sexta-feira, 29 de janeiro de 2021

Fies: inscrições para financiamentos no ensino superior terminam hoje

As inscrições para o Fundo de Financiamento Estudantil (Fies) 2021 terminam nesta sexta-feira (29). Neste ano, o programa que facilita o financiamento de cursos no ensino superior oferta 93 mil vagas. As inscrições podem ser feitas no portal do Fies. O resultado da pré-seleção será divulgado no dia 2 de fevereiro. 

Em caso de pré-seleção para uma vaga na chamada única do Fies, o candidato terá o período de 3 a 5 de fevereiro de 2021 para complementar sua inscrição. Quem não for pré-selecionado vai automaticamente para a lista de espera. A convocação por meio da lista de espera ocorrerá de 3 de fevereiro até 18 de março de 2021.

A seleção para o Fies é feita com base nas notas do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem). Na edição deste ano, pode participar quem realizou o Enem entre 2010 e 2019 e obteve média acima de 450 e não zerou a redação. As notas de 2020 não poderão ser utilizadas devido ao adiamento das provas, que foram aplicadas somente em janeiro de 2021. Outro pré-requisito é ter renda familiar mensal bruta, por pessoa, de até três salários mínimos.

Criado em 1999, o Fies tem como meta facilitar o acesso ao crédito para financiamento de cursos de ensino superior oferecidos por instituições privadas. O programa é ofertado em duas modalidades desde 2018, por meio do Fies e do Programa de Financiamento Estudantil (P-Fies).

O primeiro é operado pelo governo federal, com juros zero, para estudantes que têm renda familiar de até três salários mínimos por pessoa; o percentual máximo do valor do curso financiado é definido de acordo com a renda familiar e os encargos educacionais cobrados pelas instituições de ensino.

Já o P-Fies tem regras específicas e funciona com recursos dos fundos constitucionais e dos bancos privados participantes, o que implica cobrança de juros.

Fies: segundo semestre

Nesta semana, o MEC publicou, no Diário Oficial da União, as regras para o processo seletivo do Fies referente ao segundo semestre de 2021. O cronograma de seleção, entretanto, ainda será publicado em edital específico.  Agência Brasil 

A BBC denuncia que a OMS apoiou a versão chinesa da pandemia sem provas


Em 10 de janeiro [2020], o hospital de Wuhan, a poucos quilômetros do mercado de Huanan, considerado o epicentro da pandemia do coronavírus, entrou em colapso devido ao grande número de pacientes, mas o governo chinês impediu os médicos de informar e usar máscara. Isso é o que um médico de hospital diz à BBC pela primeira vez em um novo documentário que será transmitido hoje à noite [26 de janeiro]. “A situação estava fora de controle e entramos em pânico.”

Em 10 de janeiro, o governo declarou oficialmente apenas 41 casos de coronavírus e, apoiado pela OMS, repetia continuamente que a doença não podia ser transmitida de pessoa para pessoa. É por isso que impediram os médicos de usarem máscara. Pena que “todos sabíamos que era transmitido de pessoa para pessoa; até o louco sabia disso. Isso nos deixou em um estado de confusão e raiva. Depois de alguns dias, os infectados eram centenas de milhares.

O médico entrevistado pela BBC também explica que as autoridades do hospital os proibiram de alertar a população de Wuhan, e de todo o país, sobre o perigo. Os médicos Li Wenliang e Ai Fen, que tentaram em dezembro, acabaram da mesma forma: ameaçados pelo Comitê do Partido dentro do hospital, que os obrigou a se calar e a se retratar das declarações que haviam feito anteriormente.

Pequim admitiu a verdade sobre a transmissão do vírus em 20 de janeiro, mas era tarde demais. Em 23 de janeiro, quando Wuhan estava confinado, 2.500 pacientes por dia eram admitidos no Hospital Central de Wuhan. “Muitos pacientes teriam sido salvos. Mas não podíamos fazer nada, não tínhamos recursos suficientes”, explica o médico à BBC. «Acho que tens de contar a verdade sobre como correu tudo. Devemos aprender com os erros cometidos para que não aconteça novamente.

