Deficiência
03 Enfermeiro Médio Incompleto 6 Meses Não Informado Vaga Exclusiva para Pessoas com Deficiência
03 Farmacêutico Hospitalar e Clínico Médio Incompleto 6 Meses Não Informado Vaga Exclusiva para Pessoas com Deficiência
03 Fisioterapeuta Geral Médio Incompleto 6 Meses Não Informado Vaga Exclusiva para Pessoas com Deficiência
02 Instrutor de Informática Superior Incompleto Não Exigida Não Informado
01 Jardineiro Médio Completo 6 Meses R$ 1.743
03 Lavador de Roupas Hospitalar Médio Incompleto 6 Meses Não Informado Vaga Exclusiva para Pessoas com Deficiência
03 Maqueiro de Hospital Médio Incompleto 6 Meses Não Informado Vaga Exclusiva para Pessoas com Deficiência
03 Marceneiro Médio Incompleto 6 Meses Não Informado Vaga Exclusiva para Pessoas com Deficiência
06 Motorista Entregador Fundamental Completo 6 Meses Não Informado
03 Nutricionista Médio Incompleto 6 Meses Não Informado Vaga Exclusiva para Pessoas com Deficiência
02 Oficial de Manutenção Predial Médio Incompleto 6 Meses Não Informado Vaga Exclusiva para Pessoas com Deficiência
06 Pedreiro Não Exigida 6 Meses R$ 2.310,00
03 Pedreiro Médio Incompleto 6 Meses Não Informado Vaga Exclusiva para Pessoas com Deficiência
03 Porteiro Médio Incompleto 6 Meses Não Informado Vaga Exclusiva para Pessoas com Deficiência
03 Psicólogo Hospitalar Médio Completo 6 Meses Não Informado Vaga Exclusiva para Pessoas com Deficiência
03 Recepcionista de Hospital Médio Incompleto 6 Meses Não Informado Vaga Exclusiva para Pessoas com Deficiência
01 Serralheiro de Alumínio Fundamental Completo 6 Meses R$ 2.000
10 Servente de Obras Não Exigida Não Exigida R$ 1.738
03 Técnico de Enfermagem Médio Incompleto 6 Meses Não Informado Vaga Exclusiva para Pessoas com Deficiência. G1

domingo, 10 de maio de 2026

Eliane Soares vivencia a 16ª Festa dos Vaqueiros do Maria Tereza, em Petrolina

Domingo de fé e tradição na agenda de Eliane Soares, ex-prefeita de Santa Cruz-PE e pré-candidata à deputada federal (PSB), que cumpriu agenda na 16ª Festa dos Vaqueiros, no Projeto Maria Tereza KM 25, em Petrolina-PE. 

Beto Figueiredo, idealizador e líder comunitário, juntamente com o suplente de vereador Edilson do N-10, homenagearam Eliane Soares pelo incentivo às tradições nordestinas.

Durante a celebração da Santa Missa, a pré-candidata, de mãos dadas aos vaqueiros e comunitários, agradeceu a Deus e rezou pelos vaqueiros que escrevem a história e mantêm viva a cultura das vaquejadas e pegas de boi no mato.

"Só quem tem o jeito, a cara, a pegada e vive o dia a dia do nordestino sabe da necessidade de perpetuar essa tradição. Sempre revejo e ganho novos amigos quando venho ao Projeto Maria Tereza. Obrigado por tudo", disse Eliane Soares.

Ascom: @elianesoarespe 

sábado, 9 de maio de 2026

Flávio à CNN: “Bolsonaro terá cargo no meu governo se ele quiser”

O senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) afirmou nesta sexta-feira (8), que o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) poderá ocupar cargo em um eventual governo seu, caso queira participar da gestão no Planalto.

“Jair Bolsonaro sempre vai ser meu Norte, alguém que tem faro político e foi o melhor presidente do país. Se ele quiser exercer algum cargo no meu governo, é óbvio que ele vai exercer”, afirmou Flávio ao CNN 360º.


Sonho da casa própria fica mais distante para os brasileiros e aluguel dispara no País

Estadão – Há três anos, o professor particular de inglês Rafael Bezerra mora de aluguel em um apartamento de 40 metros quadrados em Santa Cecília, região central de São Paulo. Representante de uma classe média com renda maior, mas sem patrimônio, o carioca de 44 anos almeja comprar um imóvel, porém esbarra no custo da entrada, no peso de um financiamento longo e no encarecimento da vida cotidiana.

Bezerra paga R$ 1.890 para locar o apartamento. “Um achado. Já vi imóveis novos na região que custam o dobro”, diz. As contas mensais, despesas com terapia e os custos com lazer tornam ainda mais difícil a tarefa de economizar. Autônomo, sem imóveis de herança e pouca poupança, o professor ajuda a ilustrar como o aluguel está enraizado na economia brasileira.

Histórias como a de Rafael estão se tornando mais comuns. Entre 2016 e 2025, o número de imóveis alugados saltou de 12,2 milhões para 18,9 milhões, de acordo com dados da Pnad Contínua. O valor representa um aumento de cerca de 55%.

