terça-feira, 29 de dezembro de 2020

Opinião: A juíza Viviane e o menino João Hélio: “Cumprir pena em casa” é mais uma ficção da lei penal brasileira


Na véspera do Natal deste já tão difícil ano de 2020, um crime hediondo chocou o Brasil: no Rio de Janeiro, a juíza Viviane Vieira do Amaral Arronenzi foi brutalmente assassinada a facadas pelo ex-marido, diante das três filhas do casal: gêmeas de 7 anos de idade e a mais velha com 9 anos.



O crime bárbaro, como não poderia deixar de ser, gerou justa indignação. Gerou também alguns comentários absolutamente equivocados sobre nossa legislação penal, e demonstrou pela enésima vez a hipocrisia de parte de nossas “classes falantes”.


Uma profissional da Justiça criminal (de outro estado) disse que a legislação brasileira é muito branda “com os crimes praticados contra as mulheres”.


“Contra as mulheres”? Vejamos.


Em 2007, o menino João Hélio, de apenas 6 anos de idade, morreu após ser arrastado pelo asfalto das ruas da Zona Norte do Rio de Janeiro, preso pelo cinto de segurança ao automóvel de sua mãe, que havia acabado de ser roubado por 5 elementos que acharam que não valia a pena parar o carro para salvar a vida do menino.





Os assaltantes arrastaram João Hélio por 7 quilômetros pelas ruas de Oswaldo Cruz, Madureira, Campinho e Cascadura, em alta velocidade; o menino ia batendo no asfalto, e assim perdeu alguns dedos e parte da cabeça; o crânio ficou esfacelado (pedaços de massa encefálica foram encontrados na rua Cerqueira Dalto, na região) e o corpo, irreconhecível.


Presos dias depois, os latrocidas foram condenados a penas de cerca de 40 anos de prisão – com exceção de um deles que, por ter 17 anos de idade, não podia ser processado criminalmente (muito novo para entender o que fez com João Hélio, diz a ficção estabelecida pela legislação brasileira).






Mas as penas de 40 anos também não passavam de ficção. Em agosto de 2019, um dos homens condenados pela morte de João Hélio, Carlos Roberto da Silva, conhecido como ”Carlinhos Sem Pescoço”, deixou o Instituto Penal Plácido de Sá Carvalho, na Zona Oeste do Rio, pois ganhou o direito de cumprir a pena EM CASA.


“Cumprir pena em casa” é mais uma ficção da lei penal brasileira.





Cerca de 12 anos após o crime, todos os assassinos de João Hélio já estavam de volta às ruas, graças a uma legislação que, como se vê, não é “muito branda com crimes contra mulheres” – é absurdamente frouxa com crimes contra mulheres, com crimes contra meninos de 7 anos de idade, com crimes contra juízes, com crimes contra empregadas domésticas mortas por causa de um celular, etc. etc.





Lembram do caso Suzane Von Richtoffen, a jovem de família rica que em 2002 matou os próprios pais, auxiliada pelo namorado e pelo irmão do namorado? Os três assassinos foram condenados a 39 anos de prisão – pura ficção; nossa benevolente legislação permitiu que os irmãos Cravinhos pudessem voltar a circular pelas ruas de São Paulo já em 2013. Suzane teve que aguardar mais um pouco (até 2014...).


A mesma história se repete no caso Nardoni (a menina morta ao ser arremessada da janela pelo pai e pela madrasta) e em tantos e tantos outros casos: latrocidas, assassinos, assaltantes, traficantes e outros criminosos voltam às ruas após cumprirem menos (na maioria das vezes, muito menos) da metade das penas a que foram condenados.

Há alguns anos, um grupo de juízes, promotores e procuradores criou o Movimento de Combate à Impunidade, propondo leis mais severas e punições mais efetivas para criminosos de todo o tipo. Fizemos um seminário em 2017 – “Segurança Pública como Direito Fundamental” – com foco nos direitos DAS VÍTIMAS e seus familiares, e não nos direitos imaginários dos criminosos. Na época, os promotores de Justiça Diego Pessi e Leonardo Giardin de Souza (que participaram do seminário) haviam lançado o hoje clássico “Bandidolatria e Democídio”, mostrando a relação entre os assombrosos índices de criminalidade brasileiros e o tratamento cada vez mais leniente dos criminosos pela legislação e pela jurisprudência dos tribunais.


