sábado, 7 de agosto de 2021

São Paulo faz 2 a 1 no Athletico (PR) e volta a vencer no Brasileiro


O São Paulo venceu o Athletico (PR), neste sábado (7), em Curitiba, pela 15ª rodada, e, chegando aos 15 pontos, deixou provisoriamente a zona de rebaixamento do Campeonato Brasileiro. O destaque foi o atacante Pablo, autor de dois gols são-paulinos.
Com o resultado, a equipe voltou a vencer na competição, após duas derrotas seguidas, para o Fortaleza (1 a 0) e o Flamengo (5 a1) e um empate por 0 a 0 com o Palmeiras. Entre os concorrentes do São Paulo na parte de baixo da tabela está o Cuiabá, que tem 13 pontos, mas dois jogos a menos.
O São Paulo fez uma boa partida e soube controlar as ações desde o início. Começou o jogo disposto a se recuperar na competição, antes de enfrentar o Palmeiras, na terça-feira (10), às 21h30, no Morumbi, pela primeira partida das quartas de final da Libertadores.
Já o Athletico (PR), que também está em uma maratona de jogos, teve uma queda de rendimento no Brasileiro, passando a ocupar a sexta colocação.
Na próxima quinta-feira (12), em Quito, a equipe paranaense enfrenta o LDU, pela primeira partida das quartas de final da Sul-Americana. R7

Lei Maria da Penha completa 15 anos

Uma situação natural, uma questão privada e um crime de menor potencial ofensivo. Era assim que a violência doméstica, mesmo nos casos de agressão física ou homicídio, era vista. Não faz muito tempo que essa história começou a mudar, dizem especialistas ouvidas pela Agência Brasil. Mas não há dúvidas sobre o significado dessa conquista. A Lei Maria da Penha completa hoje (7) 15 anos.

A promotora Valéria Scarance, coordenadora do Núcleo de Gênero do Ministério Público de São Paulo (MPSP), diz que a lei “inaugurou um novo tempo para as mulheres”, não somente com uma “uma mudança de olhar, mas com um sistema de proteção integral”. “A lei não prevê punição apenas”, ressalta.

A lei, considerada uma das três melhores no mundo pelas Nações Unidas, prevê mecanismos inovadores, como medidas protetivas, ações de prevenção, suporte às mulheres e grupos reflexivos para homens.

Para Sônia Coelho, da Sempreviva Organização Feminista (SOF) e integrante da Marcha Mundial de Mulheres, a Lei Maria da Penha desnaturalizou a violência doméstica. “É um crime e as bases dessa violência estão justamente nas desigualdades que homens e mulheres vivem na sociedade”, aponta. “A lei muda radicalmente o cenário que havia antes dela. De fato, desloca o problema da violência doméstica do campo da banalização”, concorda Alessandra Teixeira, professora da Universidade Federal do ABC (UFABC).

A Lei Maria da Penha definiu cinco formas de violência: física, sexual, moral, psicológica e patrimonial. “Até então, a violência contra a mulher era identificada apenas com o olho roxo”, relembra Valéria. Em 2015, nova conquista com a tipificação do crime de feminicídio e, neste mês, a criação do tipo penal violência psicológica. “Essas violências estão sempre acontecendo concomitantemente e, muitas vezes, acaba em feminicídio”, diz Sônia.

A lei reduziu as agressões?

“É muito difícil de responder isso, até porque teríamos que ter, no passado, números mais confiáveis. Sempre tivemos altíssima subnotificação. Claro que o fenômeno da violência está aí, ele não vai acabar de uma hora pra outra”, avalia Alessandra. A professora acredita que a violência contra a mulher sofre cada vez mais “rachaduras” e força instituições a se posicionarem. “Há uma não conformidade daquela máxima que era muito repetida: em briga de marido e mulher ninguém mete a colher.”

“Muitas vezes as pessoas perguntam por que a cada ano os índices de violência contra a mulher aumentam? Há sim o aumento dos índices de violência, mas há também o aumento da conscientização. Muitos homens já eram violentos e agora as mulheres estão rompendo o silêncio”, aponta a promotora paulista.

O Anuário Brasileiro de Segurança Pública mostra que o assassinato de mulheres registrados como feminicídio passou de 929, em 2016, para 1.350, em 2020. Além disso, quase 15% dos homicídios de mulheres no ano passado praticados por parceiros ou ex-parceiros das vítimas não foram registrados como feminicídio.

Orçamento

A integrante da SOF destaca que, como uma lei integral, a sua execução requer investimentos em áreas de prevenção e proteção. “Se a gente quer superar a violência, não basta punir, principalmente em um país como este que a gente nem precisa falar no que é o modelo carcerário”, avalia.

