domingo, 28 de março de 2021

Em SC município vira referência no combate à Covid-19

A cidade de Rancho Queimado, na Grande Florianópolis, se tornou um exemplo para o país em relação ao tratamento precoce contra a Covid-19.

Desde o início da pandemia, no ano passado, a prefeitura decidiu oferecer tratamentos de graça para combater a doença já nos primeiros sintomas.

A aposentada Rosemeri Sell Marquis teve Covid-19 em novembro de 2020. Nos primeiros sintomas, ela recebeu o “kit Covid” e não precisou ser internada.

Agora, ela procurou atendimento de novo porque começou a sentir alguns sintomas. A enfermeira fez o teste rápido, que deu negativo. Na sequência, Rosemeri foi para o médico, que avaliou os sintomas.

“Ela está voltando hoje aqui com alguns sintomas que ela achou característicos da época que ela teve a doença. Fizemos o teste rápido e deu negativo. Como não mandamos ninguém para casa sem nenhum tipo de proteção, ela está indo com a Ivermectina receitada, que é um tipo já de proteção”, diz Armando Tarantto, clínico geral.

Rosemeri recebe o medicamento Ivermectina na hora e de graça. “Para o nosso município, isso é excelente. O doutor Armando é uma ferramenta excelente, e a nossa prefeita eu só tenho a elogiar”, diz a paciente.

Estratégia preventiva

Desde março de 2020 a Prefeitura de Rancho Queimado começou a discutir qual seria a melhor maneira de tratar os pacientes, já que pouco se sabia sobre a doença.

“Era uma grande preocupação no momento, e nós tínhamos que dar uma possibilidade ao nosso povo de Rancho Queimado”, diz a prefeita Cleci Aparecida Veroneze.

Armando Tarantto conta que assim que surgiu o vírus na China, ele começou a estudar os tipos de tratamento. Ele percebeu que a doença tinha uma primeira fase viral, em que o vírus se multiplica no organismo nos primeiros cinco dias.

Clínico geral Armando Tarantto foi criticado pelo protocolo – Foto: Reprodução/NDTVClínico geral Armando Tarantto foi criticado pelo protocolo – Foto: Reprodução/NDTV

“Eu fui até a prefeita, estudei, e levei pra ela um protocolo que eu achava viável para combater a doença. Ele inclui a ivermectina, hidroxicloroquina e azitromicina. E para complementar o tratamento um corticóide, quando necessário, além de alguns antitrombóticos, que a gente sabe que podem haver inflamações dentro do vaso sanguíneo na segunda fase da doença.”

E o protocolo apresentado por Armando foi aprovado pela Câmara de Vereadores.

Armando Tarantto explica que o kit de medicamentos oferecidos pela prefeitura varia de acordo com o paciente. Mas de modo geral, para os primeiros sintomas, o morador de Rancho Queimado recebe a hidroxicloroquina, ivermectina e azitromicina.

Unidade de Saúde de Rancho Queimado – Foto: Reprodução/NDTVUnidade de Saúde de Rancho Queimado – Foto: Reprodução/NDTV

A primeira medida foi deixar a unidade de saúde para o atendimento normal da população. Os pacientes com Covid-19 seriam atendidos em outro local.

O Centro de Atendimento Covid-19 começou a atender a população ainda em abril do ano passado.

Prefeitura enfrentou críticas ao tratamento precoce

A prefeitura afirma que o tratamento precoce evitou qualquer colapso na saúde, e que o custo com os remédios foi de R$ 47 mil. Bem menos do que gastaria com respiradores.

“Fomos bastante criticados no momento, principalmente pela parte da saúde. Mas a gente enfrentou porque precisa ter o querer político, administrativo, e o querer da parte da saúde. Então precisou passar por alguns convencimentos para que a gente pudesse implementar esse tratamento no nosso município”, diz.

“Hoje ainda é muito questionado, mas nós temos a ciência do dia a dia que deu certo”, relata a prefeita.

O último levantamento mostra que a cidade de Rancho Queimado tem 337 casos confirmados de Covid-19 e 298 pessoas foram curadas.