A militância “progressista” reagiu com ira. Chegaram a tentar reunir um grupo na frente do prédio onde ocorreu o seminário para protestar e vaiar os palestrantes. O grupo não tinha mais de 10 pessoas, comandadas por duas ou três advogadas ligadas ao PSOL – mas faziam barulho!


“Fascistas! Punitivistas! Reacionários! Prender não resolve!”, gritavam.


Curiosamente, esses mesmos setores que afirmam que punição não é solução e que “prender não resolve”, estão desde a véspera do Natal exigindo leis com punição mais dura para crimes contra as mulheres e uma pena de prisão exemplar para o assassino da juíza Viviane.


São os mesmos setores que se esforçam para barrar qualquer mudança na Lei de Execução Penal que permita que um latrocida condenado a 40 anos de prisão cumpra integralmente sua pena – ou pelo menos mais de dois terços dela.


Eles fingem não entender que criminosos não têm medo de notas de repúdio (como bem lembrou meu amigo Roberto Motta) - o que os criminosos temem é ter que passar o resto da vida na cadeia.


Mas os nossos “progressistas” vão continuar lutando para que isso não aconteça com latrocidas, homicidas e muito menos (valha-nos Deus!) com os traficantes, esses “pequenos comerciantes de drogas” que não representam qualquer risco para a população porque, como sabemos todos (principalmente os cariocas), “tráfico é um crime que não tem relação com violência” – daí porque uma das principais bandeiras dessa turma é a soltura de traficantes.


Muitos desses que aparentam sentir profunda indignação com o hediondo crime de que foi vítima a juíza Viviane são os mesmos que pediram ou aplaudiram a decisão ilegal do STF que, na prática, liberou a atividade do crime organizado em mais de 1.400 comunidades no estado do Rio de Janeiro ao proibir operações policiais nessas localidades usando como esdrúxulo pretexto a pandemia do coronavírus.


Como se vê, a indignação deles com criminosos é altamente seletiva; depende do caso se enquadrar ou não na agenda da militância “progressista-identitária”.


Nossa sincera solidariedade à família da juíza Viviane, bem como à família do menino João Hélio – cuja morte, infelizmente, não mereceu “nota de repúdio” dos “progressistas” – e de tantas e tantas vítimas esquecidas, não importando gênero, cor da pele, orientação sexual ou o que for.


O Brasil, em 2017, teve mais de 60 mil vítimas de homicídio e latrocínio - das quais cerca de 90% eram do sexo masculino. Por mais que a militância “progressista” tente negar a realidade, esse morticínio não tem como causa principal o machismo, ou a “cultura do patriarcado”.


Também não são a desigualdade de gênero, a cor da pele ou a preferência sexual que explicam os inacreditáveis mais de dois milhões de “assaltos” (roubos, em geral à mão armada) sofridos por brasileiros anualmente (um a cada 3 minutos, provavelmente um recorde mundial).


O que explica esses índices de criminalidade surreais é a IMPUNIDADE.


Eu desejaria do fundo do coração que o assassino da juíza Viviane passasse os próximos 40 anos na cadeia (e quando eu digo “cadeia” me refiro a cadeia de verdade, ou seja, prisão em regime FECHADO).


Infelizmente, porém, a militância dos bondosos “progressistas” contra o “punitivismo” não deixa que isso aconteça. Existe o risco de, quando o assassino de Viviane voltar às ruas no regime semiaberto (inclusive na saída temporária do Dia dos Pais), suas filhas mais novas sejam ainda adolescentes.


Desde o último dia 24 a turma do “Prender não resolve, companheiros!” está mordendo a língua, e pedindo punição exemplar para o criminoso.


Mas será por pouco tempo: no próximo confronto entre policiais e traficantes, eles voltam a torcer pelo lado que habitualmente apoiam.


Não se deixem enganar por essa hipocrisia.