No entanto, o documentário da BBC não acusa apenas o regime comunista, que sacrificou milhões de pessoas à razão de Estado, permitindo que o vírus se espalhasse pelo mundo. Também no banco do réu está a Organização Mundial da Saúde, que inexplicavelmente apoiou a China durante a primeira fase da pandemia (e depois). Na verdade, a OMS, para não contradizer Pequim, continuou a afirmar que não havia perigo de transmissão do vírus, embora não tivesse provas disso.

Em um áudio das reuniões internas da OMS, acessadas pela Associated Press e transmitidas esta noite, as autoridades discutem como esse vírus é semelhante ao do Sars e “que eles estão tentando desesperadamente obter notícias da China”. O chefe de emergências da OMS, Michael Ryan, declarou em uma dessas reuniões no início de janeiro: “Não podemos dizer que não há evidências de transmissão humana. Devemos ver os dados pessoalmente, devemos ser capazes de determinar, nós mesmos, a distribuição geográfica, a cronologia e tudo mais. Em resposta, a OMS repetiu no dia seguinte que não havia perigo e elogiou a resposta da China assim que o governo silenciou à força outro médico de Wuhan Eu queria revelar a verdade.

Todos aqueles que, tanto na política como na mídia, elogiam o “modelo chinês” e não se preocupam com a progressiva conquista de níveis de poder por Pequim nos organismos internacionais, devem lembrar que tem sido justamente o sistema autoritário do regime comunista o que tem permitido que o vírus se espalhe pelo mundo, não só silenciando seus médicos, mas também aproveitando o inexplicável e cúmplice silêncio da OMS.

*Com informações da Gaceta Espanhola

Prefeitura de Petrolina mantém ponto facultativo durante o carnaval

A prefeitura de Petrolina, no Sertão de Pernambuco, manteve o ponto facultativo para os servidores municipais durante o carnaval, embora a festa não seja realizada em função da pandemia da Covid-19. A decisão da prefeitura está contida no decreto publicado na quinta-feira (28) no Diário Oficial do Município que também traz o calendário de feriados municipais para 2021 em Petrolina.
Durante o carnaval, de acordo com a publicação, fica decretado ponto facultativo na segunda-feira (15), terça-feira (16) e na quarta-feira (17) até às 14h. Por ocasião dos pontos facultativos, os órgãos ligados à Administração Municipal estarão fechados. Apesar do ponto facultativo, a oferta de serviços públicos essenciais à coletividade, como Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (SAMU), segurança e serviços de limpeza pública serão mantidos normalmente.

Segundo a prefeitura, o ponto facultativo permitirá uma economia à Administração Pública Municipal considerando que haverá baixa procura pelos serviços públicos neste período.
Prefeitura de Petrolina divulga calendário de feriados para 2021 no município
Diferente da prefeitura de Petrolina, o Governo do Estado cancelou o ponto facultativo nos dias de carnaval. Essa medida foi tomada para tentar evitar aglomerações. O estado tem batido recorde na média móvel de confirmações de casos de Covid-19. Em Petrolina, segundo o boletim divulgado na quinta-feira, já foram confirmados 14.726 casos, com 12.067 curas clínicas, 177 mortes por causa do novo coronavírus. G1

Emprego: confira as vagas disponíveis na região para essa sexta-feira

A última sexta-feira (29) de janeiro começa com oportunidades para quem está desempregado. A Secretaria de Trabalho, Emprego e Qualificação (SETEQ) disponibiliza vagas para Araripina, Petrolina, Salgueiro e Serra Talhada. Para concorrer a uma delas, basta acessar o site e seguir as orientações.

Veja a seguir as vagas de hoje:

Araripina

Assessor de microcrédito
Panfleteiro
Petrolina

Auxiliar de cozinha
Chefe de serviço de limpeza
Mecânico de máquina agrícola
Operador de empilhadeira
Supervisor de exploração agrícola
Torneiro ferramenteiro
Tratorista agrícola
Vendedor interno.
Salgueiro

Mecânico
Técnico eletrônico
Serra Talhada

Vendedor interno
Vigilante bancário

72 mil pés de maconha são encontrados e erradicados em Abaré (BA)

A CIPE Caatinga encontrou cerca de 72.500 pés de maconha em uma fazenda na BR-316, no povoado Curral da Pedra, zona rural de Abaré (BA). A equipe conseguiu localizar a plantação após uma denúncia anônima.