Existem 37 casos ativos sendo monitorados em casa, e foram registradas duas mortes, sendo que uma não teve a confirmação de Covid-19.

Pressão contra o tratamento

Armando Tarantto diz que sofreu críticas e até pressões por ter adotado o tratamento precoce.

“Existe um lado da imprensa que combatia. ‘O senhor está maluco, falando algo que não tem comprovação, está correndo um risco de ser processado’. Eu respondi que estou consciente porque estou falando com meu paciente, estou evitando que eles fiquem esperando por uma UTI (Unidade de Tratamento Intensivo) como está acontecendo agora.”

O médico afirma ainda que o lockdown adotado em várias cidades não funciona. “Não é a solução. Está provado, o lockdown traz problemas tanto para o comércio, para a indústria, e sociais inclusive. Sou contra.”

Para a prefeita de Rancho Queimado, a decisão de aplicar o tratamento precoce contra a Covid-19 acabou virando exemplo para todo o Brasil.

“Muitos municípios estão nos procurando. Estamos disponibilizando nosso protocolo de tratamento precoce para aqueles que também queiram aderir”.

Confira na íntegra a reportagem do Balanço Geral, da NDTV:

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Pessoas acima de 64 anos serão vacinas contra a Covi-19 a partir da segunda-feira (29), em Petrolina

Na próxima segunda-feira (29) e na terça-feira (30), pessoas acima de 64 anos vão receber a primeira dose da vacina contra a Covid-19 em Petrolina, no Sertão de Pernambuco. De acordo com a prefeitura, o objetivo é vacinar cerca de quatro mil idosos em apenas dois dias. Para isso, além de seis pontos estratégicos que já estão sendo utilizados, a novidade é que, desta vez, a Secretaria de Saúde também atenderá com o sistema de drive-thru.
Para os pontos fixos de vacinação, os idosos precisam levar, obrigatoriamente, um documento com foto, CPF ou Cartão SUS e comprovante de residência. Vale ressaltar que, só será permitida a entrada de um acompanhante por idoso para evitar aglomerações.
As equipes da secretaria de saúde estarão atendendo, das 8h às 17h, no Igeprev, no Centro; Escola Prof. José Joaquim, no José e Maria; Centro de Referência de Assistência Social (CRAS) do João de Deus; Escola Municipal Nossa Senhora Rainha dos Anjos (CAIC), na Cohab Massangano; no Serviço Social da Indústria (SESI); e no SESC, no Centro.
Já para o atendimento através do drive-thru, que acontecerá no Pátio Ana das Carrancas, Justiça Federal e na Avenida da Integração, é preciso fazer o cadastro no site (clique aqui), além de levar um documento com foto e comprovante de residência. Essa é uma das estratégias que a prefeitura está utilizando para organizar o fluxo de vacinação, além de garantir maior controle e transparência do número de pessoas que fazem parte dos grupos prioritários para receber a vacina contra a COVID-19. G1

sábado, 27 de março de 2021

J.R. GUZZO: STF funciona como um escritório de advocacia para ladrões milionários

