O material, periciado pela PF, foi enviado ao presidente do STF, ministro Edson Fachin. A informação foi revelada pelo portal UOL e confirmada pela CNN Brasil.
A perícia foi concluída nesta quarta-feira (11). Conforme apurado pela CNN Brasil, autoridades públicas são citadas em conversas encontradas nos aparelhos celulares do banqueiro.
O gabinete de Toffoli se manifestou dizendo que o pedido da PF para sua suspeição do magistrado no caso do Banco Master se baseia em “ilações” e não tem respaldo jurídico.
Segundo a nota, a PF não tem legitimidade para formular esse tipo de requerimento por não ser parte no processo, conforme o artigo 145 do Código de Processo Civil. CNN
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