Marcelo Rocha Monteiro. Procurador de Justiça no Estado do Rio de Janeiro.


Auxílio emergencial termina hoje com último depósito para 3,2 milhões

O último depósito do auxílio emergencial será feito nesta terça-feira (29) para 3,2 milhões de beneficiários nascidos em dezembro, que fazem parte do ciclo 6 do calendário de pagamento, que receberam a primeir primeira parcela em julho.
Com isso, o governo encerra o programa que começou em abril e beneficiou 67,9 milhões de pessoas, com R$ 294 bilhões, principalmente trabalhadores informais e população de baixa renda, para minimizar os efeitos da pandemia de coronavírus
O fim do benefício é uma das grandes preocupações por causa do impacto que pode provocar na economia, já que a pandemia de covid-19 deve se estender, provavelmente, nos próximos meses até a intensificação da vacina.
O governo cogitou lançar um novo programa que englobaria beneficiários do auxílio e do Bolsa Família, mas não saiu do papel. Também desitiu de prorrogar o pagamento, argumentando que o país tem uma capacidade de endividamento e não pode desequilibrar as contas públicas. Uma possibilidade será a ampliação do número de pessoas assistidas pelo Bolsa Família.
Até esta segunda-feira (28), a Caixa já havia creditado R$ 291,8 bilhões para 67,9 milhões de beneficiários do auxílio emergencial, de R$ 600, e do auxílio emergencial extensão, de R$ 300. Nesta terça, serão pagos mais de R$ 1 bilhão, para 3,2 milhões de pessoas, que vão receber a pacela de R$ 300. Outros 50 mil recebem a de R$ 600. 
Os beneficiários só poderão sacar o dinheiro em 27 de janeiro. Mas até lá o valor fica disponível na conta poupança digital que pode ser movimentada pelo aplicativo Caixa Tem, para pagamento de boletos, compras na internet e pelas maquininhas em mais de um milhão de estabelecimentos comerciais.

Segundo a Caixa, os valores creditados na conta poupança digital e não movimentados no prazo de 90 dias, no caso do auxílio emergencial, ou 270 dias, no caso do auxílio emergencial extensão, são devolvidos à União. Para o público que faz parte do Programa Bolsa Família, as parcelas têm validade de 270 dias.

Recife proíbe comércio, cadeiras, bancos, mesas, toldos e som na praia e no calçadão na virada do ano

O Recife proibiu que sejam fixadas cadeiras, bancos, mesas, toldos, som e caixas térmicas (coolers) na faixa de areia e no calçadão da cidade, durante o réveillon, celebrado na madrugada da quinta-feira (31) para a sexta-feira (1º) (veja vídeo acima). No dia 7 de dezembro, o governo do estado proibiu festas de Ano Novo devido à pandemia da Covid-19.

De acordo com a prefeitura, não pode ser instalado qualquer objeto ao longo das praias do Recife na virada do ano, e o comércio de quiosques, barracas e ambulantes pode ocorrer apenas até as 17h da quinta-feira (31). A tradicional queima de fogos não ocorrerá na virada de 2020 para 2021.
Até esta segunda-feira (28), o Recife registrou 49.698 pessoas infectadas pelo novo coronavírus, sendo 40.010 casos leves da Covid-19 e 9.688 casos de Síndrome Respiratória Aguda Grave (Srag), além de 2.686 mortes causadas pela doença, de acordo com a Secretaria de Saúde da cidade.

Ainda segundo a prefeitura, equipes serão escaladas para fiscalizar o cumprimento das regras de proteção contra o novo coronavírus, além de fazer a distribuição de máscaras na orla na capital pernambucana.

A prefeitura informou que a fiscalização será realizada por 228 funcionários escalados para trabalhar na noite de Ano Novo, das secretarias de Mobilidade e Controle Urbano, Turismo, Esportes e Lazer, além da Autarquia de Trânsito e Transporte Urbano (CTTU), Guarda Municipal do Recife e Diretoria Executiva de Controle Urbano (Dircon).
Haverá oito viaturas da Guarda Municipal, com três agentes em cada. Mais 34 guardas vão estar em apoio ao serviço do Controle Urbano. A CTTU terá 105 profissionais, entre agentes e orientadores de trânsito, para informar os cidadãos quanto ao uso de máscara e o distanciamento social.