Alessandra reforça que políticas sociais, de forma geral, podem ter impacto no fortalecimento das mulheres. “Uma política, por exemplo, de transferência de renda, como o Bolsa Família, tem um impacto direto na questão da violência contra a mulher. Nem precisa fazer grandes exercícios pra entender: ela diz respeito à autonomia financeira, diz respeito ao cumprimento dos direitos sociais dos filhos.”

A Secretaria Nacional de Políticas para as Mulheres (SNPM) do Ministério da Mulher, da Família e dos Direitos Humanos (MMFDH) disse, em nota, que “está evoluindo tanto no aspecto da recomposição orçamentária, quanto na execução”. De acordo com a secretaria, o orçamento em 2019 era em torno de R$ 30 milhões. “Em 2020, recebemos um incremento oriundo de emendas excepcionais, que nos permitiu chegar a R$ 126 milhões”, destacou. Em 2021, o orçamento é de R$ 60 milhões.

Ainda segundo a secretaria, a execução, em 2020, chegou a 98% do total. Em 2019, esse percentual ficou em 96%, em 2018, em 84%, e em 2017, em 55%.

“Destaca-se que nos últimos três anos a Secretaria Nacional de Políticas para as Mulheres tem investido os recursos do orçamento de forma prioritária em: novas unidades da Casa da Mulher Brasileira, qualificação profissional, equipagem de patrulhas e rondas Maria da Penha e implantação de Núcleos Integrados de Atendimento à Mulher”, ressaltou a secretaria.

De acordo com a secretaria, existem atualmente sete unidades da Casa da Mulher Brasileira, localizadas em Brasília, São Luís, Boa Vista, Fortaleza, Curitiba, Campo Grande e São Paulo. Há recursos empenhados do Orçamento para a implementação de 23 novas unidades, além de três novos Núcleos Integrados de Atendimento à Mulher em delegacias em fase de instalação.

Vítimas de violência doméstica podem apresentar um sinal vermelho na mão para alertar que estão vivendo uma situação de vulnerabilidade
Vítimas de violência doméstica podem apresentar um sinal vermelho na mão para alertar que estão vivendo uma situação de vulnerabilidade - Paulo H. Carvalho/Agência Brasília

Campanha Sinal Vermelho

Uma das iniciativas recentes do ministério foi tornar lei a utilização de um “X” vermelho na palma da mão como forma de denúncia contra um agressor. “Em dois anos e meio, sancionamos diversas leis de proteção ao segmento feminino. Em breve nós também vamos contar com o Plano Nacional de Enfrentamento ao Feminicídio (PNEF)”, disse a ministra Damares Alves, na cerimônia de sanção da lei.

Damares também destacou a inclusão, em abril, de atos de perseguição como crime no Código Penal. A norma também incluiu como agravantes a violência contra mulheres, crianças, idosos e adolescentes, com uso de arma de fogo ou quando cometido por mais de uma pessoa. A ministra lembrou ainda do formulário unificado de enfrentamento à violência contra a mulher e da inclusão da prevenção à violência contra a mulher no currículo da Educação Básica.

Rede especializada

A Lei Maria da Penha estabelece a criação de estruturas especializadas no atendimento às mulheres, como delegacias e varas de Justiça. “A Lei Maria da Penha prevê um atendimento humanizado, ininterrupto da mulher, por exemplo, na delegacia de polícia, na perícia, num ambiente reservado, especialmente projetado para essa mulher, em que ela não tenha contato com o agressor, tendo a sua intimidade preservada”, explica Valéria, destacando que o objetivo é evitar a revitimização.

Dados do Conselho Nacional de Justiça (CNJ) apontam a existência de 138 varas exclusivas de violência doméstica em 2020, uma a menos do que em 2019, quando eram 139. Em 2016, eram 109 varas. No ano passado, a Justiça tinha mais de 1,1 milhão de casos pendentes de violência doméstica em fase de conhecimento. Esse número era cerca de 880 mil em 2016. Além disso, foram 554 mil novos casos no ano passado.

Para a promotora, “é possível fazer justiça mesmo nos locais onde não existe estrutura para isso”. “Desde que aquela pessoa presente tenha esse olhar de gênero, tenha a compreensão de que aquela mulher vítima de violência não escolheu estar na relação violenta, ela não consegue mais reagir”, destaca. Ela reconhece, no entanto, que “o machismo estrutural e estruturante [está] em todos os setores da sociedade, inclusive perante aquelas autoridades que aplicam a lei”.

