sábado, 13 de março de 2021

Anvisa registra primeiro medicamento com indicação contra a covid-19

Nesta sexta-feira (12), a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), anunciou a aprovação do primeiro medicamento com indicação em bula contra a covid-19, o Veklury (Rendesivir), produzido pela empresa Gilead Sciences Farmacêutica do Brasil.
O anúncio, feito pelo gerente-geral da Anvisa, Gustavo Mendes, ainda explicou que o remédio é indicado para o tratamento em adultos e adolescentes com mais de 12 anos de idade e ao menos 40kg de peso, que estejam com pneumonia e requerem administração suplementar de oxigênio.
Ele será aplicado em dose única de 200 mg, por meio de infusão intravenosa.

“A indicação não se restringe à forma leve, moderada ou grave, mas está ligada à apresentação de pneumonia com necessidade de suplemento de oxigênio, desde que o paciente não esteja com ventilação mecânica ou em ventilação com membrana extracorpórea”, explicou Renata Lima Soares, gerente de Avaliação de Segurança e Eficácia da Anvisa.
A agência também noticiou a autorização do registro de fabricação e de uso do segundo imunizante contra a covid: a vacina de Oxford, produzida pela Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz).
“São dois anúncios de registro. O primeiro registro é relacionado à vacina Covid-19 Recombinante, também conhecida como vacina de Oxford, que é uma vacina que já vinha sendo utilizada pelo procedimento de uso emergencial e que agora vai ser registrada pela agência com uma etapa de fabricação no Brasil. O que a gente acredita que representa maior autonomia”, anunciou Mendes.
Jornal da Cidade Online 

Defensora ferrenha do “Fique em Casa”, Marquezine é flagrada em viagem com suposto namorado

A atriz global e o suposto namorado, Enzo Celulari, foram vistos em uma foto de amigos juntos, durante viagem a Fernando de Noronha, em janeiro deste ano.
A atitude “corajosa” da artista de enfrentar o próprio medo da contaminação da Covid-19 chamou a atenção dos internautas. Isto porque, em março de 2020, Bruna foi uma das globais que mais se envolveram na defesa do “fique em casa”.
No ano passado, assim que as medidas restritivas iniciaram nos estados, a atriz postou um “textão” explicativo para “ajudar na conscientização dos seguidores”. O link foi retirado das redes sociais.
"Arrasta pro lado pra ler um textinho que fiz pra vocês, pra gente. Mas lê mesmo, viu?! Tudinho. Por favor”, dizia ela na época.
Esta não é a primeira vez que Bruna se envolve em polêmica sobre a defesa do isolamento social e a prática dela nas redes sociais. Em dezembro de 2020, ela foi flagrada com a influenciadora digital e ex-BBB, Rafa Kalimann, a cantora Manu Gavassi, a médica Thelma Assis e os respectivos companheiros, em uma ilha privativa no litoral de São Paulo, curtindo o Reveillon. Enquanto isso, a maioria da população trancada em casa devido às restrições impostas por prefeitos e governadores, no final de ano.
A hipocrisia nunca esteve tão aflorada...
Jornal da Cidade Online 

Opnião: O lockdown da tirania e dos tiranos

Em uma longínqua cidade imaginária, um filho com fome abre a porta do armário, para ver se há algo para comer e indaga seus pais:

– Pai, mãe, estou com fome!
O pai responde ao menino:
– Meu filho, não há o que comer.
Sem saber o que fazer a criança questiona, novamente ao pai e a mãe:

– Por que vocês não trabalham para termos o que comer?
Surpresos com a nova pergunta e com lágrimas nos olhos os pais respondem ao filho em voz uníssona:
– Trabalhar, meu filho, nós trabalhamos e muito. É que agora estamos impedidos de trabalhar, porque o serviço que fazemos e os produtos que vendemos não são considerados “essenciais” por um governante eleito.
Sem entender nada a criança, simplesmente, se põe a chorar.

