sexta-feira, 24 de abril de 2020
Quase 750 mil venceram a covid no mundo, 26 mil no Brasil
Novo balanço atualizado mostra que 743,4 mil pessoas venceram a covid no mundo até agora – mas essa notícia boa não é pra gente baixar a guarda, apenas pra dar esperança!
Os números são do painel online da Universidade Johns Hopkins, dos EUA, das 6 horas da manhã desta sexta, 24.
A campeã em recuperados é a Alemanha, seguida da Espanha, EUA e China. O Brasil subiu um ponto no ranking. Foi de 9º para 8º lugar, em relação à semana passada.
Veja o ranking dos recuperados
- Alemanha – 106,8 mil
- Espanha – 89,2 mil
- EUA – 80,9 mil
- China, 77,9 mil
- Irã – 64,8 mil
- Itália – 57,5 mil
- França – 42,7 mil
- Brasil – 26,5 mil
- Suiça – 20,6 mil
- Turquia – 18,9 mil
O número de recuperados brasileiro significa 56,7% dos casos confirmados da doença, que subiram muito, de acordo com o Ministério da Saúde.
Agora o Brasil registra mais de 50.036 casos confirmados de coronavírus e sobe para 11º lugar no ranking mundial.
No mundo inteiro a covid atingiu mais de 2,7 milhões de pessoas.
Veja o ranking dos casos confirmados
- EUA – 869,1 mil
- Espanha – 213 mil
- Itália – 189,9 mil
- França – 159,4 mil
- Alemanha – 153,1 mil
- Reino Unido – 139,2 mil
- Turquia – 101,7 mil
- Irã – 87 mil
- China – 83,8 mil
- Russia – 62,7 mil
- Brasil – 50 mil
Infelizmente o novo coronavírus já matou quase 200 mil pessoas: foram 191 mil até a madrugada desta sexta, 25.
Dessas, 50 mil perderam a vida nos EUA, 15 mil só em Nova York. Em 24 horas, os Estados Unidos tiveram mais de 3,1 mortes.
Em seguida vem a Itália com 25 mil mortos, Espanha com 22 mil mortos e França com 21 mil.
Por isso, é necessário reforçar o pedido para que você se cuide, esteja onde estiver!
- Evite aglomerações
- só saia de casa por absoluta necessidade
- use máscara
- use um sapato para ficar em casa e outro para sair na rua (higienize antes de guardar)
- lave as mãos de hora em hora
- higienize com álcool gel quando não tiver água e sabão
Por Rinaldo de Oliveira, da redação do SóNotíciaBoa – Com informações da UJH
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Sergio Moro pede demissão após troca de comando da Polícia Federal
O ministro da Justiça e Segurança Pública, Sergio Moro, anunciou durante um pronunciamento à imprensa a própria demissão nesta sexta-feira (24). A saída ocorre após o presidente Jair Bolsonaro exonerar o chefe da Polícia Federal, Maurício Valeixo, braço-direito e homem de confiança do ex-juiz da Lava Jato.
A decisão de demitir Valeixo foi publicada hoje no Diário Oficial da União e surpreendeu o agora ex-ministro da Justiça e Segurança Pública. Foi ele próprio quem escolheu Valeixo para comandar a PF.
O agora ex-ministro disse que, desde o segundo semestre do ano passado, "o presidente passou a insistir na troca do diretor-geral da PF".
- Não tenho nenhum problema, mas eu preciso de uma causa relacionada a uma insuficiência de desempenho, erro grave [...] No geral, é um trabalho bem feito. Várias dessas operações importantes, de combate ao crime organizado e a corrupção, [...] o trabalho vinha sendo feito.
Moro completou dizendo que "não é questão do nome, há outros delegados igualmente competentes. O grande problema é que haveria uma violação à promessa que me foi feita, de ter carta branca, não haveria causa e estaria havendo interferência política na PF, o que gera abalo na credibilidade".
