domingo, 24 de janeiro de 2021
sábado, 23 de janeiro de 2021
Festival 'Janeiro Tem Mais Artes' será realizado em Petrolina com shows musicais e espetáculos de dança
A 14º edição do festival ‘Janeiro Tem Mais Artes’ será realizada entre os dias 26 e 31 de janeiro em Petrolina, no Sertão de Pernambuco. O evento pretende valorizar a produção local, democratizar o acesso à arte e fortalecer a economia criativa. A programação inclui shows musicais, espetáculos de dança, performances e lançamento de livros.
A abertura do festival será na terça-feira (26), às 19h, com o espetáculo musical ‘Da Ilha pra Cá’. O Samba de Véio da Ilha do Massangano sobe ao palco, às 20h, para encerrar a primeira noite do festival. Confira a programação do evento abaixo.
As pessoas interessadas podem comprar os ingressos, das 8h às 20h, na Central de Relacionamento com o Cliente do Sesc Petrolina, localizada na rua Pacífico da Luz, nº 618, centro da cidade. Os ingressos custam R$30 para o público em geral e R$15 para trabalhadores do comércio e dependentes.
Programação
26/01 - Terça-feira
19h – Teatro Dona Amélia | Da Ilha pra Cá | 40min | Música | Livre
20h – Teatro Dona Amélia | Samba de Véio da Ilha do Massangano | 30min | Música | Livre
27/01 - Quarta-feira
19h - Biblioteca do Sesc Petrolina - Lançamento da Revista Literária “Do meu canto, eu Conto” e Intervenções Literárias com Rafa S. Lins (Petrolina-PE) e Fernanda Soares (Juazeiro- BA) - Núcleo de Literatura Sesc Petrolina | 60 min | Literatura | Livre
20h – Teatro Dona Amélia | Cavalo - Qualquer um dos 2 Companhia de Dança (Petrolina/PE) | 60 min | Dança | 18 anos
28/01 - Quinta-feira
19h - Espaço Alternativo - Em Julgamento! - Zezinho Lecter (Petrolina/PE) | 15 min | Dança | Livre
20h – Teatro Dona Amélia | Mesa de Glosa – Violetas da Aurora em Poesia, Cantigas e Conversas - Violetas da Aurora (Recife/PE) | 60 min | Teatro | 16 anos
29/01 - Sexta-feira
19h - Espaço Alternativo - Quero Ser Uma Lapinha - Kleber Cândido (Petrolina/PE) | 20 min | Dança | Livre
20h – Teatro Dona Amélia | Aterrágua - Cia. de Dança do Sesc Petrolina (Petrolina/PE) | 50 min | Teatro | Livre
30/01 - Sábado
19h - Espaço Alternativo - 20&4 - Tássio Tavares (Petrolina/PE) | 25min | Dança | Livre
20h – Teatro Dona Amélia | Martins (Recife/PE) | 60 min | Música | Livre
31/01 - Domingo
19h - Espaço Alternativo - Rua dos Encantados - Cia. Sarau das Seis (Petrolina/PE) | 50 min | Dança | Livre
20h - Teatro Dona Amélia | Aquela Estrela - Gean Ramos (Jatobá/PE) | 60 min | Música | Livre. G1
Carreatas “Fora Bolsonaro” são vexatórias e sem participação popular
Por vídeos que estão circulando nas redes sociais e informações que estamos recebendo de todo o Brasil, podemos afirmar que as tais carreatas “Fora Bolsonaro” não colaram.
Um movimento sem ‘cheiro de povo’.
A ‘mídia do ódio’ esperneia e tenta vender uma realidade inexistente.
O povo não quer impeachment.
Quem tiver dúvida, aguarde para comparar quando acontecerem às manifestações favoráveis ao presidente.
Uma diferença já é notável. No pequeno público deste sábado (23), prevaleceu a cor vermelha. As cores de nossa bandeira, nem tampouco a nossa bandeira, não apareceram.