Agora vamos olhar a realidade em que vivemos.

Já faz um ano que o Brasil está imerso na pandemia do COVID-19.

E lágrimas não alimentam ninguém.
estapafúrdias e incabíveis legalmente, dos recursos da saúde, com gastos em publicidade, para ululantemente sedimentar campanhas de reeleição ou para adquirir supérfluos e banalidades.

A campanha do “fique em casa” (#FiqueEmCasa) tão importante e necessária no início da pandemia, tinha uma única razão de ser, qual seja, diminuir os deslocamentos das pessoas, para que o poder público agisse com urgência, tomando providências, instituindo políticas públicas e medidas sanitárias, mobilizando-se para aumentar o número de leitos em hospitais, bem como construindo novos hospitais e abrindo hospitais de campanha.
Lamentavelmente, quando o STF decidiu, em 15-04-2020, na ADIN nº. 6341, dando a Estados e municípios autonomia, diante do governo federal, a competência concorrente, para tomar medias de combate contra a COVID-19, o país, que já era há 16 (dezesseis) anos “a casa da mãe Joana”, infelizmente voltou a ser, haja vista que ao se tomar essa decisão, ou não se pensou, ou se sabia, que uma única situação poderia ocorrer: a esculhambação geral.

Ora veja, nada é tão trágico para uma cidade, Estado ou país, do que dar poder para incapacitados, a despreparados, ou a quem quer bancar de “Sassá Mutema Salvador da Pátria”, sabendo que Super-Homem é apenas um personagem da genialidade de quadrinhos e filmes.
O que o Brasil todo viu e ainda vê, lamentavelmente, são exatamente estes mesmos incapacitados, despreparados, biltres, capadócios ou apedeutas, sedizentes “Sassás Mutemas”, ora ocupando os cargos de prefeitos, ora os de governadores, e não raras vezes sem qualquer vocação para a gestão pública, unidos ainda a trêfegos, mal intencionados e outros tantos sem caráter algum, mas com muita destreza para fazer politicagem, maracutaias e expedientes de quinta classe, com desvios de recursos públicos, através de bizarras e criminosas transposições de rubricas, para pavimentar as pretensões de reeleições ou o despeito de se tornar presidenciáveis.

Isso quando não empreendem seus intentos através do sarcasmo, da ironia e do deboche.

O esquadro e o compasso, é bom que se diga, não defende a tirania e não se compraz com tiranos que usurpam o poder.

Muito pelo contrário: os combate!

Verdade seja dita, qualquer pessoa que raciocine e tenha bom senso é favor do distanciamento controlado, das medidas sanitárias efetivas, dos cuidados como o uso de máscara, álcool gel e de constante higienização das mãos ao longo do dia.

Isso se não é, também, particularmente, como sou, convicto apoiador do tratamento precoce, com vasta literatura técnica que o embasa.

O que não se consegue compreender, até hoje, é essa turma do lockdown total e irrestrito. Essa turma que ainda defende o “fique em casa” (#FiqueEmCasa) e obviamente, morra de fome (#MorraDeFome).

Ora veja, todo pai e toda mãe têm o dever de prover o sustento dos filhos enquanto crianças.

Essa turma do lockdown total e irrestrito, do “fecha tudo”, não sabe o que é assinar uma carteira de trabalho, porque nunca deu emprego a ninguém. Sempre se nutriu e sobreviveu de politicagem de quinta classe, através do fisiologismo, para ocupar algum espaço que a insignificância dos próprios méritos compreende muito bem.

Um pai e uma mãe que não conseguem trabalhar, para prover o sustento dos filhos, porque sedizentes “Sassás Mutemas ” consideram a profissão, ou o ofício que eles exercem, ou os produtos que eles vendem, como “não essenciais”, ao fim e ao cabo, só querem saber quem irá prover a comida que falta na mesa, as roupas para vestir, as contas de luz e de água, o condomínio, a gasolina do veículo, o aluguel, o financiamento que foi feito dentro do orçamento que se tinha, a escola que tanto se sonhou, os medicamentos que não se pode ficar sem e todos os compromissos que têm que se honrar.

