quinta-feira, 11 de junho de 2026

Rejeição a Lula supera aprovação há 18 meses

Dados da pesquisa Quaest divulgada nesta quarta-feira (10) confirmam 18 meses consecutivos em que a rejeição dos brasileiros a Lula (PT) e a seu governo é maior que a aprovação. Em janeiro de 2025, quando pela primeira vez esse instituto de pesquisas registrou rejeição de Lula maior que a aprovação, isso foi registrado como “fato inédito” naqueles dois primeiros anos do terceiro governo do petista. Em maio de 2025, a rejeição subiu em flecha e chegou a atingir os 57%.

Rejeição maior

Desde meados de 2025, a rejeição a Lula oscila entre os 48% apontados pelo levantamento desta semana e 53% apurados há um ano.

Não sai dali

Em maio de 2026, a rejeição ao governo Lula era de 49%. Segundo manchetes amigas, a imagem de Lula supostamente “melhorou”.

Povo insatisfeito

Este ano, a aprovação de Lula se manteve apenas entre 43% e 47%. A rejeição, sempre maior, ficou entre 48% e 52%.

Registro e margem

A pesquisa Quaest foi registrada no Tribunal Superior Eleitoral sob nº BR-03598/2026 e a margem de erro é de dois pontos percentuais.

Em MG, PT se descola do PDT e mira PSB e MDB

O PSB escalou Geraldo Alckmin para desenrolar a chapa socialista em Minas Gerais após petistas graúdos sinalizarem que o partido prefere apoiar o partido do vice-presidente a uma eventual aliança com Alexandre Kalil, pré-candidato do PDT ao Governo de Minas Gerais e suspeito de não ser “ponta firme” na hora de segurar o apoio a Lula. Lula, inclusive, sonha com candidatura de Josué Alencar, filho do ex-vice-presidente José Alencar (2003 – 2011), que até se filiou ao PSB em abril.

Apatia

Josué tem boa interlocução com o empresariado, mas já sinalizou que prefere atuar nos bastidores a enfrentar uma eleição majoritária.

Outro nome

Alckmin deve se reunir com Jarbas Soares, mais empenhado na disputa, e ainda com nomes do MDB para sondar possível chapa PSB-MDB.

Passado ingrato

No PT, sobra desconfiança contra Kalil. A turma da estrela não esquece os ataques públicos de Kalil à gestão de Fernando Pimentel no estado.

Diário do Poder 

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