sexta-feira, 24 de julho de 2026

Motociciclista morre em grave acidente na Avenida Transnordestina

 


Palco de constantes acidentes em Petrolina, a Avenida Transnordestina voltou a registrar mais um fato trágico. Um motociclista morreu na noite de ontem (23), após colidir violentamente contra um carro de passeio.

A identidade do condutor, até o momento, não foi divulgada. As primeiras informações dão conta de que o carro envolvido na colisão é um Volkswagen Fox. Não há detalhes sobre motorista.

Com o impacto, a moto – uma ‘cinquentinha’ – virou um amontado de destroços. O motociclista faleceu ainda na pista. O fluxo de veículos no trecho da avenida ficou lento e autoridades de trânsito foram acionadas. O acidente deverá ser investigado. Via: Blog do Carlos Britto 

Empresário morre em acidente na BR-428

 


Uma pessoa morreu e outra ficou ferida em um acidente na BR-428, na noite de ontem (23), nas proximidades do retorno de acesso ao Povoado do Capim, em Petrolina. O óbito é do empresário conhecido como ‘Júnior da Metalúrgica’.

Informações iniciais dão conta de que o acidente ocorreu no momento em que ele retornava do N-8 do Perímetro de Irrigação Senador Nilo Coelho, onde tinha uma pequena metalúrgica, para sua residência, no Povoado de Vermelhos, Zona Rural de Lagoa Grande (PE), Sertão do São Francisco.

Um segundo ocupante da caminhonete conduzida pelo empresário foi encaminhado ao Hospital Universitário (HU) de Petrolina. Seu estado de saúde é considerado estável. A causa do acidente ainda é desconhecida.

Via: Blog do Carlos Britto 

Veja as vagas de trabalho nesta sexta (24), em Petrolina

 

A Agência do Trabalho divulgou as vagas de emprego disponíveis nesta sexta-feira (24) em Petrolina. Há oportunidades, entre outras, para atendente de lojas e mercados (20), auxiliar nos serviços de alimentação (19), balconista de lanchonete (15) e conferente de carga e descarga (10).

No momento não há vagas para pessoas com deficiência.

quinta-feira, 23 de julho de 2026

Urgente: EUA impõem nova tarifa de 12,5% ao Brasil sobre trabalho forçado

 


Os Estados Unidos anunciaram nesta quinta-feira (23) uma nova tarifa de 12,5% sobre produtos brasileiros com base em uma investigação comercial relacionada ao combate ao trabalho forçado. A medida faz parte de um pacote que atinge 60 economias e deve se somar à sobretaxa de 25% já aplicada pelo governo americano ao Brasil na semana passada em outro processo.

Com a nova cobrança, parte dos produtos brasileiros exportados aos Estados Unidos poderá enfrentar uma tarifa adicional de até 37,5%.

A decisão foi tomada pelo Escritório do Representante Comercial dos Estados Unidos (USTR, na sigla em inglês), com base na Seção 301 da Lei de Comércio de 1974, instrumento utilizado por Washington para responder a práticas comerciais consideradas desleais.

Segundo o órgão americano, o Brasil foi incluído no grupo de países que, na avaliação dos Estados Unidos, não possuem mecanismos considerados suficientes para impedir a importação de produtos fabricados com trabalho forçado.

Em relatório divulgado pelo USTR, o governo americano afirmou que, embora o Brasil tenha compromissos internacionais de combate ao trabalho escravo, o país não teria uma proibição considerada efetiva contra a entrada de mercadorias produzidas nessas condições em seu mercado interno.

O documento cita medidas brasileiras, como a Lista Suja do Trabalho Escravo, atualizada pelo governo federal, mas afirma que a investigação teve como foco a ausência de regras para impedir a importação de produtos produzidos com trabalho forçado em outros países.

Investigação dos EUA

De acordo com o USTR, a investigação começou em março de 2026, após determinação do presidente americano Donald Trump. O processo envolveu consultas com governos, audiências públicas e análise de manifestações enviadas por empresas e organizações.

Cláudio Dantas

Oito das dez cidades mais violentas ficam em estados governados pelo PT

 


O 20º Anuário Brasileiro de Segurança Pública, divulgado na manhã desta quinta-feira (23), com dados referentes a 2025, mostra que oito das dez cidades brasileiras mais violentas de todo o país estão localizadas em estados governados pelo Partido dos Trabalhadores (PT). Todos os municípios do ranking ficam na região Nordeste.

