Imagens que rapidamente se espalharam pelas redes sociais mostram pequenas pedras de gelo acumuladas no chão e em quintais logo após a precipitação. Em um vídeo compartilhado amplamente, um morador local exibe as pedras de gelo nas palmas das mãos, relatando que, em anos de residência na comunidade, nunca havia presenciado algo semelhante na região.
A Agência Pernambucana de Águas e Clima (Apac) confirmou o registro do fenômeno na cidade. Segundo especialistas, embora raro, o granizo no Sertão ocorre devido à formação de nuvens do tipo Cumulonimbus, que possuem grande extensão vertical e temperaturas abaixo de zero em seu topo, permitindo a solidificação da água antes de atingir o solo.
Monitoramento e Previsão
Apesar do susto e da intensidade das imagens, não houve registros imediatos de danos materiais graves ou feridos no N3. A ocorrência de granizo em Petrolina acontece em uma semana de instabilidade climática em Pernambuco, com registros similares também no Agreste do estado nos dias anteriores.
A situação continua sendo acompanhada por moradores e autoridades locais, já que a previsão para o mês de fevereiro indica a permanência de ar quente e úmido, o que favorece pancadas de chuva irregulares em todo o Nordeste.
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