domingo, 7 de fevereiro de 2021

Enem digital testa hoje conhecimentos em matemática e ciências

Termina hoje (7) a aplicação do primeiro Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) digital. Participantes de 104 cidades fazem as provas de matemática e ciências da natureza. Eles terão cinco horas para resolver 90 questões. Assim como no primeiro dia de exame, poderão levar caneta preta, dessa vez, para fazer os cálculos à mão, na folha de rascunho. 

Os portões abrem às 11h30 e fecham às 13h, no horário de Brasília. A prova de hoje termina às 18h30. No último domingo, os candidatos fizeram as provas de linguagens, ciências humanas e redação. 

Para garantir a segurança, os participantes recebem, no momento da prova, um código que precisam digitar na tela antes de começar o exame e também quando finalizam o certame.

Os computadores só têm acesso às provas. Os candidatos não têm acesso, por exemplo, à internet ou à calculadora. Na tela, quando a prova começar, aparecerão todas as questões. Será possível selecionar qual dos cadernos será resolvido. O sistema também permite que o candidato escreva na tela com o mouse e que marque as questões para depois poder voltar nelas, por exemplo. 

De acordo com o Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep), cerca de 30 mil candidatos fizeram o Enem digital no primeiro dia de aplicação, o que corresponde a aproximadamente 32% do total de 93 mil inscritos.

A aplicação piloto do Enem digital deverá ser o início das mudanças no Enem. A intenção é que o exame seja totalmente digital até 2026.

Covid-19

Por conta da pandemia do novo coronavírus, o Enem tem regras especiais de biossegurança. Este ano, além do documento oficial de identificação com foto e da caneta esferográfica de tinta preta fabricada em material transparente, a máscara de proteção facial passa a ser obrigatória.

É recomendado que os participantes levem máscaras extras para trocar durante a prova. Eles deverão permanecer de máscara, cobrindo o nariz e a boca, durante toda a aplicação do exame. Haverá nos locais de prova álcool em gel para que os estudantes higienizam as mãos, mas é permitido que os participantes levem seu próprio produto caso desejem. Os computadores serão separados por espécies de cabines, para ajudar na proteção dos participantes. 

Quem tiver com sintomas de covid-19 ou de outra doença infectocontagiosa não deve comparecer ao exame. A medida é necessária para que o vírus não se espalhe e mais pessoas sejam contaminadas. Nesses casos, os candidatos poderão fazer a prova na data da reaplicação, nos dias 23 e 24 de fevereiro. Para isso, poderão fazer o pedido pela Página do Participante entre os dias 8 e 12 de fevereiro.  

O que levar 

A lista do que pode ou não também é semelhante ao Enem impresso. Os participantes podem levar também a própria água e/ou bebidas não alcoólicas e lanche. 

Além disso, caso necessitem comprovar que participaram do exame, os estudantes podem, na Página do Participante, imprimir a Declaração de Comparecimento para cada dia de prova, informando o CPF e a senha. A declaração deve ser apresentada ao aplicador na porta da sala em cada um dos dias. Ela serve, por exemplo, para justificar a falta ao trabalho. 

Enem 2020

O Inep vai divulgar os cadernos de provas do Enem digital logo após o fim da aplicação, como ocorreu no primeiro dia do exame. Eles estarão disponíveis no site do Inep, onde poderão ser baixados. Ao contrário do Enem impresso, já que a prova será no computador, os participantes não poderão levar os cadernos de prova. Os candidatos podem, no entanto, anotar as respostas na folha de rascunho. Os gabaritos oficiais serão divulgados até 10 de fevereiro. 

Enem 2020 tem uma versão impressa, que foi aplicada nos dias 17 e 24 de janeiro, e uma versão digital. Cerca de 2,5 milhões de estudantes fizeram as provas do Enem impresso, o equivalente a menos da metade dos inscritos

O exame, tanto o impresso quanto o digital, foi suspenso no estado do Amazonas e o impresso foi suspenso em Rolim de Moura (RO) e em Espigão D'Oeste (RO) devido aos impactos da pandemia nessas localidades. Esses estudantes poderão fazer as provas também na reaplicação. Segundo o Ministério da Educação, foram cerca de 20 ações judiciais, em todo o país, contrárias à realização do exame. Agência Brasil 

Prefeitura de Petrolina atualiza lista de bairros com casos de Covid-19


A Secretaria de Saúde de Petrolina atualizou na noite deste sábado a lista de bairros com casos de Covid-19. O Centro com 746 casos confirmados, Areia Branca com 640 e a Cohab Massangano com 574 são as comunidades com maior números de casos positivos para o novo coronavírus.