O Brasil está vivendo numa situação de desordem. De um lado, por causa da pior epidemia de sua história, foi paralisado por governadores e prefeitos que ganharam poderes de ditadores — como acontecia na América Central ou em algum fundão da África, onde os golpistas derrubam o governo, ocupam o palácio e tomam a central de energia elétrica. De outro, e aí está o pior da história, todo o sistema de leis entrou em colapso; parou de funcionar como um conjunto organizado, lógico e previsível de direitos e obrigações, e foi substituído por uma junta civil de onze juízes-advogados que aboliu a Constituição, anulou as funções dos poderes Executivo e Legislativo, e hoje decide o que o cidadão brasileiro pode, não pode e o que é obrigado a fazer. O desmanche da economia, das liberdades individuais e da vida social do Brasil, comandado pelas “autoridades locais” e por seus comitês de “cientistas”, deve durar enquanto durar a Covid-19. A baderna instalada na sociedade brasileira pelo Supremo Tribunal Federal já são outros 500. Os ministros governam por default, como se diz. Perceberam que o Legislativo, de um lado, se colocou de joelhos diante deles — mais de um terço dos seus integrantes têm processos penais nas costas e estão no Congresso para se esconder da polícia; só o STF pode lhes causar problemas, e ninguém ali quer problema. Já sabem, de outro lado, que têm diante de si um Executivo frouxo, derrotado, sem músculos, sem energia e sem cérebro — incapaz de reagir às agressões que recebe o tempo todo dos ministros e incapaz, sobretudo, de defender as convicções dos seus próprios eleitores. O STF, assim, não tem nenhum motivo para mandar menos. É obvio que só vai mandar mais.
O último surto dessa ditadura de Terceiro Mundo com pose de “sociedade civil” e roupa de lorde inglês foi um insulto em duas fases aos cidadãos que cumprem a lei e pagam os seus impostos, e mesmo aos que não pagam nada. Num primeiro momento, o ministro Edson Fachin anulou de uma vez só todas as quatro ações penais que envolvem o ex-presidente Lula, inclusive sua condenação por corrupção e lavagem de dinheiro em terceira e última instância. O ministro não deu um pio sobre provas, culpa, confissões ou qualquer outra coisa que tenha a ver com um processo criminal; apenas disse que Lula tinha de ser processado em outro lugar, e por isso as sentenças de condenação assinadas por nove magistrados diferentes não valem mais nada. Mas o STF achou que só isso não bastava: além de premiar o réu, decidiu que também tinha de condenar o juiz. Num segundo momento, então, a ministra Cármen Lúcia acrescentou a avacalhação ao desastre: declarou o juiz Sergio Moro “suspeito” — com base em informações obtidas através de crime — de ter sido parcial na primeira das nove sentenças de condenação. Não apenas Lula não tem culpa de nada; agora, o culpado é o juiz que mandou o chefe supremo para o xadrez. Do ponto de vista político, para todos os efeitos, a principal Corte de justiça do país passou a ser sua propriedade privada.
Que raio de “ordem constitucional” é essa? O STF, tudo de uma vez só, endossa o “toque de recolher” imposto pelos governadores — medida que poderia ser decretada unicamente em estado de sítio. Não existe estado de sítio no Brasil, mesmo porque só o presidente da República, pela Constituição, tem o direito de decretar uma providência assim; mas o STF não toma conhecimento dessa deformidade. Os ministros prendem um deputado, sem ter nenhum direito a isso; ao mesmo tempo, conduzem há mais de um ano um inquérito perfeitamente ilegal contra seus inimigos, com censura à imprensa e prisão de jornalistas. Anulam leis votadas de maneira legítima pelo Congresso. Declaram nulos decretos do presidente da República. Proíbem a polícia de voar de helicóptero sobre as favelas do Rio de Janeiro. Vetam a nomeação de funcionários de primeiro escalão do Executivo. Anulam por motivos políticos, como fizeram neste caso de dupla proteção a Lula, processos que correm legalmente na Justiça. Atendem, de maneira quase automática, petições de partidos políticos de esquerda que perdem votações no plenário do Congresso.
'Fique em casa' deu errado, e não adianta autoridades colocarem a culpa nos mortos
O STF não está mais funcionando, nem por aproximação, como uma Corte constitucional — o que poderia ter a ver com a Constituição, por exemplo, a alteração de menos de 0,1% na área de um parque nacional, que a Câmara aprovou e o STF anulou? Também não está funcionando como um tribunal de Justiça comum. Está governando — e está governando em favor de uma orientação política e partidária muito bem definida. As mentes civilizadas fazem de conta que o STF é neutro. Como assim, “neutro”? Oito dos seus onze ministros foram escolhidos justamente pelos dois governos mais corruptos da história do Brasil, os de Lula e de Dilma Rousseff; são, ao mesmo tempo, os mais beneficiados pelo “salva ladrão” geral que vem marcando sistematicamente as decisões penais do tribunal. Como seria possível esperar imparcialidade de um órgão composto por nomeações puramente políticas? Isso não sai nunca a preço de custo para o público pagante. Basta ver as decisões de cada um dos onze. Quem está ganhando?
Os ministros vivem numa atmosfera de anestesia moral permanente

