quarta-feira, 11 de agosto de 2021

Câmara dos Deputados cassa o mandato de Flordelis, acusada de mandar matar o marido

O plenário aprovou a perda de mandato de Flordelis por 437 votos a 7 - são necessários 257 votos, a maioria absoluta, para a cassação de um mandato parlamentar. Foram contabilizadas 12 abstenções. Além de perder o cargo, a deputada ficará inelegível por determinação da Lei da Ficha Limpa.

processo contra Flordelis foi aberto no Conselho de Ética da Câmara em 23 de fevereiro, após a acusação contra a parlamentar. Em 8 de junho, o grupo decidiu pela cassação do mandato - o relatório aponta que ela teria violado o código ao abusar das prerrogativas para ocultar provas e coagir testemunhas. Na ocasião, foram 16 votos a 1 - o único deputado que votou a favor da deputada foi Márcio Labre (PSL-RJ).

Em pronunciamento no plenário, Flordelis negou a acusação, afirmou ser inocente, que será absolvida no júri popular e que "não deve pagar pelos erros de ninguém". A deputada pediu que lhe dessem o direito de defesa, além de que fosse julgada pelos brasileiros que votaram nela em 2018. “Permita que eu seja julgada pelo povo e retirada daqui pelo mesmo povo”, disse.

A parlamentar contou que não foi ouvida pela maioria dos deputados, inclusive o presidente Arthur Lira (PP-AL). “O próprio presidente dessa Casa, eleito dizendo que daria voz a todos nós, não me ouviu. Não por falta de tentativa, porque eu tentei, mas talvez por causa da pandemia”.

Flordelis afirmou que, caso o plenário aprovasse a cassação, sairia de cabeça erguida. “Porque eu sei que sou inocente e todos saberão que eu sou inocente. A minha inocência será provada”, garantiu. Quando o tribunal do júri me absolver, porque eu serei absolvida, vocês iram colocar a cabeça no travesseiro e se arrepender, por condenar alguém que ainda não foi julgada”, acrescentou.

A deputada do PSD-RJ ainda falou sobre sua família – ela tem 55 filhos, muitos adotivos. “Tive filhos meus que erraram, mas não foram todos. Mas toda minha família está sendo criminalizada. Eu não posso e não devo pagar pelos erros de ninguém. A Flordelis que está aqui está destruída. Eu não tinha condições para estar aqui, mas eu vim, por respeito a esta Casa.”

Relator do caso no Conselho de Ética, o deputado federal Alexandre Leite (DEM-SP) afirmou que a parlamentar não apresentou provas concretas contra as acusações, que se limitou a dizer que era inocente e que provaria tal declaração.

Leite contou também que Anderson do Carmo, segundo Flordelis relatou, tinha autorização especial para entrar no plenário da Casa, que fazia parte dos grupos parlamentares de articulação e de debate de matéria, além de influenciar em votos.

“A produção legislativa da deputada caiu para menos da metade a quase zero nos anos subsequentes da morte do pastor Anderson do Carmo, ou seja, era quem de fato exercia o mandato parlamentar da deputada Flordelis”, disse.

No plenário, a defesa de Flordelis rebateu a fala do relator. "Eu queria ver se fosse uma situação invertida. Se fosse um homem sendo acusado, eu duvido que uma acusação dessa se sustentava. É muito mais fácil atacar uma mulher, que por uma série de fatores não pode se defender adequadamente", disse o advogado.

Durante a sessão, o presidente Arthur Lira (PP-AL) informou sobre a possibilidade de discussão de um projeto de resolução que previa uma pena mais branda para Flordelis – suspensão de seis meses, e não a cassação. Para que o texto fosse votado, era necessário que alguma emenda fosse apresentada. No entanto, nenhum parlamentar protocolou nenhuma emenda.

Momentos antes, o presidente havia afirmado que a Casa “não tem competência para julgar crime penal, e sim quebra de decoro”.

“Quem pode cassar, pode absolver e pode suspender. O que eu não quero é que essa discussão no plenário seja se cometeu ou não homicídio, se é culpada ou se é inocente. Nós não somos juízes de vara de direito. Nós aqui vamos fazer a penosa missão de discutir se houve ou não falta de decoro”, acrescentou.

Mais cedo, a defesa da parlamentar acionou o STF (Supremo Tribunal Federal) para barrar a sessão. Os advogados argumentaram que o crime do qual é acusada não tem relação com o mandato que ocupa na Câmara. Na sequência, citaram diversos casos de parlamentares que são alvos de processos criminais. Entre eles, o presidente Arthur Lira (PP-AL) e Daniel Silveira (PSL-RJ). O pedido, contudo, foi negado pela ministra Cármen Lúcia.

