Com a Selic em 15% ao ano, a publicação afirma que o governo deverá tomar emprestado cerca de 8% do PIB apenas para pagar juros, mesmo com as contas primárias próximas do equilíbrio.
A dívida líquida, em 66% do PIB, é vista como alta para emergentes, mas ainda abaixo dos padrões do mundo rico.
Para a revista, o Brasil funciona como um “alerta antecipado” do que pode acontecer com países avançados.
O texto destaca que as próximas eleições devem girar em torno da criminalidade e do bolso do eleitor, além de apontar entraves como a difícil situação fiscal, privilégios ao funcionalismo e o sistema tributário complexo.
O editorial acrescenta que os Estados Unidos já exibem sinais iniciais do processo, com instituições sob pressão e inflação mais resistente no pós-pandemia. Leia aqui o texto na íntegra.
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