Bahia, administrada por Jerônimo Rodrigues (PT), concentra cinco cidades na lista: Eunápolis, com taxa de 85,1 mortes por 100 mil habitantes; Porto Seguro (71,2); Simões Filho (68,1); Jequié (67,4); e Juazeiro (55,8).

Já o Ceará, governado por Elmano de Freitas (PT), aparece com outras três cidades entre as dez mais violentas do país. Maranguape lidera o ranking nacional, com taxa de 100,3 mortes violentas por 100 mil habitantes, seguida por Maracanaú (80,7) e Caucaia (66,6).


Brasil bate recorde de feminicídios pelo quarto ano seguido

O Brasil registrou 1.571 vítimas de feminicídio em 2025, o maior número da série histórica, segundo o 20º Anuário Brasileiro de Segurança Pública, divulgado nesta quarta-feira (23). O total representa um aumento de 4% em relação a 2024 e corresponde a uma taxa de 1,4 feminicídio para cada 100 mil mulheres, consolidando o quarto recorde consecutivo desse indicador.

O levantamento mostra que, enquanto os demais índices de violência letal apresentaram queda, os feminicídios continuaram em alta. Em 2025, o país registrou 40.775 Mortes Violentas Intencionais, uma redução de 8,2% em comparação com o ano anterior e a menor taxa da série histórica, com 19,1 mortes por 100 mil habitantes. Apesar desse cenário, os feminicídios e as mortes decorrentes de intervenção policial foram as únicas modalidades de mortes violentas que cresceram no período.

Para a coordenadora de Gênero e Raça do Fórum Brasileiro de Segurança Pública, Juliana Brandão, os números mostram que a violência contra a mulher segue uma dinâmica diferente da violência urbana em geral. “Enquanto os homicídios vêm caindo, as mulheres continuam morrendo por serem mulheres,” pontuou. Segundo a pesquisadora, fatores como desigualdade de gênero, padrões culturais de masculinidade, controle coercitivo e fragilidades na rede de proteção dificultam a interrupção de ciclos de violência doméstica.

Os dados revelam ainda que 44,4% de todas as mulheres assassinadas em 2025 morreram por razões de gênero, o maior percentual desde que o feminicídio passou a integrar o Código Penal, em 2015. Embora o ano tenha marcado a vigência integral da Lei nº 14.994/2024, que transformou o feminicídio em crime autônomo, a pesquisadora afirma que a mudança na legislação, por si só, não explica o aumento dos casos.

Se fosse apenas uma melhoria dos registros, esperaríamos uma estabilização dos números após alguns anos. O que observamos é um crescimento contínuo, acompanhado também pelo aumento de outros crimes relacionados à violência de gênero,” disse.

Entre esses crimes, o Anuário destaca o crescimento de 30% nos registros de perseguição (stalking) e de quase 17% nos casos de violência psicológica contra mulheres. Outro dado que chama atenção é o aumento das tentativas de feminicídio. Em 2025, 4.189 mulheres sobreviveram a tentativas de assassinato, alta de 5,9% em relação ao ano anterior. Isso significa que, para cada feminicídio consumado, houve 2,7 tentativas, indicando que milhares de mulheres escaparam da morte por circunstâncias alheias à vontade do agressor.

Na definição do Código Penal, a tentativa ocorre porque circunstâncias alheias à vontade do autor impediram a consumação do crime. Ou seja, ele não desistiu de matar; ele não conseguiu,” destacou..

O perfil das vítimas mostra que 65,1% eram mulheres negras, 56,5% tinham entre 25 e 44 anos e 62,5% foram assassinadas dentro da própria residência. Quando a autoria foi identificada, 96,4% dos crimes foram cometidos por homens. Em 60,9% dos casos, o autor era o parceiro íntimo da vítima; em 18,9%, um ex-parceiro; e em 12,1%, um familiar.

Os dados também revelam que o feminicídio costuma ser precedido por outros episódios de violência. Para cada caso registrado em 2025, houve, em média, 502 registros de ameaça, 182 casos de lesão corporal em contexto de violência doméstica, 84 descumprimentos de medidas protetivas, 79 registros de perseguição e 39 de violência psicológica.