A lista completa pode ser conferida logo abaixo. Todas as informações sobre a pandemia na cidade estão disponíveis no site: petrolina.pe.gov.br/coronavirus.


Lista De Bairros Casos COVID (3)


sábado, 6 de fevereiro de 2021

Petrolina: Moradores do Capim perdem a paciência com DER e fazem roço na estrada de acesso ao local

Depois de uma espera de dois anos, os moradores do povoado do Capim perderam as esperanças quanto a atuação do Governo do Estado e partiram para a ação. Após uma reunião realizada no último final de semana, a comunidade decidiu por conta própria, fazer o roço da PE Carlos Augusto Amariz, que dá acesso à localidade, por identificar os perigos ofertados pelo matagal que já invadia a via.
“Sempre na época da Jecana eles davam essa manutenção na estrada para dar um acesso com mais segurança ao pessoal. Como não houve a Jecana no ano passado, por conta da pandemia, assim como acho que está difícil de ter essa festa [esse ano], a comunidade mesmo se reuniu no sábado (30) passado e assim começamos a efetuar essa limpeza para dar segurança para quem transita pela região”, afirma o presidente da Associação de Moradores do Capim, Antônio Carlos Benevides.
Ainda de acordo com Benevides, entre 15 e 20 pessoas estão desempenhando essa tarefa, com o apoio da associação. “Se eu não conseguir essa máquina [para fazer o roço] daqui até sexta feira (05) para terminar o restante, nós tentaremos locar uma porque é muita coisa para fazer na mão”, apontou.
A expectativa é que até o próximo sábado (06) eles já consigam pagar outro trecho da via. A pressa se deve ao trânsito intenso no local. “Ali tem os pequenos produtores que são da nossa comunidade do Capim. Também tem o pessoal do Maria Tereza que circula pela estrada de dentro e passam por ali e é bastante movimentado naquela região. Sem contar que aquela região está crescendo muito e muitos vão passar o final de semana lá com seus familiares. Então, o perigo era iminente, pois ainda tem o risco e invasão da pista por animais e com as margens cobertas pelo mato, aumentava o risco. Por isso, o pessoal tomou a iniciativa de fazer o roço da estrada”.
Benevides relatou também outro problema grave no local. Além do problema do matagal, a via também precisa de reforço na sinalização. “Estamos aguardando uma iniciativa do Governo do Estado para que, com a gente concluindo o roço, ele conclua com a marcação da pista que está apagada”, cobrou. 

Polícia apreende celulares durante revista na Cadeia Pública de Exu

Cinco aparelhos celulares foram apreendidos no início da noite deste sexta-feira (5) durante revista na Cadeia Pública de Exu, cidade do Sertão do Araripe de Pernambuco.
Os aparelhos foram encontrados durante revista realizada pela Polícia Militar. Foram localizados nas dependências das celas 01 e 02, 01 celular LG, IMEI nº 359624053048686; 01 celular SANSUNG, IMEI nº 35328606648902; 01 celular BLU, IMEI nº 354439098903786; 01 celular SEMP, IMEI nº 355450101552869; 01 celular LG, IMEI nº 35767505183923-9.
Segundo a Polícia, não foi possível identificar os proprietários dos aparelhos celulares. A ocorrência foi registrada, a fim de serem tomadas as medidas cabíveis.

Chega ao Rio remessa do IFA para produção da vacina Oxford-AstraZeneca

O primeiro lote com cerca de 90 litros do Ingrediente Farmacêutico Ativo (IFA) para a produção da vacina Oxford-AstraZeneca contra a covid-19 já está no Rio de Janeiro. O material chegou às 18h17 ao terminal de cargas do Aeroporto Internacional Tom Jobim-RIOGaleão, na zona norte da cidade. 

O voo saiu de Xangai, na China, e fez escala em Luxemburgo. Do aeroporto do Rio, o IFA será levado, com escolta da Polícia Federal, em um caminhão frigorífico para a Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz), também na zona norte, onde será recebido pelo ministro da Saúde, Eduardo Pazuello, e pela presidente da Fiocruz, Nísia Trindade.