Embora o número de imóveis construídos no País tenha aumentado 18,9% neste período, de 66,7 milhões para 79,3 milhões, quase um quarto é alugado. Em contrapartida, a proporção de domicílios próprios diminuiu de 66,8%, em 2016, para 60,2% em 2025.

Rafael Bezerra profissionalizou seus contratos de prestação de serviço para melhorar a previsibilidade e abrir caminho para juntar o dinheiro da entrada do imóvel
Rafael Bezerra profissionalizou seus contratos de prestação de serviço para melhorar a previsibilidade e abrir caminho para juntar o dinheiro da entrada do imóvel Foto: Taba Benedicto/ Estadão

O número contrasta com o desejo da população: um estudo da Ipsos divulgado no último ano mostrou que 76% das pessoas que pagam aluguel têm interesse em adquirir um imóvel, ainda que 36% delas não acreditem que conseguirão concretizar este desejo.

No caso de Rafael, o sonho persiste. Com a expansão do Minha Casa, Minha Vida, que agora engloba famílias com renda de até R$ 13 mil, ele pretende finalmente comprar o próprio imóvel. “Precisei estudar finanças pessoais para aprender a gerir o dinheiro e mudar a dinâmica da minha família, que nunca conseguiu construir patrimônio”, relata.

Entrada, financiamento e crédito

taxa de desemprego, atualmente em 6,1%, consolida um mercado de trabalho historicamente aquecido. A inflação acumulada em 12 meses fechou em 4,14% até março, e o PIB de 2025 terminou com alta de 2,3%. Apesar dos indicadores positivos, a percepção do poder de compra diminuiu e as pessoas estão endividadas.

De acordo com dados do Serasa, o Brasil chegou a 81,7 milhões de inadimplentes em 2026, um aumento de 38,1% em relação a 2016. O valor das dívidas cresceu 176% no período. Segundo o economista André Sacconato, professor da FIPE/USP, o grupo mais afetado é a classe média.

“A classe média teve aumentos reais em salários. Porém, a inflação que atinge esse grupo é maior do que outros estratos sociais. É uma economia baseada em serviços, que estão subindo mais do que outros produtos”, explica Sacconato. “A variação de preços para a classe média é maior do que o crescimento da renda nominal, por isso ela tem a impressão de que está faltando dinheiro.”

Neste ambiente de orçamento pressionado, acumular o dinheiro necessário para arcar com 20% a 30% do valor de um imóvel só na entrada parece um sonho distante. E essa é a primeira barreira no momento de decidir sair do aluguel.

Soma-se a isso os altos custos do financiamento imobiliário, com taxas anuais acima dos 10%, e criteriosas análises de crédito.

A solução para a população de renda inferior se apresentou no fortalecimento e na expansão do Minha Casa, Minha Vida, que se tornou uma das bandeiras do Governo Lula nas últimas décadas. O programa habitacional oferece aos compradores juros mais baixos e acesso mais previsível ao crédito.

Foi assim que o MCMV transformou o mercado imobiliário do País nos últimos anos. Dados do Secovi-SP mostram que 54,3% (85,4 mil) das unidades residenciais lançadas em São Paulo se encaixam no programa. Em 2016, o segmento representava apenas 19% dos lançamentos. Ao longo da última década, o programa expandiu e passou a atrair incorporadoras que antes eram especializadas na classe média.

Enquanto o segmento econômico se beneficia do MCMV, os ricos acumulam os rendimentos do dinheiro investido com uma Selic a quase 15%. O mercado de luxo e de superluxo em São Paulo movimentou mais de R$ 28 bilhões em 2025 e o número de apartamentos lançados saltou quase 60%.

No meio deste movimento, a classe média perdeu espaço no mercado imobiliário.

Alberto Ajzental, coordenador do curso de Negócios Imobiliários da Fundação Getulio Vargas (FGV), destaca que os recursos da poupança (SBPE), tradicionalmente utilizados para financiar imóveis para a classe média, especialmente via Sistema Financeiro de Habitação (SFH), estão perdendo a participação no mercado.

“Isso torna o crédito mais escasso e caro para quem não se enquadra nos subsídios do MCMV”, explica.

Dados da Associação Brasileira das Entidades de Crédito Imobiliário e Poupança (Abecip) mostram que, de 2016 para 2021, durante a pandemia e quando a taxa de juros chegou a 2%, o número de unidades financiadas via SBPE saltou de 199 mil para 866 mil. No entanto, desde então o número está em retração e fechou 2025 com 457 mil unidades financiadas.

“O crédito imobiliário opera hoje com uma composição maior entre o funding da poupança e outras fontes de recurso, como as Letras de Crédito Imobiliário (LCIs), que têm custo de captação mais elevado. Essa dinâmica influencia a taxa final do financiamento e o valor das prestações”, diz a Abecip em nota.

No entanto, a entidade afirma que o mercado imobiliário segue resiliente e com expectativa de crescimento de 16% para o crédito imobiliário em 2026. “Além disso, a criação da Faixa 4 representa um avanço relevante, ao oferecer condições de financiamento mais favoráveis para esse público”, afirma.