Flordelis foi denunciada como a mandante da morte do ex-marido, ocorrida em junho de 2019, pelo Ministério Público do Rio de Janeiro em 24 de agosto de 2020. A juíza do 3º Tribunal do Júri de Niterói Nearis dos Santos Carvalho Arce decidiu levar a júri popular o caso. R7

Queiroga promete acabar com obrigatoriedade do uso de máscara até o fim do ano

O ministro da Saúde, Marcelo Queiroga, afirmou nesta quarta-feira, 11, que deve propor o fim da obrigatoriedade do uso de máscara até o fim deste ano. Segundo ele, a medida deve coincidir com a conclusão da campanha de vacinação contra a covid-19. A expectativa do governo é que toda a população brasileira esteja totalmente imunizada até dezembro.
“Garanto a vocês, em nome do [presidente Jair] Bolsonaro, que até o final do ano toda a população brasileira estará vacinada. Até o final do ano, colocaremos fim ao caráter pandêmico dessa doença no Brasil e vamos poder tirar de uma vez por todas essas máscaras e desmascarar aqueles que, mesmo que nunca tenham usado máscara, precisam ser desmascarados”, afirmou o ministro durante a inauguração de uma Unidade Básica de Saúde (UBS) em Brasília.
As declarações de Queiroga vão de encontro a uma posição do próprio Bolsonaro, que em junho disse que o ministro da Saúde publicaria um parecer desobrigando o uso de máscara pela população. Na ocasião, o ministro afirmou que a medida dependeria do avanço da campanha de vacinação. Revista Oeste 

Dois homens em moto são presos após roubo na Areia Branca, em Petrolina-PE

Na madrugada desta quarta-feira (11), por volta da 1h, Policiais Militares do 2°BIEsp realizavam rondas na Areia Branca, em Petrolina (PE), quando foram acionados por uma vítima de roubo a mão armada praticado por dois indivíduos em uma moto, que havia sido furtada momentos antes no José e Maria.
Em diligências, próximo do local em que foram abordados pela vítima, os policiais avistaram os acusados e realizaram abordagem pessoal. Com eles foram encontrados um simulacro de arma de fogo e os pertences da vítima do assalto, sendo um relógio, uma corrente, um celular e R$ 74,00.
Os criminosos, sendo um menor de idade, foram encaminhados, juntamente com o material apreendido, para a delegacia de plantão para que fossem adotadas as medidas cabíveis ao caso. Via Waldney Passos 

Câmara deve votar nesta quarta-feira a cassação de Flordelis

O  processo de cassação da deputada federal Flordelis (PSD-RJ) deve ser votado nesta quarta-feira, 11. A ação está na pauta do plenário de hoje. A parlamentar é acusada de ser a mandante do ex-marido, o pastor Anderson, assassinado em 2019. Nas redes sociais, a congressista se disse confiante que os colegas “não irão ceder a esses apelos sensacionalistas da mídia”.

Na noite da terça-feira 10, Flordelis enviou uma carta aos outros 512 deputados. “Peço uma chance para que eu possa cumprir o mandato que eu fui  legitimamente eleita.

Uma chance para que minha dignidade seja, um dia, restabelecida”, escreveu. Segundo a deputada, até o momento, ela não teve um “julgamento justo” e está sofrendo humilhações públicas. Revista Oeste 

Policiais Militares do 2° BIEsp prendem e apreendem, em flagrante delito, dois indivíduos logo após praticarem roubo a transeunte.

Durante o patrulhamento ordinário pelo bairro Areia Branca, policiais militares do 2°BIEsp, foram acionados e solicitados por um transeunte vítima de roubo a mão armada praticado por dois indivíduos, um dos quais menor de idade, em uma motocicleta furtada momentos antes no bairro José e Maria. Em diligências nas proximidades de onde foram requisitados, os policiais avistaram os imputados e após abordagem e busca pessoal encontraram 01 simulacro de Arma de Fogo e pertences da vítima, quais sejam: 01 Relógio, 01 Corrente, 01 Celular e R$ 74,00.
Diante dos fatos, os indivíduos e os materiais apreendidos foram encaminhados à delegacia de plantão.
Materiais Apreendidos:

01- Motocicleta, marca Yamaha, modelo YBR, com Restrição de Roubo/Furto e placa adulterada PSF-0793;
01- Simulacro de arma de Fogo;

01- Corrente;

01- Relógio;

- R$74,00

Resultado:
- 1 Flagrante (APFD);

- 1 Auto de Prisão em Flagrante por Ato Infracional (APFAI).

2°BIEsp - Tropa de Caçadores

Disk Denúncia do 2° BIEsp: (87) 9 8877-0741

Nascidos em julho podem sacar 4ª parcela do auxílio emergencial

Trabalhadores informais e inscritos no Cadastro Único para Programas Sociais do Governo Federal (CadÚnico) nascidos em julho podem sacar, a partir de hoje (11) a quarta parcela do auxílio emergencial 2021. O dinheiro foi depositado nas contas poupança digitais da Caixa Econômica Federal em 24 de julho.

