“Vamos examinar cada situação; os imunocomprometidos e idosos receberão reforços. Mas não acho que precisamos impulsionar todo mundo”, explicou.
Para Gilbert, os atuais níveis de vacinação mundial estão se mantendo bem, mesmo com a chegada da variante delta. Dessa forma, os imunizantes que seriam utilizados como reforço podem ser doados a outros países.A fala da cientista vem em um momento em que se debate a aplicação de uma terceira dose de imunizantes, sobretudo da CoronaVac. A “Anvisa do Reino Unido” (MHRA, na sigla em inglês) aprovou nesta semana o uso da Pfizer e da AstraZeneca como vacinas de reforço no enfrentamento da covid-19, pavimentando caminho para aplicar na população nos próximos dias. Revista Oeste
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