O aluguel da classe média

Achatada entre os ricos e os pobres, a classe média é mais impactada pelos juros altos no financiamento, não tem os subsídios do segmento econômico e sofre para acumular o dinheiro da entrada do imóvel. “Sabe aquele meme ‘como juntar dinheiro para emergências se minha vida é um eterno pronto-socorro?’”, brinca a consultora de comunicação Carol Herling.

“O plano de saúde, o custo com saúde, terapia, veterinário e alimentação estão mais caros. Até o meu remédio de asma teve reajuste de preço”, enumera. O apartamento de 88 metros quadrados que ela divide com o marido, dois cachorros e uma gata em Higienópolis, São Paulo, custa R$ 4,2 mil, além de R$ 1,8 mil de condomínio.

A consultora de comunicação Carol Herling diz que o “Custo Brasil está mais alto, especialmente para profissionais autônomos, que enfrentam mais obstáculos para conseguir crédito”
A consultora de comunicação Carol Herling diz que o “Custo Brasil está mais alto, especialmente para profissionais autônomos, que enfrentam mais obstáculos para conseguir crédito” Foto: Breno Damascena

A perspectiva de Herling ilustra que mesmo a alternativa da locação está cada vez mais penosa. Dados do Índice Fipezap mostram que o aluguel ficou 8,63% mais caro nos últimos 12 meses. Em março de 2020, o preço médio do metro quadrado de um imóvel para locação no País custava R$ 30,37. Em março deste ano, o preço médio saltou para R$ 52,34.

A variação está bem acima do Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), que registrou alta de 4,14% no período de 12 meses até março, e do Índice Geral de Preços – Mercado (IGP-M), tradicionalmente utilizado para reajuste dos contratos de aluguel, que ficou em -1,83%.

“Quando uma região é muito demandada, os preços aumentam e há incentivo para construir. Hoje, o proprietário de imóvel já recuperou boa parte da renda que perdeu ao longo da pandemia”, afirma Paula Reis, economista do Grupo OLX.

Segundo a economista, a população que vive de aluguel chegou ao limite do comprometimento de renda. “O porcentual gasto com moradia, somado ao alto endividamento das famílias, torna a situação financeira muito complexa”, comenta. “Por isso, faz bastante sentido o governo apresentar alternativas para diminuir a inadimplência”.

Um estudo da empresa de análise de crédito imobiliário FC Análise indica que a classe B (que recebe entre R$ 4.607,01 e R$ 16.186,00) é o maior grupo no mercado de aluguel. O perfil corresponde a 49% das propostas realizadas em 2025. A classe A (acima de R$ 16.186,01) realiza 22% das propostas e a classe C (de R$ 1.525,01 a R$ 4.607,00) aparece com 17%.

Em geral, a classe B também paga o imóvel em dia, buscando não comprometer além do que poderia pagar. “Esse público busca previsibilidade financeira, flexibilidade e menor comprometimento de renda no curto prazo”, comenta Thiago Reis, gerente de comunicação e dados do QuintoAndar.

Investidores e empresas se beneficiam

Reis sugere que, aliado aos desafios da compra, nota-se uma mudança de comportamento. “O aluguel deixou de ser uma etapa temporária e passou a ser uma escolha estrutural para uma parcela relevante das pessoas”, acredita.

“Há uma demanda crescente por unidades compactas, funcionais e bem localizadas, especialmente estúdios e apartamentos de um dormitório”, diz. “Esse movimento está ligado a mudanças demográficas, como o aumento de pessoas morando sozinhas e casais sem filhos”.

A alta demanda por aluguel, o encarecimento da locação e a pouca oferta em regiões centrais impulsionaram o interesse de investidores e proprietários. “O aluguel voltou a ser visto como uma fonte relevante de renda recorrente, especialmente em regiões urbanas consolidadas”, afirma Reis. “O imóvel está no radar como um ativo estratégico, não apenas patrimonial”, diz.

Incorporadoras passaram a desenvolver projetos específicos para o investidor comum que busca a renda do aluguel. Também é neste cenário que se fortalecem as iniciativas de multifamily, prédios residenciais de um único proprietário ou fundo destinados integralmente à locação.

A Vila 11, por exemplo, compra e constrói empreendimentos em regiões nobres da cidade de São Paulo e disponibiliza para locação. Só em 2025, seis novos prédios e 680 unidades foram entregues pela companhia.

O pacote do apartamento de um dormitório e 33 m² é negociado por R$ 5 mil mensais, enquanto as unidades de três dormitórios e 93 m² podem chegar a R$ 20 mil. “O aluguel passa a ser a saída mais eficiente: sem entrada, sem dívida de longo prazo, menos capital imobilizado”, afirma Jorge de Moraes, diretor comercial e de marketing da empresa.

