segunda-feira, 18 de janeiro de 2021

Por "jogada de marketing", Anvisa diz que Doria desrespeitou protocolo de vacinação em SP


Apesar de evitar o assunto, a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), afirmou que o governador de São Paulo, João Doria (PSDB), desrespeitou os protocolos de vacinação ao imunizar a enfermeira Mônica Calazans, de 54 anos, neste domingo (17), em São Paulo.

Em coletiva de imprensa, organizada após a autorização para uso emergencial das vacinas CoronaVac e a de Oxford, os representantes do órgão regulador garantiram ter encerrado a reunião sobre os imunizantes pouco tempo antes, quando souberam que o governo de São Paulo já “colocava a vacina no ar”. Eles salientaram que a aplicação só poderia ter iniciado após a assinatura do termo de compromisso e recebimento do documento pela Anvisa.

“A autorização para a aplicação está vinculada a partir da aprovação da Anvisa nos termos de compromisso. Não há como dizer o que aconteceu em São Paulo”, afirmou, atônita, a diretora Meiruze Freitas.

A Anvisa exigiu que o Instituto Butantan forneça, até o dia 28 de fevereiro, um termo de compromisso que forneça os dados de imunogeneidade; caso contrário, a vacina perderá a autorização excepcional da agência. Até as 17 horas do domingo (17), o instituto não havia dado retorno.

Apesar de evitar o assunto, a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), afirmou que o governador de São Paulo, João Doria (PSDB), desrespeitou os protocolos de vacinação ao imunizar a enfermeira Mônica Calazans, de 54 anos, neste domingo (17), em São Paulo.



Em coletiva de imprensa, organizada após a autorização para uso emergencial das vacinas CoronaVac e a de Oxford, os representantes do órgão regulador garantiram ter encerrado a reunião sobre os imunizantes pouco tempo antes, quando souberam que o governo de São Paulo já “colocava a vacina no ar”. Eles salientaram que a aplicação só poderia ter iniciado após a assinatura do termo de compromisso e recebimento do documento pela Anvisa.


“A autorização para a aplicação está vinculada a partir da aprovação da Anvisa nos termos de compromisso. Não há como dizer o que aconteceu em São Paulo”, afirmou, atônita, a diretora Meiruze Freitas.

A Anvisa exigiu que o Instituto Butantan forneça, até o dia 28 de fevereiro, um termo de compromisso que forneça os dados de imunogeneidade; caso contrário, a vacina perderá a autorização excepcional da agência. Até as 17 horas do domingo (17), o instituto não havia dado retorno. Jornal da Cidade Online 



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