Parece evidente que é um movimento da esquerda, cada vez mais enfraquecida e cambaleante, que a mídia tenta inflar.
O povo na realidade quer Bolsonaro até 2026.
Jornal da Cidade Online
A PANDEMIA TEM UM CULPADO: A CHINA
“NÃO PODEMOS SOLUCIONAR O PROBLEMA DE PANDEMIAS SEM A PARTICIPAÇÃO DO REGIME AUTORITÁRIO QUE GOVERNA 20% DA HUMANIDADE”
Só que o Partido Comunista, que acha que não precisa prestar contas a ninguém, tem adotado uma postura beligerante — veja o que aconteceu quando Eduardo Bolsonaro ousou dizer algumas verdades nuas e cruas — e não coopera com o resto do mundo. No mês passado, reclamei da resistência dos chineses em colaborar com a OMS e as demais agências especializadas. Agora a situação mudou, mas não muito: dados começaram a fluir, mas, como sempre na China, parecem maquiados, não são confiáveis, e a presença de estudiosos independentes continua severamente restrita. Mesmo assim, o diretor da OMS tem proferido elogios pelas parcas informações, com medo de ofender os chineses e ter a porta fechada novamente.
Como é praxe nas ditaduras, a reação oficial à crise, inicialmente muito lenta, pulou de 8 a 80. Depois de fingir durante dois meses que nada estava errado, o governo decretou uma série de medidas drásticas: milhões em quarentena obrigatória, a construção de novos hospitais em apenas dez dias e censura ainda mais ferrenha da internet, borrando qualquer crítica do descaso inicial e impossibilitando a troca de informações entre populares e governantes. Como o presidente da Câmara Europeia de Comércio em Pequim declarou ao New York Times , “a caixa de ferramentas dos chineses parece ter nada mais que martelos”.
Pior ainda, defensores do regime têm sustentado que as críticas ao país e à maneira como a crise foi enfrentada lá são racistas. Não são. Ninguém está reprovando Taiwan, Hong Kong ou Cingapura — a maioria de seus cidadãos também têm ascendência chinesa — pelas políticas de seus governos. Não, o alvo é apenas a República Popular da China (RPC) — que de “república” ou “popular” não tem nada.
Há várias outras incoerências na resposta da RPC que devem preocupar a todos nós. Depois de condenar medidas de outros países para evitar que o vírus se alastre — evacuação de estrangeiros de Wuhan, proibições à entrada de chineses — como alarmismo indevido, a China tomou as mesmas providências assim que o número de casos lá começou a cair. Ao mesmo tempo, lançou uma campanha para semear dúvidas sobre as origens do vírus: um porta-voz da chancelaria declarou que na verdade ninguém tem certeza de onde veio o vírus, e no dia 12 outro, usando um aplicativo bloqueado na China, tuitou que “talvez tenha sido o Exército Americano que trouxe o vírus a Wuhan” e que Washington “nos deve uma explicação!”.
Mas, enquanto Donald Trump e Jair Bolsonaro sofrem críticas duras (e justificadas) por terem atrapalhado a resposta de seus governos, a televisão estatal chinesa (não existe outra) mostra famílias em quarentena, em cenas claramente encenadas, aplaudindo de suas janelas o máximo líder, o infalível Xi Jinping — o principal responsável pela propagação mundial da doença. E, com a crise aparentemente começando a minguar, o aparelho de propaganda passou, inclusive, a exigir o agradecimento do resto do mundo à China, que “sozinha, com sua própria força, barrou decididamente a epidemia”. É muita cara de pau.
Na verdade, se existe racismo, é por parte dos próprios chineses. Em 1982, fui direto do Rio de Janeiro para ser correspondente em Pequim e senti na pele a xenofobia e o desprezo que infectam a sociedade chinesa. Brasil e Estados Unidos são países pluralistas, uma “geleia geral”, para roubar a frase genial de Gilberto Gil, de várias raças, etnias, povos e religiões. A China não: de seu 1,4 bilhão de habitantes, 92% são da etnia han, ensinados a pensar que, como detentores de uma civilização de 5 mil anos, são superiores aos demais. Na rua, os poucos negros foram rotineiramente chamados de “macacos”, os japoneses de “bárbaros peludos” e os brancos de “yangguidz”, ou “demônios-fantasmas de além-mar”.