É curioso. O STF diz que Sergio Moro é “suspeito”. E ele mesmo, o STF, não é suspeito de nada? Além de todas as suas outras aberrações, o tribunal vem funcionando, há anos, como um escritório de advocacia para ladrões milionários, sejam eles políticos ou não. E o beneficiado não é apenas o PT, nem de longe — neste mesmo bonde estão o alto almirantado do PSDB, o centrão mais extremo e tudo aquilo que, de um jeito ou de outro, consegue roubar alguma coisa de algum cofre do governo. A propósito, o ministro Gilmar Mendes, o principal inimigo do juiz Sergio Moro e das investigações anti-ladroagem da Operação Lava Jato, achou que deveria fazer, sem ninguém lhe pedir, um elogio público aos advogados de defesa de Lula. Ou seja, não ficou contente só em condenar o juiz que condenou Lula — também pisou em cima. Esse é o “garantismo” que existe no STF real; o que se garante, mesmo, é o atendimento dos desejos, ideias e interesses pessoais dos ministros, dos seus amigos e dos amigos dos amigos.

Neste último episódio, como se sabe, a ministra Cármen tomou a espantosa decisão de mudar o voto que ela própria tinha dado tempos atrás sobre o mesmíssimo assunto; decidira, então, que o juiz Sergio Moro não era suspeito de coisa nenhuma. Mas agora, sem que tenha acontecido rigorosamente nada de novo, e depois de ter “conversado muito com o ministro Gilmar Mendes”, resolveu atender o atual chefe da facção pró-Lula do STF e voltou atrás; disse que o seu primeiro voto não valia mais, e veio com um segundo exatamente ao contrário, este a favor do ex-presidente e contra o juiz que o mandou para a cadeia. Não há sustentação nenhuma para o que Cármen fez, nem do ponto de vista jurídico, nem do ponto de vista lógico nem do ponto de vista da honradez; na verdade, como lembrou a advogada e deputada estadual Janaína Paschoal, poderia ser enquadrada em crime de responsabilidade — se o STF, é claro, não mantivesse as leis do país, o tempo todo, em estado de morte cerebral. A conduta de Cármen, em todo caso, combina perfeitamente com a atmosfera de anestesia moral permanente em que vivem hoje os ministros do tribunal.

O STF, pelas decisões que tomou nos últimos anos, transformou-se na maior ameaça à segurança jurídica no Brasil em que vivemos; como em qualquer país subdesenvolvido, aqui a mesma lei é diferente a cada vez que é aplicada pelo STF, e vai sempre na direção daquilo que os ministros estão querendo no momento. Tudo serve, nada é previsível. O cidadão, como resultado, está sempre inseguro: nunca sabe o que vão resolver, e nunca consegue se sentir protegido pela lei. A decisão de Cármen levou o STF a novos patamares de insegurança jurídica; é como se tivesse dobrado a aposta. Trata-se de insegurança jurídica direto na veia — o que pode haver de mais inquietante que um ministro do Supremo que muda uma decisão já tomada por ele mesmo? Se nem o próprio voto de um ministro vale mais nada, podendo ser trocado como um boné de praia, então o que está valendo? Se isso não é insegurança, então o que poderia ser? 

O fato é que esse tipo de atitude não é novidade, levando-se em conta a qualidade individual dos integrantes do STF. Só é compreensível falar um pouco mais da ministra Cármen, aliás, porque foi ela a última a vir para o noticiário por causa do que fez; normalmente, o mais prático é ignorar que existe. Cármen Lúcia é uma pessoa pequena. Nunca se destacou em nada. Tem a firmeza ética de uma gelatina de segunda linha. Sua contribuição à ciência jurídica é igual a três vezes zero; como ocorre com seus colegas, nunca produziu em sua atividade profissional mais do que uma turva aglomeração de palavras repetidas, copiadas, mal pensadas e mal escritas. Até algum tempo atrás, Cármen tinha posições contrárias a Lula e à corrupção porque tinha medo do que poderiam fazer os militares; havia uns ruídos, aqui e ali, de que eles estariam insatisfeitos com a impunidade dos ladrões. Mas o tempo passou, os militares nunca saíram de onde estiveram e a estática sumiu; quando a ministra perdeu o medo, trocou de voto e de lado. (Essas coisas não acontecem só com ela: a coragem pessoal jamais trouxe algum problema para os atuais ministros do STF.)