Segundo a Fiocruz, o lote do IFA, armazenado a 55ºC negativos, é suficiente para a produção de 2,8 milhões de doses. Além disso, até o fim deste mês a Fiocruz receberá mais dois lotes para fabricar, ao todo, 15 milhões de doses.

Em princípio, haveria duas remessas do ingrediente para o Brasil neste mês, o que foi alterado para três lotes. A fundação informou que a divisão da remessa inicial em três lotes foi para otimizar o início da produção industrial, garantindo a fabricação dos lotes necessários à validação do processo produtivo. As chegadas dos próximos lotes, ainda neste mês, estão previstas para os dias 23 e 28.

Com a chegada do IFA, a previsão da Fiocruz é entregar, em março,15 milhões de doses da vacina ao Programa Nacional de Imunizações (PNI) do Ministério da Saúde. A primeira entrega, com 1 milhão de doses, deverá ocorrer na semana de 15 a 19 de março. De acordo com a Fiocruz, mesmo que ocorram ajustes no início do cronograma, a produção será redefinida ao longo dos primeiros meses para que seja mantida a meta de 100,4 milhões de doses até julho deste ano.

O cronograma prevê que o envase em fevereiro e no início de março contará com uma linha em operação, com capacidade para 700 mil doses por dia. No final de março entrará em operação a segunda linha, que vai possibilitar o envase de até 1,3 milhão de doses diárias.

Pelos cálculos da Fiocruz, com essa produção, as entregas em abril vão atingir, aproximadamente, 27 milhões de doses. Além da produção a partir do IFA, a Fiocruz mantém a estratégia paralela para importação de mais vacinas prontas, principalmente durante os primeiros meses de fabricação.

Até junho, a Fiocruz vai receber 14 lotes de insumo para a produção de 100,4 milhões de doses. Já com a liberação de exportação pelas autoridades chinesas dessa primeira remessa de IFA, os próximos embarques têm os trâmites alfandegários garantidos.

O próximo passo é a incorporação tecnológica para a produção nacional do IFA na planta industrial do Instituto de Tecnologia em Imunobiológicos (Bio-Manguinhos/Fiocruz) a partir de abril. “A previsão é de que a validação dos processos do IFA nacional esteja concluída em julho, para que então seja solicitada a inclusão do novo local de fabricação do insumo no registro da vacina. Com isso, a partir de agosto, a Fiocruz já começará a entregar vacinas 100% produzidas em Bio-Manguinhos/Fiocruz”, afirmou a fundação.

Etapas

Com a chegada hoje do primeiro lote do IFA, começará na quarta-feira (10) o descongelamento do ingrediente, o que vai permitir a formulação do lote de pré-validação dois dias depois, para garantir que o processo esteja totalmente adequado à produção da vacina. Os segredos industriais que garantem a formulação correta já foram compartilhados com a Fiocruz. Entre os dias 13 e 17 será a fase de envase, recravação, revisão, rotulagem, embalagem e controle de qualidade do produto. No dia 18 está prevista a liberação interna do primeiro lote para a aprovação da Anvisa. Agência Brasil 

Primeiro lote do IFA para vacina da Fiocruz chega hoje ao Brasil


O primeiro lote do ingrediente farmacêutico ativo (IFA) para a produção das vacinas Oxford/AstraZeneca na Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz) tem chegada prevista para as 17h50 deste sábado (5) no Aeroporto Internacional do Rio de Janeiro. O IFA possibilitará a produção de mais 2,8 milhões de doses da vacina contra a covid-19, que já começou a ser aplicada no país a partir de 2 milhões de doses prontas importadas da Índia no mês passado.


O insumo foi fabricado no laboratório Wuxi Biologics, na China, de onde partiu às 20h35 da última quinta-feira (horário de Brasília). O laboratório chinês foi vistoriado pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) no fim do ano passado e é parceiro da farmacêutica europeia AstraZeneca, que desenvolveu a vacina com a Universidade de Oxford, do Reino Unido. 


Depois do desembarque, o IFA será transportado para o Instituto de Tecnologia em Imunobiológicos (Bio-Manguinhos/Fiocruz), na zona norte do Rio de Janeiro. Lá, após checagens de controle de qualidade, o insumo deve ser liberado na próxima quarta-feira (10) para descongelamento, já que precisa ser transportado a -55 graus Celsius. O degelo precisa ser feito lentamente, e somente na sexta-feira (12), deve ter início a formulação do lote de pré-validação, necessário para garantir que o processo de produção da vacina está adequado. 