A China tem o direito de se governar do jeito que quiser. Mas não pode, de jeito nenhum, brincar com a saúde do resto do mundo só para proteger os interesses de uma elite que acha que todo mundo que não é han é inferior. Aí está o grande perigo. O Covid-19 vai passar. A prepotência da RPC, não.
Larry Rohter, jornalista e escritor, é ex-correspondente do “New York Times” no Brasil e autor de “Rondon, uma biografia”
Matéria da Época publicada em 20/03/2020
https://epoca.globo.com/larry-rohter/a-pandemia-tem-um-culpado-china-1-24315628
Cerca de 4 milhões abandonaram estudos no País na pandemia, diz pesquisa
Em 2020, ano marcado pelo novo coronavírus, quarentena e interrupção de aulas presenciais, 8,4% dos estudantes com idade entre 6 e 34 anos matriculados antes da pandemia informaram que abandonaram a escola.
O percentual representa cerca de 4 milhões de alunos, montante superior ao da população do Uruguai.
Questões financeiras e falta de acesso a aulas remotas estão entre os principais motivos do abandono e o problema é maior entre os mais pobres. As informações são de pesquisa do Instituto Datafolha, sob encomenda do C6 Bank, e obtida pela reportagem.
Essa é a primeira sondagem que mostra o impacto da pandemia na permanência de estudantes em escolas e faculdades. A divulgação das estatísticas oficiais ainda leva mais tempo.
O Datafolha realizou 1.670 entrevistas, por telefone (com estudantes ou responsáveis), entre os dias 30 de novembro e 9 de dezembro. A margem de erro é de 2 pontos percentuais, para mais ou para menos, e os resultados têm confiabilidade de 95%.
O pior índice de abandono é registrado entre os que estavam matriculados no ensino superior, com taxa de 16,3%.
Na educação básica, 10,8% dos estudantes do ensino médio informaram ter largado os estudos, e o percentual ficou em 4,6% no fundamental.
Abandono escolar no Brasil
As taxas são bastante superiores aos índices oficiais de abandono registrados na educação básica do Brasil, que, por sua vez, já são altos. Em 2019, ano do último dado oficial disponível, o índice médio no ensino fundamental foi 1,2% e, no ensino médio, de 4,8%.
O país acumula 26,9 milhões matrículas no ensino fundamental e 7,5 milhões no médio, segundo os dados do MEC (Ministério da Educação). São 8,6 milhões de matrículas de nível superior. Via Diário do Nordeste
Acidente entre moto e carreta mata jovem em Juazeiro na manhã deste sábado
O que é preciso saber para o segundo dia do Enem

Infográfico - O que leva e o que não levar para a prova do Enem - Arte/EBC
Algumas dicas podem ajudar os estudantes nesse segundo dia de aplicação. A primeira delas é conhecer as regras do exame e estar atento ao que pode e ao que não pode levar no dia da prova. Por conta da pandemia do novo coronavírus, o Enem terá regras especiais de biossegurança. Este ano, além do documento oficial de identificação com foto e da caneta esferográfica de tinta preta, fabricada em material transparente, itens obrigatórios também nos exames anteriores, a máscara de proteção facial passa a integrar essa lista.
É recomendado que os participantes levem máscaras extras para trocar durante a prova. Haverá nos locais de prova álcool em gel para que os estudantes higienizam as mãos, mas é permitido que os participantes levem seu próprio produto caso desejem.
Os participantes podem levar também a própria água e/ou bebidas não alcoólicas e lanche. Além disso, caso necessitem comprovar que participaram do exame, os estudantes podem, na Página do Participante, imprimir a Declaração de Comparecimento para cada dia de prova, informando o CPF e a senha.
