quarta-feira, 17 de junho de 2026
Há vagas de trabalho nesta quarta-feira (17), em Petrolina-PE
terça-feira, 16 de junho de 2026
Vorcaro pagou hotel de alto luxo em Lisboa para Hugo Motta e Ciro, no ‘Gilmarpalooza’
Mendonça rebate Gilmar e vê ‘contornos de máfia’ no caso Master
Comerciante é assassinado em plena luz do dia no bairro Areia Branca em Petrolina (PE); veja o vídeo
Escritor pernambucano Raimundo Carrero morre aos 78 anos
Há vagas de trabalho nesta terça-feira (16), em Petrolina-PE
segunda-feira, 15 de junho de 2026
Lagoa Grande: Henrique Diniz declara apoio a Eliane Soares
Pernambuco inteiro já conhece Eliane Soares - reconhecida como uma das melhores prefeitas do estado. Aprovada, ela administrou Santa Cruz-PE por quatro vezes.
"Recebo com muita alegria o apoio de @henriquedinizlagoagrande, jovem liderança de Lagoa Grande, que chega para fortalecer ainda mais a nossa caminhada". "Com sua trajetória e disposição para o trabalho, Henrique soma ao nosso projeto, ampliando nossa presença e nosso compromisso com o povo de Lagoa Grande", disse Eliane Soares em seu Instagram.
Siga: @elianesoarespe
Duplo homicídio: Casal é morto na zona rural de Dormentes (PE)
Avô e neto morrem em grave acidente na BR-428, no Sertão de Pernambuco
Há vagas de trabalho nesta segunda-feira (15), em Petrolina-PE
domingo, 14 de junho de 2026
Polícia apreende maconha avaliada em R$ 9 mil em depósito de transportadora em Salgueiro, após ninguém aparecer para retirar encomenda
Eleições no Peru: Fujimori aumenta vantagem para 4,5 mil sobre Sánchez
STF avalia assumir funções próprias do TSE durante campanha eleitoral
Em jogo truncado, Brasil empata com o Marrocos na estreia da Copa
sábado, 13 de junho de 2026
Criminosos matam criança de 3 anos no bairro Mandacaru, em Petrolina
Trajetória de Vorcaro que o levou à prisão por fraude começou com figurões do PT da Bahia
Lula recua em discurso de soberania após pressão de Trump
Cesta básica explode em todas as capitais: Lula entrega a maior inflação dos alimentos em duas décadas
sexta-feira, 12 de junho de 2026
TSE nega tentativa do PT de censurar filme de Bolsonaro
Itália diz que Moraes foi parcial ao julgar Carla Zambelli
Vorcaro pagou US$30 milhões (mais de R$ 155 milhões) a Alcolumbre, afirma revista
Delação de Vorcaro implicava Rui Costa, ex-ministro de Lula
quinta-feira, 11 de junho de 2026
Rejeição a Lula supera aprovação há 18 meses
PM apreende drogas e celulares em revista na Cadeia Pública de Araripina
Operação e Apreensão
Durante o pente-fino realizado pela equipe da GTI9011 em apoio ao efetivo da unidade prisional, os policiais encontraram materiais ilícitos escondidos em diferentes pavilhões da Cadeia Pública, localizada às margens da BR-316, no bairro Planalto.
A revista resultou nas seguintes apreensões por cela:
Cela 1: Foram encontrados 4 “bichos” (porções) de maconha, pesando cerca de 4 gramas, pertencentes ao detento João Vitor Arruda.
Cela 2: Apreendidos dois aparelhos celulares. Não foi possível identificar o proprietário dos dispositivos.
Cela 5: Localizados mais dois aparelhos celulares e uma quantidade maior de entorpecentes. Os 200 gramas de maconha encontrados nesta cela foram atribuídos ao detento Luan Fontes da Silva, enquanto os celulares foram associados ao detento Cícero Francisco da Silva.
Desdobramentos Policiais
Todo o material apreendido durante a inspeção foi recolhido e apresentado na Delegacia de Polícia Civil de Araripina, onde a ocorrência foi registrada. Os entorpecentes e aparelhos celulares ficarão sob custódia da Polícia Civil, que deverá instaurar procedimentos legais para investigar a entrada dos materiais proibidos no estabelecimento prisional e as responsabilidades de cada detento.