Se tudo isso já não fosse mais do que desastroso do ponto de vista da estabilidade legal, ainda sobra uma pergunta: se o STF é tão “garantista” que exige o cumprimento rigorosíssimo da lei nos mínimos detalhes quando se trata dos direitos dos réus, por que esse mesmo STF admite como válidas informações obtidas através da prática de crimes? Foi o que aconteceu no processo em que Moro foi condenado. Que raio de “garantia” ao cumprimento da lei existe numa coisa dessas? O tribunal não só admitiu como “provas” contra Moro gravações criminosas de conversas telefônicas; baseou unicamente nelas a sua decisão. E a lei? Não está escrito ali que qualquer elemento obtido de forma ilegal não pode jamais servir de “prova” para coisa nenhuma? Está. Mas a lei, hoje, não é o que está escrito; é apenas aquilo que os ministros querem neste ou naquele momento. A conduta atual do STF produz um Brasil cada vez mais subdesenvolvido, mais pobre, mais desigual, com menos oportunidades para todos, menos progresso, menos produção e menos esperança. É uma receita acabada de falência. JR GUZZO - Jovem Pan

Grupo marca carreata em apoio a Bolsonaro neste domingo em Petrolina

Neste domingo (26), simpatizantes do Presidente da República Jair Messias Bolsonaro devem ir às ruas de Petrolina (PE) para manifestar apoio ao Governo. Os atos a favor do presidente têm acontecido em várias cidades do país.
O evento está marcado para às 10h. Os veículos devem sair do Pátio de Eventos da cidade, onde será feita a concentração, e seguir em um percurso que vai até o batalhão do exército, próximo a Cidade Universitária.
Em outros protestos de apoio a Bolsonaro, os participantes se posicionaram contra as duras medidas de isolamento social, como, por exemplo, o lockdown, e contra governadores que prefeririam fechar os comércios para combater o vírus.
Como forma de mostrar apoio ao presidente, os organizadores do evento solicitam, em banner que circula pelas redes sociais, que os manifestantes levem bandeiras do Brasil, que virou símbolo de apoio ao atual governo. Via Waldney Passos 

Policiais Militares do 2° BIEsp prendem 2 indivíduos por tráfico ilícito de entorpecentes e apreendem aproximadamente 15Kg de Cannabis

Na última sexta-feira,26, por volta das 17h, uma equipe do 2° BIEsp, ao realizar patrulhamento tático no bairro Antônio Cassimiro, recebeu denúncias da realização de tráfico de drogas em uma residência na aludida localidade, ensejando diligências policiais.
No local indicado, foi abordado um indivíduo suspeito em frente a residência denunciada, e dado o flagrante nervosismo demonstrado após questionamentos acerca do tráfico ilícito de entorpecentes no local, os policiais, mediante autorização, identificaram 2 homens embalando vários invólucros de maconha.
Diante do exposto, os envolvidos, juntamente com os materiais apreendidos, foram encaminhados à delegacia de plantão da polícia civil.

Materiais Apreendidos:

- 14.640Kg de Maconha;

- 01 Balança de precisão

Resultado:

