sábado, 13 de fevereiro de 2021
Jovem colide de moto em viatura da Polícia Militar em Salgueiro
Bolsonaro nomeia deputado João Roma para o Ministério da Cidadania

Onyx assume o terceiro ministério desde o início do governo Bolsonaro. Ele começou o mandato como chefe da Casa Civil, após coordenar a transição de governo, e ficou na pasta até fevereiro de 2020, quando foi deslocado para a Cidadania.
Agora, ele volta ao Palácio do Planalto para comandar a pasta que tem como principal atribuição a análise da legalidade dos atos assinados pelo presidente da República, por meio da Subchefia de Assuntos Jurídicos, e a administração do dia a dia do Palácio do Planalto. A troca já havia sido anunciada pelo presidente no início da semana.Onyx Lorenzoni deixa o Ministério da Cidadania para comandar a Secretaria-Geral - Marcello Casal Jr/Arquivo/Agência Brasil
O comando da Secretaria-Geral da Presidência República estava vago desde o fim do ano passado, quando o então titular Jorge Oliveira deixou o governo para assumir uma cadeira de ministro Tribunal de Contas da União (TCU).
João Roma, 48 anos, está no primeiro mandato como deputado federal. Formado em direito, ele foi chefe de gabinete do ex-prefeito de Salvador ACM Neto.
A pasta que será comandada por Roma é responsável pela área social do governo. Entre as principais atribuições do Ministério da Cidadania está a gestão de programas como o Bolsa Família e o auxílio emergencial, além do comando da Secretaria Especial de Esportes. Agência BrasilCoelba promete descontos de até 30% para clientes com contas em atraso
sexta-feira, 12 de fevereiro de 2021
Governo e Congresso fecham acordo e auxílio emergencial deve ser de 4 meses com parcelas de até R$ 250
A cláusula de calamidade pública tira do governo federal a responsabilidade de cumprir a regra do teto de gastos, que limita os custos da União ao orçamento do ano anterior, corrigido apenas pela variação da inflação. “É fundamental que haja cláusula de calamidade pública para que possamos fazer a flexibilização necessária para o auxílio”, disse Pacheco.
Segundo o presidente do Senado, o foco do Congresso para este ano será na imunização e no benefício aos mais vulneráveis. “A prioridade absoluta é a vacina e o auxílio emergencial, e só deixarão de ser prioridade quando a pandemia acabar. A expectativa é que tenhamos [parcelas do auxílio emergencial] em março, abril, maio e eventualmente junho”, disse. O presidente do Senado também afirmou que as equipes trabalharão durante o Carnaval para que, na quinta-feira, 18, a proposta seja submetida ao colégio de líderes. A expectativa é que o auxílio emergencial possa voltar a ser pago a partir de março.Guedes afirmou nesta quinta-feira, 11, que o governo federal tem dinheiro para bancar uma nova rodada do auxílio emergencial, mas cobrou em troca a aprovação de uma nova PEC de Guerra pelo Congresso. O texto deve contar com uma cláusula de calamidade pública que garanta o corte de gastos caso haja o recrudescimento da pandemia do novo coronavírus. “Não vai faltar dinheiro para o auxílio emergencial, nós temos esse dinheiro. Mas precisamos de uma PEC de Guerra que nos autorize primeiro e, segundo, precisa estar embutido em um compromisso de responsabilidade fiscal”, disse. Em conversa com o ex-secretário do Tesouro, Mansueto Almeida, Guedes disse que o novo valor pode chegar a R$ 250. “Enquanto as camadas protetivas [de pagamento do benefício], que eram 600 reais, caíram pra 300 reais, agora podem descer para 250 ou algo do tipo, e depois aterrissa de novo no Bolsa Família e outro programas que estamos fazendo, como a Carteira Verde e Amarela”, afirmou. Jovem Pan