Entre os estados que forneceram informações ao Fórum Brasileiro de Segurança Pública, 70 mulheres foram assassinadas mesmo possuindo medida protetiva de urgência ativa, o equivalente a uma em cada nove vítimas. No mesmo período, o país contabilizou 132.025 casos de descumprimento de medidas protetivas, um aumento de 16,7% em relação ao ano anterior.

Para Juliana Brandão, o crescimento desses casos evidencia um dos principais desafios das políticas públicas de proteção às mulheres. “Estamos falando do descumprimento de uma decisão judicial emitida pelo próprio Estado. Quando essa ordem não é cumprida, o risco para a mulher permanece elevado,” completou.

Segundo a pesquisadora, os dados demonstram que, em muitos casos, o descumprimento das medidas protetivas antecede o feminicídio, reforçando a necessidade de estratégias voltadas à prevenção, à intervenção precoce e ao fortalecimento da rede de proteção às mulheres. (Fonte: CNN)

Segurança de Flávio é reforçada após série de ameaças de morte


 O esquema de segurança do senador e pré-candidato à Presidência da República, Flávio Bolsonaro (PL), foi reforçado após um levantamento da equipe de inteligência da Polícia do Senado identificar um aumento nas ameaças direcionadas ao parlamentar desde o início de junho.

De acordo com os dados, foram catalogados mais de 2 mil conteúdos considerados de risco, incluindo ameaças explícitas, incitações à violência, referências codificadas e publicações relacionadas a possíveis ataques contra o senador.

Segundo o relatório, mostrado pela equipe da pré-campanha de Flávio, o monitoramento registrou 868 ameaças explícitas, 647 manifestações de incitação à violência, 640 referências codificadas e 133 conteúdos relacionados ao planejamento ou à oportunidade de ataques.

Diante do cenário apontado pela inteligência da Polícia do Senado, a equipe responsável pela proteção do parlamentar adotou novas medidas de segurança. Entre elas estão a ampliação do efetivo de agentes, que passou a contar com o triplo de policiais destacados para a missão, e a utilização permanente de colete balístico por Flávio Bolsonaro durante compromissos públicos.

Em nota, o senador afirmou que as ameaças não irão alterar sua agenda política.

“Quem acha que vai me intimidar está perdendo tempo. Não tenho medo de ameaças. Vou continuar nas ruas, ouvindo os brasileiros e lutando por um país mais livre, seguro e próspero. Nada vai me impedir de seguir firme na missão de resgatar o Brasil”, declarou.

A proteção do parlamentar é realizada exclusivamente pela Polícia do Senado Federal, responsável pela segurança de Flávio Bolsonaro há oito anos. Segundo informações da equipe, o mesmo modelo de proteção será mantido ao longo de 2026.

Diário do Poder 

Confira as vagas de trabalho nesta quinta-feira (23), em Petrolina-PE

 


O atendimento em Petrolina é na Agência de Trabalho, que funciona no Expresso Cidadão.

20Atendente de Lojas e MercadosMédio CompletoNão Exigida R$ 1.733
10Auxiliar de LimpezaFundamental IncompletoNão Exigida R$ 1.632
10Auxiliar de LogísticaMédio IncompletoNão Exigida R$ 1.733
19Auxiliar nos Serviços de AlimentaçãoNão Exigida Não Exigida R$ 2.107
15Balconista de LanchoneteMédio CompletoNão Exigida Não Informado
08CarpinteiroNão Exigida 6 MesesR$ 2.310
10Conferente de Carga e DescargaMédio CompletoNão Exigida R$ 1.795
02Cozinheiro GeralMédio Incompleto6 MesesR$ 4.000
01Cozinheiro GeralMédio Completo6 MesesR$ 2.054,55
01Empregado Doméstico nos Serviços GeraisFundamental Incompleto6 MesesR$ 1.621
01EncanadorFundamental Incompleto6 MesesR$ 1.700
01Encarregado de ObrasMédio Completo6 MesesR$ 3.505,35
01Operador de Caixa Médio Completo6 MesesR$ 1.700
07PedreiroFundamental Incompleto6 MesesR$ 2.310
07PedreiroNão Exigida6 MesesR$ 2.402
07Servente de ObrasFundamental IncompletoNão ExigidaR$ 1.810,60
10Servente de PedreiroFundamental Incompleto6 MesesR$ 1.738
01SoldadorMédio Completo6 MesesNão Informado
04Vendedor InternoFundamental Completo6 MesesNão Informado
05Vendedor PracistaMédio Completo6 MesesR$ 1.638

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