Essa história hipotética não é só a história de um pai, de uma mãe e de um filho em uma longínqua cidade imaginária.

Ela é uma história que ocorrerá em todo Brasil, enquanto forem alçados e permanecerem no poder inescrupulosos e sem caráter.

ok
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OPINIÃO
O lockdown da tirania e dos tiranos
Qualquer semelhança com a realidade não é mera coincidência.

13/03/2021 às 05:46
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Foto: Marcelo Camargo/Agência Brasil
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Em uma longínqua cidade imaginária, um filho com fome abre a porta do armário, para ver se há algo para comer e indaga seus pais:

– Pai, mãe, estou com fome!
O pai responde ao menino:

– Meu filho, não há o que comer.
Sem saber o que fazer a criança questiona, novamente ao pai e a mãe:

– Por que vocês não trabalham para termos o que comer?
Surpresos com a nova pergunta e com lágrimas nos olhos os pais respondem ao filho em voz uníssona:

– Trabalhar, meu filho, nós trabalhamos e muito. É que agora estamos impedidos de trabalhar, porque o serviço que fazemos e os produtos que vendemos não são considerados “essenciais” por um governante eleito.
Sem entender nada a criança, simplesmente, se põe a chorar.

Agora vamos olhar a realidade em que vivemos.

Já faz um ano que o Brasil está imerso na pandemia do COVID-19.

E lágrimas não alimentam ninguém.


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Enquanto a China construiu um hospital inteiro, em 10 (dez) dias, diga-se de passagem, hospital referência para combater os efeitos do COVID-19, governadores e prefeitos no Brasil ou promoveram diretamente ou indiretamente, através da negligência, da omissão, da apatia, da indiferença ou da conivência, verdadeiras farras com os bilhões e bilhões de recursos públicos que receberam do governo federal, através de transposições de rubricas estapafúrdias e incabíveis legalmente, dos recursos da saúde, com gastos em publicidade, para ululantemente sedimentar campanhas de reeleição ou para adquirir supérfluos e banalidades.

A campanha do “fique em casa” (#FiqueEmCasa) tão importante e necessária no início da pandemia, tinha uma única razão de ser, qual seja, diminuir os deslocamentos das pessoas, para que o poder público agisse com urgência, tomando providências, instituindo políticas públicas e medidas sanitárias, mobilizando-se para aumentar o número de leitos em hospitais, bem como construindo novos hospitais e abrindo hospitais de campanha.

Lamentavelmente, quando o STF decidiu, em 15-04-2020, na ADIN nº. 6341, dando a Estados e municípios autonomia, diante do governo federal, a competência concorrente, para tomar medias de combate contra a COVID-19, o país, que já era há 16 (dezesseis) anos “a casa da mãe Joana”, infelizmente voltou a ser, haja vista que ao se tomar essa decisão, ou não se pensou, ou se sabia, que uma única situação poderia ocorrer: a esculhambação geral.

Ora veja, nada é tão trágico para uma cidade, Estado ou país, do que dar poder para incapacitados, a despreparados, ou a quem quer bancar de “Sassá Mutema Salvador da Pátria”, sabendo que Super-Homem é apenas um personagem da genialidade de quadrinhos e filmes.

O que o Brasil todo viu e ainda vê, lamentavelmente, são exatamente estes mesmos incapacitados, despreparados, biltres, capadócios ou apedeutas, sedizentes “Sassás Mutemas”, ora ocupando os cargos de prefeitos, ora os de governadores, e não raras vezes sem qualquer vocação para a gestão pública, unidos ainda a trêfegos, mal intencionados e outros tantos sem caráter algum, mas com muita destreza para fazer politicagem, maracutaias e expedientes de quinta classe, com desvios de recursos públicos, através de bizarras e criminosas transposições de rubricas, para pavimentar as pretensões de reeleições ou o despeito de se tornar presidenciáveis.