Fiscais da Dircon farão rondas na praia para coibir o descumprimento das normas. Em caso de flagrante de comerciantes atuando depois do horário permitido, eles serão notificados e, caso haja reincidência, a mercadoria será apreendida e uma suspensão da licença pode ser aplicada, informou a prefeitura. G1



Confiram as vagas de emprego disponíveis nesta terça-feira na Agência do Trabalho

A Agência do Trabalho divulgou sua lista com as vagas de emprego disponíveis nesta terça-feira (29) em Petrolina. Há vagas para auxiliar de crédito (1), costureira de máquinas industriais (1) e garçom (1).

Quanto a pessoas com deficiência, há vaga para copeiro de hospital (1).

O atendimento ao público é feito das 7h às 13h, mas durante esse período de pandemia do novo coronavírus (Covid-19), é necessário antes fazer o pré-agendamento pelo site da Secretaria do Trabalho, Emprego e Qualificação (Seteq). A Agência do Trabalho de Petrolina fica localizada no Centro de Convenções Senador Nilo Coelho, área central da cidade. O telefone é o (87) 3866-6540. Vale lembrar que a lista está sujeita a alterações no decorrer do dia.

Casa pega fogo no bairro Itaberaba em Juazeiro (BA)

Um princípio de incêndio foi registrado no último final de semana, em Juazeiro (BA). O fato ocorreu no domingo (27).
O fato ocorreu em uma residência na rua 12 do bairro Itaberaba. De acordo com o Corpo de Bombeiros, as chamas foram debeladas por populares realizado somente o rescaldo na sala da casa. Via Edenevaldo Alves 

segunda-feira, 28 de dezembro de 2020

Polícia Militar apreende “paredões” em Juazeiro por perturbação do sossego


Dois aparelhos de som automotores, mais conhecidos como paredões, foram apreendidos pela Polícia Militar, neste domingo (27), em Juazeiro (BA), por perturbação do sossego alheio. A PM foi informada que na Rua 5 do bairro Alto do Cruzeiro, dois carros com aparelhos de som gigantes “disputavam” que tocava mais alto.


Ao chegarem ao local os policiais encontraram os veículos com os aparelhos ligados em uma altura acima do permitido por lei, com a fonte de energia dos mesmos ligadas em uma tomada de um Lava Jato, que também funcionava como bar e restaurante vendendo bebidas aos presentes.



A PM abordou as pessoas presente, que por sinal faziam aglomeração, identificou os proprietários dos veículos, apreendeu os aparelhos sonoros e os entregou a Guarda Municipal para a adoção das medidas cabíveis. Via Waldiney Passos 


Em "show de hipocrisia", médica do ‘fique em casa’ vai passar réveillon em ilha com grupo de amigas (veja o vídeo)

Uma situação no mínimo inusitada vem causando polêmica na internet.

A Prefeitura de São Paulo lançou um vídeo em uma campanha intitulada “Todo mundo em casa pro bem de todo mundo”, cujo intuito é convencer a população a permanecer em isolamento social.

Neste vídeo, uma médica, Thelma de Assis, clama à população que permaneça em casa:

“Passei os últimos três meses dentro de uma casa. E agora, voltei para minha casa, aqui em Pirituba... Eu faço um apelo: fique em casa. Durante a pandemia, respeitar a quarentena é fundamental para não sobrecarregar o sistema de saúde. E para ajudar os profissionais de saúde a salvar vidas, você precisa ficar em casa”, diz a médica no vídeo.

Porém, um outro vídeo surgiu na internet.

Nele, uma outra mulher aparece falando sobre os preparativos para a virada de ano:

“A gente está numa ilha, nós pegamos uma ilha exclusiva, para gente ficar esse resto de ano e essa virada bem conectado com a natureza. A gente quis o que? Virar juntas!”, diz a mulher.

Na sequência, ela vira a câmera e mostra as amigas com quem vai passar a virada de ano, e entre elas, está a mesma médica do vídeo do “fique em casa”.