O ex-ministro afirmou ainda que o presidente o "quer fora do cargo, porque essa precipitação na realização da exoneração não tem muito sentido" -- uma referência à exoneração do diretor-geral da PF (Polícia Federal), Maurício Valeixo, e que descobriu decisão pelo DOU (Diário Oficial da União).
No começo do ano, o presidente disse que estudava a recriação do Ministério de Segurança Pública, o que tiraria o comando da Polícia Federal, o Departamento Penitenciário Nacional (Depen) e a Polícia Rodoviária Federal (PRF), os três órgãos mais importantes, da pasta de Moro.
Em agosto do ano passado, o presidente disse que o diretor da PF era subordinado a ele e não a Moro, sinalizando que pretendia trocar o comando.
Valeixo foi indicado por Moro para a direção-geral da PF ainda em novembro de 2018, durante a transição presidencial. Ele era superintendente da Polícia Federal no Paraná, onde, assim como Moro, atuou na Operação Lava Jato. R7
quinta-feira, 23 de abril de 2020
Líder do PCC que foi solto devido a pandemia, rompeu a tornozeleira e sumiu do mapa
A pandemia de coronavírus tem sido usada como pretexto para inúmeras finalidades. As consequências de decisões no mínimo desnecessárias, não tardam a vir.
Nesta semana, o detento Valacir de Alencar, que é apontado pela Justiça como um dos líderes da facção criminosa Primeiro Comando da Capital (PCC) no Paraná, foi colocado em prisão domiciliar.
A liberdade foi concedida sob a alegação da pandemia da Covid-19.
Entretanto, o presidiário mal colocou os pés fora da cadeia e logo rompeu a tornozeleira eletrônica, e sumiu do mapa.
O líder do PCC responde por tráfico de drogas, lavagem de dinheiro e porte de armas e cumpria até então um pena de 76 anos de prisão.
A defesa do criminoso entrou com o pedido de prisão domiciliar alegando que o acusado é hipertenso, sendo assim faz parte do grupo de risco. Como base de argumentos, os advogados usaram recomendação do Conselho Nacional de Justiça (CNJ) assinada por Dias Toffoli.
O juiz Diego Paolo Barausse, concedeu o pedido da defesa e ainda como justificativa alegou também que a Penitenciária Estadual de Piraquara, está "bem acima de sua capacidade de lotação" e "além de superlotada, não conta com unidade de atendimento médico, nem sistema de ventilação e não dispõe de produtos de higiene recomendados pelo Ministério da Saúde".
O magistrado ignorou o alerta do Ministério Público do Paraná de que o encaminhamento de presos em regime fechado ou semi-aberto para prisão domiciliar deveria seguir critérios rigorosos e deveria ser levando em consideração aspectos como os tipos de crimes cometidos e as condições para o cumprimento da pena fora no sistema prisional.
O detento já havia fugido anteriormente, em julho de 2019.
Ricardo Barbieri: Quero dizer a verdade - um vídeo que vai tocar você!
Confinados sob o jugo de um Congresso corrompido que engaveta projetos de interesse do povo, isolados da justiça diante de tribunais superiores viciados que nos envergonham, confinados pelo medo. Precisamos sair desse isolamento moral, isolamento econômico, isolamento educacional. Precisamos dar um basta ! Vídeo abaixo.
quarta-feira, 22 de abril de 2020
Arrecadação federal cai em março e soma R$ 109,7 bilhões, diz Receita
A arrecadação federal caiu e soma R$ 109,718 bilhões em março, segundo os dados divulgados nesta quarta-feira (22) pela Receita Federal. O valor representa impostos e contribuições federais.
Houve queda em comparação ao mês anterior e ao mesmo período em 2019. Em fevereiro deste ano, a arrecadação foi de R$ 116,430 bilhões.
Já em relação a março de 2019, a queda nominal foi de 0,12%, com arrecadação de R$ 109,854 bilhões no período.