A ação foi registrada na terça-feira (26), porém somente divulgada na imprensa nesta quinta-feira (28). Segundo a Polícia Militar da Bahia, alguns homens que estavam divididos em 10 acampamentos espalhados na propriedade conseguiram fugir e não foram localizados.
Além dos pés de maconha erradicados, a PM encontrou um saco com 11,850 kg da erva seca, pronta para consumo e um motor. A ocorrência foi registrada na Delegacia Territorial de Abaré. Via Edenevaldo Alves 


quinta-feira, 28 de janeiro de 2021

Homem é detido por tráfico no São Gonçalo em Petrolina-PE


A prisão foi realizada na tarde desta quarta-feira (27) por policiais militares do 2º BIEsp. Ao apurar uma denúncia sobre tráfico de drogas nas proximidades do bairro São Gonçalo, a guarnição avistou dois homens em atitude suspeita.

Ao perceber a presença dos policiais, os suspeitos fugiram pulando os muros dos vizinhos.

Um deles porém, foi alcançado e capturado. O mesmo informou que durante a correria havia jogado uma sacola sobre o muro de uma casa vizinha, cujo conteúdo continha uma certa quantidade de droga e alguns celulares inutilizáveis.


Ao recuperar a dita sacola, os policiais encontraram 590 gramas de Maconha, 56 gramas de Crack e 5 celulares. O homem foi preso em flagrante, sob a acusação de tráfico de droga e encaminhado a delegacia juntamente com o material apreendido. Via Waldiney Passos 


Caged: Brasil encerra 2020 com geração de 142.690 empregos formais

O Brasil fechou o ano de 2020 com a geração de 142.690 postos de trabalho. “A grande notícia para nós é que, em um ano terrível em que o PIB [Produto Interno Bruno - soma de todos os bens e serviços] caiu 4,5%, nós criamos 142 mil novos empregos”, disse o ministro da Economia, Paulo Guedes, durante coletiva virtual de divulgação do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged).

Para ele, o Benefício Emergencial para Preservação do Emprego e da Renda (BEm), criado pelo governo federal durante a pandemia de covid-19, é um dos responsáveis pelo resultado, já que evitou a demissão de cerca de 10 milhões de pessoas durante o ano passado.

Pelo programa, empregadores e funcionários fizeram acordos de redução de jornada e salário ou de suspensão de contratos. Como contrapartida, o governo pagou, com recursos do Fundo de Amparo ao Trabalhador (FAT), uma porcentagem do seguro-desemprego a que o empregado teria direito se fosse demitido.

“O IBGE [Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística] também soltou dado que confirma esse avanço, essa recuperação da economia brasileira em V [forte queda seguida de forte alta], quando anunciou quase 4 milhões de aumento na população ocupada, quando compara o trimestre de setembro/outubro/novembro sob trimestre anterior, sendo que quase 1 milhão foi de carteira assinada”, destacou Guedes.

De acordo com dados do Caged, de janeiro a dezembro do ano passado, foram 15.166.221 admissões e de 15.023.531 desligamentos. O estoque de empregos formais no país, que é a quantidade total de vínculos celetistas ativos, chegou a 38.952.313 vínculos, o que representa uma variação de 0,37% em relação ao estoque de referência, de 1º de janeiro de 2020.

Demissões em dezembro

Após cinco meses de saldo positivo, em dezembro, o número de demissões superou o de contratações no Brasil, com o fechamento de 67.906 postos de trabalho. De acordo com o ministério, dezembro é um mês “de ressaca” no mercado e essas perdas são comuns.

O ministro Paulo Guedes destacou ainda que essa é a menor perda de empregos desde 1995. “Essas perdas são sazonais. Então vamos comparar com dezembro de 2015, quando o PIB caiu 3,5% no ano, foi uma recessão autoimposta e nós perdemos 596 mil empregos”, disse. Em dezembro de 2019, por exemplo, também foram fechadas 307 mil vagas.

Na avaliação do ministério, o compromisso de manutenção de empregos promovido pelo BEm também contribui para que essa queda em dezembro fosse menor. No mês passado, o Brasil teve 1.239.280 admissões e 1.307.186 desligamentos.