- 2 Flagrantes

2° BIEsp - Tropa de Caçadores

Disk Denúncia do 2° BIEsp: (87) 9 8877-0741

Quem é o Centrão, que sempre dominou o poder desde a época de José Sarney

O presidente Jair Bolsonaro sofre os primeiros sintomas dos efeitos colaterais do apoio do Centrão. Este tipo de sintoma é frequente para os presidentes e os efeitos aparecem em cadeia. Primeiro, pressão para demitir ministros, depois, a nomeação de integrantes do governo, até o domínio total da máquina. Quando o morador do Palácio se descobre dominado, já é tarde, e o tratamento, que deveria ser precoce, já não mais faz efeito. Apesar de ser um processo político antigo, ainda não houve comprovação de uma prevenção. O Congresso tem caminhos que o Executivo jamais vai percorrer. O presidente Jair Bolsonaro se cuidou, evitou a contaminação, mas chegou ao ponto em que sussurraram nos ouvidos presidenciais que sem o Centrão, ele se aproximava perigosamente do impeachment ou, no mínimo, da estagnação do governo. Foi quando o presidente piscou primeiro neste faroeste caboclo à brasileira.
O Centrão é como um aplicativo de transporte. Cumpre o que promete e leva o presidente de um lado para o ponto contratado e pronto. Cumpre mesmo, à risca, mas cobra. O não pagamento da fatura significa, no primeiro momento, a interrupção da prestação do serviço, no segundo passo, resistência, por último, um bloco de oposição é formado com partidos radicais do contra e fica formada a nova maioria, isolando os governistas de origem ou de crença. Começa por aí o famoso caminho para o brejo e para dificuldades no domínio da opinião pública e projetos importantes. Este é um caminho que pode mudar, mas demanda ações diferentes das adotadas até agora. O importante é não abrir precedentes. O histórico é longo. Cheguei aqui na reabertura democrática. Assisti de perto, na cobertura diária do Palácio do Planalto, a luta do ex-presidente José Sarney com este grupo que na época “morava” no PMDB. Foi um massacre político. Da cadeira de presidente da Câmara, como presidente também da Constituinte, presidente do PMDB e vice-presidente na linha de substituição, Ulysses Guimarães mandava no governo. Sarney não nomeava nada sem consultar os líderes do partido. Teve que suar para perder apenas um ano de mandato, a ideia era de que Sarney queria seis anos, mas ele foi eleito para os seis anos e negociou para cinco, mas Ulysses queria quatro. O presidencialismo, e não o parlamentarismo, talvez tenha sido a grande vitória de Sarney na constituinte.
Depois desta abertura do governo Sarney aos líderes da ribalta política, o movimento continuou. O Centrão foi formado durante a Assembleia Nacional Constituinte para frear o ímpeto da esquerda, que estava dominando o processo constitucional, mas a força continuou. Foi institucionalizado com a fala em plenário do líder do governo, deputado Roberto Cardoso Alves: “Vamos votar com o governo neste tema, como diz a oração de São Francisco, é dando que se recebe”. Ganhou a votação e mais sócios do governo. O ex-presidente Fernando Collor se considera um caso clássico de derrotado pelo grupo e hoje faz parte dele, como membro destacado e indicado para a Esplanada. Collor chegou ao Palácio e se distanciou do Congresso na esperança de se garantir no apoio das ruas, os “descamisados”.  O clima mudou e o Congresso colocou no lugar dele o vice Itamar Franco, que em vez do Centrão, levou o parlamento inteiro para o governo e criou responsabilidades para os partidos. Foi o primeiro governo do chamado parlamentarismo branco. Gerou a eleição do ex-presidente Fernando Henrique Cardoso, que lutou como pode, mas cedeu aos ‘gedéis’, ‘padilhas’ e centristas que se multiplicaram. Negociou com partidos, grupos e as bancadas de pressão, que floresceram no Congresso como nova fonte de poder. Apareceu pela primeira vez a bancada evangélica, que hoje tem até partido político com mais de 31 deputados.
O presidente Michel Temer escancarou. No governo do PT, logo no início, o então presidente Lula foi alertado pelo ministro-chefe da Casa Civil, José Dirceu que era preciso negociar ou perderia todas no Congresso e correria o risco sério de impeachment. Deu no que deu, loteamento absurdo e o resultado foi o Mensalão e a Lava Jato. No Mensalão houve uma novidade, em vez de distribuir os cargos para os partidos faturarem (doação de campanha) a central decidiu faturar e distribuir dinheiro vivo. Foi formada a maior base que se tem notícia. O governo ganhava todas e passou uma reforma da Previdência difícil de ser discutida e votada. O dinheiro corria solto e o sistema só foi implodido porque simplesmente acabou com a força dos partidos. Pisou em calos grossos e grandes no Congresso. O presidente Michel Temer escancarou. Era o Centrão no poder. Sem intermediários. Veio o presidente Jair Bolsonaro em guerra contra este poder paralelo e permanente. Foi alertado que estava perigosamente flertando com o caos e com o impeachment. Aceitou fazer o seguro contra o afastamento e o processo está em andamento. O Centrão entrega sim o que promete, só que cobra.
Por José Maria Trindade da Rádio Jovem Pan

