sexta-feira, 30 de julho de 2021
quinta-feira, 29 de julho de 2021
‘Queremos eleições democráticas’, afirma Bolsonaro
Segundo Bolsonaro, apenas Butão, Bangladesh e Brasil utilizam as urnas eletrônicas de primeira geração nas eleições. “Por que países como Japão e Coreia do Sul não adotam um sistema como o nosso?”, perguntou. “O presidente do Tribunal Superior Eleitoral [TSE], Luís Roberto Barroso, disse que nosso sistema é seguro e confiável.”
Debate politizado
O chefe do Executivo federal criticou o modo como o debate sobre o voto “impresso” foi conduzido no Brasil. “Por que a ferocidade do presidente do TSE em não querer discutir o assunto, não falar sobre a contagem pública de votos?”, indagou. “Por quê, na iminência da aprovação da PEC da deputada Bia Kicis, ele se reuniu com lideranças partidárias?”
Barroso e a reunião com líderes partidários
De acordo com Bolsonaro, após o encontro entre o ministro Luís Roberto Barroso e as lideranças de 11 partidos, as siglas mudaram radicalmente de posição sobre a questão do voto “impresso”. “Qual é o poder de persuasão do Barroso?”, questionou. “Que poder esse homem tem para demonstrar essa forma de convencimento?”
O presidente da República afirma que a auditoria dos votos permitiria a realização de eleições democráticas em 2022. “Por que Barroso teme tanto o voto democrático?”, perguntou. “Por que ele não quer eleições democráticas? Mentem, senhor ministro Barroso, aqueles que dizem ser retrocesso a instauração do voto impresso.”
Urnas eletrônicas de primeira geração não são auditáveis
Conforme Bolsonaro, amparado na opinião do deputado federal Carlos Sampaio (PSDB-SP), o sistema eleitoral brasileiro é inauditável — ou seja, não é possível verificar os votos. “Não dá para comprovar se houve fraude nas eleições”, afirmou. “Qual será o futuro do Brasil se terminarmos as eleições com um lado ou outro desconfiando do resultado do pleito?”
O chefe do Executivo federal garante não querer criar animosidade com os Poderes da República. “Queremos paz, tranquilidade”, asseverou. “O destino do Brasil será escolhido pelos eleitores. Se tiverem feito escolhas erradas, que aguentem as consequências. Porém, não podemos admitir que um candidato vença as eleições sem ter votos suficientes.”
Segundo Bolsonaro, não é justo os “responsáveis” pela libertação do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva serem os escolhidos para contar os votos nas eleições presidenciais de 2022. “Quero eleições no ano que vem, vamos realizá-las”, disse. “No entanto, queremos eleições limpas, democráticas, sinceras. O que está em jogo é o futuro do Brasil.” Revista Oeste
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Rebeca Andrade brilha e conquista prata na ginástica em Tóquio
Rebeca terminou em segundo lugar, com 57,298 pontos. Na classificação final, a brasileira foi superada apenas pela norte-americana Sunisa Lee (57,433). O bronze ficou com a a russa Angelina Melnikova (57,199).
Leia mais: “Olimpíada: Mayra Aguiar ganha medalha de bronze no judô”
Principal estrela da ginástica e uma das maiores atletas de todos os tempos da modalidade, a norte-americana Simone Biles não disputou a prova — ela decidiu abandonar a competição alegando que precisava cuidar de sua saúde mental. Biles acompanhou as provas da arquibancada e vibrou com as apresentações das colegas de equipe e também de Rebeca.