Via: Blog do Roberto Gonçalves
Recursos públicos: Itamaraty hospedou em Roma artistas que apoiaram Lula em 2022
A lista foi obtida pela coluna via Lei de Acesso à Informação (LAI). Esses artistas foram mencionados porque viajaram com recursos públicos do Programa de Diplomacia Cultural — uma iniciativa do Ministério das Relações Exteriores para a promoção da cultura brasileira no exterior.
Outros hóspedes, como o ator Fábio Porchat, não constam da lista. Porchat viajou com recursos próprios e foi recebido como hóspede privado do embaixador brasileiro em Roma, Renato Mosca.
Ao todo, o Itamaraty informou as estadias de 68 pessoas e seus acompanhantes. A maioria delas são autoridades e seus assessores, inclusive o presidente Lula, a primeira-dama Rosângela da Silva (Janja) e a ex-presidente Dilma Rousseff (leia mais abaixo).
Como mostrou a coluna, a operação dos prédios de embaixadas e residências oficiais do Brasil no exterior custou pelo menos R$ 240,5 milhões em 2025.
Shows de Fafá de Belém custaram R$ 273 mil
Fafá de Belém hospedou-se na residência oficial em Roma entre os dias 18 e 22 de maio de 2024, junto com o multi-instrumentista André Mehmari — os dois apresentaram-se em Roma e em San Marino (um pequeno país dentro da Itália). O valor aprovado para a atividade foi de 45.122,00 euros, equivalentes a R$ 273,8 mil na cotação atual.
Em 2022, a cantora publicou vídeo, em suas redes sociais, declarando apoio a Lula no primeiro turno. “Pela permanência do Estado Democrático, pela vida, por quem sobreviveu, por quem está aqui hoje, pela minha filha (…), eu, Maria de Fátima, Fafá de Belém, 66 anos, voto Lula”, diz ela na postagem.
O valor da atividade de Fafá de Belém foi bem maior do que o da cantora Mônica Salmaso — ela e dois músicos que a acompanham também se hospedaram na residência oficial em Roma, em outubro de 2024. No caso dela, a atividade foi orçada em 7.650 euros, o que equivale a R$ 51,2 mil no câmbio da época, corrigido pela inflação.
Desde fevereiro deste ano, a coluna tenta obter a lista de hóspedes das embaixadas brasileiras no exterior via Lei de Acesso à Informação. Inicialmente, o Itamaraty negou acesso às informações, alegando tratar-se de pedido “desarrazoado” e “desproporcional”.
Veja as vagas de trabalho nesta quinta-feira (11), em Petrolina-PE
quarta-feira, 10 de junho de 2026
Crise: Economistas veem juros ‘assustadores’ na dívida pública brasileira
Por Folha de S. Paulo – Os juros que o Tesouro Nacional paga para financiar a crescente dívida pública brasileira seguem disparando e atingindo patamares recordes.
Isso torna mais caro rolar a dívida pública federal de R$ 8,8 trilhões e explicita o temor de investidores quanto à capacidade de pagamento do país num momento em que o presidente Lula (PT) busca a reeleição com uma série de novos gastos.
Em menos de um mês, todas as taxas de juros que o Tesouro paga para a venda de títulos escalaram. Os bastante populares e corrigidos pela inflação com vencimento em 2032 (IPCA + 2032), por exemplo, saltaram de 7,63% ao ano para 8,3%. Para aqueles com vencimento um pouco mais longo (IPCA + 2040), as taxas subiram de 7,15% para 7,65%.
Num exemplo com os títulos IPCA + 2032: quem tivesse aplicado R$ 100 mil no dia 11 de maio receberia no vencimento R$ 162,2 mil, mais a inflação. Quem o fez nesta terça (9), veria os mesmos R$ 100 mil se transformarem em R$ 169 mil, mais a inflação —uma diferença de R$ 6.800 a mais.
“Há uma combinação de elementos pressionando as taxas: o desajuste fiscal que Lula aprofunda com medidas macro e micro para tentar se reeleger; o choque nos preços do petróleo e a diminuição dos estoques; a expectativa de aumento dos alimentos com a chegada do El Niño; e a tramitação do fim da escala 6×1, que trará pressões para as empresas”, afirma Sérgio Vale, economista-chefe da MB Associados.
Tudo isso pressiona a inflação e pode levar o Banco Central a retardar o ciclo de queda nos juros —a Selic está em 14,5% ao ano. Vale afirma que o desequilíbrio fiscal pesa particularmente.