Na formulação, o IFA é diluído em outros componentes da vacina, que, entre outras funções, garantem que a armazenagem possa ser feita em refrigeradores comuns, com 2 a 8 graus Celsius. Após a formulação, uma série de outros procedimentos como o envase e a rotulagem preparam a vacina para distribuição. Tal processo conta com rigorosos testes de qualidade, e a previsão é que o primeiro lote de pré-validação da vacina seja liberado para aprovação da Anvisa no dia 18 deste mês.


A Fiocruz esperava inicialmente o envio de 14 remessas de IFA ao longo do primeiro semestre, cada uma com insumo suficiente para produzir 7,5 milhões de doses. As duas primeiras remessas deveriam ter chegado em janeiro, e o contrato prevê que a fundação receba o suficiente para produzir 100,4 milhões de doses até julho. Apesar dos atrasos na chegada do insumo, a Fiocruz afirma que é possível manter o compromisso de entregar a mesma quantidade de doses.


Em fevereiro, em vez de dois lotes, cada um para 7,5 milhões de doses de vacina, a Fiocruz receberá três lotes, que, somados, terão o IFA necessário para produzir as mesmas 15 milhões de doses previstas inicialmente. A chegada dos dois próximos lotes de IFA está programada para os dias 23 e 28 de fevereiro, e a Fiocruz prevê entregar o primeiro milhão de doses prontas entre 15 e 19 de março, e mais 14 milhões de doses até o fim do mês que vem.


No fim de março, a escala de produção da vacina em Bio-Manguinhos deve aumentar de 700 mil doses por dia para 1,3 milhão de doses por dia, o que permitirá entregas maiores: 27 milhões de doses em abril, 28 milhões em maio e 28 milhões em junho. As 2,4 milhões de doses que completam o compromisso de 100,4 milhões devem ser entregues em julho.


Os termos do acordo entre a Fiocruz, a AstraZeneca e a Universidade de Oxford preveem que, inicialmente, o Brasil vai produzir a vacina com IFA importado. Posteriormente, Bio-Manguinhos vai nacionalizar a produção do insumo, o que deve ocorrer no segundo semestre, a partir de um processo de transferência de tecnologia.


Após a nacionalização do IFA, a Fiocruz prevê produzir mais 110 milhões de doses até o fim deste ano, chegando a um total de mais de 210,4 milhões de doses, o que faz da vacina Oxford/AstraZeneca a que tem mais doses programadas para serem aplicadas na população brasileira até o momento.


Segura e eficaz

A aplicação dos primeiros 2 milhões de doses que chegaram da Índia recebeu autorização de uso emergencial da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), e o pedido definitivo de registro da vacina no país está em avaliação, depois de ter sido concluído no mês passado. 


A vacina já foi autorizada pela autoridade sanitária do Reino Unido (MNRA) e também recebeu sinal verde da agência reguladora de medicamentos da União Europeia (EMA). Além do Brasil, outros países como Reino Unido e Índia já iniciaram a aplicação das doses.


A vacina de Oxford tem eficácia geral de 76% 22 dias após a aplicação da primeira dose, e de 82% após a segunda dose, que deve ser aplicada três meses após a primeira. Os dados foram publicados na revista científica The Lancet, uma das mais respeitadas do mundo.


Além de prevenir a doença em mais de 80% dos casos, a vacina apresentou 100% de eficácia contra casos graves e hospitalizações. Isso significa que, durante os estudos clínicos, ninguém que foi vacinado precisou ser internado. Via Agência Brasil 

Fiocruz vai construir a maior fábrica de vacinas da América Latina

O ministro da Saúde, Eduardo Pazuello, marcou presença, nesta sexta-feira (5), no lançamento do edital para a construção do Complexo Industrial de Biotecnologia em Saúde da Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz)/Manguinhos.
A Fiocruz será a instituição científica responsável pela produção da vacina de Oxford/AstraZeneca no Brasil. A construção do complexo vai ajudar no avanço da vacinação contra a Covid-19 no país; uma vez que o local poderá acelerar em até quatro vezes a produção de imunizantes e biofármacos para atender as demandas do Sistema Único de Saúde (SUS).
A capacidade de produção do complexo será de 120 milhões de frascos de vacinas e biofármacos, anualmente; podendo aumentar, conforme o recebimento de insumos e matéria-prima.
A iniciativa privada levantará o prédio, que será pago na forma de aluguel com reversão durante o prazo de 15 anos. O Ministério da Saúde já enviou investimentos para parte de construção e compra de equipamentos de produção.
Para construir o complexo de nove prédios, serão gerados cinco mil empregos diretos durante a obra e, mais tarde, 1,5 mil postos de trabalho serão abertos para manter em operação o lugar. Jornal da Cidade Online 

Carlos Amorim: Escola Cívico-Militar em Petrolina, por que não?