Em janeiro deste ano, houve recorde de arrecadação, com R$ 174,991 bilhões. De janeiro a março, o governo acumula arrecadação de R$ 401,138 bilhões.
Março foi o mês em que a OMS (Organização Mundial da Saúde) declarou a pandemia do novo coronavírus. Governadores de diversos estados brasileiros passaram a decretar medidas de isolamento social para evitar a disseminação do vírus.
O Chefe do Centro de Estudos Tributários, Claudemir Malaquias, afirma que o coronavírus não teve grande impacto na arrecadação de março.
"No mês de março, portanto, temos majoritariamente um período em que o distanciamento social ainda não foi, não chegou ao ponto de afetar a atividade econômica. No entanto, as empresas já estão na iminência no período de agravamento do seu fluxo de caixa. Na iminência de uma perda de liquidez, de incapacidade de continuar honrando seus compromissos", afirmou.
Malaquias afirma que os impostos pagos em março normalmente se referem ao mês de fevereiro e, por isso, ainda não há grande impacto da covid-19 na arrecadação final. R7
TSE diz que tem condições de manter eleições de outubro
O grupo de trabalho criado pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE) para avaliar o impacto da pandemia do novo coronavírus concluiu hoje (20) que as eleições de outubro devem ser mantidas. O grupo foi criado para responder aos questionamentos sobre a capacidade da Justiça Eleitoral de manter o calendário eleitoral e os procedimentos preparatórios diante das medidas de isolamento.
Pela conclusão do grupo, “a Justiça Eleitoral, até o momento, tem condições materiais para a implementação das eleições no corrente ano”. A conclusão foi tomada com base em informações enviadas pelos tribunais regionais eleitorais e setores internos do TSE. Outros encontros semanais serão realizados para reavaliação da situação.
O primeiro turno será realizado no dia 4 de outubro. Se necessário, o segundo turno será no dia 25 do mesmo mês. Cerca de 146 milhões de eleitores estarão aptos a votar para eleger prefeitos, vice-prefeitos e vereadores nos 5.568 municípios do país. (ABr)
Estados ‘isolacionistas’ aderem à flexibilização
Jair Bolsonaro ainda paga o preço pela defesa da flexibilização das medidas de isolamento ou distanciamento social, mas alguns dos governadores que jogam para a plateia criticando o presidente, a quem chegaram a chamar de “irresponsável”, foram os primeiros a liberar o funcionamento de atividades, na tentativa de minimizar os efeitos catastróficos na economia. No Maranhão, o governador Flávio Dino (PCdoB), que usou e abusou de oportunismo, também flexibilizou. Por Cláudio Humberto
terça-feira, 21 de abril de 2020
Moro põe a PF para investigar farra com dinheiro publico no combate ao Covid-19
Os governadores e prefeitos que estão se locupletando com as verbas destinadas ao combate a pandemia do Coronavírus que se cuidem.
Vai dar cadeia!
O ministro da Justiça e Segurança Pública, Sérgio Moro, acaba de determinar a Polícia Federal que investigue e apure “de forma implacável, qualquer desvio de verba federal destinada ao combate do novo coronavírus, em qualquer lugar que isso ocorra”.
O ministro comunicou essa decisão em função de inúmeras denúncias de superfaturamento e de desvios de recursos, envolvendo governadores de estados importantes e, até mesmo, o ex-ministro Mandetta.
Prender ladrão, como se sabe, é especialidade de Moro.
Confira:

Bolsonaro anuncia que vai reeditar MP do Contrato Verde Amarelo
O presidente Jair Bolsonaro anunciou, em postagem no Facebook na tarde desta segunda-feira (20), que revogará a Medida Provisória (MP) 905/2019, conhecida como MP do Contrato Verde e Amarelo. Atendendo a um pedido do presidente do Senado, Davi Alcolumbre (DEM-AP), Bolsonaro disse que editará outra, direcionando-a ao enfrentamento da crise deflagada pela pandemia do novo coronavírus. “Diante da iminente caducidade da MP 905, optei por revogá-la, mediante entendimento com o presidente do Senado. Para criação de empregos editaremos nova MP, específica para tratar do Contrato Verde e Amarelo durante o período de enfrentamento da Covid (Dec-leg 6/20).”
