O agronegócio apresentou crescimento de 28,2% nas exportações, que somaram US$ 32,3 bilhões. A conjuntura de crescimento foi influenciada sobretudo pelo aumento das vendas de café não torrado (20,2%), soja (28,3%) e algodão em bruto (41,9%).
Ainda que o resultado das exportações tenha sido positivo, os seguintes produtos registraram desempenho insatisfatório: animais vivos, não incluídos pescados ou crustáceos (-50%), arroz com casca, paddy ou em bruto (-72,1%) e tabaco em bruto (-19,8%).
Importações
Nos primeiros seis meses deste ano, o Brasil registrou crescimento de 22,4% nas importações agropecuárias, somando US$ 2,51 bilhões. A aumento das importações explica-se pela alta das compras de trigo e centeio não moídos (16%), milho não moído, exceto milho doce (151,1%) e soja (176%).
Por outro lado, o país passou a importar menos cevada não moída (-38,6%), produtos hortícolas, frescos ou refrigerados (-28,4%) e frutas e nozes não oleaginosas, frescas ou secas (-2,3%), além de fertilizantes brutos, exceto adubos (-19,1%).
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Revista Oeste
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