Medalhas brasileiras
A medalha foi a segunda do Brasil nesta quinta-feira. Mais cedo, como Oeste noticiou, a judoca Mayra Aguiar conquistou o bronze na categoria até 78kg ao derrotar a sul-coreana Hyunji Yoon. Até o momento, o país contabiliza sete medalhas nos Jogos de Tóquio: uma de ouro, três de prata e três de bronze. Revista Oeste
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MPF apura pagamento de aposentados e pensionistas com recursos do Fundeb em Pernambuco
De acordo com o MPF, a resolução do TCE-PE contraria o exigido pela Emenda Constitucional nº 108/2020, que veda o uso dos recursos do Fundeb para o pagamento de aposentados e pensionistas da educação, bem como por decisões do Supremo Tribunal Federal (STF). O TCE-PE fixou prazo de três anos para que o Estado de Pernambuco exclua do limite mínimo constitucional de 25% de gastos, destinados à educação, a parcela referente ao pagamento de despesas previdenciárias, a partir do exercício de 2021, sem previsão constitucional para tanto.
Inconstitucionalidade – O MPF destaca que, no caso de Pernambuco, o ente permaneceu fora do alcance normativo em decorrência da edição da Lei Complementar Estadual nº 43/2002, que permitiu que uma parcela das despesas previdenciárias fosse incluída para cumprimento do limite constitucional. Entretanto, o STF declarou em 2020 a inconstitucionalidade de normas – leis estaduais e resoluções de Tribunais de Contas – de outros estados que permitem contabilizar despesas com aposentadorias e pensões de servidores inativos da educação estadual como gastos em manutenção e desenvolvimento de ensino.
Diante desse quadro, o MPF destaca, considerando a norma constitucional, instituída pela Emenda Constitucional nº 108/2020, que veda expressamente o uso dos recursos do mínimo constitucional de educação para pagamentos previdenciários, bem como as decisões do STF que declararam a inconstitucionalidade de normas que permitem essa destinação, “não se verifica plausibilidade jurídica, tampouco razoabilidade na adoção de critério transitório para suposta regularização de irregularidades”, no que se refere à resolução do TCE-PE, implicando violação ao interesse público primário, que consiste em melhorias educacionais no Estado de Pernambuco.
No âmbito do procedimento, o MPF cientificou o TCE-PE e o Ministério Público de Contas de Pernambuco (MPCO) sobre a instauração do procedimento. A procuradora da República Silvia Pontes Lopes, que integra o Grupo de Trabalho Fundef/Fundeb da 1ª Câmara de Coordenação e Revisão do MPF (1CCR), também cientificou a referida Câmara a respeito do procedimento instaurado pelo MPF em Pernambuco em decorrência da edição da Resolução nº 134/2021 do TCE-PE.
Íntegras:
Despacho do MPF
Ofício enviado ao TCE-PE
Ofício enviado ao MPCO-PE
Procedimento de acompanhamento nº 1.26.000.002366/2021-94
Olimpíada: Mayra Aguiar ganha medalha de bronze no judô
Com o resultado, Mayra se torna a primeira atleta do Brasil a levar três medalhas olímpicas em um esporte individual — Fofão, da seleção de vôlei, também tem três medalhas no currículo. Antes de Tóquio, Mayra já havia subido ao pódio nas Olimpíadas de Londres, em 2012, e do Rio de Janeiro, em 2016 (com dois bronzes). É também a primeira a alcançar este feito em três edições consecutivas dos Jogos.
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Com o bronze de Mayra, o judô brasileiro chegou à marca de 24 pódios na história olímpica — é a modalidade que mais deu medalhas para o país.
“Não estou conseguindo falar. Estou emocionada. Acho que é a conquista mais importante para mim. Foram difíceis os últimos tempos, bem difíceis, tem que superar, superar de novo e de novo. Não aguentava mais fazer cirurgia, ainda mais no momento em que vivemos, tive medo, angústia. Mas continuei. Dar o nosso melhor vale a pena”, afirmou a medalhista olímpica em entrevista à TV Globo.
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A judoca brasileira teve de enfrentar uma série de problemas durante a preparação para os Jogos de Tóquio. O maior deles foi uma cirurgia realizada em novembro do ano passado, que ameaçou, inclusive, sua participação na Olimpíada. Ao longo da carreira, Mayra passou por sete cirurgias.
Até o momento, a delegação brasileira soma seis medalhas na Olimpíada de Tóquio: uma de ouro, duas de prata e três de bronze. O país ocupa a 19ª colocação no quadro geral. Revista Oeste