Ao final da tarde de hoje, na frente do Palácio da Alvorada, Bolsonaro voltou a comentar o tema. “Foi um acerto que fizermos, vou reeditar algumas partes da MP”, disse aos jornalistas presentes no local.
O presidente do Senado já havia cancelado a sessão prevista para a tarde de hoje, última data possível para votação da MP, pois amanhã ela perderia a validade, e estava trancando a pauta de votações. No entanto, não houve consenso para votação do texto. O presidente do Senado divulgou que havia sugerido ao presidente Jair Bolsonaro que reeditasse a MP para os parlamentares poderem discuti-la com mais tempo.
Contrado Verde e Amarelo
A MP foi proposta pelo governo federal em novembro do ano passado para desonerar a folha de salários e, com isso, estimular a contratação de jovens entre 18 e 29 anos que nunca tiveram emprego formal. O texto, no entanto, encontrou resistência no Congresso por trazer medidas que, segundo parlamentares de oposição, iam contra os direitos trabalhistas, como a que autoriza o trabalho aos domingos para todas as categorias e a que permite o desconto de obrigatório a título de contribuição à Previdência Social em cima do valor do seguro-desemprego.
Esses pontos e outros considerados polêmicos foram retirados pelo relator da matéria, que foi aprovada na Câmara, mas chegou aos senadores faltando poucos dias para sua caducidade. Já existe um descontentamento generalizado entre os senadores de que as medidas provisórias têm chegado ao Senado com pouco tempo para discussão, o que obriga os senadores a “carimbar” as decisões tomadas pela Câmara. Esse descontentamento, somado à falta de consenso em relação à MP, derrubou suas chances de votação.
Ainda na portaria do Alvorada, Bolsonaro disse que não reeditaria a MP na íntegra por acreditar que o Supremo Tribunal Federal (STF) poderia barrar a medida. Isso poderia ocorrer porque a lei proíbe a reedição, no mesmo ano, de uma MP rejeitada pelo Congresso ou que tenha caducado. A revogação da MP no último dia de sua vigência, seguida de uma reedição do mesmo texto poderia ser interpretada pelo STF como uma manobra do governo para driblar a proibição.
Ampliação do auxílio emergencial
Estava na pauta a votação da sessão de hoje o projeto de lei (PL) que ampliava a outras categorias o direito de receber o auxílio emergencial de R$ 600. Esse projeto, de autoria do senador Randolfe Rodrigues (Rede-AP) já havia sido aprovado no Senado. Na Câmara, foi aprovada com mudanças e voltou para o Senado, para nova apreciação.
Com a impossibilidade de votar hoje, em virtude do trancamento da pauta, o PL será votado na próxima quarta-feira (22).
O projeto inclui, entre outras categorias, catadores de material reciclável, seringueiros, taxistas, mototaxistas, motoristas de aplicativos, manicures, diaristas e pescadores artesanais entre os que poderão solicitar o benefício. Além disso, permite que mães adolescentes, mesmo com menos de 18 anos, recebam o benefício e que a pessoa provedora de família monoparental receba duas cotas do auxílio emergencial, independentemente do sexo, dentre outras mudanças. Agência Brasil
Estados buscam soluções para manter período letivo
O Conselho Nacional de Secretários de Educação (Consed) divulgou hoje (20) uma nota pública em que reitera o trabalho para encontrar soluções que permitam a manutenção do período letivo em tempos de isolamento social em função da pandemia da covid-19.
Segundo a nota, o Consed segue defendendo o isolamento social, por determinação dos governos estaduais e recomendação da Organização Mundial da Saúde (OMS). Enquanto isto, procura ações “como oferecimento de ensino remoto e um planejamento do retorno às aulas presenciais que possa mitigar as perdas e para garantir a aprendizagem de nossos estudantes”. O conselho diz não ter apoio do MEC neste sentido.