O Governo Federal tem um programa específico para implantação de Escolas Cívico-Militares, o Plano Nacional das Escolas Cívico-Militares (PCIM). 
Diferentes das escolas militares, as cívico-militares são instituições públicas comuns em que a gestão administrativa e de conduta são responsabilidade de militares ou profissionais da área de segurança, enquanto que a gestão pedagógica fica sob a responsabilidade de pedagogos e profissionais de Educação.
Essas instituições se destacam na média nacional no Índice de Desenvolvimento da Educação Básica (IDEB), com nota 7 para alunos do 6º ao 9º ano do ensino fundamental, enquanto a média nacional das escolas públicas fica em 4,9 para a mesma etapa de ensino. 
Então porque não Buscarmos esse modelo educacional exitoso para nossa Petrolina? 

As poucas unidades de escolas cívico-militares que estão
em funcionamento, provam sua eficiência educacional
basta olhar os resultados das unidades já existentes. 
Petrolina lidera ranking do (IDEB) em Pernambuco, entre os municípios com mais de 100 mil habitantes.

Segundo dados divulgados pelo ministério da educação, nos anos iniciais do ensino fundamental, Petrolina saltou de um índice de 5.8 para 6.2. Já nos anos finais, foi de 4.9 para a nota 5.2. Com esse desempenho, a maior cidade do Sertão pernambucano também supera as notas de Pernambuco (5.5 e 4.8). 

Pela primeira vez seis escolas da cidade conseguiram notas acima de 7.0.
Porém,  no ranking nacional  Petrolina não tem nenhuma escola entre as 100 primeiras, ou seja, precisamos avançar muito nos índices de educação e termos
um modelo de educação que une disciplina com aspectos pedagógicos específicos que é o modelo de escolas Cívico-Militares,  e com mais  investimentos se comparado com as escolas públicas comuns. Segundo o MEC, o investimento anual para cada escola Cívico-Militar é de 1 milhão. 
Sem falar no método baseado na disciplina dos militares, e a segurança dos alunos e professores, já que cada escola conta com militares responsáveis pela segurança.
Aumentar a capacidade de apredizagem com disciplina em uma escola pública é o sonho de todo pai e mãe, que deseja ver seus filhos no caminho certo pra ter uma vida de retidão e progresso profissional. 

Petrolina já é reconhecida nacionalmente pela sua fruticultura irrigada, Chegou a hora de sermos reconhecidos também, pelos melhores índices de educação a nível nacional, e vejo que o caminho para alcançarmos esse objetivo, é o Prefeito Miguel Coelho, buscar pra Petrolina, o modelo de escola cívico-militar. 
Significaria mais recursos e  mais interesse dos alunos em obterem boas notas, interessados em disputar uma vaga numa escola  cívico-militar e ser um aluno nota 10 na vida. 
Petrolina é a terra dos impossíveis, então sim, é possível uma escola com esse modelo em nossa cidade!

Funcionários do Banco do Brasil de Juazeiro e região paralisam as atividades na próxima quarta-feira

Em assembleia virtual realizada nesta sexta-feira (5), bancários do Banco do Brasil de Juazeiro e de outras cidades do norte do estado da Bahia, aprovaram por unanimidade, segundo o sindicato da categoria, entrar em estado de greve e parar as atividades no dia 10 deste mês, próxima quarta-feira. A votação para chegar a essa decisão foi on-line e ocorreu das 8h às 18h e 100%.
Segundo o presidente do Sindicato dos Bancários de Juazeiro e região, Maribaldes da Purificação, o movimento da próxima semana pretende ampliar a mobilização contra a reestruturação do Banco, planejada pelo governo Bolsonaro e a direção da empresa. Via Waldiney Passos 

Pesquisar este blog

Departamento Comercial