“Enquanto o governo projeta um superávit primário [receitas menos despesas, sem contar juros] de R$ 8 bilhões para 2027, o mercado conta com um déficit de R$ 130 bilhões. Se não houver um ajuste, o quadro vai se agravando”, diz. A discrepância seria resultado de receitas superestimadas e projeção de aumento de despesas irrealista, além de uma série de gastos que não entraria formalmente na meta fiscal.
José Júlio Senna, pesquisador do FGV-Ibre e ex-diretor do Banco Central, considera “assustadoras” as taxas que o Tesouro está pagando para rolar a dívida federal.
“Muita gente fala que um ajuste nas contas públicas será ‘inevitável’ em 2027. Mas, para ser inevitável, é preciso que Executivo e Legislativo estejam cientes da gravidade. O que vemos, no entanto, é que esses Poderes estão juntos na promoção de gastos insustentáveis. Parece que ninguém se assusta com isso”, afirma.
Segundo Senna, o quadro atual —em que o governo Lula se utiliza de fundos e bancos estatais como o BNDES e a Caixa Econômica Federal para subsidiar políticas visando à reeleição— torna o cenário mais imprevisível.
“Há empréstimos subsidiados para motoqueiros, motoristas de Uber, caminhoneiros, o Minha Casa Minha Vida, para reforma de residências, e não há como fazer uma estimativa clara de quanto desse dinheiro vai voltar”, diz Senna.
“Isso também não impacta nas regras fiscais [do chamado arcabouço fiscal], mas é dinheiro que aumenta imediatamente a dívida pública. É um quadro muito nebuloso em que o mercado tem muita dificuldade de entender esse vale-tudo, daí a forte alta dos juros.”
Em artigo publicado nesta terça (9), Alexandre Manoel, sócio da Global Intelligence and Analytics e com várias passagens no Ministério da Fazenda/Economia, afirmou que “mais importante do que o nível absoluto dessas taxas [de juro atuais] é o fato de que o mercado continua demonstrando dificuldade em identificar gatilhos para uma convergência rápida dos juros reais para os níveis observados antes de 2023”.
Manoel destaca que os juros reais estruturais passaram de 5% ao ano entre 2016-2022 para 7% no período 2023-2025. Contribuíram para isso mais gastos primários (alta de 1,8% para 4,7% entre os dois períodos) e aumento de medidas parafiscais (como as que Senna destaca), que subiram de 0,3% como proporção do PIB para 1%.
“Enquanto os agentes econômicos não perceberem uma mudança efetiva na condução da política fiscal e na reconstrução dos mecanismos institucionais de contenção de gasto, sinais pontuais ou anúncios de curto prazo tendem a produzir impacto limitado sobre os juros reais estruturais”, afirma.
Para André Braz, coordenador dos Índices de Preços da FGV, a alta recente nas taxas dos títulos públicos de longo prazo é motivada por uma combinação de fatores, mas o peso principal está no prêmio de risco fiscal e político-eleitoral, e não apenas na inflação.
“Embora a inflação continue desconfortável —com mercado de trabalho forte, serviços resistentes e expectativas acima da meta—, o que realmente tem disparado os juros reais para patamares acima de 8% ao ano é a desconfiança em relação à sustentabilidade das contas públicas e o temor de mais gastos em ano eleitoral”, diz.
Nesse cenário, a inflação funcionaria como o sintoma visível, mas a política fiscal é a verdadeira doença, gerando uma desconfiança que contamina toda a curva de juros futuros, encarece o crédito e desvaloriza os ativos locais.
Adicionalmente, a escalada nos últimos 30 dias coincidiu com a eclosão do caso “Dark Horse”, em que o pré-candidato Flávio Bolsonaro (PL) aparece em gravações pedindo dinheiro ao ex-banqueiro Daniel Vorcaro, hoje preso pelas falcatruas no banco Master.
De lá para cá, pesquisas de intenção de voto mostraram Flávio perdendo terreno em uma eventual disputa no segundo turno contra Luiz Inácio Lula da Silva (PT).
Muitos no mercado consideram que a continuidade de uma gestão petista não traria um ajuste significativo nas contas públicas, tornando a necessidade de financiamento do Tesouro mais crítica —daí o aumento das taxas que os investidores cobram.
Já membros da equipe de Flávio vêm delineando estratégias de ajuste, como o chamado “Plano Brasil” formulado pelo economista Adolfo Sachsida, ex-membro da equipe econômica de Jair Bolsonaro (PL) e colaborador de Flávio.
Mas muitos questionam se as medidas seriam para valer, já que o próprio Flávio não diz nada abertamente sobre elas.