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O que não se consegue compreender, até hoje, é essa turma do lockdown total e irrestrito. Essa turma que ainda defende o “fique em casa” (#FiqueEmCasa) e obviamente, morra de fome (#MorraDeFome).

Ora veja, todo pai e toda mãe têm o dever de prover o sustento dos filhos enquanto crianças.

Essa turma do lockdown total e irrestrito, do “fecha tudo”, não sabe o que é assinar uma carteira de trabalho, porque nunca deu emprego a ninguém. Sempre se nutriu e sobreviveu de politicagem de quinta classe, através do fisiologismo, para ocupar algum espaço que a insignificância dos próprios méritos compreende muito bem.

Um pai e uma mãe que não conseguem trabalhar, para prover o sustento dos filhos, porque sedizentes “Sassás Mutemas ” consideram a profissão, ou o ofício que eles exercem, ou os produtos que eles vendem, como “não essenciais”, ao fim e ao cabo, só querem saber quem irá prover a comida que falta na mesa, as roupas para vestir, as contas de luz e de água, o condomínio, a gasolina do veículo, o aluguel, o financiamento que foi feito dentro do orçamento que se tinha, a escola que tanto se sonhou, os medicamentos que não se pode ficar sem e todos os compromissos que têm que se honrar.

Essa história hipotética não é só a história de um pai, de uma mãe e de um filho em uma longínqua cidade imaginária.

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E se isso continuar a ocorrer… é só questão de tempo, teremos uma hecatombe civil.

Ninguém mais terá o que comer.

Para uns demorará mais.

Para outros demorará menos.

Fato é que a todos atingirá.

Vivemos em um país de contrastes surreais.

E certamente nada será tão celebrado pelo povo, do que o lockdown da tirania e dos tiranos, na medida em que, se trabalhar não é mais um direito, pagar impostos também já não é mais um dever.

Jornal da Cidade Online 

Prefeito de Petrolina envia a Câmara de Vereadores projeto que reajusta salário dos servidores do município

O presidente da Câmara de Vereadores de Petrolina, vereador Aero Cruz (MDB), recebeu nesta sexta-feria (12) o Projeto de Lei nº 008/2121, do poder executivo que trata do reajuste salarial dos servidores municipais e dá outras providências.
Se o chefe do Legislativo achar que é conveniente, poderá colocar a proposta de Miguel Coelho em pauta já na Reunião Plenária na próxima terça-feira (16).
O Projeto propõe reajustar os vencimentos básicos em 5,27% para os profissionais de nível elementar, totalizando vencimento básico mensal de R$ 1.100,07 (um mil, cem reais e sete centavos); 4,52% para os profissionais de nível médio, totalizando vencimento básico mensal de R$ 1.104,71 (um mil, cento e quatro reais, setenta e um centavos) e 4,52% para os profissionais de nível superior, totalizando vencimento básico R$ 1.216,04 (um mil, duzentos e dezesseis reais, quatro centavos),
O documento prevê ainda que os valores do vencimento básicos dos profissionais efetivos da carreira do magistério ficam reajustados em 4,52%, tomando por base os valores constantes da Tabela de Vencimentos Básicos dos Profissionais da Carreira de Magistério.
Com base no reajuste previsto no art. 2º, o valor do piso do magistério inicial passa a ser de R$ 1.632,54 (um mil, seiscentos e trinta e dois reais, cinquenta e quatro centavos), equivalente a uma jornada de trabalho de 100 (cem) horas/aula mensal. Via Waldiney Passos 

Mutirão Online de Renegociação de Dívidas tem início na segunda-feira (15)