“Há também uma mudança nos centros urbanos. Estudar, trabalhar e morar numa cidade deixaram de ser escolhas permanentes. A mobilidade profissional cresceu e ter um imóvel pode representar rigidez, prendendo o morador a uma localização numa hora em que a capacidade de adaptação importa”, defende o executivo, cuja companhia dobrou de faturamento no último ano.

Outra empresa que atua no segmento é a Greystar, que adota uma estratégia semelhante ao combinar investimento e operação de ativos residenciais. A companhia saltou de 1.220 unidades gerenciadas, em 2023, para 1.877 unidades em 2025.

A marca agora avança na estruturação de um fundo voltado à média renda. Isso porque a maior parte das companhias do setor foca no público de alta renda.

O objetivo da Greystar é atender solteiros e famílias pequenas em apartamentos de um ou dois quartos, com aluguel previsto de R$ 2,5 mil a R$ 3 mil. “A estrutura do fundo está sendo desenhada para atrair capital com foco em localizações como Barra Funda e Zona Norte de São Paulo”, explica Cristiano Viola, diretor de operações da empresa.

Para Gustavo Favaron, CEO global da consultoria GRI Institute, existe um hiato no mercado de imóveis entre R$ 600 mil e R$ 1 milhão. “Ao notar a redução do poder de compra da classe média, o movimento natural é voltar as atenções para o aluguel, suprindo uma necessidade do consumidor”, afirma. “Essa tese é consolidada em outros mercados, como na Europa e Estados Unidos, e deve crescer no Brasil”.

A disputa ainda é mais acirrada com a presença de negócios voltados à locação de curta temporada, via Airbnb ou Booking.com. “A manutenção de preços altos, mesmo com o aumento da oferta, sugere que muitas unidades estão servindo apenas como ativos financeiros para remuneração de capital e não para habitação de fato”, disse Bianca Tavolari, em entrevista ao Estadão no último mês.

Bote salva-vidas e solução a longo prazo

O governo federal tem buscado responder aos desafios habitacionais enfrentados pela classe média para sair do aluguel. Em resposta a isso, anunciou uma série de medidas nos últimos anos. Entre elas, destaca-se o Programa Reforma Casa Brasil, com crédito habitacional destinado à solução de problemas estruturais e ampliações de residências.

O governo também anunciou, em 2025, a nova política de crédito habitacional, que permite que a Caixa financie até 80% do valor dos imóveis comprados via poupança. Alguns meses antes, o banco havia reduzido essa fatia máxima do financiamento para 70%.

Outra medida significativa foi o aumento no teto de financiamento para imóveis pelo SFH de R$ 1,5 milhão para R$ 2,25 milhões e o teto de 12% de juros ao ano para o financiamento habitacional.

No entanto, talvez a medida mais aclamada seja a expansão do Minha Casa, Minha Vida com a criação da Faixa 4, destinada a famílias com renda mensal de R$ 8,6 mil a R$ 12 mil.

A proposta foi aprovada pelo Conselho Curador do Fundo de Garantia de Tempo de Serviço (FGTS) e passou a ser disponibilizada em maio do último ano. Essas famílias podem financiar imóveis de até R$ 600 mil por taxas de 10% ao ano. O financiamento é de até 420 meses (35 anos), mas não conta com subsídios.

Segundo estudo da Ipsos, os brasileiros acreditam que os maiores desafios habitacionais do País são as altas taxas de juros (39%), os impostos (38%) e o preço dos imóveis (38%)
Segundo estudo da Ipsos, os brasileiros acreditam que os maiores desafios habitacionais do País são as altas taxas de juros (39%), os impostos (38%) e o preço dos imóveis (38%) Foto: Breno Damascena

A análise de especialistas é que as iniciativas são positivas, mas não são suficientes para estimular a retomada do segmento. “Não há nada que se compare a comprar um imóvel em relação ao comprometimento da renda a longo prazo. Você só pode dar esse passo quando você tem essa segurança básica”, justifica Ajzental.

Ele critica o modelo de aumento de demanda por meio de dívida, defende um maior controle de gastos do governo para diminuição dos juros e aponta a falta de esclarecimento financeiro da população.

“Em economia, aluguel e compra de imóvel são bens substitutos. E a locação é um bem inferior. Tirando aquela fase em que você está decidindo o que quer fazer da vida, onde vai morar, se vai fazer e ter filhos, a decisão é comprar. Mas o aspiracional da compra está travado porque as famílias estão com a corda no pescoço”.

sexta-feira, 8 de maio de 2026

Carro capota após colidir em outro no Jardim Amazonas

Um acidente impressionante na noite desta sexta-feira (8) assustou moradores do Jardim Amazonas, Zona Oeste de Petrolina. Dois veículos colidiram e um deles chegou a capotar.

