As planilhas indicam que 90% dos R$ 708 milhões repassados à Conafer teriam sido desviados para empresas de fachada. Os documentos detalham repasses a beneficiários codificados como “heróis” ou “amigos”. O ex-procurador Virgílio, mencionado como “Herói V”, teria recebido R$ 6,57 milhões entre 2022 e 2024, período em que atuou na defesa do desbloqueio de pagamentos suspeitos, facilitando a movimentação irregular.
A investigação ainda busca localizar o presidente Carlos Roberto, que permanece foragido. A PF evidencia que o esquema envolvia coordenação de valores milionários, com lavagem de dinheiro e repasses sistematizados. Os documentos e movimentações financeiras cruzadas reforçam a dimensão e a organização do desvio de recursos públicos, mostrando a complexidade do caso.
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