A entidade representativa das secretarias estaduais de Educação reforça ainda a necessidade de um ajuste no cronograma da edição do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) deste ano. “Entendemos também ser fundamental o adiamento das datas das provas do Enem, para que não sejam ampliadas ainda mais as desigualdades educacionais em nosso país”, reforça o documento.
A nota do Consed responde à publicação de ontem (19) do ministro da Educação, Abraham Weintraub, em sua rede social. Na ocasião, ele disse que o ano não está perdido e que os governadores devem planejar o retorno às aulas. Agência Brasil
segunda-feira, 20 de abril de 2020
domingo, 19 de abril de 2020
Custo Rodrigo Maia para o País supera R$1 trilhão
No desabafo na noite de quinta (17), o presidente Jair Bolsonaro fez o seu palpite sobre o “custo Rodrigo Maia” para o Brasil. Só as medidas que ele fez a Câmara aprovar, durante a crise do coronavírus, custarão ao Brasil cerca de R$1 trilhão, segundo estimativa de Bolsonaro. Deve estar certo. A pandemia chegou aqui quando o governo lutava contra os prejuízos provocados por Maia retardando a reforma da Previdência. Por Cláudio Humberto
Espanha tem menor número de mortos em 28 dias e 77 mil curados
A Espanha registrou 410 mortos pelo novo coronavírus nas últimas 24 horas, número mais baixo desde o dia 22 de março, o que eleva o número de vítimas da pandemia no país a 20.453; houve ainda mais 4.218 notificações de pessoas infectadas, subindo o total de casos para 195.944.
O Ministério da Saúde espanhol também informou neste domingo que o número de pessoas curadas aumentou para 77.357, com 2.695 novas recuperações, segundo dados fornecidos pelas comunidades autônomas, que também relataram 2.526 casos de pessoas com anticorpos positivos, sem sintomas no momento em que foram testados.
Por região, Madri continua liderando os números da pandemia, com 54.884 casos, 7.239 mortos e 31.313 pacientes recuperados. Em segundo lugar, ainda aparece a Catalunha, onde neste domingo são 40.600 registros, 3.933 óbitos e 13.691 pessoas curadas.
Com esses números, a Espanha enfrenta uma nova extensão do estado de alarme decretado em 14 de março pelo governo para tentar controlar e deter a pandemia do.
A nova prorrogação da quarentena, até 9 de maio, foi anunciada neste sábado pelo chefe do Executivo, Pedro Sánchez, embora ainda precise da aprovação pelo Congresso dos Deputados na próxima semana. A proposta do governo de aliviar o confinamento de menores a partir de 27 de abril também terá que ser avaliada. R7
Brasil tem 36,5 mil casos de coronavírus e 2,3 mil mortes registradas
O Ministério da Saúde divulgou hoje (18) novos números sobre a pandemia do novo coronavírus (covid-19) no país. De acordo com levantamento diário feito pela pasta, o Brasil tem 36.599 casos confirmados da doença e 2.352 mortes foram registradas. A taxa de letalidade é de 6,4%.
Nas últimas 24 horas, o ministério registrou 2.917 novos casos e 211 mortes.
O número de recuperados não foi atualizado e permanece em 14.026, que representa cerca de 50% dos infectados. Os últimos dados sobre as pessoas curadas foram divulgados na quarta-feira (15).
A Região Sudeste registra 55,9% (20.466) dos casos confirmados da doença. Em seguida, aparecem as regiões Nordeste (8.507), Norte, (3.416), Sul (2.738) e Centro-Oeste (1472)
No dia 11 de março, a Organização Mundial da Saúde (OMS) declarou pandemia de coronavírus em todos os países. O termo é usado quando uma epidemia – grande surto que afeta uma região – se espalha por diferentes continentes com transmissão sustentada de pessoa para pessoa.