Segundo as primeiras informações, o condutor de um dos carros fazia serviço de transporte de passageiros por aplicativo. Até o momento o que se sabe é que, felizmente, ninguém ficou ferido. Via: Blog do Carlos Britto 

Maior medo de Lula era que Trump o humilhasse; não quis imprensa por perto

O presidente Lula (PT) estava com pânico de ser humilhado pelo americano Donald Trump, com quem se encontrou ontem (7). Para evitar qualquer aperto, a delegação brasileira pediu à Casa Branca para barrar a imprensa, que havia sido convidada para participar dos primeiros trinta minutos da reunião. Também foi cancelada a coletiva conjunta de Lula e Trump, após o encontro, e o petista preferiu um ato solo, na Embaixada do Brasil em Washington, para poder definir sozinho o resultado. A informação é da Coluna Claudio Humberto, do Diário do Poder.

O governo brasileiro alegou que a coletiva conjunta foi cancelada porque o encontro se alongou. Mas não explicou por que Lula chegou atrasado.

“Visita estranha de Lula”, descreveu o jornalista espanhol David Alandete. “Carregada de tensão por causa de Bolsonaro, tarifas, Cuba…”

John Roberts (Fox News) disse que virou piada a proibição da imprensa, mas fez sentido, já que a relação Lula-Trump é “bastante conturbada”.

Diário do Poder 

Homem é preso suspeito de matar companheira a pauladas em Petrolina

A Polícia Militar (PM) prendeu em flagrante, na quinta-feira (7), um homem suspeito de matar a companheira em Petrolina, no Sertão de Pernambuco. O crime aconteceu na casa onde os dois viviam, na Rua 4 do Bairro Quati.

A vítima, Maria do Socorro Cleonice de Oliveira, de 46 anos, foi encontrada morta no quarto com marcas de paulada. Segundo familiares, ela mantinha um relacionamento de cerca de um ano com o suspeito e morava com ele há quatro meses.

A irmã da vítima, Maria do Carmo Bezerra, disse que insistiu para que Maria do Socorro terminasse o namoro, pois o companheiro demonstrava um comportamento violento desde o início.

Vizinhos também informaram que, durante os quatro meses em que o casal morou junto, perceberam que a vítima vivia um relacionamento abusivo.

Em nota, a Polícia Civil informou que " registrou, na noite desta quinta-feira , por meio da 25ª DPH de Petrolina, a prisão em flagrante delito de um homem de 35 anos por feminicídio consumado, ocorrido no bairro do Quati I. O suspeito foi capturado e conduzido à delegacia para os procedimentos legais, ficando à disposição da Justiça". G1

Há vagas de trabalho nesta sexta-feira (8), em Petrolina-PE

O atendimento em Petrolina é na Agência de Trabalho, que funciona no Expresso Cidadão.

Contato: (87) 3866 - 6540 e (87) 9 9180-4065

03 Ajudante de Farmácia Médio Incompleto 6 Meses Não Informado Vaga Exclusiva para Pessoas com Deficiência
07 Ajudante de Obras Não Exigida Não Exigida R$ 1.788,00
03 Almoxarife Médio Incompleto 6 Meses Não Informado Vaga Exclusiva para Pessoas com Deficiência
03 Assistente Administrativo Médio Incompleto 6 Meses Não Informado Vaga Exclusiva para Pessoas com Deficiência
03 Auxiliar de Lavanderia Médio Incompleto 6 Meses Não Informado Vaga Exclusiva para Pessoas com Deficiência
20 Auxiliar de Limpeza Fundamental Completo Não Exigida R$ 1.621
07 Auxiliar de Limpeza Fundamental Incompleto 6 Meses R$ 1.632
01 Auxiliar de Manutenção Predial Fundamental Incompleto 6 Meses R$ 2.023
04 Auxiliar de Vidraceiro Fundamental Incompleto Não Exigida Não Informado
07 Carpinteiro Não Exigida 6 Meses R$ 2.310
07 Carpinteiro de Obras Não Exigida 6 Meses R$ 1.738
03 Copeiro de Hospital Médio Incompleto 6 Meses Não Informado Vaga Exclusiva para Pessoas com Deficiência
02 Costureiro de Roupas (confecções em série) Médio Incompleto 6 Meses Não Informado Vaga Exclusiva para Pessoas com Deficiência
03 Cozinheiro de Hospital Médio Incompleto 6 Meses Não Informado Vaga Exclusiva para Pessoas com Deficiência
03 Eletricista Médio Incompleto 6 Meses Não Informado Vaga Exclusiva para Pessoas com Deficiência
03 Empregado Doméstico nos Serviços Gerais Não Exigida 6 Meses R$ 1.800
06 Encanador Fundamental Completo 6 Meses R$ 2.310,00
02 Encanador Não Exigida 6 Meses R$ 2.310,00
03 Encanador Médio Incompleto 6 Meses Não Informado Vaga Exclusiva para Pessoas com Deficiência
03 Enfermeiro Médio Incompleto 6 Meses Não Informado Vaga Exclusiva para Pessoas com Deficiência
03 Farmacêutico Hospitalar e Clínico Médio Incompleto 6 Meses Não Informado Vaga Exclusiva para Pessoas com Deficiência
03 Fisioterapeuta Geral Médio Incompleto 6 Meses Não Informado Vaga Exclusiva para Pessoas com Deficiência
02 Instrutor de Informática Superior Incompleto Não Exigida Não Informado
01 Jardineiro Médio Completo 6 Meses R$ 1.743
03 Lavador de Roupas Hospitalar Médio Incompleto 6 Meses Não Informado Vaga Exclusiva para Pessoas com Deficiência
03 Maqueiro de Hospital Médio Incompleto 6 Meses Não Informado Vaga Exclusiva para Pessoas com Deficiência
03 Marceneiro Médio Incompleto 6 Meses Não Informado Vaga Exclusiva para Pessoas com Deficiência
06 Motorista Entregador Fundamental Completo 6 Meses Não Informado
03 Nutricionista Médio Incompleto 6 Meses Não Informado Vaga Exclusiva para Pessoas com Deficiência
02 Oficial de Manutenção Predial Médio Incompleto 6 Meses Não Informado Vaga Exclusiva para Pessoas com Deficiência
06 Pedreiro Não Exigida 6 Meses R$ 2.310,00
03 Pedreiro Médio Incompleto 6 Meses Não Informado Vaga Exclusiva para Pessoas com Deficiência
03 Porteiro Médio Incompleto 6 Meses Não Informado Vaga Exclusiva para Pessoas com Deficiência
03 Psicólogo Hospitalar Médio Completo 6 Meses Não Informado Vaga Exclusiva para Pessoas com Deficiência
03 Recepcionista de Hospital Médio Incompleto 6 Meses Não Informado Vaga Exclusiva para Pessoas com Deficiência
01 Serralheiro de Alumínio Fundamental Completo 6 Meses R$ 2.000
10 Servente de Obras Não Exigida Não Exigida R$ 1.738
03 Técnico de Enfermagem Médio Incompleto 6 Meses Não Informado Vaga Exclusiva para Pessoas com Deficiência. G1

