Qualquer um é livre para defender o uso recreativo da maconha. Mas atribuir a ela benefícios medicinais amplos, sobretudo na saúde mental, é questionável — para dizer o mínimo.
Em meio ao avanço do uso de cannabis medicinal no Brasil e no exterior, pesquisadores da Universidade de Sydney, na Austrália, concluíram que a evidência atual ainda é fraca para sustentar o uso de canabinoides em boa parte dos casos de transtornos mentais.
O trabalho foi publicado no último dia 16, na revista The Lancet Psychiatry, uma das mais importantes do mundo na área da psiquiatria. O estudo traz elementos importantes ao debate sobre os tratamentos com derivados da erva.
Os cientistas australianos respondem: afinal, o quanto esses produtos funcionam?
Via: GazetadoPovo
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