Governo Lula propõe aumentar para 32% o etanol na gasolina contra alta de preço
Em 24 de junho de 2025, o CNPE aprovou o aumento da mistura obrigatória de etanol na gasolina de 27% para 30%, conhecido como E30. A medida entrou em vigor em 1° de agosto do ano passado.
Passado menos de um ano, a possibilidade de mais um aumento de 2% já havia sido anunciada pelo ministro Silveira em abril.
A afirmação aconteceu após reunião com o presidente e demais associações e empresários do setor de energia. Segundo Silveira, a reivindicação realizada hoje deve permitir um maior debate sobre o tema da segurança energética e descarbonização no país.
O ministro também ressaltou que, com o aumento de 2%, 450 milhões de litros de gasolina deixarão de ser importados. “Com isso, podemos nos tornar autossuficientes, deixando de ser necessária a importação de gasolina e minimizando também os impactos da guerra”, afirmou.
Evandro Gussi, presidente da União da Indústria de Cana-de-Açúcar e Bioenergia (UNICA), também presente na reunião e coletiva de imprensa, desde o início da guerra dos Estados Unidos e Israel contra o Irã, a diferença entre o preço do etanol e gasolina fez com que brasileiro economizasse R$ 2 bilhões.
Carro avança faixa de pedestres e atropela 2 pessoas na Orla de Petrolina
Polícia destrói 56 mil pés de maconha na zona rural de Cabrobó
Veja as vagas de trabalho nesta quarta-feira (10), em Petrolina-PE
terça-feira, 9 de junho de 2026
33 mil relatos: pacientes crônicos racionam ou param tratamento por falta de remédio do SUS
São João em Petrolina terá tenda com forró tradicional na Orla
Flávio sinaliza mulher na Economia e reforça busca por vice feminina
Delação de Vorcaro destrói narrativa do PT sobre filme de Bolsonaro
Diário do Poder – A proposta de acordo de colaboração premiada do empresário Daniel Vorcaro, ex-controlador do Banco Master, trouxe esclarecimentos cruciais a respeito dos repasses financeiros destinados à produção do filme Dark Horse, obra cinematográfica voltada a retratar a trajetória política do ex-presidente Jair Bolsonaro.
De acordo com os termos apresentados pela defesa do empresário à Procuradoria-Geral da República (PGR) e à Polícia Federal (PF), os investimentos direcionados à realização do longa-metragem ocorreram dentro da legalidade jurídica e comercial, sem que fossem constatadas contrapartidas institucionais, favores políticos ou desvios de finalidade.
O foco dos esclarecimentos prestados por Vorcaro concentra-se no montante de cerca de R$60 milhões já repassados e comprovados para a execução do projeto cultural.
Diante dos questionamentos levantados por órgãos de controle e pela cúpula da Polícia Federal (que chegou a aventar a abertura de novas frentes de apuração sobre o destino do capital no exterior), o empresário detalhou o fluxo das transações e assegurou que o aporte seguiu estritamente as diretrizes de fomento à atividade artística privada.
A manifestação afasta as teses levantadas por opositores de que os recursos teriam sido desviados para o custeio de despesas pessoais de integrantes da família Bolsonaro ou para vantagens indevidas.
As negociações em torno do financiamento, conduzidas inicialmente em tratativas que envolveram o senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ), constam detalhadamente nos anexos entregues às autoridades.
Conforme os documentos técnicos e os comprovantes bancários anexados à proposta de delação, o teto projetado para o apoio financeiro integral era de R$134 milhões.
A defesa do empresário sustenta que o ritmo dos repasses obedeceu ao cronograma de produção gerido pela Go UP, produtora responsável pela execução do filme.
Paralelamente às discussões sobre a validação do acordo no âmbito do Supremo Tribunal Federal (STF), a narrativa consolidada nos depoimentos reforça a legitimidade do financiamento privado na indústria audiovisual independente, sobretudo em produções de viés biográfico e documental de lideranças conservadoras.
Com a demonstração da origem lícita e destinação direta dos valores para o desenvolvimento da obra, os argumentos de irregularidades perdem sustentação técnica, consolidando o projeto Dark Horse como uma iniciativa cultural de financiamento estritamente privado e regular.
Lula cavou encontro com Trump, mas foi ignorado e passou vergonha na reunião do G7
Lula (PT) foi solenemente ignorado pelo presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, apesar de suas tentativas, quem sabe, para ...