Os internautas não perdoaram e vêm criticando Thelma de Assis nas redes sociais:

‘Lockdown para você, ilha paradisíaca para mim e as minhas amigas’, postou um internauta.
‘Gente que se vende por qualquer coisa. É o velho ditado: ‘pagando bem, que mal tem?’ ou seja, me paga que digo pra ficar em casa’, postou outro.

Confira:


Petrobras anuncia aumento de 4% na gasolina e de 5% no diesel

A Petrobras anunciou, nesta sexta-feira (9/10), que vai reajustar o preços dos combustíveis nas refinarias. O litro da gasolina aumentará em 4% e o do diesel (S10 e S500), em 5%. O combustível marítimo (Dmar) vai subir 5,3%. Os novos preços entram em vigor neste sábado (10/10), nas refinarias da estatal. Na bomba, o impacto será de R$ 0,08 no litro do diesel e de R$ 0,07 no da gasolina.

Segundo o presidente do Sindicato do Comércio Varejista de Combustíveis e Lubrificantes do Distrito Federal (Sindicombustíveis-DF), Paulo Tavares, a partir desta sexta, os postos passam a comprar mais caro. “Como nossa margem é pequena, de R$ 0,30 por litro, o impacto de R$ 0,07 é quase 30%. Então, o aumento deve ser repassado integralmente”, afirmou.



Além disso, Tavares explicou que a venda de combustíveis ainda está baixa por conta da pandemia. “A média é uma redução de 40% em relação ao período de normalidade. Em algumas cidades satélites, a queda já está menor, em torno de 20%, mas a movimentação média de carros é 40% mais baixa. Ou seja, os postos estão vendendo menos”, disse.


Segundo a Agência Nacional de Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP), o volume de comercialização de combustíveis ainda está 30% menor em razão da pandemia. “Outro motivo para o repasse é que em setembro houve dois aumentos. Não dá para segurar", explicou Tavares. A base de cálculo do Imposto de Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS), estipulada pelo governo, também pode sofrer alteração, o que aumentará ainda mais os produtos.



Apesar do aumento, as janelas para importação do diesel continuam fechadas, alertou o presidente executivo da Associação Brasileira dos Importadores de Combustíveis (Abicom), Sérgio Araújo. “Mesmo com esse aumento, a diferença em relação à paridade internacional ainda é expressiva, mantendo inviável as operações de importações de óleo diesel”, disse.


Composição do preço

A Petrobras ressaltou que os preços que pratica e suas variações para mais ou para menos são “associadas ao mercado internacional e à taxa de câmbio e têm influência bastante limitada sobre os preços percebidos pelos consumidores finais”. “O preço do diesel e da gasolina vendidos na bomba do posto revendedor é diferente do valor cobrado nas refinarias da Petrobras. Até chegar ao consumidor são acrescidos tributos federais e estaduais, custos para aquisição e mistura obrigatória de biocombustíveis pelas distribuidoras, além das margens brutas das companhias distribuidoras e dos postos revendedores de combustíveis”, justificou a companhia.


Desde janeiro de 2020, o preço médio da Petrobras acumula uma queda de 24,3% no preço do diesel vendido às distribuidoras e uma redução acumulada de 5,3% no caso da gasolina. Na refinaria, a gasolina vai custar, a partir de amanhã, R$ 1,82 por litro. “Entre julho e agosto, o preço médio da Petrobras correspondeu a cerca de 30% do preço final ao consumidor nos postos de combustíveis. No caso do diesel, o preço da Petrobras para as distribuidoras será de R$ 1,76 por litro após o reajuste. E, entre julho e agosto, representou cerca de 49% do preço final ao consumidor nos postos revendedores.” Via Correio Braziliense





Caixa paga auxílio emergencial a 3,2 milhões nascidos em novembro

A Caixa Econômica Federal paga hoje (28) o auxílio emergencial para 3,2 milhões de brasileiros nascidos em novembro. Serão liberados cerca de R$ 1,1 bilhão para beneficiários que não fazem parte do Bolsa Família, no ciclo 6 de pagamentos do programa. Os pertencentes ao Bolsa Família receberam de acordo com o calendário do programa social.