A Agência Brasil reuniu as principais dúvidas e perguntas sobre Covid-19. Veja o que se sabe sobre a pandemia e sobre o vírus até agora.
Edição: Fábio Massalli - Agência Brasil
Pensão alimentícia pode ser revista se renda for afetada na quarentena
A pandemia do novo coronavírus mudou a rotina de milhares de brasileiros no último mês com o isolamento social adotado para evitar a disseminação da doença. Com a maioria das pessoas em casa, muitas empresas foram afetadas a ponto de precisarem até demitir seus colaboradores, além dos comerciantes e empresários que tiveram que fechar suas portas. Com isso, a renda de muitos brasileiros foi prejudicada e há quem esteja sem condições de pagar os valores da pensão alimentícia.
A advogada especialista em Direito Humanizado nas áreas de Família e Sucessões, Debora Ghelman, diz que a crise econômica gerada pelo novo coronavírus significa diminuição de vendas no comércio, perda em investimentos financeiros e o aumento do desemprego e explica que não serão raros os pedidos de revisão de pensão alimentícia.
"Importante esclarecer que a pensão alimentícia é arbitrada pelo juiz levando em consideração a possibilidade de quem paga e a necessidade de quem precisa dos alimentos. Trata-se do conhecido binômio necessidade/possibilidade. E o valor da pensão só poderá ser aumentado ou reduzido caso haja alguma alteração na renda do devedor ou credor dos alimentos. Então, comprovada a redução na capacidade econômica do devedor, é bastante plausível que haja um pedido judicial de revisão dos alimentos" diz a especialista.
A advogada ainda esclarece que apenas alegar que a renda foi afetada pela pandemia não é o suficiente para que seja arbitrada uma redução no pagamento, é preciso provar que houve uma diminuição na renda do devedor e que ela não é suficiente para arcar com o pagamento integral da pensão.
"Além disso, considerando-se que as contas para a manutenção da vida continuarão sendo cobradas e que, caso a criança seja contaminada com o vírus, os valores podem aumentar muito, é preciso ter muita cautela nos pedidos de revisão de alimentos que, com certeza, figurarão nas varas de família" explica.
Caso o valor realmente seja reduzido, é importante se atentar se a mudança é temporária ou se perdurará no tempo. “Se o pagador for um comerciante que teve seu negócio fechado por alguns meses, mas quando retornou conseguiu recuperar totalmente sua renda, o valor da pensão deve voltar a ser o mesmo de antes da pandemia, e até mesmo pode acontecer uma compensação pelos valores diminuídos anteriormente”, exemplifica Debora.
Devido à pandemia, no dia 25 de março, o Superior Tribunal de Justiça (STJ) estendeu a todos os presos por dívida alimentícia os efeitos de uma decisão liminar que garante a prisão domiciliar. No começo de abril, o Senado aprovou projeto de lei que, entre outros pontos para a contenção do vírus, estabelece o regime domiciliar para os casos de atraso em pensão.
"Diversos arranjos podem ser feitos nessa situação totalmente inédita que vivemos, mas é preciso lembrar que a prioridade é que as despesas dos filhos sejam devidamente pagas. A pensão alimentícia é uma obrigação vinculada à sobrevivência daquele que os necessita, abrangendo tudo quanto o filho precisa para a sua sobrevivência e manutenção como ser social", finaliza Debora. Agência Brasil
sábado, 18 de abril de 2020
Coppolla responde a pergunta: Bolsonaro é um “genocida”?
Vale a pena assistir ao vídeo apresentado abaixo.
Este cara, Caio Coppola, é realmente brilhante.
Observação necessária, por uma questão de justiça: Não dá para pôr na mesma gaveta a Rede Globo (ou, na imprensa escrita, a Folha de São Paulo) e a CNN.
Naqueles veículos da Grande Imprensa (Globo, Folha, etc.) um Caio Coppola não se cria. As portas para ele estão e sempre estiveram fechadas.