Tem início na próxima segunda-feira (15), o Mutirão Online de Renegociação de Dívidas. O Procon da Faculdade de Ciências Aplicadas e Sociais de Petrolina (Facape) participará da ação que segue até o dia 31 deste mês.
O objetivo da campanha que envolve todos os Procons nacionais é ajudar os consumidores a renegociar seus débitos financeiros com as instituições bancárias cadastradas na plataforma.
Para participar, o consumidor deve ter um e-mail válido e se cadastrar no site informando os dados pessoais. Em seguida, o consumidor pode registrar sua reclamação e a empresa tem até dez dias para analisar e responder.
Outras informações podem ser obtidas através do número (87) 3866-3289. G1

Em busca do fortalecimento da economia, Guedes cita um possível "seguro-emprego" de R$ 500,00

Na última quinta-feira (11), o ministro da Economia, Paulo Guedes, participou do primeiro encontro da frente parlamentar da Micro e Pequena Empresa.
Durante a reunião, que tinha por objetivo traçar estratégias para diminuir os impactos da pandemia no segmento, Guedes afirmou que o governo federal trabalha no planejamento de novas medidas para a manutenção do emprego no país.
Segundo o ministro, além da renovação do programa para suspensão de contrato ou redução de jornada (BEM), o governo está analisando algumas outras estratégias que devem ser anunciadas pelo presidente Jair Bolsonaro "um pouco mais para frente".
Guedes disse que entre as possibilidades que estão sendo estudadas, está a criação de um "seguro-emprego" de R$ 500,00, com o objetivo de evitar demissões:
“Temos o seguro desemprego: a pessoa é mandada embora e o governo dá R$ 1000. Porque não dar R$ 500 como seguro-emprego?!”, disse ele.
Jornal da Cidade Online 

sexta-feira, 12 de março de 2021

Família de homem morto em Belém do São Francisco realiza protesto nesta sexta (12)

Nesta sexta-feira (12), familiares de José Sérvulo da Silva, de 52 anos, morto no dia 26 de fevereiro, realizaram um protesto em Belém do São Francisco, no Sertão Pernambucano. Com cartazes, a família pediu justiça para o caso.
De acordo com a família, o crime teria sido cometido por policiais militares. Eles seguem acompanhando as investigações e pressionando o estado por respostas.
Em nota, a Polícia Civil em Belém do São Francisco, informou que está investigando o caso e que nesta sexta, os policiais militares envolvidos foram ouvidos.
Confira a nota completa da Polícia Civil de Pernambuco
"A Polícia Civil de Pernambuco, por meio da Delegacia de Belém de São Francisco, informa que segue investigando o homicídio decorrente de intervenção policial que vitimou um homem de 52 anos. O fato aconteceu no dia 26/02/2021, na zona rural do município de Belém de São Francisco. Foi instaurado inquérito para apurar o caso, tendo policiais militares sido ouvidos na data de hoje. Outras diligências continuarão a ser realizadas tanto em campo, quanto periciais, visando robustecer o inquérito policial." G1

Ministério da Saúde assina contrato de compra de 10 milhões de doses da Sputnik V

Em coletiva de imprensa nesta sexta-feira, a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) disse que recebeu um pedido de anuência para a realização de estudo clínico no Brasil. O pedido, porém, carecia de  alguns dados relacionados aos estudos que foram conduzidos na Rússia. A Anvisa solicitou mais documentos, mas as exigências ainda não foram respondidas. Também houve um pedido de uso emergencial em janeiro, mas a agência devolveu o processo. “O status hoje é: estamos abertos a discussões com a União Química. A gente compartilhou todos os requisitos necessários e a expectativa é que os próximos passos sejam tomados pela empresa para que a gente possa seguir com a avaliação e ter certeza de que os dados que compõem as informações de segurança e eficácia são passíveis de aprovação”, disse o gerente-geral de Medicamentos e Produtos Biológicos da Anvisa, Gustavo Mendes. A União Química informou ao ministério que pretende fabricar a vacina em plantas que possui em São Paulo e no Distrito Federal. Segundo a pasta, a possibilidade será avaliada pela Saúde nas próximas semanas e poderá levar à concretização de outro acordo comercial. Jovem Pan


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