Sem perceber, Camarotti repete gesto de assessor de Bolsonaro no momento em que pede a demissão do rapaz (veja o vídeo)


Paralelamente, um post publicado nas redes sociais, denominado “Mosaico da Hipocrisia”, apresenta fotos com inúmeras figuras fazendo exatamente o mesmo gesto,

destacando-se Joe Biden, Bill Clinton, Lula, Maduro, Dilma, entre outros.

Confira:

É, efetivamente, o cúmulo da hipocrisia e da perseguição insana a todos aqueles que têm algum tipo de ligação com o presidente da República. Jornal da Cidade Online 

Celpe está proibida de cortar energia de famílias baixa renda

Por causa da piora da pandemia, as concessionárias de todo o país estão proibidas de cortar a luz de famílias de baixa renda em caso de falta de pagamento. A determinação da Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) vale entre esta sexta (26) e o dia 30 de junho.
A Companhia Energética de Pernambuco (Celpe) informou que vai cumprir a determinação. Com isso, serão beneficiados cerca de 1 milhão de clientes enquadrados nessa categoria, no estado.
A agência também proibiu o cancelamento da tarifa social de quem atualmente tem o benefício. A medida também beneficia unidades ligadas à saúde, como hospitais e centros de armazenamento de vacinas, além de locais onde existam equipamentos essenciais à vida.
A tarifa social beneficia famílias inscritas no Cadastro Único para Programas Sociais do governo federal.
É necessário possuir o Número de Identificação Social (NIS), e ter renda familiar mensal, por pessoa menor, ou igual a meio salário mínimo nacional, independentemente de contar ou não com o Bolsa Família.
Com esse benefício, fica autorizada a redução da tarifa em até 65% para as famílias enquadradas como baixa renda. Para indígenas e quilombolas, a conta chegar ter redução de até 100%.
Por meio de nota, a Celpe informou que “enquanto empresa regulada pela Aneel, cumpre as determinações do órgão regulador”.

A concessionária disse, ainda, que a “suspensão do corte para os clientes baixa renda até do dia 30 de junho não representa isenção do pagamento do consumo” A empresa afirmou que, após o período definido pela Aneel, “as ações retornam ao normal”.

Na nota, a Celpe orientou que os clientes “evitem o acúmulo de contas de energia”. Ressaltou que, “caso não honrem seus compromissos financeiros, estarão sujeitos a incidência de juros e multa por atraso, além de ações administrativas de cobrança”.

Inscrição

A Celpe disse que os clientes que não foram inscritos na Tarifa Social podem fazer a solicitação pelo WhatsApp (81) 3217-6990.

É preciso informar o número da conta contrato da Celpe e o NIS. Caso o beneficiário não seja o titular da conta contrato, deverão ser enviadas também pelo aplicativo fotos do CPF e da identidade do portador do NIS.

“Os dados serão confirmados no banco de dados do governo federal. Depois, o prazo para o credenciamento no programa é de cinco dias úteis, com o início do benefício na fatura seguinte”, disse a empresa.

A Celpe distribui energia para os 184 municípios de Pernambuco e para a cidade de Pedras de Fogo, na Paraíba, além de Fernando de Noronha. A empresa tem 3,7 milhões de clientes. G1

Juazeiro (BA): Homem é assassinado ao lado de igreja católica no bairro Alto do Alencar

Um homicídio foi registrado por volta das 21h10 da noite de sexta-feira (26), no bairro Alto do Alencar, em Juazeiro (BA).
A vítima do sexo masculino, que não teve a identidade revelada, foi alvejada por disparos de arma de fogo ao lado da igreja católica do bairro.
A polícia foi acionada para atender o ocorrência, e isolou o local do crime. Após perícia técnica, o corpo foi recolhido para o Instituto de Medicina Legal (IML). A delegacia de homicídios assumiu o caso e deve investigar o crime. Via Edenevaldo Alves 

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