Denuncie

O governo federal mantém a Central de Atendimento à Mulher para recebimento de denúncias e encaminhamentos de casos de violência contra a mulher. O número é 180. A ligação é gratuita e o serviço funciona 24 horas por dia, todos os dias da semana.

O serviço também fornece informações sobre os direitos da mulher, como os locais de atendimento mais próximos e apropriados para cada caso: Casa da Mulher Brasileira, Centros de Referências, Delegacias de Atendimento à Mulher (Deam), Defensorias Públicas, Núcleos Integrados de Atendimento às Mulheres, entre outros. Agência Brasil 

Empresário araripinense morre após colidir carro com carreta, em Trindade; assista vídeo

Um grave acidente ocorrido no início da tarde desse sábado (07), próximo a Trindade, no Sertão do Araripe, acabou levando o óbito um jovem empresário araripinense. De acordo com as primeiras informações, o carro que ele conduzia, acabou colidindo de frente com uma carreta.

Outra pessoa que estava no mesmo veículo, um corola de cor branca, saiu gravemente ferida e foi socorrida pelo Corpo de Bombeiros para uma unidade de saúde.

Essa foi a quinta morte por acidente de trânsito em Trindade no ano de 2021. Em todo Sertão do Araripe que é composto por dez municípios, vinte e sete pessoas já morreram pelo mesmo motivo. Assista vídeo:


Via Blog do Roberto Gonçalves 

Com futebol, Brasil leva três ouros em Tóquio em menos de 24 horas

Pela primeira vez na história, o Brasil ganhou três medalhas de ouro em Olimpíadas. Neste sábado, penúltimo dia dos jogos de Tóquio, os brasileiros foram vitoriosos no futebol, no boxe e na canoagem. Agora, o Brasil tem sete ouros, equiparando com a marca da Rio 2016. No ranking geral, o país está em 12º lugar.
No futebol, o Brasil venceu a Espanha por 2 a 1 na prorrogação. O gol decisivo foi feito por Malcom aos dois minutos do segundo tempo da prorrogação, depois de Matheus Cunha e Oyarzabal marcarem no tempo normal. Este é o bicampeonato olímpico da seleção, que conquistou o inédito ouro na Rio 2016.
O brasileiro Hebert Conceição conquistou a medalha de ouro na categoria até 75kg do boxe. Ele venceu a decisão do ouro contra ucraniano Oleksandr Khyzniak, campeão mundial de 2017, por nocaute no terceiro assalto. O brasileiro perdeu os dois primeiros rounds, mas conseguiu derrubar o rival no terceiro para garantir o título.
Já Isaquias Queiroz levou, na baía de Tóquio, o ouro na prova do C1 1000m da canoagem velocidade, com o tempo de 4m04s408. O baiano de 27 anos é o atual campeão mundial da distância.
Novas chances de medalhas de ouro
O recorde pode crescer neste domingo, 8, com duas chances de ouro. O Brasil está na final do vôlei feminino contra os Estados Unidos, à 1h30 (de Brasília). No boxe, Beatriz Ferreira está na decisão da categoria até 60kg com a irlandesa Kellie Anne Harrington, às 2h. Revista Oeste 

Pesquisa: 60% dos municípios não registraram mortes nesta semana por covid-19

Levantamento divulgado nesta sexta-feira, 6, pela Confederação Nacional de Municípios (CNM) mostra que, nesta semana, 60% das cidades pesquisadas não registraram nenhuma morte em decorrência da covid-19. Foram ouvidos 1.328 dos 5.570 municípios brasileiros entre 4 e 5 de agosto.

Segundo a pesquisa, 17% das prefeituras relataram estabilidade no número de mortes; 13% registraram queda; e 9% tiveram aumento de óbitos devido ao novo coronavírus.

Leia mais: “Metade dos municípios já vacina pessoas com menos de 30 anos”

Em relação aos casos, mais de 40% dos gestores locais afirmaram que o número diminuiu nesta semana; 12% indicaram não ter tido novos casos; 30% relataram estabilidade; e 15%, aumento.

A taxa de ocupação de leitos de UTI também apresentou cenário positivo nesta semana: 43,8% dos municípios estão com taxa abaixo de 60%; 30,3% entre 60% e 80% de ocupação; e apenas 13,6% acima desse porcentual.