quinta-feira, 7 de maio de 2026

Mulher é encontrada morta dentro de residencia no Quati I

Uma mulher foi encontrada morta na manhã desta quinta-feira (7), dentro de sua residência na Rua 4, no bairro Quati I, na zona oeste de Petrolina.

De acordo com informações de moradores da localidade, uma equipe da perícia foi acionada e já realiza os procedimentos necessários no local. Até o momento, não há informações sobre as circunstâncias do crime, nem sobre a autoria.

O caso deverá ser investigado pela Polícia Civil. Via: Edenevaldo Alves 

Brasil tem o trimestre mais letal já registrado em feminicídios

Brasil vive o início de ano mais letal da história em casos de feminicídio. Entre janeiro e março de 2026, foram registradas 399 vítimas, segundo dados do Ministério da Justiça e Segurança Pública. O número equivale a uma média de quatro mulheres assassinadas por dia — ou uma morte a cada cinco horas.

Este é o primeiro trimestre mais violento desde o início da série histórica do Sistema Nacional de Informações de Segurança Pública (Sinesp), iniciada em 2015. Em comparação com o mesmo período de 2025, quando foram registrados 371 casos, houve um aumento de aproximadamente 7,5%.

Janeiro concentrou o maior número de ocorrências em 2026, com 142 vítimas. Em fevereiro, foram 123 registros, enquanto março contabilizou 134 casos.

Estados com mais registros

Entre as unidades da federação, São Paulo lidera o ranking, com 86 feminicídios no período. Em seguida aparecem Minas Gerais (42), Paraná (33), Bahia (25), Rio Grande do Sul (24), Pernambuco (22) e Rio de Janeiro (20).

Outros estados também registraram ocorrências, como Goiás (18), Pará (17), Santa Catarina (12), Mato Grosso (10), Rio Grande do Norte (10) e Ceará (9). Estados como Acre e Roraima não registraram casos no período analisado.

A taxa estimada de feminicídios no país em 2026 é de 0,75 por 100 mil habitantes.

Confira as vagas de trabalho nesta quinta-feira (7), em Petrolina-PE

O atendimento em Petrolina é na Agência de Trabalho, que funciona no Expresso Cidadão.