Do total, 49,1 mil receberão os recursos referentes a parcela do auxílio emergencial regular, no valor de R$ 600 (R$ 1,2 mil para mães chefes de família). Os demais, 3,2 milhões, serão contemplados com parcela do auxílio emergencial extensão de R$ 300 (R$ 600 para mães chefes de família).

Os recursos estarão disponíveis na poupança social digital e poderão ser movimentados pelo aplicativo Caixa Tem. Com ele é possível fazer compras na internet e nas maquininhas em diversos estabelecimentos comerciais, por meio do cartão de débito virtual e QR Code. O beneficiário também pode pagar boletos e contas, como água e telefone, pelo próprio aplicativo ou nas casas lotéricas.

O calendário de pagamentos do auxílio emergencial é organizado em ciclos de crédito em conta poupança social digital e de saque em espécie. Os beneficiários recebem a parcela a que têm direito no período, de acordo com o mês de nascimento.

Caixa eletrônico
Saques e transferências para quem recebe o crédito nesta sexta-feira serão liberados a partir do dia 25 de janeiro. A partir dessa data, o beneficiário poderá retirar o auxílio emergencial no caixa eletrônico, nas agências da Caixa ou lotéricas ou usar o aplicativo Caixa Tem para transferir o dinheiro da poupança digital para contas em outros bancos, sem o pagamento de tarifas.

O auxílio emergencial criado em abril pelo governo federal, pago em cinco parcelas de R$ 600 ou R$ 1,2 mil, foi estendido até 31 de dezembro, por meio da Medida Provisória (MP) 1000. O auxílio emergencial extensão será pago em até quatro parcelas de R$ 300,00 cada; no caso das mães chefes de família monoparental, o valor é de R$ 600,00.

Somente aqueles que já foram beneficiados e se enquadram nos novos requisitos estabelecidos na MP estão recebendo o benefício.

Parcela única
Cerca de 1,2 milhão de beneficiários que têm direito apenas à parcela de dezembro do auxílio extensão estão recebendo os R$ 300 ou R$ 600 desde o dia 21 de dezembro. São pessoas que receberam a primeira remessa do auxílio emergencial em julho.

Com o pagamento de hoje, a Caixa completa as transferências para os nascidos de janeiro a novembro. Amanhã, recebem os beneficiários nascidos em dezembro. Os saques em espécie e transferências por meio do Caixa Tem também estão disponíveis desde dia 21 para nascidos em janeiro e fevereiro. Para os demais beneficiários, segue o calendário de liberação dos ciclos 5 e 6, a partir de 4 de janeiro. Agência Brasil 

Na China, jornalista é condenada a 4 anos de prisão por informar a população sobre a pandemia

Nesta segunda-feira, 28, a jornalista Zhang Zhan que cobriu a pandemia de covid-19 na China foi condenada a quatro anos de prisão.

Zhang Zhan "parecia muito abatida quando a sentença foi anunciada", declarou à AFP um de seus advogados, Ren Quanniu, que expressou "muita preocupação" com o estado psicológico da cliente.

A jornalista poderia ser condenada a até cinco anos de prisão.

Natural de Xangai, ela viajou em fevereiro a Wuhan, na época o epicentro da epidemia, e divulgou reportagens nas redes sociais, a maioria delas sobre a caótica situação nos hospitais.

Ela foi detida em maio e acusada de "provocar distúrbios", uma terminologia frequentemente utilizada contra os opositores do regime do presidente Xi Jinping.
O tribunal a acusou de ter divulgado informações falsas pela internet, informou à AFP outro advogado de defesa, Zhang Keke.

O processo de Zhang aconteceu um pouco antes da chegada de uma missão da Organização Mundial da Saúde (OMS) a China, em janeiro, para investigar as origens da epidemia.

Uma jornalista foi condenada por noticiar os fatos sobre a pandemia que estava por vir, enquanto o governo comunista chinês insiste no sucesso de sua gestão para combater a doença que, em um ano, se propagou por todo o planeta. Jornal da Cidade Online 

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