Naqueles veículos da Grande imprensa, heróis da luta pela salvação de vidas – sempre apoiadores da ciência que não conhecem - são os medíocres e safados presidentes da Câmara Rodrigo “Botafogo” Maia (nem sequer conseguiu terminar um curso fajuto de Economia) e do Senado, o comerciário David Alcolumbre.
Naqueles veículos da Grande Imprensa, herói salvador de vidas é o ortopedista político e "renomado cientista” Luiz Henrique Mandetta, que acaba de (muito cientificamente!) produzir um dano fabuloso à economia do Brasil.
Mas, na CNN, Caio Coppola é ouvido e respeitado.
Dá para notar a diferença?
Veja o vídeo:
José J. de Espíndola
Engenheiro Mecânico pela UFRGS. Mestre em Ciências em Engenharia pela PUC-Rio. Doutor (Ph.D.) pelo Institute of Sound and Vibration Research (ISVR) da Universidade de Southampton, Inglaterra. Doutor Honoris Causa da UFPR. Membro Emérito do Comitê de Dinâmica da ABCM. Detentor do Prêmio Engenharia Mecânica Brasileira da ABCM. Detentor da Medalha de Reconhecimento da UFSC por Ação Pioneira na Construção da Pós-graduação. Detentor da Medalha João David Ferreira Lima, concedida pela Câmara Municipal de Florianópolis. Criador da área de Vibrações e Acústica do Programa de Pós-Graduação em engenharia Mecânica. Idealizador e criador do LVA, Laboratório de Vibrações e Acústica da UFSC. Professor Titular da UFSC, Departamento de Engenharia Mecânica, aposentado.
Tá Liberado, aperto de mão, abraço, aglomeração, beijo e cantoria. E abrir os comércios para trabalhar? NÃO! (Veja o Vídeo)
A que ponto chegamos? O ex-ministro Luiz Henrique Mandetta, ferrenho defensor do isolamento e distanciamento social, foi só deixar de ser o titular da pasta do Ministério da Saúde que já se esqueceu do que pregava até ontem ou simplesmente pode deixar de fingir que se importava realmente com a população.
Ontem, logo após a coletiva de imprensa de despedida de Mandetta, no fim da tarde, pouco antes dele ir para casa o ex-ministro foi homenageado pela; “A melhor voz do ministério” (palavras do próprio ex-ministro), juntamente de mais uns dez a doze servidores, que embalados por “O Que é, O Que É”, de Gonzaguinha fizeram uma pequena festinha de despedida para o ex-ministro.
Não que a cena não seja uma cena legal de se ver. Um ex-chefe deixando o cargo e sendo homenageado pela sua equipe é bem legal, eu mesmo já fui homenageado assim por equipes de lugares onde trabalhei e fiquei muito emocionado e contente por ter deixado boa impressão e amigos por onde passei, porém, eu nunca saí de um emprego onde eu tivesse que pregar uma coisa e fazer outra.
Sempre fui fiel aos meus princípios e as minhas decisões, estando elas certas ou erradas.
Por digo isto? Durante todo este período sombrio que estamos atravessando, o ex-ministro Mandetta, foi muito efusivo em sua defesa ao isolamento e distanciamento social, alegando que uma distância mínima teria de ser adotada por todos nós, inclusive o isolamento social para não disseminarmos o vírus a assim não contribuirmos para o aumento a pandemia.
Pois bem senhor ex-ministro, não é isto que vimos no vídeo abaixo.
O que vemos é aglomeração, cantoria, aperto de mãos, abraços, tudo dentro de uma sala pequena. com pessoas lado a lado, respirando, gotejando (pela cantoria) e fazendo tudo o mais que é necessário para conseguir espalhar o danado do Coronavirus.
A minha dúvida é a seguinte: Afinal estas pessoas, que estavam trabalhando em seus gabinetes, depois da festinha foram colocadas em quarentena em isolamento social em salas no ministério e lá permanecerão por quatorze dias?