A declaração deve ser apresentada ao aplicador na porta da sala em cada um dos dias. Ela serve, por exemplo, para justificar a falta ao trabalho.
É importante lembrar que participantes que estiverem com sintomas de covid-19 ou de outra doença infectocontagiosa não devem comparecer ao exame, mesmo que tenham participado do primeiro dia de aplicação. A medida é necessária para que o vírus não se espalhe e mais pessoas sejam contaminadas.
Nesses casos, os candidatos poderão fazer a prova na data da reaplicação, nos dias 23 e 24 de fevereiro. Para isso, poderão fazer o pedido pela Página do Participante até as 12h de hoje (23) ou a partir de segunda-feira (25).
Na reta final para a prova, professores entrevistados pela Agência Brasil, recomendam, entre outras coisas, que os estudantes descansem, que durmam e se alimentem bem. Na hora da prova, uma dica é conhecer as regras de correção da prova, que utiliza a chamada teoria de resposta ao item (TRI). As questões mais fáceis devem ser respondidas antes.
Esta edição do Enem traz algumas novidades relacionadas à acessibilidade. Leitor de tela, redação em braile e correção especial das provas de participantes autistas e surdocegos são algumas delas. As medidas somam-se a outras que vêm sendo adotadas pelo exame ao longo do anos, como videoprova em Língua brasileira de Sinais (Libras) e provas com textos e imagens ampliados.
Enem 2020
O Enem 2020 terá uma versão impressa, que começou a ser aplicada no último domingo (17) e segue amanhã, e uma digital, realizada de forma piloto para 96 mil candidatos, nos dias 31 de janeiro e 7 de fevereiro.
No primeiro dia de aplicação, o exame teve uma abstenção recorde de 51,5%. Do total de 5.523.029 inscritos para a versão impressa do Enem, 2.842.332 faltaram às provas.
O exame foi suspenso no estado do Amazonas, onde 160.548 estudantes estão inscritos para as provas; em Rolim de Moura (RO), onde há 2.863 inscritos; e, em Espigão D'Oeste (RO), com 969, devido aos impactos da pandemia nessas localidades. Esses estudantes poderão fazer as provas também na reaplicação, nos dias 23 e 24 de fevereiro. Segundo o Ministério da Educação, foram cerca de 20 ações judiciais em todo o país contrárias à realização do exame. Agência Brasil
Sem água nas torneiras, moradores do Divino Espírito Santo recebem abastecimento por caminhão-pipa
Distribuição da vacina de Oxford vinda da Índia começa neste sábado
O ministro da Saúde, Eduardo Pazuello, confirmou que as doses serão priorizadas para o Amazonas, que vive caos no sistema de saúde após escalada de casos da doença. A proposta de destinar 5% do total para o estado foi feita pelos governadores.
A carga chegou da Índia no final da tarde de sexta-feira ao Aeroporto Internacional de São Paulo, em Guarulhos. Depois, foi levada para o Rio de Janeiro, onde fica o laboratório Bio-Manguinhos, da Fiocruz, para passar por checagem de qualidade e segurança, além de rotulagem, com etiquetagem das caixas com informações em português.
A previsão é que esse processo seja realizado até este sábado por equipes treinadas em boas práticas de produção. As vacinas devem ser liberadas para distribuição no período da tarde.
As vacinas foram armazenadas em seis caixas do tipo pallets, acondicionadas em envirotainers, pequenos containers utilizados para transportes de carga que necessita de controle de temperatura. Nesses envirotainers, as vacinas são mantidas na temperatura entre 2 a 8ºC”.
Segundo comunicado feito pelo Ministério da Saúde aos governadores, a previsão é que o trabalho de rotulagem seja feito durante a madrugada para no início da tarde deste sábado a carga possa retornar a São Paulo para começar a distribuição pelos estados. R7
