Contato: (87) 3866 - 6540 e (87) 9 9180-4065

03 Ajudante de Farmácia Médio Incompleto 6 Meses Não Informado Vaga Exclusiva para Pessoas com Deficiência
03 Almoxarife Médio Incompleto 6 Meses Não Informado Vaga Exclusiva para Pessoas com Deficiência
03 Assistente Administrativo Médio Incompleto 6 Meses Não Informado Vaga Exclusiva para Pessoas com Deficiência
03 Auxiliar de Lavanderia Médio Incompleto 6 Meses Não Informado Vaga Exclusiva para Pessoas com Deficiência
20 Auxiliar de Limpeza Fundamental Completo Não Exigida R$ 1.621
05 Auxiliar de Limpeza Fundamental Incompleto Não Exigida Não Informado
07 Auxiliar de Limpeza Fundamental Incompleto 6 Meses R$ 1.632
01 Auxiliar de Manutenção Predial Fundamental Incompleto 6 Meses R$ 2.023
04 Auxiliar de Vidraceiro Fundamental Incompleto Não Exigida Não Informado
07 Carpinteiro Não Exigida 6 Meses R$ 2.310
07 Carpinteiro de Obras Não Exigida 6 Meses R$ 1.738
03 Copeiro de Hospital Médio Incompleto 6 Meses Não Informado Vaga Exclusiva para Pessoas com Deficiência
03 Empregado Doméstico nos Serviços Gerais Não Exigida 6 Meses R$ 1.800
02 Instrutor de Informática Superior Incompleto Não Exigida Não Informado
01 Jardineiro Médio Completo 6 Meses R$ 1.743
06 Motorista Entregador Fundamental Completo 6 Meses Não Informado
03 Psicólogo Hospitalar Médio Completo 6 Meses Não Informado Vaga Exclusiva para Pessoas com Deficiência
03 Recepcionista de Hospital Médio Incompleto 6 Meses Não Informado Vaga Exclusiva para Pessoas com Deficiência
01 Serralheiro de Alumínio Fundamental Completo 6 Meses R$ 2.000
03 Técnico de Enfermagem Médio Incompleto 6 Meses Não Informado Vaga Exclusiva para Pessoas com Deficiência. G1

quarta-feira, 6 de maio de 2026

Sargento do exercito é encontrado morto no batalhão em Petrolina

O 72º Batalhão de Infantaria de Caatinga informou, com pesar, a morte do 3º sargento Luiz Paulo de Sales Neres. O militar foi encontrado em óbito no interior das instalações da unidade, na madrugada desta quarta-feira (6), em Petrolina.

De acordo com a instituição, os procedimentos investigativos já foram abertos para apurar as circunstâncias do caso, e todas as medidas legais e administrativas estão sendo adotadas. O batalhão destacou ainda que está prestando apoio à família do sargento, incluindo assistência médica, psicológica e religiosa.
Via: Blog do Carlos Britto 

Maioria dos Brasileiros diz que Lula não merece reeleição, aponta pesquisa MEIO/IDEIA

Nesta quarta-feira, dia 6 de maio de 2026, a nova pesquisa Meio/Ideia divulgada nacionalmente trouxe um sinal de alerta para o governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva. Segundo o levantamento, 52% dos brasileiros afirmam que Lula não merece continuar no comando do país após o fim do atual mandato. Outros 44% acreditam que o presidente merece ser reeleito, enquanto 4% não souberam responder.
A pesquisa foi realizada entre os dias 1º e 5 de maio, com 1.500 entrevistas por telefone em todas as regiões do Brasil. A margem de erro é de 2,5 pontos percentuais, com nível de confiança de 95%. O levantamento está registrado no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sob o número BR-05356/2026.
Os números mostram uma continuidade no desgaste da imagem do governo federal. Em levantamentos anteriores da própria série Meio/Ideia, o índice de brasileiros que consideravam que Lula não merecia continuar já girava em torno de 51%, enquanto o percentual favorável à reeleição ficava próximo de 45%. Agora, a diferença aumentou ainda mais.
Além da questão eleitoral, a pesquisa também revelou um cenário complicado para a avaliação do governo. Segundo os dados divulgados nesta quarta-feira, 46,3% dos entrevistados classificam a gestão Lula como ruim ou péssima. Já 31,5% avaliam o governo como ótimo ou bom, enquanto 21% consideram a administração regular.
A divulgação dos números repercutiu fortemente no meio político e em grandes veículos da imprensa nacional, como UOL, CNN Brasil e Folha de S.Paulo. Analistas avaliam que o resultado aumenta a pressão sobre o Palácio do Planalto, principalmente diante das discussões sobre economia, inflação, segurança pública e custo de vida.
Outro dado que chamou atenção foram os cenários eleitorais testados pela pesquisa. Em uma eventual disputa de segundo turno, Lula aparece tecnicamente empatado com Flávio Bolsonaro, indicando um ambiente político polarizado e uma disputa potencialmente mais apertada em 2026.
Especialistas apontam que, apesar da distância até a eleição presidencial, os números refletem um momento delicado para o governo federal. A expectativa agora é sobre quais medidas políticas e econômicas serão adotadas nos próximos meses para tentar recuperar a popularidade junto ao eleitorado brasileiro.

Via: https://diario360.com.br/2026/05/06/maioria-dos-brasileiros-diz-que-lula-nao-merece-reeleicao-aponta-pesquisa-meio-ideia/

Brasil atinge recorde de 82,8 milhões de inadimplentes

O número de brasileiros com contas em atraso atingiu 82,8 milhões em março de 2026. O dado, revelado pelo Mapa da Inadimplência da Serasa, aponta um crescimento de 1,35% em comparação ao mês anterior. De acordo com o estudo, o montante total das dívidas no país já soma R$ 557 bilhões e o valor médio devido por cada cidadão subiu para R$ 6.728,51.⁣
Entre as principais dívidas, o setor financeiro (bancos e cartões) continua a ser o principal credor, detendo 47% do volume total de inadimplência. No setor, o cartão de crédito lidera como alvo de débitos (73%) e se concretiza como a dívida mais cara, com 37% dos montantes superiores a R$ 10 mil reais.⁣ R7

STF anula imunidade parlamentar e decide quem pode falar

As últimas semanas têm sido pródigas em novos ataques à liberdade de expressão promovidos pelo Supremo Tribunal Federal, todos seguindo um padrão muito semelhante: a tentativa de calar críticas ao governo Lula, aos que lhe dão sustentação e ao próprio STF. O senador e pré-candidato à Presidência Flávio Bolsonaro se tornou alvo de um inquérito por críticas ao presidente Lula. 