Restrições

O levantamento mostrou também que 62,3% das cidades pesquisadas adotaram alguma forma de medida de distanciamento ou restrição de horário das atividades não essenciais. Outros 35,4% responderam não ter lançado mão desses recursos. Revista Oeste 

Grupos prioritários podem se vacinar contra a gripe neste sábado em Petrolina

A Secretaria de Saúde de Petrolina estará com unidades móveis aplicando a vacina contra a gripe em três pontos da cidade neste sábado (7): Orla; Praça do Bambuzinho; e feira da Cohab Massangano, das 8h às 13h. O objetivo é aplicar as doses nos públicos contemplados no plano de imunização. A vacina disponibilizada na rede pública garante proteção contra os vírus da Influenza B, H1N1 e H3N2.
Os públicos-alvos da campanha de imunização são gestantes;  puérperas (com até 45 dias pós-parto); crianças de seis meses a menores de seis anos; trabalhadores de saúde; idosos com 60 anos e mais; professores ativos; pessoas que possuem comorbidades; pessoas com deficiência permanente; caminhoneiros; trabalhadores de transporte coletivo, portuários e forças de segurança e salvamento; forças armadas; e funcionários do sistema prisional.
A campanha de vacinação, que está sendo realizada desde abril, já  foi prorrogada  até o dia 9 de agosto. Para receber a vacinação é necessário apresentar documento oficial com foto e cartão de vacina. No caso das crianças que não tenham RG, pode-se levar a certidão de nascimento. Já os profissionais de saúde, além de documento oficial, precisam levar um documento que comprove o vínculo profissional, bem como os outros grupos profissionais que também devem apresentar comprovação de vínculo.
Já as pessoas que possuem comorbidades devem apresentar um laudo médico. Vale ressaltar que as pessoas que tomaram a vacina da COVID-19 devem aguardar, pelo menos, 14 dias de intervalo para receber a vacina da influenza, essa é uma recomendação do Ministério da Saúde. Via Carlos Britto 

Mega-Sena pode pagar hoje R$ 55 milhões

A Mega-Sena poderá pagar R$ 55 milhões neste sábado (7), no concurso 2.397. O sorteio será realizado a partir das 20h (horário de Brasília), no Espaço Loterias Caixa, localizado no Terminal Rodoviário do Tietê, em São Paulo, com transmissão ao vivo pelas redes sociais das loterias Caixa (perfil @LoteriasCAIXAOficial no Facebook e canal CAIXA no Youtube). 
As apostas podem ser feitas até as 19h do dia do sorteio nas lotéricas de todo o país, no portal Loterias Caixa (www.loteriasonline.caixa.gov.br) e no aplicativo Loterias Caixa, além do Internet Banking Caixa para clientes do banco. O valor de uma aposta simples na Mega é de R$ 4,50.
Caso apenas um apostador leve o prêmio da faixa principal e aplique todo o valor na poupança, receberá R$ 134,5 mil de rendimento no primeiro mês. Se preferir investir em automóveis, o valor seria suficiente para comprar 200 veículos do tipo SUV ao preço de R$ 275 mil cada. As informações são do site da Caixa. Agência Brasil 

Isaquias Queiroz é ouro na canoagem de velocidade

Isaquias Queiroz fez história na noite desta sexta-feira (6) no Canal Sea Forest. O baiano faturou a medalha de ouro na prova do C1 1000 metros (m) da canoagem de velocidade na Olimpíada de Tóquio (Japão).

Correndo na raia 4, o atleta cravou a marca de 4min04s408. O chinês Hao Liu ficou com a medalha de prata com 4min05s724. O bronze foi para Serghei Tarnovschi, da República da Moldavia, com o tempo de 4min06s069.

Essa é a 4ª medalha do atleta baiano na história das Olimpíadas. Nos Jogos de 2016 (Rio de Janeiro), ele já havia faturado duas pratas, no C1 1000 m e no C2 1000 m, e o bronze no C1 200 m. Agora o baiano se iguala ao líbero Serginho e ao nadador Gustavo Borges, dupla que também tem quatro medalhas olímpicas na carreira.

“Muito feliz de poder ganhar essa medalha de ouro para o Brasil. Uma emoção muito grande, me dediquei muito desde 2016 até o exato momento. A medalha no C2 não veio. Nosso objetivo era representar nosso querido treinador, Jesus Morlán, que faleceu em 2018 e conquistou 9 medalhas importantes, com essa de hoje, na nossa carreira. Muito feliz de poder realizar esse sonho”, disse o atleta baiano, ao Comitê Olímpico Brasileiro (COB), após a prova.

Além disso, Isaquias falou que já pensa nos Jogos de 2024 (Paris), onde espera ampliar seu número de conquistas olímpicas: “Sabíamos desde o início que essa medalha era minha, não tinha como alguém tomar de mim. Mostrei isso na semifinal e na final.

Agora é ir para casa, me casar, curtir as férias e começar a pensar em Paris. Volto a repetir, não vou a Paris a passeio, vou para fazer o que fiz aqui, brigar pelas medalhas e representar bem o país”. Agência Brasil 

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