Continuidade do BEm

De acordo com o secretário especial de Previdência e Trabalho, Bruno Bianco, o governo avalia, “em conjunto com a evolução dos acontecimentos [da pandemia]”, se deve ou não lançar mão novas medidas emergenciais. “Isso sempre esteve na prancheta, em momento algum deixamos de lado esse pensamento. Mas, obviamente, isso demanda análises das circunstância e políticas que estamos fazendo com o ministro Paulo Guedes e o presidente da República [Jair Bolsonaro]”, explicou.

Além disso, segundo ele, o Ministério da Economia continua trabalhando em medidas estruturantes, como a melhoria do ambiente de negócios, desburocratização e revisão de normas. “Soltamos duas consultas públicas relativas a reestruturações de legislações trabalhistas para facilitar seu manuseio, retirar burocracia, reduzir o custo de contratação e, assim, gerar oportunidade”, contou.

Dados isolados

No acumulado do ano de 2020, apenas o setor de serviços teve saldo negativo nos empregos, com o fechamento de 132.584 postos de trabalho. A construção e a indústria lideram o ranking de contratações, com a criação de 112.174 e 95.588 empregos, respectivamente. Já no mês de dezembro, o comércio foi a única atividade com saldo positivo, com mais 62.599 empregos.

Das cinco regiões do país, quatro tiveram saldo positivo no acumulado do ano, apenas o Sudeste perdeu vagas, queda de 88.785, puxado pelo Rio de Janeiro que, sozinho, fechou 127.155 empregos, enquanto Minas Gerais criou 32.717. No Norte, o destaque é para o Pará, com a criação de 32.789 postos, mais da metade dos 62.265 empregos formais gerados na região.

No Nordeste, o Maranhão, com 19.753, e o Ceará, com 18.546, puxaram o saldo positivo de 34.689 de novos postos de trabalho. No Sul, que teve 85.500 vínculos a mais, Paraná e Santa Catarina geraram 52.670 e 53.050, respectivamente. Já o Centro-Oeste teve Goiás como o principal criador de vagas, com 26.258 das 51.048 da região.

Para o conjunto do território nacional, o salário médio de admissão em dezembro foi de R$ 1.735,39. Comparado ao mês anterior, houve aumento real de R$ 26,45 no salário médio de admissão, uma variação positiva de 1,55%.

As estatísticas completas do Caged de dezembro e do acumulado de 2020 estão disponíveis na página do Ministério da Economia. Os dados também podem ser consultados no Painel de Informações do Novo Caged. Agência Brasil 

China culpa católicos pelo vírus chinês e inicia nova repressão às atividades religiosas

Alimentados por postagens nas redes sociais de oficiais chineses, os católicos chineses foram responsabilizados por um aparente ressurgimento de casos COVID-19 perto de Pequim, um movimento que um padre local descreveu como sendo semelhante aos tempos do “Imperador Nero”.

Um recente aumento nos casos positivos de COVID-19 na província de Hebei, perto de Pequim, resultou na recolocação da área sob severo bloqueio. Desde 6 de janeiro, mais de 22 milhões de pessoas receberam ordens de permanecer em casa. A capital da província, Shijiazhuang, também colocou seus 11 milhões de habitantes em isolamento, com viagens de entrada e saída da cidade proibidas.

Postagens nas plataformas de mídia social MeWe e Weibo começaram a espalhar acusações contra os católicos por causarem os casos recentes. Os rumores também afirmavam que vários padres europeus e americanos passaram a participar das cerimônias religiosas sem tomar nenhuma medida preventiva, trazendo o vírus com eles.

As acusações, que circularam amplamente desde 6 a 7 de janeiro, mencionavam ainda que “20 dias atrás, a aldeia de Xiao Guozhuang organizou uma atividade religiosa e havia vários padres da Europa e dos Estados Unidos juntos”.

Outro artigo apontou para a aldeia de Xiao Guozhuang, acusando-a de ser um reduto católico, de realizar “atividades misteriosas” regulares e, portanto, responsável por espalhar infecções.


Em resposta aos rumores, “todos os 155 locais religiosos” foram fechados em Pequim, apesar das próprias autoridades revelarem que não houve relatos de infecções nesses locais ou relacionados a eles. Foi prometida uma repressão às “atividades religiosas ilegais em áreas rurais”, sob o pretexto de impedir a propagação do COVID-19.

*Com informações da Life Site News

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