Os recursos também podem ser transferidos para uma conta-corrente, sem custos para o usuário. Até agora, o dinheiro apenas podia ser movimentado por meio do aplicativo Caixa Tem, que permite o pagamento de contas domésticas (água, luz, telefone e gás), de boletos, compras em lojas virtuais ou compras com o código QR (versão avançada do código de barras) em maquininhas de estabelecimentos parceiros.

Em caso de dúvidas, a central telefônica 111 da Caixa funciona de segunda a domingo, das 7h às 22h. Além disso, o beneficiário pode consultar o site auxilio.caixa.gov.br.

O saque originalmente estava previsto para ocorrer em 30 de agosto, mas foi antecipado em quase três semanas por decisão da Caixa. Segundo o banco, a adaptação dos sistemas tecnológicos e dos beneficiários ao sistema de pagamento do auxílio emergencial permitiu o adiantamento do calendário.

O auxílio emergencial foi criado em abril do ano passado pelo governo federal para atender pessoas vulneráveis afetadas pela pandemia de covid-19. Ele foi pago em cinco parcelas de R$ 600 ou R$ 1,2 mil para mães chefes de família monoparental e, depois, estendido até 31 de dezembro de 2020 em até quatro parcelas de R$ 300 ou R$ 600 cada.

Neste ano, a nova rodada de pagamentos, durante sete meses, prevê parcelas de R$ 150 a R$ 375, dependendo do perfil: as famílias, em geral, recebem R$ 250; a família monoparental, chefiada por uma mulher, recebe R$ 375; e pessoas que moram sozinhas recebem R$ 150.
 

Calendário com as datas dos saques da quarta parcela do auxílio emergencial.
Calendário com as datas dos saques da quarta parcela do auxílio emergencial. - Divulgação/ Caixa

Regras

Pelas regras estabelecidas, o auxílio será pago às famílias com renda mensal total de até três salários mínimos, desde que a renda por pessoa seja inferior a meio salário mínimo. É necessário que o beneficiário já tenha sido considerado elegível até o mês de dezembro de 2020, pois não há nova fase de inscrições. Para quem recebe o Bolsa Família, continua valendo a regra do valor mais vantajoso, seja a parcela paga no programa social, seja a do auxílio emergencial.

O programa se encerraria com a quarta parcela, depositada em julho e sacada em agosto, mas foi prorrogado até outubro, com os mesmos valores para o benefício.

Agência Brasil elaborou um guia de perguntas e respostas sobre o auxílio emergencial. Entre as dúvidas que o beneficiário pode tirar estão os critérios para receber o benefício, a regularização do CPF e os critérios de desempate dentro da mesma família para ter acesso ao auxílio. Agência Brasil 

Confira as vagas de emprego disponíveis para Petrolina nesta quarta(11)

A agência do trabalho em Petrolina fica na Avenida Tancredo Neves, no Centro de Convenções, 1º piso.
Assistente de Contadoria Fiscal 1 6 Meses CTPS Não Informado Médio Completo
Consultor de Vendas 1 6 meses Não Informado Médio Completo
Mecânico de Manutenção de Ônibus 1 6 meses Não Informado Fundamental Completo
Motorista de Ônibus Urbano 1 6 Meses CTPS Não Informado Fundamental Completo
Motorista Entregador 1 Não Exigida Não Informado Médio Completo
Recepcionista Atendente 1 6 Meses CTPS Não Informado Médio Completo

Relator do voto 'impresso' lamenta derrota: 'Interferência indevida do TSE'

O relator da proposta do voto impresso auditável na comissão especial, Filipe Barros (PSL-PR), disse que a derrota da proposta no plenário da Câmara nesta terça-feira, 10, reflete uma “interferência indevida do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) em um assunto que não é do Judiciário”.
“É importante destacar que nós tivemos a maioria do plenário, mas não atingimos os 308 votos necessários por se tratar de uma PEC”, disse o deputado com exclusividade a Oeste. Ele complementou: “É claro que nós respeitamos e acatamos o resultado da votação de hoje”.
O texto precisava de 308 votos para ser aprovado, mas só alcançou 229. Dos 513 deputados, 448 votaram, 218 foram contrários e houve 1 abstenção.
“O resultado reflete, justamente, essa interferência de um Poder em um assunto, em um tema que não é desse Poder. É como se nós, do Parlamento brasileiro, resolvêssemos interferir dentro dos debates internos do Supremo ou do TSE”, afirmou Filipe Barros.
Ele acredita que o tema voltará a ser debatido no Congresso. Uma proposta com o mesmo teor dessa rejeitada pode ser apresentada novamente em outra legislatura. “Nós ganhamos as ruas, e eu tenho a impressão de que não conseguimos a aprovação agora, mas é uma questão de tempo para que o Congresso aprove o voto impresso.” Revista Oeste 

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