Ou irão paras as ruas, para as suas casas estar com outras pessoas, que poderão ser submetidas ao contagio por conta da necessidade da superexposição do senhor Super ex-ministro.
E agora Mandetta? O que vai ser destas pessoas? Chego ao ponto de apelar e reproduzir uma mensagem que recebi em minhas redes sociais com o tal vídeo.
“Gozado! Agora que o super Mandetta, não é mais ministro da saúde. Pode.. aglomeração, abraçar, falar de perto, cantar, gotejar, cuspir, vomitar na cara dos outros...acho que agora a máscara caiu!”
E ai senhor Super ex-ministro?
Renato Codeco. Contador. Formado em Matemática. MBA em Finanças, Auditoria e Controladoria pela FGV.
Veja o vídeo:
sexta-feira, 17 de abril de 2020
WhatsApp é principal rede de disseminação de fake news sobre covid-19
Pesquisa desenvolvida pela Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz) mostra que 73,7% das informações e notícias falsas sobre o novo coronavírus circularam pelo aplicativo de troca de mensagens WhatsApp. Outros 10,5% foram publicadas no Instagram e 15,8% no Facebook.
Os dados fazem parte de trabalho das pesquisadoras da Escola Nacional de Saúde Pública (Ensp/Fiocruz) Claudia Galhardi e Maria Cecília de Souza Minayo, com base nas notificações recebidas entre os dias 17 de março e 10 de abril pelo aplicativo Eu Fiscalizo.
Segundo Claudia Galhardi, a partir de 17 de março o aplicativo registrou aumento significativo de denúncias de fake news relacionadas à área de saúde. “Recebemos denúncias de diversas fake news circuladas no WhatsApp, principalmente, mas também no Facebook e no Instagram. São publicações pessoais, como “não acredite no coronavírus”, coisas assim.”
A pesquisadora disse que contabilizou cerca de 30 notificações relacionadas à covid-19. “As mídias digitais têm sido muito utilizadas. Circulam muitas notícias falsas sobre receitas caseiras, álcool produzido em casa, inclusive usando o nome da Fiocruz como fonte da informação, como se a orientação fosse da fundação ou de outras instituições”, afirmou.
Do total de notícias falsas sobre o coronavírus que circularam pelo WhatsApp, 71,4% citam a Fiocruz como fonte. No Facebook, as atribuições à instituição de pesquisa caem para 26,6%. A Organização Mundial da Saúde (OMS) e o Fundo das Nações Unidas para a Infância (Unicef) somam 2% das instituições citadas como fonte das informações falsas.
Os dados obtidos até o momento estão sendo organizados e, até o início de maio será lançado um relatório detalhando os tipos de fake news, se são mentiras inventadas ou informações distorcidas, informou a pesquisadora da Fiocruz.
Aplicativo
O aplicativo Eu Fiscalizo é um meio pelo qual os usuários podem notificar conteúdos impróprios em veículos de comunicação, mídias e redes sociais. A ferramenta foi lançada no dia 10 de fevereiro como projeto de pós-doutorado de Claudia Galhardi, com a supervisão da pesquisadora Cecília Minayo.
Por meio da ferramenta, o usuário pode notificar conteúdos que violem os direitos das crianças e adolescentes ou que propaguem fake news. São aceitas denúncias de peças veiculadas por TV aberta ou por assinatura, serviço de streaming, jogos eletrônicos, cinema, espetáculos, publicidade e mídias sociais.
“O aplicativo recebe notificações, mensagens, sugestões, elogios e denúncias de conteúdos nocivos nos meios de comunicação, entretenimento e mídias sociais. Podem denunciar conteúdos com relação a cenas de sexo, de violência. Incluímos publicidade, com a preocupação com o público infantil, a proteção em relação a publicidades enganosas e persuasivas.”
O aplicativo permite o envio de foto, vídeos e mensagens de texto e está disponível na Playstore e Apple Store. (ABr)
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