Outro pré-candidato ao Planalto, Romeu Zema, pode ser incluído no inquérito das fake news a pedido de Gilmar Mendes, por causa de um vídeo satírico com fantoches representando ministros do Supremo. O ex-deputado Eduardo Bolsonaro está prestes a ser condenado por críticas a uma colega de parlamento, Tábata Amaral, feitas enquanto ele era deputado. O pastor Silas Malafaia foi tornado réu por suposta injúria a generais. 

E ministros do Supremo ameaçaram senadores com a perda do cargo ou a inelegibilidade por terem sido favoráveis a relatório de CPI (que nem sequer foi aprovado) que pedia a abertura de investigações contra os ministros – em suma, por estarem exercendo uma de suas funções mais elementares como parlamentares: propor investigações. Cada uma dessas atitudes e decisões é profundamente equivocada; algumas delas já foram analisadas neste espaço. 

Neste momento, interessa-nos ressaltar o assustador padrão que, além da liberdade de expressão, atinge também a imunidade parlamentar, em uma intervenção indevida, arbitrária e sem precedentes do Judiciário na política. Ao atacar a proteção especial dada pelo constituinte de 1988 aos parlamentares, os ministros do STF estreitam o espaço de crítica política e chegam ao ponto de pretender definir quem pode e quem não pode concorrer nas próximas eleições. 

🔗 Leia a matéria completa (link na bio): https://gazpovo.com/TM2f8sfJ 📷 Foto: ChatGPT sobre foto de Vinicius Loures/Câmara dos Deputados

Coca-Cola aposta em embalagens menores e levanta alerta sobre custo real ao consumidor

A Coca-Cola anunciou a chegada ao Brasil de novas versões de seus produtos: as chamadas “mini latas” de 269 ml e a garrafa de 1,25 litro. A medida, apresentada como resposta à pressão inflacionária e à redução do poder de compra, busca oferecer preços mais baixos no momento da compra, facilitando o acesso do consumidor no curto prazo.

No entanto, a estratégia esconde um detalhe importante: o custo por litro tende a ser mais alto nessas embalagens menores quando comparado às versões tradicionais, como a de 2 litros. Na prática, o consumidor paga menos na hora, mas leva menos produto e, proporcionalmente, desembolsa mais.

O movimento é conhecido no varejo e favorece a indústria, que aumenta sua margem e acelera o giro de estoque. Em um cenário de orçamento apertado, a decisão de compra exige atenção redobrada. Mais do que o preço final exibido, o consumidor precisa observar o valor por litro para entender o impacto real no bolso.

Pesquisa: maioria acha que economia piorou com Lula

Uma pesquisa feita pelo Instituto Real Time Big Data, divulgada nesta terça-feira (5), mostra que 40% dos brasileiros consideram que a economia na gestão do presidente Lula (PT) está pior em relação ao seu antecessor, o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL).

Por outro lado, 31% dos entrevistados consideram que a economia melhorou, outros 25% acreditam estar igual. Outros 4% não sabem ou não responderam.

A Economia do Brasil no governo Lula, em comparação ao governo Bolsonaro, está:

  • Pior: 40%
  • Melhor: 31%
  • Igual: 25%
  • Não sabem/não responderam: 4%

Entre os eleitores do atual candidato e pré-candidato às eleições de outubro, entre governo e oposição, para 69% dos eleitores do petista, houve melhora na economia brasileira desde o governo de Jair Bolsonaro; 24% acham que nada mudou; e 4% acreditam ter piorado. Aqueles que não sabiam ou não souberam responder somam 3%. Apenas os eleitores do petista formam maioria quando dizem que o cenário econômico melhorou.

Para os eleitores de Flávio Bolsonaro (PL), o cenário é oposto: 83% acreditam que a economia piorou, enquanto apenas 2% dizem ter melhorado. Para 12%, a situação permanece a mesma, enquanto 4% não sabiam ou não souberam responder.

Para a pesquisa, o Instituto Real Time Big Data ouviu dois mil eleitores de todo o país entre os dias 2 e 4 de maio. A margem de erro é de 2 pontos percentuais, para mais ou para menos, com 95% de confiança. A pesquisa está registrada no TSE (Tribunal Superior Eleitoral) sob o protocolo BR-03627/2026.

Pesquisa nacional confirma Flávio à frente de Lula em 2º turno: 46,9 a 44,4%

A nova rodada da pesquisa nacional Futura/Apex não mostra apenas uma disputa apertada entre Lula (PT) e Flávio Bolsonaro (PL). O...

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